Esporte e Vida Saudável

Apresentação do Programa

A alimentação e a atividade física são fatores de vital importância para a obtenção de um estado de Saúde ideal.

O programa de Esporte e Vida Saudável oferece um enfoque geral, equilibrado e avançado para a aprendizagem de uma correta prática das atividades esportivas e a realização de uma alimentação variada e equilibrada, como parte de estilos de vida saudáveis. Este curso é voltado a profissionais de outras áreas que desejem adquirir conhecimentos básicos a respeito das relações do esporte e da nutrição para aplicá-los em seu campo de trabalho ou na vida diária, definindo-se como um primeiro passo para um posterior aprofundamento neste âmbito.

O programa de Esporte e Vida Saudável pretende formar o aluno para melhorar seu nível de conhecimentos, de técnicas e de competências para reconhecer a relação entre a saúde e as atividades físico-esportivas.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta somada à claridade, à amplitude e à didática do formato dos conteúdos permite dirigir o programa de Esporte e Vida Saudável a todos os profissionais graduados e/ou licenciados, professores e profissionais em ciências da saúde que desejem especializar-se na área de nutrição, alimentação, atividades físico-esportivas e estilos de vida saudáveis, assim como interessados sem titulação universitária que desejem especializar-se na área de alimentação esportiva voltada a estilos de vida saudáveis.

O programa de Esporte e Vida Saudável será um complemento ideal para enriquecer qualquer formação técnica ou de pós-graduação para interessados em especializar-se em temas da Área Esportiva.

Titulação

A conclusão com sucesso do Programa permitirá que você obtenha a titulação de Esporte e Vida Saudável.

Após a conclusão com êxito do Programa, o aluno receberá o diploma emitido pela Universidade em que se matriculou.

Estrutura do Programa

A duração estimada para a realização do programa de Esporte e Vida Saudável é de 1 ano.

Em relação à distribuição do tempo, estabelece-se que:

  • Por ser um programa a distância e não estar sujeito à formação de classes presenciais, não se estabelece uma data específica de início, por isso o aluno pode realizar a matrícula a qualquer momento, sempre que houver vagas disponíveis.
  • Por motivos acadêmicos e pedagógicos determina-se uma duração mínima de 6 meses.
  • O tempo máximo disponível para s realização do Programa é 12 meses. Nesse período, o aluno deverá ter aprovado todas as avaliações correspondentes ao programa e ao Trabalho Final de Curso.

A estrutura de créditos e horas do programa de Esporte e Vida Saudável apresenta-se na seguinte tabela:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
Disciplinas 31,5 9 315
Trabalho Final de Curso 8,5 3 85
TOTAL 40 12 400

a. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titule
b. Duração em meses

Objetivos

Objetivo geral:

  • Oferecer conhecimentos sobre a relação intrínseca de uma condição física saudável e a realização de atividades físico-esportivas.

Objetivos específicos:

  • Adquirir uma visão global dos diferentes aspectos relacionados com o corpo, a atividade física e o esporte.
  • Conhecer a função e as reações dos alimentos no metabolismo.
  • Identificar os diferentes métodos de avaliação da ingestão de alimentos e nutrientes para implementar o mais apropriado em cada caso.
  • Conhecer as aplicações da psicologia esportiva no treinamento e na competição.
  • Estudar os aspectos mais relevantes da nutrição no esporte.
  • Estudar os princípios do projeto e do planejamento de programas de treinamento.

Plano de estudos

O programa de Esporte e Vida Saudável possui uma estrutura curricular baseada em 2 Partes formativas que buscam situar o estudante em um contexto real de acordo com as contínuas mudanças.

  • 1ª PARTE: DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

As matérias obrigatórias permitem conhecer e compreender toda a complexidade em relação ao corpo humano e como este reage de acordo com estilos de vida saudáveis, que se baseiam na nutrição, na alimentação e na prática de esportes.

O objetivo desta parte é oferecer aos alunos uma ideia geral no âmbito esportivo e sua influência sobre a saúde humana, adquirindo conhecimentos que abranjam os aspectos mais importantes relacionados a este complexo estado de bem-estar.

