Fitoterapia, Aromaterapia e Nutrição

Apresentação do Programa

A medicina padrão é conhecida como aquela que utiliza tratamentos médicos cientificamente comprovados, razão pela qual se deduza serem efetivos e seguros. Além da medicina convencional, temos também a medina alternativa e a complementar.

O presente programa pretende introduzir o licenciado em Medicina nas terapias com maior aceitação pela população: a nutrição, a aromaterapia e a fitoterapia.

A quem é dirigido

O programa de Fitoterapia, Aromaterapia e Nutrição tem como destinatários:

  • Profissionais interessados na área de formação Biológica-Naturista.

Titulação

Os Diplomas serão expedidos pela Universidade na qual o aluno esteja matriculado com o patrocínio da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).

Estrutura do Programa

Com relação à distribuição do tempo, fica estabelecido que:

  • Por ser um programa a distância e não estar sujeito à formação de turmas presenciais, não se estabelece uma concreta data de início, razão pela qual o aluno possa formalizar sua matrícula a qualquer momento, desde que haja vagas disponíveis;
  • Por motivos acadêmicos e de aprendizagem, dispõe-se de uma duração mínima de três meses para a realização do programa, contabilizada a partir da data de entrega dos dos primeiros volumes ate à data de finalização;
  • O tempo máximo do que se dispõe para realizar o programa e de nove meses. Neste período, o aluno deve ter entregue todas as avaliações.

A estrutura de créditos do programa de Fitoterapia, Aromaterapia e Nutrição é apresentada na seguinte tabela:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
Curso de Introdução 10 2 100
Curso de Dietética e Nutrição Naturista 15 4 150
Curso de Fitoterapia e Aromaterapia 10 3 100
TOTAL 35 9 350

a. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula
b. Duração em meses

Objetivos

  • Proporcionar os conhecimentos necessários à compreensão das principais pautas reitoras da medicina biológica e da medicina naturista;
  • Conhecer e aprender sobre as aplicações da nutrição na saúde em diferentes situações fisiológicas e patológicas;
  • Conhecer e aprender sobre as aplicações da aromaterapia na saúde em diferentes situações fisiológicas e patológicas;
  • Conhecer e aprender sobre as aplicações da fitoterapia em diferentes situações fisiológicas e patológicas;
  • Facilitar, por intermédio das novas tecnologias da informação e da comunicação, mediante um processo de ensino - aprendizagem tutorizada, a atualização com relação às últimas notícias da temática.

Plano de estudos

O programa de formação divide-se em 3 partes principais:

  • 1ª PARTE: INTRODUÇÃO (100 HORAS)

Desenvolve-se uma breve introdução à história da medicina biológico-naturista, descrevendo-se amplamente a visão biológica da disfunção orgânica.

As correspondentes disciplinas e a carga horária da primeira parte são mostradas na seguinte tabela:

  • 2ª PARTE: DIETÉTICA E NUTRIÇÃO (150 HORAS)

A nutrição desempenha um papel fundamental na prevenção e no tratamento de enfermidades. É importante estabelecer algumas bases de conhecimentos para que se possa continuar com o estudo dos fatores relacionados à nutrição e à alimentação.

As correspondentes disciplinas e a carga horária da segunda parte são mostradas na seguinte tabela:

  • 3ª PARTE: FITOTERAPIA E AROMATERAPIA (100 HORAS)

A fitoterapia e a aromaterapia são duas terapias alternativas a considerar na prevenção e no tratamento de patologias comuns.

As correspondentes disciplinas e a carga horária da terceira parte são mostradas na seguinte tabela:

# DISCIPLINAS HORAS
1 Fitoterapia 50
2 Aromaterapia 50
  TOTAL 100

Descrições dos Cursos

1ª PARTE: INTRODUÇÃO

  1. HISTÓRIA DA MEDICINA BIOLÓGICO-NATURISTA

    Conceitos básicos da Medicina Naturista, a Medicina Naturista através da história e suas características atuais.

    INTRODUÇÃO À MEDICINA NATURISTA
    Conceitos básicos da Medicina Naturista. Quadro da Espanha.
    HISTÓRIA: A ORIGEM MÉDICA PARA ENTENDER A MEDICINA NATURISTA
    História dos primeiros médicos naturistas. Medicina baseada em evidências.
    AS MEDICINAS NATURISTAS PRIMITIVAS EM NOSSA HISTÓRIA
    O ayurveda da Índia Antiga. A tradição médica antiga no Egito, Mesopotâmia, Israel, Assírio-Babilônia. Medicina Chinesa. América pré-colombiana. A medicina na Grécia Antiga: a cura teúrgica ou espiritual. Ciência pré-socrática. Medicina Hipocrática. Outros autores.
    PARACELSO E SAMUEL HAHNEMANN. XV, XVI, XVIII E XIX
    Diferenças entre Galeno e Hipócrates.
    O NATURISMO MÉDICO NA MEDICINA ATUAL. RESUMO DO QUE FOI A MEDICINA NATURISTA NO SÉCULO XX NA ESPANHA
    Importância da Medicina Naturista no século XXI.
  2. VISÃO BIOLÓGICA DA DISFUNÇÃO ORGÂNICA

    Através desta disciplina pretende-se proporcionar uma visão geral do que é a doença, quais são as alterações e transtornos mais frequentes, estudar o metabolismo ácido-básico e sua regulação.

