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Direção e Produção de Cinema, Vídeo e Televisão

Programa de Estudos

  • 1ª Parte: Disciplinas 
    1. Tecnologia de vídeo e televisão
    2. Desenho e organização da produção audiovisual
    3. O roteiro audiovisual
    4. Linguagem e narrativa audiovisual
    5. Tecnologia do cine
    6. Captação, registro e pós-produção do som
    7. Evolução da linguagem e comunicação visual
    8. Técnicas de iluminação
    9. Direção de fotografia
    10. Produção para televisão
    11. Técnicas de realização
    12. Apêndice: a produção audiovisual como projeto industrial
    1. Tecnologia de vídeo e televisão 

      Examinam-se nesta disciplina os fundamentos físicos e tecnológicos da televisão e o vídeo, assim como a geração, produção de materiais em suporte vídeo, assim como a emissão e recepção de conteúdos televisivos.

      O espectro eletromagnético
      História. Ondas eletromagnéticas. Polarização. Comprimento de onda e freqüência. Unidades de medição. Representação do espectro eletromagnético. O espectro visível. Cores primárias ou simples. Cores secundárias ou compostas. Qualidade da cor. Sistemas de obtenção de cores.
      Fundamentos tecnológicos da televisão
      A persistência da visão. Um sistema básico de televisão. A exploração entrelaçada. Quadro e campo. O sinal completo de televisão em Preto e Branco. O som. Elementos componentes de uma telecâmara. Tubos de câmara. O tubo de imagem. Tubos fotocondutores. Os sensores CCD. A televisão em cores. Sinal completo de televisão em cores. Normas de televisão. Câmaras de televisão em cores. Televisor e monitor.
      Fundamentos tecnológicos do vídeo
      Televisão e vídeo. Princípios da gravação magnética de vídeo. Gravação transversal. Gravação helicoidal. Gravação em azimute. Gravação analógica e digital. A fita magnética.
      Formatos e sistemas de vídeo
      Classificação dos formatos de vídeo. Sistemas de vídeo doméstico. Sistemas de vídeo industrial. Sistemas industriais de emissão (broadcast). Os sistemas profissionais. Os sistemas de alta definição. Jornalismo eletrônico.
      O estudo de vídeo
      O estúdio de vídeo. O set de gravação. A sala de controle. Suportes de câmara. Unidades móveis de televisão.
      A edição eletrônica e a pós-produção
      A edição eletrônica. A pós-produção. Os códigos de tempos. Os sistemas de edição "off-line". Os sistemas de edição não linear. O telecine pós-produção sonora. Duplicação de vídeo.
      Transmissão e recepção de televisão
      Necessidade da transmissão. Propagação das ondas de televisão. Emissoras de televisão. Antenas. Linhas de transmissão. Rede de distribuição. Links de microondas. Comunicações via satélite. Televisão de baixa potência. Televisão por assinatura. Televisão multisom. Televisão por microondas. Padrão PALplus de televisão. Teletexto e videotexto. Televisão digital. Televisão a cabo. Fibra ótica.
    2. Desenho e organização da produção audiovisual 

      A geração de um produto audiovisual representa o planejamento das etapas que nos levarão ao mesmo. Examinaremos nesta disciplina as principais características da indústria audiovisual e dos diferentes produtos, os elementos humanos intervenientes e as fases necessárias para realizar uma ótima produção audiovisual.

      A produção e o processo de produção audiovisual
      Introdução. O processo de produção de programas.
      A indústria audiovisual
      O cinema. A televisão. O vídeo. Serviços de valor agregado.
      Tipos de programas audiovisuais
      Classes de programas e sua relação com a produção. Tipos de produtos audiovisuais. Um programa concurso como exemplo prático.
      As profissões na produção audiovisual
      Projeto e direção. Gravação/rodagem. Acabamento. Pessoal ocasional e pessoal complementar.
      Estudo do projeto, financiamento e modos de produção
      Estudo do projeto. Financiamento e modos de produção.
      A preparação da produção
      O equipamento de produção. O roteiro definitivo. Desmembramento do roteiro. Localizações. Casting. Contratos e direitos. Seguros e permissões.
      A preparação: o plano de trabalho e o orçamento
      Confecção do plano de trabalho. O orçamento. A informática na produção.
      A produção na fase de rodagem e de gravação
      Pessoal e meios. Aplicação do plano de trabalho.
      A produção na fase de acabamento
      Montagem, edição e pós-produção. Sonorização. Apresentação do produto. Balanço final da produção. Exploração, comercialização.
    3. O roteiro audiovisual 

      Todo produto audiovisual é um veículo para conectar com o espectador e fazer-lhe chegar uma mensagem ou contar-lhe uma história. Nesta disciplina, centrando-nos na narração em forma de longa-metragem, veremos as diferentes fases pelas quais atravessa a história, desde a idéia embrionária inicial até o produto desenvolvido, a história completamente desenvolvida, que levaremos ao espectador.

