Mestrado em Atividade Física: Treinamento e Gestão Esportiva

Apresentação do Programa

A atividade física é um fator de suma importância na manutenção da qualidade de vida e da saúde dos indivíduos nas diferentes etapas da vida. Ainda mais, considerando que pode servir tanto para a prevenção quanto para o tratamento de doenças relacionadas ao sedentarismo.

Para que a prática de atividade física seja uma ferramenta realmente útil, deve-se ter em conta o grande deficit existente na formação específica para treinadores esportivos e gestão esportiva, para obter uma mudança tangível nos treinadores, nas instituições e nos estabelecimentos que ofereçam este serviço, proporcionando o tão desejado estado de saúde e bem-estar a cargo de um profissional na área.

O programa de Mestrado em Atividade Física: Treinamento e Gestão esportiva está voltado para todos os profissionais que buscam aprofundar seus conhecimentos da prática e gestão do treinamento físico e todos os aspectos relacionados com a gestão de centros esportivos.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta somada à claridade, à amplitude e à didática do formato dos conteúdos permite dirigir o programa de Master em Atividade Física: Treinamento e Gestão esportiva a todos os profissionais graduados e/ou licenciados em educação física, professores, profissionais de ciências da saúde e do esporte e a todas as pessoas que queiram enriquecer sua formação de graduação ou pós-graduação com temas relacionados à atividade física, ao projeto e planejamento esportivo e à gestão de centros esportivos.

Titulação

A aprovação no programa Mestrado em Atividade Física: Treinamento e Gestão Esportiva permitirá obter o grau de: MESTRE EM ATIVIDADE FÍSICA: TREINAMENTO E GESTÃO ESPORTIVA COM ESPECIALIZAÇÃO EM... (o módulo optativo de eleição do aluno).

Os Diplomas serão expedidos pela Universidade na qual o aluno esteja matriculado com o patrocínio da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).

Estrutura do Programa

A duração estimada para a realização do Mestrado em Atividade Física: Treinamento e Gestão Esportivaé de 2 anos.

Em relação à distribuição do tempo, estabelece-se que:

  • Por ser um programa a distância e não estar sujeito à formação de classes presenciais, não se estabelece uma data específica de início, por isso o aluno pode realizar a matrícula a qualquer momento, sempre que houver vagas disponíveis.
  • Por motivos acadêmicos e pedagógicos determina-se uma duração mínima do Programa de 6 meses.
  • O tempo máximo disponível para a realização do Programa é de 24 meses. Nesse período, o aluno deverá ter aprovado todas as avaliações correspondentes ao programa.

A estrutura de créditos do Mestrado em Atividade Física: Treinamento e Gestão Esportiva apresenta-se na seguinte tabela:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
1ª parte: Disciplinas Obrigatórias 36 11 360
2ª parte: Módulos Optativos 37,5 8 375
3ª parte: Estudo e Resolução de Casos 6 2 60
4ª parte: Projeto Final/Dissertação de Mestrado 19,5 3 195
TOTAL 99 24 990

a. A equivalência em créditos pode variar segundo a universidade que titule
b. Duração em meses

Objetivos

Objetivo geral:

  • Formar profissionais com conhecimentos e recursos suficientes para desenvolver uma atividade profissional eficaz e eficiente no campo da atividade física, focado no treinamento e na gestão esportiva.

Objetivos específicos:

  • Desenhar planos de exercício físico saudável adaptado a diferentes doenças e grupos populacionais.
  • Trabalhar em um ambiente multidisciplinar focado na promoção e na prática do exercício físico saudável.
  • Combinar as áreas de treinamento esportivo e nutrição a fim de obter o maior rendimento do esportista.
  • Planejar a gestão de recursos humanos e materiais em entidades de caráter esportivo.
  • Realizar buscas efetivas de informação científica através dos meios disponíveis para alcançar uma prática profissional correta nas equipes multidisciplinares.

Saídas Profissionais

Algumas das alternativas profissionais para formados no programa de Mestrado em Atividade Física: Treinamento e Gestão Esportiva são as seguintes:

  • Profissionais que buscam especialização na área de Nutrição Esportiva.
  • Profissionais que trabalham em Academias, Associações, Federações, etc. e querem adquirir conhecimentos sobre nutrição.
  • Monitores de Lazer e Esporte.
  • Treinadores de Instituições Esportivas.

Plano de estudos

O Mestrado em Atividade Física: Treinamento e Gestão Esportiva é formado por 4 partes que se descrevem a seguir:

  • 1ª PARTE: DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

Nesta primeira parte descrevem-se as bases do conhecimento do organismo humano no contexto esportivo, assim como o desenvolvimento da relação da atividade física e da saúde em diferentes situações fisiológicas e patológicas.

As disciplinas que compreendem esta parte apresentam-se na seguinte tabela:

  • 2ª PARTE: MÓDULOS OPTATIVOS

O aluno deverá escolher 1 dos 2 módulos optativos disponíveis no Mestrado.

O primeiro Módulo Optativo tem como prerrequisito: a validação dos conhecimentos necessários em nutrição e alimentação ou a aprovação na disciplina preparatória ASPECTOS BÁSICOS DA NUTRIÇÃO.

As disciplinas e os créditos correspondentes de cada um dos módulos optativos mostram-se a segui:

  • 3ª PARTE: ESTUDO E RESOLUÇÃO DE CASOS

Nesta parte do programa se dará ênfase ao estudo e resolução de casos que permitirão a completa assimilação de toda a carga teórica contemplada na direção do treinamento e da gestão de instituições esportivas.

As disciplinas que compreendem esta parte mostram-se na seguinte tabela:

3ª PARTE: ESTUDO E RESOLUÇÃO DE CASOS
# DISCIPLINAS CRÉDITOS
1 Estudo e resolução de casos 6
TOTAL 6
  • 4ª PARTE: PROJETO FINAL/DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

A última parte do Mestrado será destinada à realização do Projeto Final/Dissertação de Mestrado, que poderá ser iniciada antes mesmo do término da 2ª Parte: Módulos Optativos, já que nesse momento o aluno terá desenvolvido os conhecimentos necessários para começar o Projeto Final/Dissertação de Mestrado.

4ª PARTE: PROJETO FINAL/DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
# PROJECTO FINAL DE MAESTRÍA CRÉDITOS
1 Metodologia da Pesquisa Científica 4,5
2 Projeto Final/Dissertação de Mestrado 15
TOTAL 19,5

O objetivo é apresentar um trabalho completo que mostre o desenvolvimento total da pesquisa proposta, contemplando a possibilidade de sua execução concreta, de acordo com o delineamento e os detalhes do Projeto Final/Dissertação de Mestrado apresentado.

O Projeto deve ser uma contribuição a alguns dos campos estudados ou à relação entre eles, tanto teórica quanto prática, respeitando os preceitos, as teorias e as disciplinas relacionadas.

Para isso, deverá basear-se no documento "Pautas de Elaboração do Projeto Final/Dissertação de Mestrado" que o aluno receberá na primeira entrega de material didático.

Descrições dos Cursos

1ª PARTE: DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

  1. ESTRUTURA E FUNÇÃO DO CORPO HUMANO

    Estuda os aspectos básicos da anatomia e da fisiologia humana.