    O QUE É A DOENÇA?
    O que é a doença para a medicina biológica?
    ALTERAÇÕES DE PROCESSOS BASAIS
    O sistema imunológico. Toxinas. Imunidade inata e inflamação. Imunidade adquirida. Imunidade passiva. Transtornos do sistema imunológico e alergias. Sintomas de inflamação. Exames. Terapias.
    TRANSTORNOS DO CAMPO MAGNÉTICO CORPORAL
    Efeitos químicos dos campos magnéticos. Utilidades terapêuticas.
    TRANSTORNOS ELETROLÍTICOS
    Equilíbrio ácido-básico. O que são os eletrólitos e qual a sua importância.
    TRANSTORNOS DO METABOLISMO DA ÁGUA E ELETRÓLITOS
    Equilíbrio da água. Potássio. Cálcio. Magnésio.
    METABOLISMO ÁCIDO-BÁSICO
    Sistema ácido-básico e sua regulação.
    ÍON MAGNÉSIO - SUA IMPORTÂNCIA NA GÊNESE DA DISFUNÇÃO ORGÂNICA
    Avaliação do magnésio. A falta de magnésio. As aplicações terapêuticas. Assimilação. Eliminação. Recomendações médicas de suplementos de magnésio. O uso clínico de magnésio. Absorção de magnésio. Onde obter magnésio. Deficiências típicas de magnésio. O magnésio como uma enzima. Controle da perda de magnésio (hipomagnesemia). Principais causas da deficiência de magnésio. O tratamento dos transtornos de magnésio.
    ÍON DE CÁLCIO: SUA IMPORTÂNCIA COMO REGULADOR BIOLÓGICO
    Introdução. Regulação do metabolismo do cálcio. Como o cálcio é distribuído no organismo? Cálcio e osteoporose. Quantos tipos de osteoporose existem? Estresse, exercícios e cálcio. O uso adequado de alimentos integrais. O risco de abuso no consumo. Cálcio e cálculo renal. Patologias típicas de disfunção eletrolítica.
    TRANSTORNOS METABÓLICOS
    O que é uma proteína? Sistema endócrino.
    REGULAÇÃO BASAL
    O sistema de regulação basal. Reação de assistência imunológica (Bystander Reaction). Identificação do antígeno.
    DESINTOXICAÇÃO
    Homotoxinas. A matriz extracelular. Gástrula tridérmica. Fígado e vesícula biliar. A pele. Sistema gastrointestinal.

2ª PARTE: DIETÉTICA E NUTRIÇÃO

  1. BIOQUÍMICA NUTRICIONAL

    Estudo da regulação do metabolismo, a sinalização celular, a regulação da expressão gênica e o destino dos macronutrientes.

    METABOLISMO E SUA REGULAÇÃO
    Metabolismo. Regulação do metabolismo.
    INTEGRAÇÃO METABÓLICA. SINALIZAÇÃO INTERTISSULAR E INTRACELULAR
    Integração metabólica. Sinalização intercelular. Sinalização intracelular.
    REGULAÇÃO DA EXPRESSÃO GÊNICA
    Visão geral. Regulação da transcrição. Regulação pós-transcricional de Nutrientes e da expressão gênica.
    DESTINO METABÓLICO DOS CARBOIDRATOS
    Introdução. Metabolismo hepático. Metabolismo nos tecidos periféricos. Regulação da glicose. Visão geral do metabolismo da glicose. Aspectos nutricionais.
    DESTINO METABÓLICO DOS LIPÍDIOS
    Introdução. Lipoproteínas plasmáticas. Uso tissular dos ácidos graxos. Metabolismo e funções dos triglicerídeos. Metabolismo e funções do colesterol. Visão geral simplificada do metabolismo de colesterol e triglicerídios.
    DESTINO METABÓLICO DOS AMINOÁCIDOS
    Visão geral do metabolismo nitrogenado. As reações gerais do metabolismo dos aminoácidos. Destino do esqueleto carbônico dos aminoácidos. Metabolismo da amônia. Biossíntese de aminoácidos não essenciais. Funções precursoras dos aminoácidos na dieta. Metabolismo dos aminoácidos nos diferentes tecidos. Qualidade da proteína alimentar. Complementação proteica. Aspectos nutricionais.
    COMPOSTOS NITROGENADOS CONDICIONALMENTE ESSENCIAIS
    Introdução. Aminoácidos condicionalmente essenciais. Nucleotídeos. Outros compostos nitrogenados condicionalmente essenciais.
  2. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL

    Explicação dos conceitos necessários para realizar levantamentos epidemiológicos, conceitos de Saúde Pública e serão aplicados os conhecimentos adquiridos com a aprendizagem de um programa informático de cálculo de dietas próprio do Programa.