      Conceitos prévios. A estrutura
      A estrutura em três partes. A estrutura na seqüência.
      O longa-metragem
      Estrutura do longa-metragem. O primeiro ato em detalhe.
      As subtramas
      O personagem
      Manifestação do personagem. Transformação dos personagens.
      Fases na criação de um roteiro
      A idéia. Estrutura ou story line. Sinopse argumental. O tratamento. Roteiro literário.
      O roteiro, ferramenta para a produção
      Que é um roteiro para um produtor? Finalidade do roteiro. O roteiro do roteirista e o de produção. Seqüência narrativa e seqüência como unidade de registro-gravação (seqüência de produção). Discriminação e numeração das seqüências de produção.
    4. LINGUAGEM E NARRATIVA AUDIOVISUAL 

      Com o tempo e devido à natureza, tanto própria como dos mecanismos utilizados, a narração audiovisual tem levado ao uso de uma série de elementos e convenções para chegar ao espectador e que este compreenda a história que se transmite, criando-se uma linguagem própria do meio. Revisaremos nesta disciplina os elementos conceituais, fisiológicos e estéticos empregados pela linguagem audiovisual.

      Plano, tomada, cena e seqüência
      Cena. Tomada. Plano de enquadramento. Tipo do plano. Do plano à seqüência
      Campo e fora-de-campo
      Profundidade de campo. Os limites do campo. Manifestação do fora-de-campo. Potencialidade do fora-de-campo.
      Fragmentação do espaço cênico
      O revolucionário primeiro plano. A cena planejada.
      O movimento
      Persistência da visão. A tomada de imagem. Tipo da tomada. Movimento e ritmo.
      A composição
      Equilíbrio estático e equilíbrio dinâmico. Fins e funções da composição. Composição e expressão. Equilíbrio composicional e peso visual. Composição e informação. Os pontos fortes. A regra dos terços. Composição na prática. Composição no plano. Composição no espaço. Composição no tempo.
      Continuidade
      Modos de transição. Tipos de continuidade. Continuidade nos inícios. Fragmentação sem mudança de cenário. Cenário real e cenário audiovisual. O direto. Respeito ao tempo real. Compressão e expansão do tempo.
      Montagem e edição
      Montagem e expressividade. Una perspectiva histórica. Classificação da montagem. A montagem segundo o modo de produção. A montagem segundo a continuidade ou descontinuidade temporal. A montagem segundo o tratamento do espaço. A montagem segundo a idéia ou conteúdo.
      A banda sonora
      Aportações do som. Do cinema mudo ao cinema sonoro. Fundamentos básicos do som. Dimensões do som. Componentes da banda sonora. A combinação do som.
    5. TECNOLOGIA DO CINEMA 

      Veremos nesta disciplina as bases fisiológicas e técnicas do cinema, bem como os meios empregados e os processos para registrar e organizar as imagens e sons que contém um produto cinematográfico, e as técnicas para transformar o produto original no produto buscado.

      Princípios básicos da cinematografia
      Princípios básicos da cinematografia. Persistência da visão. A câmara cinematográfica: a tomada de vistas. A base fotográfica. O laboratório. A montagem. A sonorização. A projeção. Formatos e tamanho do negativo. Sistemas de projeção espetacular.
      A câmara cinematográfica
      A câmara e seus componentes. Funcionamento básico. Transformação do movimento contínuo em intermitente. Motor da câmara: sistemas de alimentação. O chassi: carga do filme. A velocidade da filmagem. Ruído da câmara: a insonorização. O obturador. Objetivo. Visor. A janela de impressão. O sistema sonoro. Acessórios da câmara.
      Suportes e formatos cinematográficos
      Os formatos. 35 mm. Câmaras de 35 mm. 16 mm. 65 mm.
      Acessórios para o registro
      O trípode: suportes de câmara. Pedestal de estudo e trípode leve. A dolly. O travelling. Sistemas antivibratórios.
      Truques cinematográficos
      Truques sem manipulação ótica. Truques óticos. Truques mecânicos. O truque. Truques com manipulação informática. A titulação.
      A montagem
      Introdução. Sala de montagem: componentes. O processo de montagem: seqüência de trabalho. Símbolos da montagem. A montagem sonora do filme. Sistemas de edição não linear aplicados à cinematografia.
      A projeção
      O projetor de cinema. Mudanças de formato. Leitores de som. A tela de projeção. A projeção espetacular. Cópias de exploração: distribuição e exibição.
    6. CAPTAÇÃO, REGISTRO E PÓS-GRADUAÇÃO DO SOM 

      Não se encontrou nada de novo ao dizer que, atualmente, todo produto audiovisual seria incompleto sem sua banda sonora. Por esta razão, examinaremos nesta disciplina o som, desde seus fundamentos físicos e fisiológicos até sua inserção no suporte audiovisual, passando pelos mecanismos empregados para a captação, armazenamento e reprodução do som.