As disciplinas e horas correspondentes que compõem a 1ª Parte: Disciplinas Obrigatórias apresentam-se na seguinte tabela:

  • 2ª PARTE: TRABALHO FINAL DE CURSO

A última parte do programa será destinada à realização do Trabalho Final de Curso, o qual pode ser começado antes mesmo do término da 1ª Parte: Disciplinas Obrigatórias, já que nesse momento o aluno terá desenvolvido os conhecimentos necessários para dar início ao trabalho.

O objetivo é apresentar um trabalho completo que mostre o desenvolvimento total da pesquisa proposta, contemplando a possibilidade de sua execução concreta, de acordo com o delineamento e os detalhes do Trabalho Final de Curso apresentado. O trabalho deve ser uma contribuição a alguns dos campos estudados ou à relação entre eles, tanto teórica quanto prática, respeitando os preceitos, as teorias e as disciplinas relacionadas.

Para isso, deverá basear-se no documento "Pautas de Elaboração do Trabalho Final de Curso" que o aluno receberá na primeira entrega de material didático.

  2ª PARTE: TRABALHO FINAL DE CURSO
1 TRABALHO FINAL DE CURSO

Descrições dos Cursos

1ª PARTE: DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

  1. ESTRUTURA E FUNÇÃO DO CORPO HUMANO

    Estuda os aspectos básicos da anatomia e da fisiologia humana.

    ORGANIZAÇÃO CORPORAL
    Níveis de organização estrutural e funcional. Composição química do corpo. A célula. Terminologia e organização corporal.
    OSSOS E ARTICULAÇÕES
    Funções do sistema esquelético. Tipos de ossos. Estrutura do osso. Osso compacto e osso esponjoso. Esqueleto axial. Esqueleto apendicular. Articulações.
    CONTROLE MUSCULAR E NERVOSO DO MOVIMENTO
    Introdução. Músculo liso e músculo estriado. Grupos musculares esqueléticos. Estrutura microscópica. Tipos de fibras musculares. Utilização dos músculos. Efeitos do treinamento. Treinamento da força muscular. Fadiga muscular. Lesões do aparelho locomotor. Divisões e funções do sistema nervoso. Células do sistema nervoso e nervos. Sistema nervoso central. Sistema nervoso periférico. Sistema nervoso autônomo. Controle do movimento. Atividade reflexa. Controle dos centros superiores.
    METABOLISMO ENERGÉTICO E CONSUMO DE OXIGÊNIO
    Metabolismo energético do músculo. Utilização de substratos durante o exercício. Metabolismo aeróbico e anaeróbico na fibra muscular. Consumo de oxigênio. Quociente respiratório. Conceito de limite anaeróbico.
    ADAPTAÇÕES CARDIOVASCULARES E RESPIRATÓRIAS DURANTE O EXERCÍCIO
    Estrutura e função do sistema cardiovascular. Gasto cardíaco durante o exercício. Distribuição do gasto cardíaco durante o exercício. Exercício e pressão arterial. Efeitos de treinamento sobre a resposta cardiovascular ao exercício. Regulação e integração cardiovascular. Respostas hematológicas ao exercício. Anatomia da ventilação. Volumes e capacidades pulmonares. Ventilação pulmonar. Ventilação no exercício físico. Intercâmbio de gases. Controle da ventilação. Adaptações respiratórias com o treinamento.
    REGULAÇÃO ENDÓCRINA DO EXERCÍCIO
    Natureza dos hormônios. Resposta hormonal ao exercício e ao treinamento. Regulação endócrina do metabolismo energético. Hormônios para o equilíbrio hidrelétrico.
    CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO
    Visão geral do crescimento e desenvolvimento. Regulação do crescimento. Puberdade. Mudanças ósseas. Mudanças na composição corporal. Mudanças respiratórias e cardiovasculares. Modificações da capacidade aeróbica, da capacidade anaeróbica e da força.
    ENVELHECIMENTO
    Introdução. Teorias do envelhecimento. Mudanças fisiológicas associadas com o envelhecimento. Sistema cardiovascular. Sistema respiratório. Músculos.
  2. OS NUTRIENTES NA DIETA DO ESPORTISTA

    Estudo da bioquímica básica dos glicídios, proteínas, lipídios, vitaminas e minerais enfatizando o balanço hídrico.