    DETERMINAÇÃO DA INGESTÃO DE ALIMENTOS E NUTRIENTES: LEVANTAMENTOS DE ALIMENTAÇÃO
    Introdução. Métodos para determinar a ingestão de alimentos. Determinação da ingestão atual de nutrientes. Determinação da ingestão de nutrientes no passado. Principais fontes de erro nos estudos de avaliação do consumo de alimentos. Auxiliares na memória. Alimentos consumidos habitualmente junto com outros. Tipos de cozimento.
    TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL: ANTROPOMETRIA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
    Introdução. Técnicas de diluição. Espectrometria fotônica. Recontagem de isótopos naturais. Ativação de nêutrons. Técnicas de densitometria. Técnicas volumétricas. Técnicas de análise eletrônica. Reatância do infravermelho próximo (NIR). Técnicas de análise de imagem. Tomografia axial computadorizada (TAC). Ultra-som. Técnicas antropométricas.
  3. NECESSIDADES NUTRICIONAIS DO ORGANISMO HUMANO

    Realiza-se o estudo das células e o cálculo das necessidades energéticas através de fórmulas e métodos internacionais.

    CONCEITOS DE NUTRIÇÃO
    Definição de nutrição. Mecanismos de transporte: difusão simples, transporte mediado. A dietética.
    A CÉLULA
    Morfologia da célula eucariótica: membrana plasmática, citoplasma e núcleo. Fisiologia celular: funções da nutrição, relação e reprodução. Morfologia da célula procarionte: as bactérias e as cianobactérias.
    NUTRIENTES
    Macronutrientes e micronutrientes. Nutrientes essenciais e não-essenciais.
    OBTENÇÃO DE ENERGIA PELO ORGANISMO
    Conversão da energia química em energia de trabalho corporal. Energia metabolizável.
    VALOR ENERGÉTICO DOS ALIMENTOS
    A bomba calorimétrica. Energia proporcionada pelos alimentos.
    NECESSIDADES ENERGÉTICAS D ORGANISMO
    Componentes do gasto energético total: metabolismo basal, atividade física e efeito térmico dos alimentos. Quantificação dos gastos energéticos: calorimetria direta e indireta.
    INGESTÃO RECOMENDADAS DE NUTRIENTES E OBJETIVOS NUTRICIONAIS
    Demandas nutricionais. Ingestão recomendadas de nutrientes em lactentes, na infância, em adolescentes e em mulheres gestantes e lactantes. Considerações práticas das ingestões recomendadas. Objetivos nutricionais para a população espanhola.
    GUIAS ALIMENTARES
    Pirâmide alimentar: estrutura e valores diários. Guia alimentar do consumidor.
  4. ALIMENTAÇÃO NATURISTA E SENSIBILIDADE ALIMENTAR

    Descrição dos mecanismos que o organismo humano utiliza para assimilar os alimentos, alterações na permeabilidade intestinal e as teorias nutricionais mais relevantes desde o ponto de vista higienista e/ou naturista.

    FISIOLOGIA DA NUTRIÇÃO
    Digestão e absorção dos alimentos. Catabolismo e anabolismo celular.
    ALTERAÇÃO DA PERMEABILIDADE INTESTINAL
    Conceito de permeabilidade intestinal. Diagnóstico de alterações da permeabilidade intestinal. Causas do aumento da permeabilidade intestinal. Microrganismos responsáveis por alterações na permeabilidade intestinal. Consequências da alteração da permeabilidade intestinal.
    ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS BASEADAS NO HIGIENISMO
    Estratégias Nutricionais Baseadas no Higienismo.

3ª PARTE: FITOTERAPIA E AROMATERAPIA

  1. FITOTERAPIA

    Estudo das diferentes formas de preparo, os principais medicamentos e a aplicação destes com fins fitoterapêuticos.