    ORGANIZAÇÃO CORPORAL
    Níveis de organização estrutural e funcional. Composição química do corpo. A célula. Terminologia e organização corporal.
    OSSOS E ARTICULAÇÕES
    Funções do sistema esquelético. Tipos de ossos. Estrutura do osso. Osso compacto e osso esponjoso. Esqueleto axial. Esqueleto apendicular. Articulações.
    CONTROLE MUSCULAR E NERVOSO DO MOVIMENTO
    Introdução. Músculo liso e músculo estriado. Grupos musculares esqueléticos. Estrutura microscópica. Tipos de fibras musculares. Utilização dos músculos. Efeitos do treinamento. Treinamento da força muscular. Fadiga muscular. Lesões do aparelho locomotor. Divisões e funções do sistema nervoso. Células do sistema nervoso e nervos. Sistema nervoso central. Sistema nervoso periférico. Sistema nervoso autônomo. Controle do movimento. Atividade reflexa. Controle dos centros superiores.
    METABOLISMO ENERGÉTICO E CONSUMO DE OXIGÊNIO
    Metabolismo energético do músculo. Utilização de substratos durante o exercício. Metabolismo aeróbico e anaeróbico na fibra muscular. Consumo de oxigênio. Quociente respiratório. Conceito de limite anaeróbico.
    ADAPTAÇÕES CARDIOVASCULARES E RESPIRATÓRIAS DURANTE O EXERCÍCIO
    Estrutura e função do sistema cardiovascular. Gasto cardíaco durante o exercício. Distribuição do gasto cardíaco durante o exercício. Exercício e pressão arterial. Efeitos de treinamento sobre a resposta cardiovascular ao exercício. Regulação e integração cardiovascular. Respostas hematológicas ao exercício. Anatomia da ventilação. Volumes e capacidades pulmonares. Ventilação pulmonar. Ventilação no exercício físico. Intercâmbio de gases. Controle da ventilação. Adaptações respiratórias com o treinamento.
    REGULAÇÃO ENDÓCRINA DO EXERCÍCIO
    Natureza dos hormônios. Resposta hormonal ao exercício e ao treinamento. Regulação endócrina do metabolismo energético. Hormônios para o equilíbrio hidrelétrico.
    CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO
    Visão geral do crescimento e desenvolvimento. Regulação do crescimento. Puberdade. Mudanças ósseas. Mudanças na composição corporal. Mudanças respiratórias e cardiovasculares. Modificações da capacidade aeróbica, da capacidade anaeróbica e da força.
    ENVELHECIMENTO
    Introdução. Teorias do envelhecimento. Mudanças fisiológicas associadas com o envelhecimento. Sistema cardiovascular. Sistema respiratório. Músculos.
  2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA E DO EXERCÍCIO NO ÂMBITO DA SAÚDE

    Estudo da evolução histórica da atividade física em relação a saúde e a estilos de vida. Estudo da importância da atividade física e sua relação com diversas patologias.

    SAÚDE E EFEITOS BENÉFICOS DA ATIVIDADE FÍSICA
    Relação entre a atividade física e a saúde cardiovascular. Relação entre atividade física e diabetes. Relação entre atividade física e obesidade. Relação entre atividade física e síndrome metabólica. Relação entre atividade física e câncer. Relação entre atividade física e saúde óssea e muscular. Relação entre atividade física e saúde mental. Relação entre atividade física e mortalidade global.
    ESTILOS DE VIDA E ATIVIDADE FÍSICA
    Saúde e estilo de vida nos dias de hoje. Evolução histórica do conceito de estilo de vida. O que se entende por estilo de vida no âmbito da atividade física?: Seu vínculo com o conceito de qualidade de vida. Obstáculos para a prática de atividade física. Autoconceito e estilos de vida. Continuidade dos hábitos de atividade física ao longo da vida. Recomendações e pautas para a atividade física saudável em função dos grupos populacionais.
    ESTRATÉGIAS DE MEDIÇÃO E AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA
    A avaliação da atividade física. Os questionários ou procedimentos de autorrelato. Considerações gerais no uso de métodos de avaliação da atividade física. Vantagens no uso de questionários.
    ATIVIDADE FÍSICA E BEM-ESTAR SUBJETIVO
    Introdução. O bem-estar subjetivo. Qualidade de vida. Autoconceito e autoestima. Autoeficácia. A imagem corporal.
    RELAÇÃO ENTRE ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE MENTAL
    Introdução. Conceitos básicos e descrição clínica da depressão. Prevalência e impacto social da depressão. Etiologia da depressão. Efeitos da depressão e importância do exercício físico. Tratamento da depressão: o exercício físico como terapia. Prescrição de exercício para pessoas depressivas.
    RISCOS DO EXERCÍCIO FÍSICO
    Definições e aspectos conceituais. Riscos provenientes do ambiente no qual se realiza o exercício. Riscos derivados do mau uso do exercício. Riscos em populações específicas. Segurança e prevenção na prática do exercício. Exercícios não recomendados e mitos sobre atividade física. Conclusões.
  3. ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DA ATIVIDADE FÍSICA PARA A SAÚDE

    Estudo da influência de fatores psicológicos e sociais na realização da atividade física.

    FATORES PSICOLÓGICOS RELACIONADOS COM A REALIZAÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA
    Atividade física e saúde: o início de uma adequada programação. Fatores para a compreensão da origem e a manutenção de atividade física e esportiva. Os três eixos que sustentam a atividade física e esportiva. Um futuro da atividade física.
    A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADE FÍSICA
    Introdução. A psicologia do esporte de iniciação: aspectos familiares. A importância da pressão familiar na atividade física. A conduta eficiente dos comportamentos: aspectos principais. A comunicação como ferramenta para o entendimento para a prática esportiva.
    OUTROS FATORES PESSOAIS E SOCIAIS QUE INCIDEM NA ADERÊNCIA À ATIVIDADE FÍSICA
    Introdução. Componentes psicológicos relacionados com a atividade física e esportiva. Fatores sociais associados à prática esportiva. Uma proposta de compreensão integradora: os sistemas.
    ATIVIDADE FÍSICA, ADERÊNCIA E SAÚDE
    Introdução. Aspectos que influenciam na elaboração de programas de aderência à atividade física. Diretrizes para melhorar a adesão ao exercício. Pauta para a potencialização dos fatores que favorecem a realização de exercício.
    ESTRATÉGIAS PARA PREVENIR O ABANDONO E MELHORAR A SAÚDE
    Introdução. O que se entende por abandono prematuro da prática esportiva. Um modelo explicativo do abandono: Burnout. Pauta para prevenir o abandono esportivo.
    MOTIVAÇÃO EM ATIVIDADE FÍSICA PARA A SAÚDE: TIPOS E TEORIAS
    Conceito e contextualização da motivação. Tipos e teorias da motivação.
    AVALIAÇÃO DA MOTIVAÇÃO E MOTIVOS DE PARTICIPAÇÃO EM ATIVIDADE FÍSICA.
    Motivos de participação em atividade física. Avaliação da motivação.
    AUTOCONFIANÇA, AUTOEFICÁCIA E CRENÇAS NA PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA
    Introdução. Alguns aspectos psicológicos a considerar na realização de atividade física e esportiva. Algumas estratégias para potencializar a autoconfiança. A influência das crenças na motivação para os objetivos.
    ATITUDES E VALORES NA ATIVIDADE FÍSICA PARA A SAÚDE
    Introdução. As atitudes na atividade física e no esporte: teorias principais. Avaliação das atitudes em atividade física e esporte. A promoção e o desenvolvimento dos valores na atividade física e no esporte. A importância dos grupos na atividade física.
    PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DE ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE
    Introdução à programação e planejamento da atividade física e esportiva. Aplicações específicas de programas. Projeto e desenvolvimento de um programa de atividade física.
    ESTABELECIMENTO DE METAS DE SAÚDE ATRAVÉS DO ESPORTE E DA ATIVIDADE FÍSICA
    Introdução. Tipos de objetivos. Chaves para um bom estabelecimento de objetivos. Fatores que favorecem a não obtenção dos objetivos. Influência das crenças na consecução de objetivos.
    A PESQUISA COMO FONTE DE INFORMAÇÃO NA RELAÇÃO ENTRE FATORES PSICOSSOCIAIS E HÁBITOS COMPORTAMENTAIS DE EXERCÍCIO FÍSICO
    Hábitos comportamentais e prática de exercício físico: as variáveis de estudo. A pesquisa como fonte de informação.
    INFLUÊNCIA DOS FATORES PSICOLÓGICOS NAS LESÕES DOS ESPORTISTAS
    Introdução. Os primeiros estudos. O modelo de estresse e lesão. Avaliação e conclusões.
    REAÇÕES EMOCIONAIS E PSICOLÓGICAS NA LESÃO
    Introdução. Modelos teóricos na análise da relação entre lesão esportiva e reações emocionais e psicológicas. Modelos centrados nas reações emocionais do esportista. O modelo integrado da resposta psicológica à lesão e ao processo de reabilitação de Wiese-Bjornstal. Avaliação e conclusões.
    PROGRAMAS DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA PARA A PREVENÇÃO DE LESÕES E A REABILITAÇÃO DE ESPORTISTAS LESIONADOS
    Introdução. Intervenção psicológica para a prevenção da lesão esportiva. Intervenção psicológica para a reabilitação da lesão esportiva. Avaliação e conclusões.
    LESÕES, ATIVIDADE FÍSICA E ESPORTE. ASPECTOS METODOLÓGICOS E ESTADO ATUAL DA PESQUISA
    Introdução. Abordagem epidemiológica no estudo da lesão esportiva. Pesquisa sobre a predição de lesões esportivas. Pesquisa sobre a reabilitação de lesões esportivas. Construção de um instrumento de medida: um exemplo de avaliação. Avaliação e conclusões.
    PARA UM MODELO PSICOLÓGICO DETALHADO DAS LESÕES ESPORTIVAS
    Introdução. Estado atual do problema. Abordagem multidisciplinar e dispersão teórica e aplicada. Os três eixos do modelo global psicológico das lesões esportivas. O conceito de multidisciplinariedade como base do desenvolvimento integral do MGPsLD. Avaliação e conclusões.
  4. CONTROLE E PRESCRIÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA

    Estudo sobre princípios gerais da prescrição da atividade física e sua evolução.

    BENEFÍCIOS E RISCOS ASSOCIADOS À ATIVIDADE FÍSICA
    Risco de acidente e/ou lesão durante a prática da atividade física. Avaliação do risco prévio à prática do exercício.
    EVOLUÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES DE ATIVIDADE FÍSICA
    Evolução das recomendações gerais de atividade física.
    EXAME DO PRÉ-PARTICIPAÇÃO E ESTRATIFICAÇÃO DO RISCO
    Avaliação do estado de saúde. Questionários pré-participação em um programa de atividade física. Cálculo do risco cardiovascular. Administração de testes antes do exercício. Riscos do exercício. Níveis de exercício.
    AVALIAÇÃO PRÉ-EXERCÍCIO
    Critérios para avaliação. Avaliação da qualidade dos testes. Seleção dos testes. Avaliação dos diferentes componentes do fitness.
    PRINCÍPIOS GERAIS DA PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA
    Projeto de exercício voltado para o condicionamento cardiorrespiratório. Projeto de exercício voltado para o condicionamento músculo-esquelético. Projeto de exercício voltado para a flexibilidade. Projeto geral de um programa de exercício físico: otimização do exercício. Considerações finais.
    PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA PARA POPULAÇÕES SAUDÁVEIS
    Introdução. Considerações gerais. Populações. Diferenças.
  5. A ATIVIDADE FÍSICA PARA A SAÚDE EM DIVERSAS DOENÇAS

    Estudo da relação entre a atividade física e doenças de grande prevalência.

    FUNÇÃO PREVENTIVA E TERAPÊUTICA DA ATIVIDADE FÍSICA
    A atividade física e sua função fundamental na prevenção. Valor preventivo da atividade física regular.
    RECOMENDAÇÕES DE EXERCÍCIO FÍSICO EM DOENÇAS CARDIOVASCULARES E RESPIRATÓRIAS
    Efeitos gerais da atividade física regular sobre o sistema cardiovascular. Um breve olhar sobre nosso passado mais recente. A atividade física tem uma função fundamental na prevenção de doenças cardiovasculares. Análise da atividade física nos fatores de risco. Análise da atividade física na fisiopatologia cardiovascular crônica e aguda. Hipertensão. Cardiopatia coronária. Doença pulmonar obstrutiva crônica (EPOC). Asma induzida pelo exercício. Doença pulmonar restritiva crônica. Outras doenças pulmonares.
    RECOMENDAÇÕES PARA A PREVENÇÃO E TRATAMENTO MEDIANTE ATIVIDADE FÍSICA NO HIPERLIPIDEMIAS, SOBREPESO E OBESIDADE, DIABETES
    A aterosclerose. A doença coronária (DC) e os fatores de risco que favorecem sua aparição. As lipoproteínas. Prevenção e tratamento das alterações das lipoproteínas e das afecções secundárias da aterosclerose. Conceito de obesidade. Epidemiologia. Balanço energético e obesidade. Regulação do consumo de alimentos e armazenamento de energia. Etiopatogenia. Avaliação da distribuição de gordura corporal na obesidade. O excesso de peso como fator de risco para a saúde. Enfoque terapêutico. Prevenção da obesidade. Importância da atividade física no tratamento da obesidade. Conceito de diabetes. Epidemiologia. Etiopatogenia, classificação e complicações. Doença cardiovascular no paciente diabético. Prevenção e enfoque terapêutico. O exercício físico como estilo de vida e como tratamento.
    INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO NA OSTEOPOROSE, CÂNCER E AFECÇÕES DO APARELHO LOCOMOTOR
    Regulação do metabolismo ósseo. Osteoporose e risco de fratura. Efeitos do exercício físico (requerimento mecânico) sobre o metabolismo ósseo e a estrutura óssea. Que características deve possuir o exercício para favorecer a aquisição de massa óssea? Qual é limite máximo de adaptação? O que é mais importante, volume ou intensidade? Precauções. Biologia celular e genética do câncer. Tratamento oncológico. Etiologia da fadiga originada durante o padecimento de câncer. Recomendações de exercício físico em pacientes com câncer. Intervenções futuras e conclusões.
  6. ATIVIDADE FÍSICA PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

    Estudo da fisiologia do esporte para crianças e adolescentes.

    ATIVIDADE FÍSICA PARA CRIANÇAS
    Crescimento, desenvolvimento e maturação. Etapas. Aparelho locomotor das crianças. Respostas fisiológicas das crianças ao exercício físico. Termorregulação. Percepção do esforço. Resposta ventilatória. Resposta cardiovascular. Avaliação funcional da criança. Condição física.
    ATIVIDADE FÍSICA PARA ADOLESCENTES
    Desenvolvimento e maturação. Aparelho locomotor do adolescente. Respostas fisiológicas do adolescente ao exercício físico. Termorregulação. Percepção do esforço. Resposta ventilatória. Resposta cardiovascular. Avaliação funcional no adolescente. Condição física.
  7. ATIVIDADE FÍSICA PARA IDOSOS

    Estudo sobre a importância da atividade física para idosos.

    ENVELHECIMENTO E ATIVIDADE FÍSICA
    Ação do exercício sobre os agentes causadores do envelhecimento. Ação do exercício sobre os órgãos e sistemas envelhecidos. Tipos de exercícios recomendados para idosos.

2ª PARTE: MÓDULOS OPTATIVOS

  1. TREINAMENTO ESPORTIVO

    1. TEORIA E PRÁTICA DO TREINAMENTO

      Aspectos básicos do treinamento e seus processos de adaptação em relação ao exercício físico de resistência e de velocidade. Aprendizagem e aperfeiçoamento técnico-tático do esportista.