    BREVE VISÃO DA CLASSIFICAÇÃO, COMPOSIÇÃO, BIOQUÍMICA BÁSICA, ASPECTOS NUTRICIONAIS E FONTES DOS MACRONUTRIENTES E MICRONUTRIENTES
    Classificação dos nutrientes. Composição e bioquímica dos mantimentos. Aspectos nutricionais básicos. Fontes importantes de macronutrientes. Fontes importantes de micronutrientes.
    GLICÍDIOS
    Reservas corporais de carboidratos. Carboidratos na dieta do esportista. Sobrecarga de glicogênio. Ingestão de carboidratos antes, durante e após o exercício. A fibra.
    LIPÍDIOS
    Reservas corporais de lipídios. Os lipídios na dieta do esportista. Dietas ricas em gordura. Substâncias ergogênicas relacionadas com o metabolismo lipídico.
    PROTEÍNAS
    Reservas corporais de proteínas. Balanço proteico durante o exercício. A creatina. Suplementos proteicos ergogênicos.
    AS VITAMINAS
    Funções principais e importância no exercício físico. Vitamina B1 ou tiamina. Vitamina B2 ou riboflavina. Vitamina B6 ou piridoxina. Vitamina B12 ou cianocobalamina. Vitamina B3 ou niacina. Vitamina B5 ou ácido pantoténico. Os folatos. Biotina. Vitamina C. Vitamina E.
    SUBSTÂNCIAS MINERAIS
    Os minerais. Os elementos traço. Apêndice: Ingestão diária recomendada de minerais e elementos traço.
    A ÁGUA
    Distribuição hídrica no corpo humano. Propriedades biológicas da água. Quantidades necessárias de água. O suor. A desidratação.
  3. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL

    Estudo dos conceitos necessários para realizar pesquisas epidemiológicas, conceitos de Saúde Pública e avaliação dos parâmetros hematológicos depois da realização do exercício físico.

    PESQUISAS ALIMENTARES E DETERMINAÇÃO DA INGESTÃO DE NUTRIENTES
    Introdução. História clínica. Avaliação do consumo alimentar individual. Determinação da ingestão de nutrientes.
    PARÂMETROS BIOQUÍMICOS E AVALIAÇÃO CLÍNICA
    Introdução. Exercício físico e parâmetros hematológicos. Parâmetros bioquímicos e exercício físico. Parâmetros urinários. Efeitos fisiológicos da desidratação. Valores normais analíticos e urinários no adulto.
    ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
    Cineantropometria. Tipos de constituição física. Medidas antropométricas. Aplicações da cineantropometria.
    CALORIMETRIA
    Introdução. Metabolismo. Determinação do metabolismo. Consumo de oxigênio (VO2). Via energéticas e atividade física. Limites aeróbico e anaeróbico. Determinação dos limites.
    CONTROLE DO PESO CORPORAL
    Constituição, tamanho e composição corporal. Peso corporal e rendimento esportivo. Composição corporal e sua avaliação. Peso corporal ideal. Obtenção de um peso ideal.
  4. CINEANTROPOMETRIA

    Estudo do corpo humano mediante medidas e avaliações antropométricas com a finalidade de entender os processos envolvidos no crescimento, exercício, nutrição e rendimento esportivo.