    INTRODUÇÃO
    Conceito e conteúdo da fitoterapia. História da fitoterapia. Novas tendências.
    CONSTITUINTES QUÍMICOS DAS DROGAS
    Aspectos gerais. Glucídios. Saponinas. Heterossídeos fenólicos monocíclicos. Heterossídeos cumarínicos. Heterossídeos flavônicos. Heterossídeos antociânicos. Taninos. Heterosídeos antraquinônicos e naftoquinônicos. Heterosídeos cardiotônicos. Heterosídeos enxofrados e cianogênicos. Lipídios. Óleos essenciais. Resinas e derivados. Alcalóides. Outros.
    DA PLANTA AO PREPARO GALÊNICO
    Técnicas de obtenção, coleta, secagem e armazenamento da droga. Diferentes formas de preparo galênico: tinturas-mãe, sucos ou sumos, infusões, tisana, decocção, extratos.
    FITOTERAPIA APLICADA
    Fitoterapia do Sistema Nervoso Central: depressores centrais, estimulantes centrais, antipiréticos. Fitoterapia da dor e da inflamação. Fitoterapia do aparelho respiratório: antitussígenos, drogas ativas nas vias respiratórias inferiores, drogas ativas nas vias respiratórias superiores. Fitoterapia genitourinário: diuréticos, antissépticos urinários, antiprostáticos. Fitoterapia do aparelho digestivo: drogas de ação estomacal, drogas de ação intestinal, drogas de ação hepatobiliar. Fitoterapia do metabolismo: eméticos e antieméticos, hipolipidêmicos, tônico - vitalizantes, vitaminas, fitoterapia antiobesidade. Fitoterapia cardiovascular: cardiotônicos, antiarrítmicos, vasodilatadores coronários, anticoagulantes e antiagregantes, anti-hipertensivos. Fitoterapia dermatológica: antissépticos e cicatrizantes, hemostáticos, protetores.
    MONOGRAFIAS DO APARELHO DIGESTIVO, METABOLISMO E APARELHO GENITO-URINÁRIO
    Aparelho digestivo: carminativos e estomacais, laxantes e purgantes, antidiarreia, coleréticos, hepatoprotetores. Metabolismo: tônicos - vitalizantes. Aparelho genito-urinário: diuréticos, antiprostáticos.
    LEGISLAÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS
    Evolução da legislação referente às plantas medicinais. Lei de medicamentos.
  2. AROMATERAPIA

    Estudo da Aromaterapia e sua aplicação através do tempo, plantas aromáticas, obtenção de óleos essenciais e essências.

    HISTÓRIA DA AROMATERAPIA
    A aromaterapia através do tempo e das civilizações. Tendências em aromaterapia - escolas.
    AROMATERAPIA
    Definição. Princípios da aromaterapia.
    PLANTAS AROMÁTICAS
    Plantas medicinais. Laboratório da natureza. Diferenças entre essência e óleo essencial. Conceito de quimiotipo. Taxonomia geral. Principais famílias botânicas com plantas aromáticas.
    OBTENÇÃO DE ÓLEOS ESSENCIAIS E ESSÊNCIAS
    Métodos para a obtenção de óleos essenciais. Hidrolatos ou águas aromáticas. Requisitos para o uso em aromaterapia. Rendimentos dos óleos essenciais. Adulterações.
    PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS DOS ÓLEOS ESSENCIAIS
    Propriedades físicas mais comuns. Critérios de avaliação. Qualidade dos óleos essenciais. Polaridade dos óleos essenciais.
    COMPOSIÇÃO QUÍMICA DOS ÓLEOS ESSENCIAIS
    Estrutura básica das moléculas aromáticas. Famílias Bioquímicas.
    PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS
    Relação estrutural/atividade. As diferentes propriedades dos óleos essenciais.
    TOXICIDADE E CONTRA-INDICAÇÕES DOS ÓLEOS ESSENCIAIS
    Os óleos essenciais desaconselhados por via oral. Os óleos essenciais ministrados controladamente por via oral. Óleos essenciais com limitações de emprego tópico. Fatores que influenciam na toxicidade. Precauções.
    USO TERAPÊUTICO DOS ÓLEOS ESSENCIAIS
    Método de aplicação de óleos essenciais. Formas galênicas apropriadas para diferentes vias de aplicação.
    SUBSTÂNCIAS CONDUTORAS NATURAIS
    Óleos vegetais de base. Extratos lipídicos. Tinturas e extratos alcoólicos.
    ÁREA PSÍQUICA - PSICOAROMATERAPIA
    Conceito de aromaterapia na área psíquica. O sentido do olfato. Recursos de psicoaromaterapia. Principais óleos.
    FICHAS TÉCNICAS DE ÓLEOS ESSENCIAIS
    Gravidez e lactação. Crianças menores de 6 anos. Fichas Técnicas.

Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode estar sujeito a pequenas modificações, em função de atualizações ou de melhorias efetuadas.

Direção

Direção

  • Dra. Carmen Pérez Morales. Professora Titular da Universidad de León.

Coordenação

  • Sra. Irma Domínguez Azpíroz. Diplomada em Nutrição Humana e Dietética. Universidad de Navarra.

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez que tenhamos recebido a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.