      Características do som
      Introdução. Formação e propagação do som. Velocidade do som. Características do som. Reflexão do som. Refração do som. Difração do som. Eco e reverberação. Ondas estacionárias. Espectros sonoros. Campo livre e difuso. O ouvido humano. O aparelho fonador. Efeitos psicoacústicos.
      O amplificador
      Introdução. Pré-amplificador. Etapa de saída. As saídas em ponte. Características técnicas dos amplificadores. Sistemas multiamplificados.
      Os microfones
      Introdução. Características dos microfones. Classificação dos microfones. Sistemas de alimentação de microfones. Acessórios de microfones. Alguns conselhos para a obtenção de melhores gravações.
      Gravação e reprodução magnética do som
      O magnetismo. Histerese. A fita magnética. Cabeçais magnéticos. Processo de gravação. Processo de reprodução. O rascunho. Fatores que intervêm nos processos de gravação e de reprodução. Equalização. A mecânica do magnetofone. Controle da gravação. Gravação com magnetofone multipista.
      Alto-falantes e telas acústicas
      Introdução. Os alto-falantes segundo seu motor. Os alto-falantes segundo a forma e a combinação de sua membrana. Os alto-falantes segundo o acoplamento ao meio exterior. Características técnicas dos alto-falantes. Auriculares. Telas acústicas: radiação de energia. Caixas fechadas ou baffle infinito. Caixas bass-reflex para graves. Filtros passivos para telas acústicas.
      Gravação e reprodução do som ótico
      Introdução. A tomada de som em filmagens profissionais. O som ótico. Gravação de densidade variável. Gravação de largura variável. O som na projeção cinematográfica. Elementos de leitura. Erros de leitura. A sala de projeção.
      O som digital
      Princípios da gravação digital. Conversão analógica-digital. Recuperação dos dados gravados. Correção de erros. Formatos de gravação.
      A pós-produção do som
      A pós-produção do som nos produtos audiovisuais. Formatos de som em VTR (magnetoscópio). Formatos de som em filme perfurado. Sincronizadores. A mesa de misturas. Mesa de misturas profissional. A mistura. Equipamentos complementares na pós-produção. A edição de áudio por procedimentos informáticos.
    7. EVOLUÇÃO DA LINGUAGEM E DA COMUNICAÇÃO VISUAL 

      Nesta disciplina são revisadas as peculiaridades da linguagem audiovisual e os mecanismos empregados na hora de narrar uma história. Também, pela natureza do produto audiovisual como transmissor de mensagens, examinaremos o fenômeno da comunicação, seus elementos, mecanismos e procedimentos.

      Evolução da linguagem audiovisual através da montagem
      Fotografar o movimento. Cena argumental. Elipses temporais. Episódios cronologicamente ordenados. Ações simultâneas e sucessivas. Seqüências em paralelo. Primeiro Plano. Griffith. Ritmo externo. Montagem interior. Elipses espaço-temporais. O descobrimento do fora-de-campo. Montagem construtiva e montagem intelectual. Montagem analítica e montagem simbólica. A montagem invisível.
      A comunicação
      O signo. Tipos de signos. Modelo da comunicação.
      A comunicação direta
      Significante e significado. Elementos fundamentais da mensagem. As séries visuais na comunicação direta. Gestos funcionais. Traços iniciais e elementos artefactuais.
      A comunicação midiatizada
      A mensagem midiatizada. Gênese e evolução da narrativa icônica. Síntese narrativa.
    8. TÉCNICAS DE ILUMINAÇÃO 

      Nesta disciplina analisaremos os fundamentos físicos e fisiológicos da luz e da cor, bem como suas aplicações no campo audiovisual e as técnicas mais usuais.