    AS ORIGENS DA CINEANTROPOMETRIA
    Objetivos da cineantropometria. Aplicações da cineantropometria.
    MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL OU MÉTODOS CINEANTROPOMÉTRICOS
    O conceito de validade e de confiabilidade. Os métodos diretos. Os métodos indiretos. Os métodos duplamente indiretos.
    ANTROPOMETRIA
    O material antropométrico. A posição anatômica. Planos e eixos. Os pontos anatômicos de referência. Outras referências anatômicas.
    PROTOCOLO DAS MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS
    Cuidados gerais. As medidas antropométricas: normas para medir o paciente. A pró-forma ou ficha antropométrica. O erro técnico de medida.
    SOMATÓTIPO
    Escolas biotipológicas. Metodologia para determinar o somatótipo. Componentes do somatótipo. Metodologia para a determinação do somatótipo. A somatocarta. Classificação do somatótipo. A análise do somatótipo. Aplicações do somatótipo.
    A PROPORCIONALIDADE CORPORAL
    O sistema "phantom" de análise da proporcionalidade. O sistema "O-SCALE". Os índices corporais.
  5. AJUDAS ERGOGÊNICAS

    Estudo da influência da fatiga no esportista e como melhorar.

    CONCEITO DE AJUDA ERGOGÊNICA E FADIGA NO ESPORTE
    Conceito de ajuda ergogênica. Conceito de fadiga.
    VITAMINAS E ESPORTE
    Vitamina E. Vitamina C. Vitaminas do grupo B.
    AMINOÁCIDOS E PROTEÍNAS
    Introdução. O esporte e os aminoácidos. Efeitos dos aminoácidos ramificados sobre o rendimento esportivo. O triptófano. Glutamina. Arginina ou glicina. Inosina. Piruvato. Colina.
    ELEMENTOS MINERAIS
    Zinco. Magnésio. Selênio.
    ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
    Introdução. Séries de ácidos graxos essenciais. Papel fisiológico dos ácidos graxos poli-insaturados (PUFAs) essenciais. O papel das prostaglandinas (PG) e leucotrienos (LT). EPA e esporte. Consumo e recomendações. Reações adversas e toxicologia. Interações com outros nutrientes.
    CITRATO SÓDICO, CAFEÍNA E COENZIMA Q10
    Introdução. Citrato sódico e o exercício. Percepção subjetiva do esforço. Dose. Contraindicações. Absorção, metabolismo e excreção da cafeína. Mecanismos de ação. Uso da cafeína na prática esportiva. Efeitos negativos derivados do consumo de cafeína. Dose. A coenzima Q como antioxidante e pró-oxidante. Coenzima Q10. Efeitos sobre o rendimento esportivo. Absorção e dose de coenzima Q10.
    CREATINA E L-CARNITINA
    Função metabólica da creatina. Administração de creatina via oral e o "pool" de creatina no músculo. Influência da administração de creatina sobre a massa corporal. Administração de creatina oral e a prática de exercícios tipo sprint. Definição de L-carnitina. Atuação. Carnitina e esporte. Fontes de carnitina.
    GINSENG E ELEUTEROCOCO
    Introdução. Composição química. Variedades de ginseng. Efeitos do ginseng no homem. Efeitos adversos.
    OUTRAS SUBSTÂNCIAS UTILIZADAS COMO AJUDAS ERGOGÊNICAS NO ESPORTE
    Echinacea purpurea. Fármacos. Gamma-Orizanol. Guaraná. Octacosanol. Sulfato de vanadil. Tribulus terristris. Bebidas energéticas.
    O DOPPING NO ESPORTE
    Introdução. Definição de dopping. Aspectos históricos. Como é feita uma análise antidoping? Efeitos nocivos na saúde. Lista de substâncias e grupos farmacológicos proibidos.
  6. PSICOLOGIA DO ESPORTE

    Estudar os fatores psicológicos presentes na prática e no rendimento esportivo, o exercício e outros tipos de atividade física.