      BASES GERAIS DA TEORIA DO TREINAMENTO
      Conceito de treinamento esportivo. O processo de direção do treinamento.
      FATORES QUE INTERVÊM NO TRABALHO DE CONDICIONAMENTO FÍSICO
      A carga e sua aplicação no treinamento esportivo. Conteúdo da carga. O tamanho da carga. O sentido da carga. A organização da carga. Cálculo da carga do treinamento.
      PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO ESPORTIVO
      Introdução. Princípios da carga. Princípios de periodização cíclica. Princípios de especialização.
      A RESISTÊNCIA: DESENVOLVIMENTO, MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
      Formas de cansaço. Funções da resistência. Tipos de resistência. Métodos do trabalho de resistência. Descrição dos métodos. Fatores de rendimento dos diferentes tipos de resistência. Formas de treinamento dos diferentes tipos de resistência.
      A FORÇA: DESENVOLVIMENTO, MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
      Princípios básicos. Modalidades de força. Tipos de trabalho muscular. Tipos de contração muscular. Caráter da contração. Fatores de desenvolvimento de força. Métodos do treinamento de força. Características dos exercícios de força. Alternância dos tipos de contração. Formas de organização do treinamento.
      A VELOCIDADE: DESENVOLVIMENTO, MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
      Definição. Os fatores que influenciam na velocidade motriz. Manifestações da velocidade. Manifestações elementares e integrais da velocidade. Classificação dos esportes segundo as condições de manifestar a velocidade. Trabalho das diferentes formas de velocidade.
      A FLEXIBILIDADE: MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
      Conceito. Definições. Classes de flexibilidade. Fatores que influenciam na flexibilidade. Desenvolvimento da flexibilidade. A flexibilidade e o rendimento esportivo. Orientações metodológicas para o desenvolvimento da flexibilidade.
      FUNDAMENTOS DA TÉCNICA E DA TÁTICA ESPORTIVAS
      A técnica esportiva. A estratégia e a tática esportivas.
      O PROCESSO DE APRENDIZAGEM E APERFEIÇOAMENTO TÉCNICO-TÁTICO DO ESPORTISTA
      Introdução. A avaliação do nível inicial. Fases do processo de Ensino- Aprendizagem. Condições coordenadas e domínio das habilidades técnico-táticas esportivas. Descrição e análise das características das diferentes fases. Metodologia aplicável ao ensino e aperfeiçoamento das habilidades técnico-táticas.
      O TREINAMENTO TÉCNICO-TÁTICO DO ESPORTISTA
      Introdução. A motivação do processo de treinamento técnico-tático. Desenvolvimento da imagem do movimento. Aplicações de reforços. O processo de correção de erros técnico-táticos. Relação entre técnica, tática e capacidades condicionais. As habilidades técnico-táticas como meio de treinamento. O treinamento integrado.
    2. PLANEJAMENTO ESPORTIVO

      Aprender a desenvolver planos de treinamento, execução e avaliação dos resultados obtidos.

      PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO ESPORTIVO
      Estruturas básicas do planejamento do treinamento. As sessões como as estruturas mais simples. Os microciclos: tipos e características. Os mesociclos: tipos e características. Os macrociclos: tipos e características.
      TEORIAS SOBRE O PLANEJAMENTO DO TREINAMENTO
      Os sistemas de treinamento no período anterior ao século XX. Breve descrição.
      A COMPETIÇÃO
      A competição e suas classes. O planejamento em função das classes de competição. A preparação das competições. A preparação psicológica em função das competições.
      O CONTROLE DO TREINAMENTO
      Avaliação do treinamento esportivo. Fundamentos da medição e da avaliação.
      AVALIAÇÃO DA CONDIÇÃO FÍSICA
      Como avaliar? Avaliação da potência e da capacidade aeróbica. Avaliação da potência e da capacidade anaeróbica.
      AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE TÉCNICO-TÁTICA DO ESPORTISTA
      Introdução. Métodos de avaliação e controle do nível de preparação técnico-tática. Objetivos da avaliação da capacidade técnico-tática do esportista. Tipos de avaliação da capacidade técnico-tática do esportista. Volume e variedade. Eficácia. Grau de assimilação.
      MODALIDADES ESPECIAIS DE TREINAMENTO
      O treinamento na altitude. Os treinamentos dentro da evolução física das crianças. O condicionamento físico de idosos.
    3. PSICOLOGIA DO ESPORTE

      Estudar os fatores psicológicos presentes na prática e no rendimento esportivo, o exercício e outros tipos de atividade física.

      FORMAS DE AVALIAÇÃO EM PSICOLOGIA DO ESPORTE
      Introdução. O processo de avaliação. Métodos de avaliação psicológica. Outras estratégias de avaliação em psicologia do esporte.
      PERSONALIDADE E ESPORTE
      Introdução. A personalidade e sua estrutura. Personalidade e esporte. Avaliação da personalidade do esportista.
      ATIVAÇÃO, ANSIEDADE E ESTRESSE
      Introdução. Ativação. A ansiedade. O estresse. A ansiedade competitiva. Relações entre a ansiedade e o rendimento esportivo.
      ATENÇÃO, CONCENTRAÇÃO E AUTOCONFIANÇA
      Introdução. Definições. Teorias explicativas. Avaliação dos processos atencionais. Atenção e rendimento. A autoconfiança. O modelo de autoconfiança esportiva de Vealey. Teoria da autoeficácia de Bandura. A medição da autoconfiança. Desenvolvimento da autoconfiança no esporte.
      HARMONIA DA EQUIPE E O TREINADOR COMO LÍDER
      Introdução. Definições de harmonia. Medição da harmonia. Desenvolvimento da harmonia da equipe. Teorias gerais. A liderança no esporte. Medição da liderança.
      TREINAMENTO PSICOLÓGICO NO ESPORTE
      Introdução. Delimitação conceitual do treinamento psicológico. Considerações preliminares sobre os programas de treinamento psicológico. Fases de implantação.SUBIR
    4. CINEANTROPOMETRIA

      Estudo do corpo humano através de medidas e avaliações antropométricas com a finalidade de entender os processos envolvidos no crescimento, no exercício, na nutrição e no rendimento esportivo.

      AS ORIGENS DA CINEANTROPOMETRIA
      Objetivos da cineantropometria. Aplicações da cineantropometria.
      MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL OU MÉTODOS CINEANTROPOMÉTRICOS
      O conceito de validade e de confiabilidade. Os métodos diretos. Os métodos indiretos. Os métodos duplamente indiretos.
      ANTROPOMETRIA
      O material antropométrico. A posição anatômica. Planos e eixos. Os pontos anatômicos de referência. Outras referências anatômicas.
      PROTOCOLO DAS MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS
      Cuidados gerais. As medidas antropométricas: normas para medir o paciente. A pró-forma ou ficha antropométrica. O erro técnico de medida.
      SOMATÓTIPO
      Escolas biotipológicas. Metodologia para determinar o somatótipo. Componentes do somatótipo. Metodologia para a determinação do somatótipo. A somatocarta. Classificação do somatótipo. A análise do somatótipo. Aplicações do somatótipo.
      A PROPORCIONALIDADE CORPORAL
      O sistema "phantom" de análise da proporcionalidade. O sistema "O-SCALE". Os índices corporais.
    5. NUTRIÇÃO E ESPORTE

      Estudo da fisiologia do esporte, da metabolização dos diferentes macronutrientes, da importância de uma correta hidratação, das ajudas ergogênicas, entre outros, aplicado à elaboração de dietas para cada tipo de esporte (aeróbico ou anaeróbio).