      Natureza da luz
      A origem da luz: conceitos e características físicas. O espectro eletromagnético: unidades de medida. O comportamento da luz. O espectro visível: a luz e a cor. Teoria da cor: leis da tricomia. Mistura aditiva e substrativa. A visão humana.
      Características da luz
      Temperatura da cor. Os meios e a temperatura da cor. Balanço de brancos. Luz pesada e luz suave. Características da luz.
      Equipamentos e materiais de iluminação
      Fontes de luz para cinema e televisão. Suporte da fonte de luz. Elementos de controle da luz.
      O desenho da iluminação
      Resumos históricos sobre iluminação. Objetivos e características de uma boa iluminação. A equipe humano de iluminação. Importância da luz. Direção da luz. Qualidade da luz: fórmulas para obter luz suave.
      Técnicas de iluminação
      Princípios básicos. A medição da luz. Iluminação de pessoas. Efeitos especiais: chuva, fumaça, névoa, fogo, água....
    9. DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA 

      Se recordamos que a cinematografia é a fixação do movimento em um suporte, deve-se revisar os fundamentos, os elementos, os processos e as técnicas que permitem fixar a imagem em um suporte químico, objeto desta disciplina.

      As emulsões sensíveis (a película)
      A película. A emulsão. Processo de impressão da película. Sensibilidade ou rapidez. Latitude de exposição. O contraste. A película colorida. O processo de impressão de uma película colorida. Emulsões inversíveis e usos profissionais. Emulsões negativas e usos profissionais. Escolha de uma emulsão. Normas de conservação dos materiais fotográficos.
      A luz e os objetivos
      Propagação da luz. Os objetivos. Imperfeições das lentes. Tipos de objetivos. A perspectiva.
      Os filtros
      Comportamento dos filtros. Fator de um filtro. Filtros para branco e preto. Temperatura de cor das fontes luminosas. Filtros para cor.
      A fotometria
      Conceito de intensidade luminosa. Fluxo. Eficácia. Iluminação de uma superfície. Luminância. Luxômetros. Intervalo de luminâncias.
      A sensitometria
      Objetivos da sensitometria. Dados sensitométricos.
      A exposição e sua medida
      Introdução. A luminosidade e o contraste da cena. A cor e o fator de reflexão do tema. A sensibilidade da emulsão. A latitude de exposição da emulsão. A abertura do diafragma. A velocidade de obturação e seu ângulo. Os filtros. A relevação e o positivação. O efeito visual que queremos conseguir. Os exposímetros. O sistema de exposição por regiões. A carta cinzenta. Estudo de alguns casos específicos.
      O laboratório
      A química da revelação. Revelação colorida. O processo do material inversível. A processadora contínua. A positivação. A etalonagem.
    10. PRODUÇÃO PARA TELEVISÃO 

      A criação de produtos televisivos está muito mais além da simples emissão. Esta disciplina aborda a figura da equipe de produção (como motor da produção), a criação do produto (sob o ponto de vista dos diferentes gêneros televisivos) e a venda e exploração do produto.

      O produtor em televisão
      A equipe de produção. A programação.
      Gêneros televisivos
      Os gêneros e a programação dos últimos anos. Gêneros expressivos e testemunhais. Gêneros expositivos. Gêneros dialógicos. Gêneros de variedades. Programas esportivos. Programas musicais. Dramáticos e ficção. Programas infantis e juvenis. Programas educativos.
      Produção de programas informativos
      Programas informativos diários. Processo de trabalho das equipes ENGs.
      Produção de programas de variedades
      Estrutura formal. Variedades. Concursos e jogos. Revistas. Talk shows. Reality show.
      Produção de programas esportivos
      Retransmissões diretas. Revistas. Resumos esportivos.
      Produção de programas musicais
      Preparação. Planta e disposição dos intérpretes e das câmaras. Apresentador e comentarista. Gravação. Títulos e subtítulos. Vestuário e maquilagem. Retransmissão e gravação de atuações musicais. Magazines musicais.
      Produção de dramáticos
      Preprodução. Produção. Pós-produção.
      Produção de publicidade
      Elementos do setor e circuitos publicitários. O roteiro. As companhias produtoras. A distribuição. Localização da rodagem. A música. Revelação e montagem. A animação na publicidade. O suporte cinematográfico ante o vídeo.
      Marketing, promoção e comercialização de programas
      Que é o marketing audiovisual? O plano de marketing. Comercialização e exploração do produto audiovisual.
    11. TÉCNICAS DE REALIZAÇÃO 

      Nesta disciplina nos centraremos em como o diretor ou o realizador compõe e organiza os diferentes lugares nos quais transcorre a ação de seu produto audiovisual e nas técnicas empregadas para conseguir narrar a história sem desorientar o espectador, e casos práticos: a reportagem videográfico, o estudo de televisão, o roteiro de adaptação.