    FORMAS DE AVALIAÇÃO EM PSICOLOGIA DO ESPORTE
    Introdução. O processo de avaliação. Métodos de avaliação psicológica. Outras estratégias de avaliação em psicologia do esporte.
    PERSONALIDADE E ESPORTE
    Introdução. A personalidade e sua estrutura. Personalidade e esporte. Avaliação da personalidade do esportista.
    ATIVAÇÃO, ANSIEDADE E ESTRESSE
    Introdução. Ativação. A ansiedade. O estresse. A ansiedade competitiva. Relações entre a ansiedade e o rendimento esportivo.
    ATENÇÃO, CONCENTRAÇÃO E AUTOCONFIANÇA
    Introdução. Definições. Teorias explicativas. Avaliação dos processos atencionais. Atenção e rendimento. A autoconfiança. O modelo de autoconfiança esportiva de Vealey. Teoria da autoeficácia de Bandura. A medição da autoconfiança. Desenvolvimento da autoconfiança no esporte.
    HARMONIA DA EQUIPE E O TREINADOR COMO LÍDER
    Introdução. Definições de harmonia. Medição do harmonia. Desenvolvimento do harmonia da equipe. Teorias gerais. A liderança no esporte. Medição da liderança.
    TREINAMENTO PSICOLÓGICO NO ESPORTE
    Introdução. Delimitação conceitual do treinamento psicológico. Considerações preliminares sobre os programas de treinamento psicológico. Fases de implantação dos programas de treinamento psicológico. Técnicas de intervenção para o controle da ansiedade. A prática imaginada. Técnicas de intervenção para a melhoria da atenção e da concentração. Estabelecimento de metas/objetivos. Técnicas de relaxamento. Outras estratégias.
  7. TRANSTORNOS ALIMENTARES NO ESPORTE

    Estudar o que são, como se diagnosticam, qual o tratamento nutricional que se deve aplicar, quais as complicações secundárias e qual o tratamento psicoterapêutico e psicofarmacológico. Conhecer a evolução, o prognóstico e a prevenção.

    TRANSTORNOS ALIMENTARES NO ESPORTE
    Os transtornos do comportamento alimentar na atualidade.
    ETIOPATOGENIA
    Anorexia nervosa. Bulimia nervosa. Fatores predisponentes. Fatores precipitantes. Fatores mantenedores.
    CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO DE ANOREXIA E BULIMIA NERVOSA
    Critérios específicos de anorexia nervosa. Critérios específicos da bulimia nervosa.
    CONSEQUÊNCIAS DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES
    Sintomas causados por um balanço nutricional negativo.
    CLÍNICA
    Anorexia nervosa. Bulimia nervosa. Alterações comportamentais. Condutas de purgação. Alterações emocionais. Alterações somáticas. Efeitos físicos secundários de vômitos autoinduzidos.
    PREVENÇÃO
    A prevenção primária. A prevenção secundária. A prevenção terciária.
    TRATAMENTO NOS TRANSTORNOS DO COMPORTAMENTO ALIMENTAR
    Objetivos do tratamento. Tratamento psicológico nos transtornos alimentares. Tratamento nutricional e dietético na anorexia e da bulimia nervosa. Motivação. Educação.
    PROGNÓSTICO
    Anorexia nervosa. Bulimia nervosa.
  8. TEORIA E PRÁTICA DO TREINAMENTO

    Aspectos básicos do treinamento e seus processos de adaptação em relação ao exercício físico de resistência e de velocidade. Aprendizagem e aperfeiçoamento técnico-tático do esportista.

