Treinador Esportivo

Apresentação do Programa

Uma formação ampla e específica dirigida a todos aqueles profissionais implicados em temas esportivos converteu-se em uma demanda importante. Ficando mais evidente devido ao peso relevante que possui o planejamento esportivo para profissionais e esportistas amadores.

Não existe um componente do treinamento que isoladamente seja mais importante que outros. O bom resultado surge quando diferentes conceitos multidisciplinares se unem para criar um conjunto que otimiza o rendimento.

O treinamento deverá ser considerado um processo organizado, de longa duração, cujo objetivo é o desenvolvimento das atitudes do indivíduo e sua manutenção ao longo do tempo. É mais importante treinar adequadamente do que não dedicar o máximo de tempo possível.

O programa de Treinador Esportivo pretende educar sobre valores e atitudes frente ao esporte, que maximizem o conhecimento e o desenvolvimento deste, com a finalidade de obter os melhores resultados possíveis. Desta maneira, o Programa de Treinador Esportivo proporciona os conhecimentos necessários para assimilar os aspectos mais importantes em um bom planejamento esportivo.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta somada a clareza, a amplitude e a didática do desenho dos conteúdos, permite dirigir o programa de Treinador Esportivo a todos os profissionais diplomados e/ou licenciados em educação física, professores, ciências da saúde e pessoas que possuam o 2º grau ou estejam prestes a ingressar na universidade.

O programa de Treinador Esportivo será um complemento ideal para enriquecer qualquer formação de graduação ou de pós-graduação para interessados em se especializar em temas na Área de Esporte.

Titulação

O título será expedido pela Universidade correspondente onde ocorreu a matrícula, com o patrocínio da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).

Estrutura do Programa

A duração estimada para a realização do programa de Treinador Esportivo é de 420 horas (42 créditos)1

Com relação à distribuição do tempo se estabelece que:

  • Por ser um Programa a distância e não estar sujeito a classes presenciais, não se estabelece uma data concreta de início, pois o aluno pode formalizar a matrícula em qualquer momento, sempre que haja vagas disponíveis
  • Por motivos acadêmicos e de aprendizagem exige-se uma duração mínima no Programa de seis meses, contabilizados a partir da data de entrega dos dois primeiros volumes até a data de recepção do último exercício de avaliação;
  • O tempo máximo disponível para a realização do Programa é de 12 meses. Neste período de tempo, o aluno deve entregar todas as avaliações correspondentes às disciplinas.

A estrutura de créditos do programa de Treinador Esportivo é demonstrada na seguinte tabela:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
Disciplinas 32 9 320
Trabalho Final de Curso 10 3 100
TOTAL 42 12 420

a. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula
b. Duração em meses

Objetivos

Objetivo geral:

  • Proporcionar conhecimentos sobre a estrutura e a função do organismo humano, assim como sobre nutrição esportiva.

Objetivos particulares:

  • Proporcionar uma visão global dos diferentes aspectos relacionados com o esporte.
  • Proporcionar a aplicação ao esportista do condicionamento físico necessário segundo o tipo de exercício físico a ser realizado, sua duração e sua freqüência, assim como ser capaz de diferenciar o treinamento tático e técnico.
  • Estudar os princípios do projeto e do planejamento de programas de treinamento.
  • Conhecer as aplicações da psicologia esportiva no treinamento e na competição.
  • Ser capaz de dominar a multidisciplinariedade referente ao esporte.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do programa de Treinador Esportivo são as seguintes:

  • Profissionais que desejem se especializar em temas de Nutrição Esportiva.
  • Profissionais que trabalhem em Ginásios, Associações, Federações, etc e desejem adquirir conhecimentos sobre nutrição.
  • Monitores de lazer e recreação.
  • Treinadores de Entidades esportivas.

Plano de estudos

O objetivo desta fase é fazer com que os alunos adquiram uma idéia global da estrutura e função do organismo humano, assim como da nutrição esportiva.
Desta forma, segundo suas necessidades profissionais e sua formação universitária prévia, o aluno conseguirá o objetivo principal do Programa: uma formação completa, detalhada e atual da nutrição esportiva, podendo utilizar-se dos conhecimentos adquiridos para a formulação do Trabalho Final de Curso.
As disciplinas e horas correspondentes que compõem a 1ª Parte: Disciplinas são apresentadas na seguinte tabela:
  • 1ª PARTE: DISCIPLINAS (320 HORAS)
  • 2ª PARTE: TRABALHO FINAL DE CURSO

A última Fase do programa é destinada à realização do Trabalho Final de Curso, que pode ser iniciado antes do término da 1ª Parte: Disciplinas, já que nesse momento o aluno contará com os elementos necessários para o desenvolvimento do trabalho.