      CONCEITOS BÁSICOS DE FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO PARA UMA CORRETA PROGRAMAÇÃO NUTRICIONAL
      Introdução. Tipos de fibras musculares. Características morfológicas, bioquímicas e fisiológicas. A respiração durante o exercício. As adaptações cardiovasculares durante o exercício. Respostas hematológicas ao exercício. Outras adaptações.
      SISTEMAS ENERGÉTICOS NO EXERCÍCIO
      Utilização de energia pelo músculo. Combustível energético para a contração muscular. Sistemas energéticos utilizados em função da modalidade esportiva. Metabolismo energético e tipos de fibras musculares. A fadiga muscular.
      CARBOIDRATOS, LIPÍDIOS E PROTEÍNAS
      Utilização dos carboidratos alimentar. Efeitos da intensidade e duração do exercício sobre a utilização metabólica das reservas energéticas. Efeitos da dieta sobre as reservas de glicogênio. Efeitos do treinamento. Recomendações gerais no exercício. Generalidades sobre o metabolismo dos lipídios. Funções no organismo humano. Digestão, absorção e destino da gordura da dieta. Reservas de gordura. Ingestão de gorduras. O colesterol no esportista. Utilização das proteínas. Requerimentos de proteínas no exercício. Suplementação proteica. Aminoácidos ramificados e hipóteses da fadiga central.
      VITAMINAS E MINERAIS NO EXERCÍCIO
      Vitaminas. Vitaminas hidrossolúveis. Vitaminas lipossolúveis. Minerais. Ferro. Cálcio. Magnésio. Zinco. Outros minerais.
      HIDRATAÇÃO NO EXERCÍCIO
      Equilíbrio hídrico. Necessidades hídricas e de eletrólitos. Termorregulação em relação ao exercício. Reidratação. Ingestão de fluidos em diferentes tipos de atividades esportivas.
      AVALIAÇÃO NUTRICIONAL NO ESPORTE
      Introdução. Necessidade de uma avaliação nutricional no esporte. Estrutura e composição corporal. Determinação da ingestão de nutrientes. Avaliação do grau de digestão, absorção e utilização metabólica do nutriente ingerido. Gasto energético. Avaliação bioquímica do estado nutricional. Avaliação clínica e outros sistemas de avaliação.
      TRANSTORNOS DA ALIMENTAÇÃO NO ESPORTE
      Introdução. Características clínicas. Comportamentos alimentares patológicos no esporte. Esporte com maior incidência de comportamentos alimentares patológicos. Tratamento e prevenção.
      CONTROLE DO PESO CORPORAL
      Constituição, tamanho e composição corporal. Peso corporal e rendimento esportivo. Composição corporal e sua avaliação. Peso corporal ideal. Obtenção de um peso ideal.
      DIETAS PARA O TREINAMENTO DE RESISTÊNCIA E DE FORÇA
      Requerimentos por esportes. Nutrição para a competição. Planejamento de um programa nutricional individualizado.
    6. RANSTORNOS ALIMENTARES NO ESPORTE

      Estudar o que são, como se diagnosticam, qual o tratamento nutricional que se deve aplicar, quais as complicações secundárias e qual o tratamento psicoterapêutico e psicofarmacológico. Conhecer a evolução, o prognóstico e a prevenção.

      TRANSTORNOS ALIMENTARES NO ESPORTE
      Os transtornos do comportamento alimentar na atualidade.
      ETIOPATOGENIA
      Anorexia nervosa. Bulimia nervosa. Fatores predisponentes. Fatores precipitantes. Fatores mantenedores.
      CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO DE ANOREXIA E BULIMIA NERVOSA
      Critérios específicos de anorexia nervosa. Critérios específicos da bulimia nervosa.
      CONSEQUÊNCIAS DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES
      Sintomas causados por um balanço nutricional negativo.
      CLÍNICA
      Anorexia nervosa. Bulimia nervosa.
      PREVENÇÃO
      A prevenção primária. A prevenção secundária. A prevenção terciária.
      TRATAMENTO NOS TRANSTORNOS DO COMPORTAMENTO ALIMENTAR
      Objetivos do tratamento. Tratamento psicológico nos transtornos alimentares. Tratamento nutricional e dietético na anorexia e da bulimia nervosa. Motivação. Educação.
      PROGNÓSTICO
      Anorexia nervosa. Bulimia nervosa.
    7. AJUDAS ERGOGÊNICAS

      Estudo da influência da fadiga no esportista e como é possível melhorar.

      CONCEITO DE AJUDA ERGOGÊNICA NO ESPORTE
      Conceito de ajuda ergogênica.
      VITAMINAS E ESPORTE
      Vitamina E. Vitamina C. Vitaminas do grupo B.
      AMINOÁCIDOS E PROTEÍNAS
      Introdução. O esporte e os aminoácidos. Efeitos dos aminoácidos ramificados sobre o rendimento esportivo. O triptófano. Glutamina. Arginina ou glicina. Inosina. Piruvato. Colina. O esporte e as proteínas.
      ELEMENTOS MINERAIS
      Zinco. Magnésio. Selênio.
      ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
      Introdução. Séries de ácidos graxos essenciais. Papel fisiológico dos ácidos graxos poli-insaturados (PUFAs) essenciais. O papel das prostaglandinas (PG) e leucotrienos (LT). EPA e esporte. Consumo e recomendações. Reações adversas e toxicologia. Interações com outros nutrientes.
      CITRATO SÓDICO, CAFEÍNA E COENZIMA Q10
      Introdução. Citrato sódico e o exercício. Percepção subjetiva do esforço. Dose. Contraindicações. Absorção, metabolismo e excreção da cafeína. Mecanismos de ação. Uso da cafeína na prática esportiva. Efeitos negativos derivados do consumo de cafeína. Dose. A coenzima Q como antioxidante e pró-oxidante. Coenzima Q10. Efeitos sobre o rendimento esportivo. Absorção e dose de coenzima Q10.
      CREATINA E L-CARNITINA
      Função metabólica da creatina. Administração de creatina via oral e o "pool" de creatina no músculo. Influência da administração de creatina sobre a massa corporal. Administração de creatina oral e a prática de exercícios tipo sprint. Definição de L-carnitina. Atuação. Carnitina e esporte. Fontes de carnitina.
      GINSENG E ELEUTEROCOCO
      Introdução. Composição química. Variedades de ginseng. Efeitos do ginseng no homem. Efeitos adversos
      OUTRAS SUBSTÂNCIAS UTILIZADAS COMO AJUDAS ERGOGÊNICAS NO ESPORTE
      Echinacea purpurea. Fármacos. Gamma-Orizanol. Guaraná. Octacosanol. Sulfato de vanadil. Tribulus terristris. Bebidas energéticas.
      O DOPPING NO ESPORTE
      ntrodução. Definição de dopping. Aspectos históricos. Como é feita uma análise antidoping? Efeitos nocivos na saúde. Lista de substâncias e grupos farmacológicos proibidos.
    8. TÉCNICAS DE DIREÇÃO DE EQUIPES ESPORTIVAS

      Abrange aspectos gerais da direção e da influência consciente e sistemática sobre o coletivo e o homem, durante uma determinada atividade.

      AS EQUIPES DE TRABALHO
      Introdução. Considerações gerais. Formação de equipes. A diversidade dos tipos de grupos. Diferença entre grupos e equipes de trabalho. Diferença entre grupos e equipes de trabalho. Os sistemas de alto rendimento e a direção participativa. Normas da equipe. As habilidades diretivas para o trabalho em equipe. A legitimização das percepções. Regras de trabalho em equipe. O consenso. Três elementos chave para o trabalho em equipe. Características das equipes eficientes. Enganos mais frequentes na direção de equipes de trabalho. Gestão de conflitos.
      PRINCIPAIS FERRAMENTAS PARA APERFEIÇOAR AS EQUIPES
      IIntrodução. Interação entre os interesses individuais e coletivos. A autorrealização pessoal no trabalho da equipe. A liderança e as equipes autodirigidas. Exercício prático. Os 7 hábitos da liderança. O oitavo hábito da liderança. A inteligência emocional na equipe. É você uma pessoa assertiva? Redes sociométricas. O sociograma. O teste de avaliação do grupo. Psicograma. Reuniões e sessões de trabalho em equipe. O método de interação. A delegação, a autonomia e a independência. A direção por objetivos e resultados.
      A TOMADA DE DECISÕES EM EQUIPE. TÉCNICAS PARA O TRABALHO EM EQUIPE
      Introdução. Empowerment. Considerações a respeito da tomada de decisões. Fatores dos quais depende. O processo de tomada de decisões. As técnicas de geração de ideias. Técnicas centradas em estabelecer o consenso. Técnicas centradas em organizar ideias. A criatividade. Fechaduras mentais da criatividade.
  2. DIREÇÃO E HABILIDADES PARA A GESTÃO DE CENTROS ESPORTIVOS

    1. ADMINISTRAÇÃO E DIREÇÃO DE INSTITUIÇÕES ESPORTIVAS

      Estudo das funções que deve desempenhar um diretor de instiuições esportivas, assim como as bases legais que regem o esporte a nível internacional.