    BASES GERAIS DA TEORIA DO TREINAMENTO
    Conceito de treinamento esportivo. O processo de direção do treinamento.
    FATORES QUE INTERVÊM NO TRABALHO DE CONDICIONAMENTO FÍSICO
    A carga e sua aplicação no treinamento esportivo. Conteúdo da carga. O tamanho da carga. O sentido da carga. A organização da carga. Cálculo da carga do treinamento.
    PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO ESPORTIVO
    Introdução. Princípios da carga. Princípios de periodização cíclica. Princípios de especialização.
    A RESISTÊNCIA: DESENVOLVIMENTO, MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
    Formas de cansaço. Funções da resistência. Tipos de resistência. Métodos do trabalho de resistência. Descrição dos métodos. Fatores de rendimento dos diferentes tipos de resistência. Formas de treinamento dos diferentes tipos de resistência.
    A FORÇA: DESENVOLVIMENTO, MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
    Princípios básicos. Modalidades de força. Tipos de trabalho muscular. Tipos de contração muscular. Caráter da contração. Fatores de desenvolvimento de força. Métodos do treinamento de força. Características dos exercícios de força. Alternância dos tipos de contração. Formas de organização do treinamento.
    A VELOCIDADE: DESENVOLVIMENTO, MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
    Definição. Os fatores que influenciam na velocidade motriz. Manifestações da velocidade. Manifestações elementares e integrais da velocidade. Classificação dos esportes segundo as condições de manifestar a velocidade. Trabalho das diferentes formas de velocidade.
    A FLEXIBILIDADE: MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
    Definições. Classes de flexibilidade. Fatores que influenciam na flexibilidade. Desenvolvimento da flexibilidade. A flexibilidade e o rendimento esportivo. Orientações metodológicas para o desenvolvimento da flexibilidade.
    FUNDAMENTOS DA TÉCNICA E DA TÁTICA ESPORTIVAS
    A técnica esportiva. A estratégia e a tática esportivas.
    O PROCESSO DE APRENDIZAGEM E APERFEIÇOAMENTO TÉCNICO-TÁTICO DO ESPORTISTA
    Introdução. A avaliação do nível inicial. Fases do processo de Ensino- Aprendizagem. Condições coordenadas e domínio das habilidades técnico-táticas esportivas. Descrição e análise das características das diferentes fases. Metodologia aplicável ao ensino e aperfeiçoamento das habilidades técnico-táticas.
    O TREINAMENTO TÉCNICO-TÁTICO DO ESPORTISTA
    Introdução. A motivação do processo de treinamento técnico-tático. Desenvolvimento da imagem do movimento. Aplicações de reforços. O processo de correção de erros técnico-táticos. Relação entre técnica, tática e capacidades condicionais. As habilidades técnico-táticas como meio de treinamento. O treinamento integrado.
  9. PLANEJAMENTO ESPORTIVO

    Aprender a desenvolver planos de treinamento, execução e avaliação dos resultados obtidos.

    PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO ESPORTIVO
    Estruturas básicas do planejamento do treinamento. As sessões como as estruturas mais simples. Os microciclos: tipos e características. Os mesociclos: tipos e características. Os macrociclos: tipos e características.
    TEORIAS SOBRE O PLANEJAMENTO DO TREINAMENTO
    Os sistemas de treinamento no período anterior ao século XX. Breve descrição.
    A COMPETIÇÃO
    A competição e suas classes. O planejamento em função das classes de competição. A preparação das competições. A preparação psicológica em função das competições.
    O CONTROLE DO TREINAMENTO
    Avaliação do treinamento esportivo. Fundamentos da medição e da avaliação.
    AVALIAÇÃO DA CONDIÇÃO FÍSICA
    Como avaliar? Avaliação da potência e da capacidade aeróbica. Avaliação da potência e da capacidade anaeróbica.
    AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE TÉCNICO-TÁTICA DO ESPORTISTA
    Introdução. Métodos de avaliação e controle do nível de preparação técnico-tática. Objetivos da avaliação da capacidade técnico-tática do esportista. Tipos de avaliação da capacidade técnico-tática do esportista. Volume e variedade. Eficácia. Grau de assimilação.
    MODALIDADES ESPECIAIS DE TREINAMENTO
    O treinamento na altitude. Os treinamentos dentro da evolução física das crianças. O condicionamento físico de idosos.

2ª PARTE: TRABALHO FINAL DE CURSO

Contribuição a algum dos campos estudados ao longo do Curso, respeitando os preceitos, as teorias e as disciplinas relacionadas.


Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode estar sujeito a pequenas modificações, em função de atualizações ou de melhorias efetuadas.

Direção

Direção Internacional da Área

  • Dr. Maurizio Battino. Diretor da Área de Saúde e Nutrição da Fundação Universitária Iberoamericana. Pesquisador de Bioquímica e docente da Scuola di Specializzazione in Scienza dell' Alimentazione.

Coordenação da Área

  • Dra. (c) Irma Domínguez Azpíroz Coordenadora Acadêmica da Área de Saúde e Nutrição da FUNIBER.