O objetivo é apresentar um documento completo que mostre o desenvolvimento total do trabalho proposto, contemplando a possibilidade de sua execução concreta, de acordo com os delineamentos e detalhes do Trabalho Final de Curso apresentado. O trabalho deve ser um compêndio de algumas das áreas estudadas ou ter relação com elas, tanto teórica como prática; respeitando as doutrinas, teorias e disciplinas relacionadas.

  2ª Parte: Trabalho Final de Curso HORAS
1 Trabalho Final de Curso 100

Descrições dos Cursos

1ª PARTE: DISCIPLINAS

  1. ESTRUTURA E FUNÇÃO DO CORPO HUMANO

    Estudar os aspectos básicos da anatomia e a fisiologia humana.

    ORGANIZAÇÃO CORPORAL
    Níveis de organização estrutural e funcional. Composição química do corpo. A célula. Terminologia e organização corporal.
    OSSOS E ARTICULAÇÕES
    Funções do sistema esquelético. Tipos de ossos. Estrutura do osso. Osso compacto e osso esponjoso. Esqueleto axial. Esqueleto apendicular. Articulações
    CONTROLE MUSCULAR DO MOVIMENTO
    Introdução. Músculo liso e músculo estriado. Grupos musculares esqueléticos. Estrutura microscópica. Tipos de fibras musculares. Utilização dos músculos. Efeitos do treinamento. Treinamento da força muscular. Fatiga muscular. Lesões do aparelho locomotor.
    METABOLISMO ENERGÉTICO E CONSUMO DE OXIGÊNIO
    Metabolismo energético do músculo. Utilização de substratos durante o exercício. Metabolismo aeróbico e anaeróbico na fibra muscular. Consumo de oxigênio. Cociente respiratório. Conceito de limiar anaeróbico.
    ADAPTAÇÕES CARDIOVASCULARES DURANTE O EXERCÍCIO
    Estrutura e função do sistema cardiovascular. Gasto cardíaco durante o exercício. Distribuição do gasto cardíaco durante o exercício. Exercício e pressão arterial. Efeitos do treinamento sobre a resposta cardiovascular ao exercício. Regulação e integração cardiovascular. Respostas hematológicas ao exercício.
    ADAPTAÇÕES RESPIRATÓRIAS DURANTE O EXERCÍCIO
    Anatomia da ventilação. Volume e capacidade pulmonar. Ventilação pulmonar. Ventilação no exercício físico. Intercambio de gases. Controle da ventilação. Adaptações respiratórias com o treinamento.
    CONTROLE NERVOSO DO MOVIMENTO
    Divisões e funções do sistema nervoso. Células do sistema nervoso e nervos. Sistema nervoso central. Sistema nervoso periférico. Sistema nervoso autônomo. Controle do movimento. Atividade reflexa. Controle por centros superiores.
    REGULAÇÃO ENDÓCRINA DO EXERCÍCIO
    Natureza dos hormônios. Resposta hormonal ao exercício e ao treinamento. Regulação endócrina do metabolismo energético. Hormônios para o equilíbrio hidroelétrico.
    CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO
    Visão geral do crescimento e desenvolvimento. Regulação do crescimento. Puberdade. Mudanças ósseas. Mudanças na composição corporal. Mudanças respiratórias e cardiovasculares. Modificações da capacidade aeróbica, da capacidade anaeróbica e da força.
    ENVELHECIMENTO
    Introdução. Teorias do envelhecimento. Mudanças fisiológicas associadas com o envelhecimento. Sistema cardiovascular. Sistema respiratório. Músculos.
  2. OS NUTRIENTES NA DIETA DO ESPORTISTA

    Estudo da bioquímica básica dos glicídios, proteínas, lípidios, vitaminas e minerais dando ênfase no balanço hídrico.