      EMPRESA
      Introdução. Empresa em contexto. Classificação empresarial. Classes de empresa. Setores econômicos e atividade empresarial. A empresa como sistema. Empreendedor e diretor.
      ORGANIZAÇÃO EMPRESARIAL
      Introdução. Estruturação empresarial. Novas tendências em estruturação empresarial. Áreas funcionais/ Funcionalidades na empresa. Organização de processos empresariais.
      POLÍTICA, DIREÇÃO E GESTÃO EMPRESARIAL
      Direção estratégica. Direção tática. Direção operativa.
    2. DIREÇÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE ORGANIZAÇÕES ESPORTIVAS

      Permite a compreensão e a implantação do planejamento estratégico em organizações e instituições esportivas, centrando-se em seus pontos fortes e debilidades para alcançar as metas e os objetivos propostos.

      A GESTÃO DA MUDANÇA COMO SUBSTRATO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA
      Introdução. A mudança pessoal e organizacional. Alguns modelos para implementar uma mudança organizacional. A resistência à mudança. A participação no processo de mudança estratégica.
      A DIREÇÃO ESTRATÉGICA COMO UM MODELO DE MUDANÇA
      Introdução. O pensamento estratégico e a direção estratégica. Apresentação de um modelo de planejamento estratégico validado internacionalmente. A matriz DAFO como um valioso instrumento do planejamento estratégico.
      A IMPLANTAÇÃO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA. AS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS
      Introdução. Cenários estratégicos. A visão. Análise do sistema de valores que sustentará a estratégia. Elaboração de estratégias empresariais. Objetivos e critérios de medida. Novos negócios. Crescimento. Consolidação. Revitalização.
    3. MARKETING NO ESPORTE. APLICAÇÕES

      Estudo das ferramentas que permitem a captação, fidelização de clientes satisfeitos, rentabilidade e posicionamento de uma instituição ou organização esportiva, e a compreensão do significado, da natureza e do alcance da função comercial no esporte..

      MARKETING E ORGANIZAÇÃO, POLÍTICA, GESTÃO E DIREÇÃO COMERCIAL
      Marketing. Conceito e estratégia do marketing. Organização comercial. Política comercial (marketing estratégico). Gestão e direção comercial (marketing tático e operativo).
      ANÁLISE COMERCIAL E ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS DO MERCADO
      Análise comercial. Adaptação às mudanças do mercado.
      FUNÇÃO COMERCIAL
      Política, gestão, e direção de marcas, produto e/ou serviço. Publicidade e promoção: informação e comunicação no marketing. Comercialização e distribuição do produto e/ou serviço.
      TÉCNICAS DE MARKETING, VENDA E NEGOCIAÇÃO COMERCIAL
      Técnicas de marketing. Técnicas de venda e negociação comercial. Gestão de relação com clientes (CRM).
      CCOMÉRCIO ELETRÔNICO E MARKETING
      Introdução ao comércio eletrônico (E-commerce). Marketing: organização do campo para sua aplicação na rede. Técnicas de Marketing para a rede.
      MARKETING INTERNACIONAL
      Comércio internacional, mercados exteriores e política de marketing. Mercados globais e áreas mundiais do comércio internacional. Estratégia comercial internacional. Estratégia exportadora. Plano de marketing internacional.
      PLANO DE AÇÃO COMERCIAL (STRATEGY "COMMERCE" BUSINESS PLAN)
      Processo de planejamento, execução e controle da estratégia de marketing. Projeto de estratégias de marketing. Plano comercial (plano de marketing e vendas).
    4. GESTÃO ESTRATÉGICA DOS RECURSOS HUMANOS

      Estudo do comportamento organizacional com especial atenção no comportamento e na motivação das pessoas e sua interação com o entorno.

      ESTRATÉGIA E GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS (GRH)
      Introdução. Estratégia organizacional. Características e tendências da atual GRH. Necessidades do modelo funcional da GRH.
      GRH: TECNOLOGIA PARA SEU DIAGNÓSTICO, PROJEÇÃO E CONTROLE
      Introdução. Tecnologia para o diagnóstico, projeção e controle da GRH.
      PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO RH E OTIMIZAÇÃO DE PLANILHAS
      Introdução. O processo integrador e sistêmico do planejamento do RH. Determinação e otimização de planilhas.
    5. TÉCNICAS DE DIREÇÃO DE EQUIPES ESPORTIVAS

      Abrange aspectos gerais da direção e da influência consciente e sistemática sobre o coletivo e o homem, durante uma determinada atividade.

      AS EQUIPES DE TRABALHO
      Introdução. Considerações gerais. Formação de equipes. A diversidade dos tipos de grupos. Diferença entre grupos e equipes de trabalho. Diferença entre grupos e equipes de trabalho. Os sistemas de alto rendimento e a direção participativa. Normas da equipe. As habilidades diretivas para o trabalho em equipe. A legitimização das percepções. Regras de trabalho em equipe. O consenso. Três elementos chave para o trabalho em equipe. Características das equipes eficientes. Enganos mais frequentes na direção de equipes de trabalho. Gestão de conflitos.
      PRINCIPAIS FERRAMENTAS PARA APERFEIÇOAR AS EQUIPES
      Introdução. Interação entre os interesses individuais e coletivos. A autorrealização pessoal no trabalho da equipe. A liderança e as equipes autodirigidas. Exercício prático. Os 7 hábitos da liderança. O oitavo hábito da liderança. A inteligência emocional na equipe. É você uma pessoa assertiva? Redes sociométricas. O sociograma. O teste de avaliação do grupo. Psicograma. Reuniões e sessões de trabalho em equipe. O método de interação. A delegação, a autonomia e a independência. A direção por objetivos e resultados.
      A TOMADA DE DECISÕES EM EQUIPE. TÉCNICAS PARA O TRABALHO EM EQUIPE
      Introdução. Empowerment. Considerações a respeito da tomada de decisões. Fatores dos quais depende. O processo de tomada de decisões. As técnicas de geração de ideias. Técnicas centradas em estabelecer o consenso. Técnicas centradas em organizar ideias. A criatividade. Fechaduras mentais da criatividade.
    6. TÉCNICAS DE DIREÇÃO E LIDERANÇA NO ESPORTE

      Estudo das técnicas e do processo comportamental que influencia o comportamento dos esportistas para a obtenção de resultados satisfatórios.

      INTRODUÇÃO À IMPORTÂNCIA DA LIDERANÇA E À DIREÇÃO EMPRESARIAL
      Introdução. O principal recurso humano: as pessoas. A direção e a psicologia social. O que é liderança? Definição, diferenças e funções do líder e do diretor. A cultura empresarial, valores e os processos de mudança. Importância da liderança organizacional.
      ENFOQUES TEÓRICOS NO ESTUDO DA DIREÇÃO E DA LIDERANÇA, SUA EVOLUÇÃO
      Introdução. Pré-história da liderança. A revolução industrial. A escola clássica da organização científica - líder autoritário. Escola das relações humanas - líder democrático. Modelo burocrático - líder carismático. A teoria behaviorista - teoria rasgos - líder qualidades psicológicas. O desenvolvimento organizacional- líder grupal. Direção participativa. Escola sistêmica da administração - teorias da contingência. Líder voltado à tarefa e voltado às relações. Direção estratégica - mudanças por valores - competências.
      ESTILOS DE LIDERANÇA
      Introdução. Definições. Estilo de liderança. Tipos clássicos de estilos de liderança. Outros tipos de liderança. Modelos contemporâneos de estilos de liderança. Princípios essenciais dos líderes na condução dos homens. Liderança eficaz.
      COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO LÍDER E DO DIRETOR: TÉCNICAS E FERRAMENTAS
      Introdução. As competências e as habilidades do líder e do diretor. Análise dos resultados de uma pesquisa comparativa entre diretores turísticos líderes e não líderes em relação ao nível de desempenho. Avaliação das características pessoais. Técnicas e ferramentas para o trabalho do líder.
    7. SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E ESPORTE

      Análise do modelo sociocultural vivido na atualidade, caracterizado pelo compartilhamento de informação, com eliminação de distâncias e tempo graças à comunicação social e à tecnologia.

      ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL: MUDANÇA GENERALIZADA
      Mudança para a sociedade da informação. Impulsores da mudança atual: globalização-tecnologia-informação. Impactos da mudança global.
      ADEQUAÇÃO ORGANIZACIONAL À MUDANÇA: GESTÃO DA MUDANÇA CULTURAL E TECNOLÓGICA DA SOCIEDADE
      Inovação como proposta de adequação. Culturas e organizações inovadoras. Visão da organização do ponto de vista da informação.
      REDE ATUAL À SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
      Fundamentos, indicadores e características da economia na rede atual. Para a economia do conhecimento. Impacto da gestão do conhecimento nas organizações. Globalização e sociedade da informação..
      PARA A ADMINISTRAÇÃO ABERTA
      Introdução. Conceitos básicos sobre a sociedade da informação. Situação do estado na sociedade da informação. A administração aberta: as tecnologias da informação e as comunicações nos processos administrativos. Síntese: para uma sociedade da informação sustentável.
    8. TEORIA E PRÁTICA DO TREINAMENTO

      Contribuição sobre os princípios fundamentais associados à melhoria do rendimento da qualidade física nas atividades físico-esportivas.

      BASES GERAIS DA TEORIA DO TREINAMENTO
      Conceito de treinamento esportivo. O processo de direção do treinamento.
      FATORES QUE INTERVÊM NO TRABALHO DE CONDICIONAMENTO FÍSICO
      A carga e sua aplicação no treinamento esportivo. Conteúdo da carga. O tamanho da carga. O sentido da carga. A organização da carga. Cálculo da carga do treinamento.
      PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO ESPORTIVO
      Introdução. Princípios da carga. Princípios de periodização cíclica. Princípios de especialização.
      A RESISTÊNCIA: DESENVOLVIMENTO, MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
      Formas de cansaço. Funções da resistência. Tipos de resistência. Métodos do trabalho de resistência. Descrição dos métodos. Fatores de rendimento dos diferentes tipos de resistência. Formas de treinamento dos diferentes tipos de resistência.
      A FORÇA: DESENVOLVIMENTO, MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
      Princípios básicos. Modalidades de força. Tipos de trabalho muscular. Tipos de contração muscular. Caráter da contração. Fatores de desenvolvimento de força. Métodos do treinamento de força. Características dos exercícios de força. Alternância dos tipos de contração. Formas de organização do treinamento.
      A VELOCIDADE: DESENVOLVIMENTO, MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
      Definição. Os fatores que influenciam na velocidade motriz. Manifestações da velocidade. Manifestações elementares e integrais da velocidade. Classificação dos esportes segundo as condições de manifestar a velocidade. Trabalho das diferentes formas de velocidade.
      A FLEXIBILIDADE: MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
      Definições. Classes de flexibilidade. Fatores que influenciam na flexibilidade. Desenvolvimento da flexibilidade. A flexibilidade e o rendimento esportivo. Orientações metodológicas para o desenvolvimento da flexibilidade.
      FUNDAMENTOS DA TÉCNICA E DA TÁTICA ESPORTIVAS
      A técnica esportiva. A estratégia e a tática esportivas.
      O PROCESSO DE APRENDIZAGEM E APERFEIÇOAMENTO TÉCNICO-TÁTICO DO ESPORTISTA
      Introdução. A avaliação do nível inicial. Fases do processo de Ensino- Aprendizagem. Condições coordenadas e domínio das habilidades técnico-táticas esportivas. Descrição e análise das características das diferentes fases. Metodologia aplicável ao ensino e aperfeiçoamento das habilidades técnico-táticas.
    9. CINEANTROPOMETRIA

      Estudo do corpo humano através de medidas e avaliações antropométricas com a finalidade de entender os processos envolvidos no crescimento, no exercício, na nutrição e no rendimento esportivo.

      AS ORIGENS DA CINEANTROPOMETRIA
      Objetivos da cineantropometria. Aplicações da cineantropometria.
      MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL OU MÉTODOS CINEANTROPOMÉTRICOS
      O conceito de validade e de confiabilidade. Os métodos diretos. Os métodos indiretos. Os métodos duplamente indiretos.
      ANTROPOMETRIA
      O material antropométrico. A posição anatômica. Planos e eixos. Os pontos anatômicos de referência. Outras referências anatômicas.
      PROTOCOLO DAS MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS
      Cuidados gerais. As medidas antropométricas: normas para medir o paciente. A pró-forma ou ficha antropométrica. O erro técnico de medida.
      SOMATÓTIPO
      A PROPORCIONALIDADE CORPORAL
      O sistema "phantom" de análise da proporcionalidade. O sistema "O-SCALE". Os índices corporais.

3ª ESTUDO E RESOLUÇÃO DE CASOS

Busca a aplicação e o domínio por parte do aluno de conceitos aprendidos no Mestrado. Não possui um formato predefinido, pois se espera que o aluno tenha liberdade no momento de escolher tema e conteúdo.

O objeto é demonstrar que o aluno possui a capacidade de assumir um trabalho (ou vários) de nível de Mestrado em um campo, tema, campo ou área do conhecimento. O caso pode ser a base do Projeto Final/Dissertação a ser realizado posteriormente e seu conteúdo será definido de comum acordo entre o tutor e o aluno.

4ª PROJETO FINAL OU DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

  1. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

    Estudo de técnicas e etapas da pesquisa científica, análise entre variáveis, pauta para a organização de dados e elaboração de raciocínios lógicos para comparar populações.

    O MÉTODO CIENTÍFICO
    O conhecimento científico. Características do conhecimento científico. Etapas do trabalho científico. Publicação: formas de comunicação científica.
    AS TÉCNICAS DE PESQUISA
    Tipos de pesquisa científica. Estratégias de pesquisa. Como escrever um projeto científico.
    O PROCESSO DE PESQUISA
    Processos e etapas.
    O CRITÉRIO ESTATÍSTICO PARA O PROCESSO DE PESQUISA
    Critérios estatísticos.
    RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA
  2. PROJETO FINAL OU DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

    Contribuição a algum dos campos estudados no Mestrado, respeitando os preceitos, as teorias e as disciplinas relacionadas.

    A conclusão deste Projeto permitirá a aprovação com êxito do Mestrado.


Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode estar sujeito a pequenas modificações, em função de atualizações ou de melhorias efetuadas.

Direção

Direção Acadêmica

  • Dr. Maurizio Battino. Diretor Geral da Área de Saúde e Nutrição da Fundação Universitária Iberoamericana. Pesquisador e docente da Scuola di Specializzazione in Scienza dell’Alimentazione.

Coordenação Acadêmica Geral

  • Dra.(c) Irma Domínguez Azpíroz. Coordenadora Acadêmica da Área de Saúde e Nutrição

Direção da Área de Esporte

  • Dra. Sara Márquez Rosa.Catedrática del Área de Educación Física y Deportiva de la Universidad de León. Presidenta de la Federación Española de Psicología en el Deporte (FEPD).
  • Dr. Javier González Gallego.Catedrático de Biologia da Universidad de León. Diretor do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidad de León.