      Introdução
      A figura do diretor-realizador.
      A cena
      Introdução. A cenografia. A luz: o espectro visível. A iluminação. Luz natural e artificial. Luz forte e suave. Temperatura da cor das fontes luminosas. Iluminação de um pessoa. O vestuário, a maquilagem e a caracterização. A interpretação.
      Posições de câmara e continuidade
      Continuidade no deslocamento de uma pessoa. Continuidade nas tomadas de um e das pessoas estáticas. Continuidade nas tomadas de duas, três ou mais personagens.
      Casos práticos
      Reportagem videográfica. Exemplo: casamentos. Documento de apoio: manipulação da informação. Retransmissões esportivas.
      A produção em estudo
      Definição de estudo. O estudo como conjunto de espaços. Planejamento e equipe de trabalho. Organização de uma estação de TV. A figura do apresentador de notícias por TV. Apresentação de informativos na TV. A figura do apresentador. Importância e responsabilidade do apresentador. Comunicação por TV. Credibilidade da emissora. Conclusão.
      O vídeo não é um espelho
      Diferenças com a visão. Registro videográfico.
      O roteiro de adaptação
      As fontes do roteiro. Novela e cinema. Do material literário ao drama fílmico. Processo de adaptação. A adaptação final. Conclusão.
    12. APÊNDICE: A PRODUÇÃO AUDIOVISUAL COMO PROJETO INDUSTRIAL 

      A produção audiovisual é, conforme comentado anteriormente, uma atividade que requer algumas normas organizacionais para chegar se obter um bom resultado. Veremos neste apêndice a produção audiovisual a partir da vertente da gestão de projetos.

      Introdução
      A produção de cinema e de TV como modelo de direção por projetos
      Definição de projeto. Características do projeto industrial.
      O projeto na empresa
      Projetos externos e internos. Os projetos e a estrutura orgânica.
      A figura do diretor de projeto
      Chefe de projeto. Variáveis que intervêm na direção de projetos. Funções e qualidades do chefe do projeto. Atribuições do chefe de projeto.
      Fases do projeto.
      Definição de objetivos
      O promotor e o cliente. O problema da oferta e da proposta de projeto. A definição de objetivos e do chefe de projeto.
      Previsão orçamentária
      Previsão orçamentária sem projeto de produção. A estimativa do projeto de cinema.
      Planejamento
      Desmembramento de tarefas ou de atividades. Alcance do projeto (estimativa do tempo). Encadeamento das atividades. Plano de execução do projeto.
      Programas de controle de projetos
      A gestão humana durante a fase de execução
      Particularidade do produto cinematográfico
      O roteiro dramático
      Desmembramento de tarefas
      Discriminação e numeração das seqüências de produção (lista de tarefas ou de atividades). Lista de necessidades e de recursos (o desmembramento do roteiro).
      Estimativa do custo
      Planejamento e programação
      Estimativa do tempo. Ferramentas informáticas na elaboração do plano de trabalho no cinema. Plano de produção e de trabalho.
      Fase de preparação
      Atividades derivadas do desmembramento na produção audiovisual. Plano de trabalho detalhado e orçamento definitivo.
      A fase de execução (aplicação do plano de trabalho)
      Documentos para o acompanhamento e controle. O dia-a-dia da execução. A fase de execução em comédias de situação.
  • 2ª Parte: Trabalho Final de Curso ou Projeto 

    A segunda parte do Curso de Extensão Universitária de Direção e Produção de Cinema, Vídeo e Televisão consiste na elaboração de um Projeto Final ou Tese de Grau com uma duração estimada de 100 h (10 créditos). O Projeto ou Tese deverá ser um reflexo da assimilação dos conceitos distribuídos, demonstrando o desenvolvimento e a capacidade resolutiva do aluno ante uma problemática específica.

    O tema escolhido para a realização do Projeto ou Tese ficará à escolha do aluno, podendo escolher entre um projeto próprio ou um dos sugeridos pela Equipe Docente. Uma vez escolhido o tema, deverá enviar ao Centro a Memória do Projeto Final ou Tese, para que possa receber a conformidade da Equipe Docente.

    Recomenda-se o esboço e o primeiro desenvolvimento do Projeto Final paralelamente ao estudo das disciplinas do Programa, e a partir do início, de acordo com a conveniência e a disponibilidade do aluno. Da mesma forma, aconselha-se reservar o último trimestre do Programa para sua elaboração e redação definitiva.

    O trabalho será supervisionado por um professor-tutor, cuja atribuição irá em função do tema escolhido.


Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode estar submetido a leves modificações, em função das atualizações ou das melhorias efetuadas.