Direção do Programa

  • Dr. Alfonso Salguero del Valle Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.

Professores e Autores

  • Pablo Andrés Eisendecher Bertin. Mestrado em Administração de empresas. Professor da Universidad Autónoma de Paraguay.
  • Anna Marín Bachs. Professora da Área de Saúde e Nutrição da FUNIBER. Graduada em Nutrição e Dietética. Membro da Asociación Catalana de Dietistas-Nutricionistas.
  • Dra. Irma Domínguez Azpíroz. Mestrado Internacional em Nutrição e Dietética. Coordenadora Acadêmica da Área de Saúde e Nutrição da FUNIBER. Graduada em Nutrição e Dietética. Mestrado Internacional em Nutrição e Dietética Aplicada. Presidente da Asociación Catalana de Dietistas-Nutricionistas.
  • Lina Pulgarín Osorio. Mestrado em Gestão Integrada de Prevenção de Riscos Laborais, Meio Ambiente e Qualidade. Professora da Universidad Católica de Nicaragua.
  • Sandra Sumalla Cano. Mestrado Internacional em Nutrição e Dietética. Professora da FUNIBER. Licenciada em Ciência e Tecnologia de Alimentos. Membro da Asociación Catalana de Dietistas-Nutricionistas.
  • Dr. Agustín Iza Stoll. Doutor em Medicina. Diretor da Escuela de Medicina Humana y Vicerrector Académico Universidad Científica del Sur (Peru).
  • Dr. Alfonso Salguero del Valle. Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.
  • Dr. Antonio Eduardo López Fuenzalida. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Carlos González Haro. Licenciado em Educação Física (INEFC - Barcelona). Mestrado em Alto Rendimento Esportivo (Centro Olímpico de Estudios Superiores - Universidad Autónoma de Madrid e Comité Olímpico Español).
  • Dr. Carlos Pablos Abella. Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportes da Universidad de Valencia.
  • Dr. Gonzalo Cuadrado Sáenz. Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.
  • Dr. Javier González Gallego. Catedrático do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidad de León.
  • Dr. José Enrique Sirvent Belardo. Professor associado do Departamento de Química Analítica, Nutrição e Bromatologia da Universidad de Alicante.
  • Dr. Juan Carlos Morante Rábago. Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.
  • Dr. Juan Carlos Redondo Castán. Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.
  • Dr. Maurizio Battino. Diretor Geral da Área de Saúde e Nutrição da Fundação Universitária Iberoamericana. Ricercatore di Biochimica e docente della Scuola di Specializzazione in Scienza dell' Alimentazione.
  • Dra. María José Cuevas González. Auxiliar Doutor do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidad de León.
  • Dra. Minerva Cristina García. Professora do Centro Panamericano de Estudios Superiores (México).
  • Dra. Olga Molinero González. Pesquisadora contratada da área de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.
  • Dra. Pilar Sánchez Collado. Professora Titular do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidad de León.
  • Dra. Sara Márquez Rosa. Professora Titular do Departamento de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.
  • Dr. Guillerme Bresciani. Professor da Área de Saúde e Nutrição da FUNIBER. Licenciado em Ciências da Atividade Física e do Esporte.
  • Esther Huertas Hidalgo. Licenciada en Ciencia e Tecnologia de Alimentos (Universidad de Barcelona). Eng. Técnico Agrícola em Indústrias Agrárias e Alimentares (Universidad Politécnica de Cataluña). Mestrado Experimental em Ciências Farmacêuticas (Universidad de Barcelona).
  • María Rafaela Rosas Morales. Licenciada em Ciência e Tecnologia de Alimentos e em Farmácia (Universidad de Barcelona). Mestrado em Administração e Direção de Empresas Agroalimentares (Universidad de Barcelona - IGIA).
  • Marta Pons Lagunas. Graduada em Nutrição Humana e Dietética (Universidad de Barcelona).
  • Susana Cardona Aquino. Licenciada em Psicologia (Universidad Ramón Llull). Mestrado em Psicologia Clínica e Psicoterapia (Universidad Ramon Llull).

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez que tenhamos recebido a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.