Professores e Autores

  • Dr. Antonio Eduardo López Fuenzalida. Doutor em Ciências do Exercício da Universidad de Córdoba (Espanha). Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Narcis Gusi Fuentes. Catedrático. Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica e Corporal da Universidad de Extremadura.
  • Dr. Alfredo Cordova Martinez. Catedrático da Escuela Universitaria. Departamento de Fisiologia da Universidad de Valladolid.
  • Dr. Borja del Pozo Cruz. Doutor em Ciências da Atividade Física, Rendimento Esportivo e Saúde. Professor do Departamento de Educação Física e Esportes da Universidad de Sevilla.
  • Dra. Olga Molinero González. Doutora em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad de León. Graduada em Magistério com especialização em educação física pela Universidad de Valladolid. Professora da Universidad de León.
  • Dr. Enrique Garcés de los Fayos. Doutor em Psicologia. Professor do Departamento de Personalidade, Avaliação e Tratamento Psicológico da Universidad de Murcia.
  • Dr. Alfonso Salguero del Valle. Doutor em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad de León. Professor do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica, Corporal, Desenho e Educação Física da Universidad de León.
  • Dr. Gonzalo Cuadrado Sáenz. Doutor em Ciências da Atividade Física e do Esporte. Professor Titular do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica, Corporal, Desenho e Educação Física da Universidad de León. Diretor da Escuela Nacional de Entrenadores da RFEC.
  • Dr. Carlos González Haro. Doutor em Rendimento Esportivo pela Universidad de Zaragoza. Pesquisador no Departamento de Farmacologia e Fisiologia da Faculdade de Medicina de Zaragoza.
  • M. Flávio Marques. Mestre em Gestão de Serviços de Saúde. Docente da Licenciatura em Nutrição Social e Escolar do Instituto Piaget (Portugal).
  • Dr. Carlos Pablos Abella. Doutor em Psicologia. Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportes da Universidad de Valencia.
  • Dra. Susana Martínez. Doutora em Biologia. Professora da Universidad de León.
  • Dr. Guillermo Rodríguez Navarrete. Doutor em Farmácia e Nutrição. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra.(c) Amélia Stein. Doutora candidata em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad de León.
  • Dr. Aurelio Olmedilla Zafra. Doutor em Psicologia. Professor da Faculdade de Ciências do Esporte da Universidad Católica San Antonio de Murcia.
  • Dr. Francisco Ortín Montero. Doutor em Psicologia Esportiva. Professor do Departamento de Personalidade, Avaliação e Tratamento Psicológico da Universidad de Murcia.
  • Dra. Gema Torres Luque. Doutora em Ciências do Esporte. Professora Titular do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica e Corporal da Universidad de Jaén.
  • M. Carlos Dávila Romero. Mestre em Ciências do Esporte e Saúde. Professor da Faculdade de Ciências do Esporte, Universidad de Extremadura, Cáceres.
  • Dr. José A. de Paz Fernández. Dr. em Medicina. Professor Titular do Departamento de Fisiologia da Universidad de León.
  • José A. Rodríguez Marroyo. Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.
  • Dr.(c) José Alberto Frade-Martins Parraça. Doutorando associado à Universidad de Extremadura. Professor da Faculdade de Saúde e Esporte da Universidad de Evora, Portugal.
  • Dr. José Enrique Sirvent Belando. Doutor em Ciências (Nutrição e Bromatologia) pela Universidad de Alicante. Professor associado do Departamento de Química Analítica, Nutrição e Bromatologia da Universidad de Alicante.
  • Dr. José Gerardo Villa Vicente. Catedrático da Área de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.
  • Dr. Miguel Del Valle Soto. Catedrático da Universidad de Oviedo. Diretor da Escuela de Medicina Deportiva da Universidad de Oviedo. Vice-presidente da Federación Española de Medicina del Deporte.
  • Dr. Juan Carlos Morante. Doutor em Ciências da Atividad Física e do Esporte. Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.
  • Dr. Juan Carlos Redondo. Doutor em Ciências da Atividade Física e do Esporte. Professor Titular do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica, Corporal, Desenho e Educação Física da Universidad de León.
  • Dr. Nicolás Terrados Cepeda. Doutor em Medicina e Cirurgia. Professor do Departamento de Biologia Funcional da Universidad de Oviedo.
  • Dra. Nuria Garatachea Vallejo. Doutora em Ciências da Atividade Física e Esporte pela Universidad de León. Professora do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidad de León.
  • Dra. Pilar Sánchez Collado. Doutora em Farmácia. Professora do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidad de León.
  • Dra. Susana Aznar Laín. Doutora em Ciências da Atividade Física e Esporte. Professor do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica e Corporal da Universidad de Castilla La Mancha.
  • M. Jose María García Lafuente. Doutorando Associado ao Departamento de Fisiologia da Universidad de Extremadura.
  • Dr. José Mataix Verdú (EPD). Catedrático de Fisiologia da Universidad de Granada.
  • Dr. Maurizio Battino. Doutor em Ciências Biológicas pela Università delle Marche. Diretor Geral da Área de Saúde e Nutrição da Fundação Universitária Iberoamericana.
  • Dr. Francesco Visioli. Doutor em Química e Tecnologia Farmacêutica pela Universidad de Brescia. Pesquisador no Instituto Madrileño de Estudios Avanzados (IMDEA)-Alimentos.
  • Dra.(c) Irma Domínguez Azpíroz. Doutora candidata em Educação. Mestre Internacional em Nutrição. Mestre em Atividade Física: Treinamento e Gestão Esportiva. Coordenadora Acadêmica da Área de Saúde e Nutrição da FUNIBER.
  • Dra.(c) Sandra Sumalla Cano. Doutora candidata em Projetos. Mestre Internacional em Nutrição. Mestre em Atividade Física: Treinamento e Gestão Esportiva.
  • Dr. Francisco Hidalgo.Doutor em Projetos. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Héctor Antonio Solano Lamphar. Decano acadêmico da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra.(c) Anna Marín Bachs. Doutora candidata em Educação. Mestre Internacional em Nutrição.
  • Dr.(c) Jon Arambarri. Cursando doutorado em Direção de Projetos. Diretor-Gerente do E-Catalogo Outsourcing.
  • Dr. José Manuel Figueroa. Doutor em Projetos pela Universidad Politécnica de Cataluña.
  • Dr. José Nadal García. Instituto de Ensino Secundário Pedraforca, Departamento de Educação, Generalitat de Cataluña, L’Hospitalet del Llobregat, Barcelona, Espanha
  • M. Lina Pulgarín Osorio. Mestre em Gestão Integrada de Prevenção de Riscos Laborais, Meio Ambiente e Qualidade. Professora da Universidad Católica de Nicaragua.
  • M. Alberto Jorge Acosta. Diretor Geral de Quadros, Desenvolvimento e Recursos Humanos da Universidad de Matanzas de Cuba.
  • Dr. Luis Vivanco Sierralta. Centro de Investigación Biomédica de la Rioja (Espanha). Coordenador da Área de Bioética da Funiber
  • M. María Eugenia Luna Borgaro. Licenciatura em Psicologia Laboral. Mestre em Direção de Recursos Humanos e Gestão do Conhecimento. Graduação em Saúde e Segurança no Trabalho e Proteção ao Ambiente, e em Alta Direção. Coach empresarial para o programa “Empreendedores” da Universidad del Valle de Atemajac, México.
  • M. María Rafaela Rosas Morales. Mestre em Administração e Direção de Empresas Agroalimentares pela Universidad de Barcelona - I.G.I.A. Licenciada em Farmácia. Universidad de Barcelona.
  • Dra.(c) Sandra Jarrín. Doutora candidata em educação. Mestre em Estudos Biológico-Naturistas pela Universidad de León.
  • Dr. Santos Gracia Villar. Doutor em Engenharia de Projetos, UPC. Especialista em formulação de projetos e técnicas educativas com a aplicação das TICs.
  • Dra.(c) Silvia Pueyo Villa. Doutoranda em Ciências da Educação.
  • M. Susana Cardona Aquino. Mestre em Psicologia Clínica e Psicoterapia (Universidad Ramon Llull).
  • Dra.(c) Carmen Lilí Rodríguez Velasco. Doutoranda em Educação. Mestre em Psicologia Laboral e das Organizações.
  • M. Daniela Torrico. MBA Internacional. Mestre em Marketing.
  • Dr. David Barreras. Doutor Engenheiro e MBA. Consultor de negócio, tecnologia e soluções empresariais. Professor das áreas de organização de empresas e tecnologias TIC da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).
  • M. Diana Patricia Cortés. Licenciada em Psicologia. Especialista em Direito Laboral e Segurança Social. Especialista em Consultoria Empresarial. Mestre em Gestão do Conhecimento e de Recursos Humanos.
  • M. Diego Kurz. Mestre em International Business (c). Mestre em Engenharia e Gestão do Conhecimento.
  • Dra. Martha Velasco. Doutora em Projetos pela Universidad Politécnica de Catalunya. Mestre em Administração, Especialista em Gestão de Projetos.
  • M. Wánderson Oliveira. Mestrando em Ciência da Informação - Universidade Federal de Santa Catarina. Graduação em Biblioteconomia - Universidade Federal do Ceará.

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez que tenhamos recebido a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.