    CARBOIDRATOS
    Reservas corporais de hidratos de carbono. Hidratos de carbono na dieta do esportista. Sobrecarga de glicogênio. Ingestão de carboidratos em momentos prévios, durante e posterior ao exercício. A fibra.
    LIPÍDIOS
    Reservas corporais de lipídios. Os lipídios na dieta do esportista. Dietas ricas em gordura. Substâncias ergogênicas relacionadas com o metabolismo lipídico.
    PROTEÍNAS
    Reservas corporais de proteínas. Balanço proteico durante o exercício. A creatina. Suplementos proteicos ergogênicos.
    VITAMINAS
    Funções principais e importância no exercício físico. Vitamina B1 ou tiamina. Vitamina B2 ou riboflavina. Vitamina B6 ou piridoxina. Vitamina B12 ou cianocobalamina. Vitamina B3 ou niacina. Vitamina B5 ou ácido pantotênico. Os folatos. Biotina. Vitamina C. Vitamina E.
    MINERAIS E ELEMENTOS TRAÇO
    Os minerais. Os elementos traço. Apêndice: Ingestão diária recomendada de minerais e elementos traço.
    ÁGUA
    Distribuição hídrica no corpo humano. Propriedades biológicas da água. Quantidades necessárias de água. O suor. A desidratação.
  3. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL

    Estudo dos conceitos necessários para realizar averiguações epidemiológicas, conceitos da Saúde Pública e avaliação dos parâmetros hematológicos depois da realização do exercício físico.

    AVERIGUAÇÕES ALIMENTARES E DEFINIÇÃO DA INGESTÃO DE NUTRIENTES
    Introdução. História clínica. Avaliação do consumo alimentar individual. Definição da ingestão de nutrientes.
    PARÂMETROS BIOQUÍMICOS E AVALIAÇÃO CLÍNICA
    Introdução. Exercício físico e parâmetros hematológicos. Parâmetros bioquímicos e exercício físico. Parâmetros urinários. Efeitos fisiológicos da desidratação. Valores normais analíticos e urinários no adulto.
    ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
    Cineantropometria. Tipos de constituição física. Medidas antropométricas. Aplicações da cineantropometria.
    CALORIMETRIA
    Introdução. Metabolismo. Determinação do metabolismo. Consumo de oxigênio (VO2). Vias energéticas e atividade física. Limiar aeróbico e anaeróbico. Determinação dos limiares
    CONTROLE DO PESO CORPORAL
    Constituição, tamanho e composição corporal. Peso corporal e rendimento esportivo. Composição corporal e sua avaliação. Peso corporal ótimo. Logro de um peso ótimo.
  4. CINEANTROPOMETRIA

    Estudo dos diferentes grupos de alimentos do ponto de vista bromatológico e de aplicação tecnológica.

    AS ORIGENS DA CINEANTROPOMETRIA
    Objetivos da cineantropometria. Aplicações da cineantropometria.
    MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL OU MÉTODOS CINEANTROPOMÉTRICOS
    O conceito de validez e fiabilidade. Os métodos diretos. Os métodos indiretos. Os métodos duplamente indiretos.
    A ANTROPOMETRIA
    O material antropométrico. A posição anatômica. Planos e eixos. Os pontos anatômicos de referência. Outras referências anatômicas.
    PROTOCOLO DAS MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS
    Cuidados gerais. As medidas antropométricas: normas para marcar o indivíduo. A pró-forma ou ficha antropométrica. O erro técnico de medida.
    O SOMATÓTIPO
    Escolas biotipológicas. Metodologia para determinar o somatótipo. Componentes do somatótipo. Metodologia para a determinação do somatótipo. A somatocarta. Classificação do somatótipo. Classificação do somatótipo. A análise do somatótipo. Aplicações do somatótipo.
    A PROPORCIONALIDADE CORPORAL
    O sistema "phantom" de análise da proporcionalidade. O sistema "O-SCALE". Os índices corporais.
  5. AJUDAS ERGOGÊNICAS

    Estudo da influência da fadiga no esportista e como melhorar.

    CONCEITO DE AJUDA ERGOGÊNICA E FADIGA NO ESPORTE
    Conceito de ajuda ergogênica. Conceito de fadiga.
    VITAMINAS E ESPORTE
    Vitamina E. Vitamina C. Vitaminas do grupo B.
    AMINOÁCIDOS
    Introdução. O esporte e os aminoácidos. Efeitos dos aminoácidos ramificados sobre o rendimento esportivo. O triptofano. Glutamina. Arginina ou glicina. Inosina. Piruvato. Colina.
    ELEMENTOS MINERAIS
    Zinco. Magnésio. Selênio.
    ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
    Introdução. Séries de ácidos graxos essenciais. Papel fisiológico dos ácidos graxos poliinsaturados (PUFAs) essenciais. O papel das prostaglandinas (PG) e leucotrienos (LT). EPA e esporte. Consumo e recomendações. Sucessos adversos e toxicologia. Interações com outros nutrientes.
    CITRATO SÓDICO
    Introdução. Citrato sódico e o exercício. Percepção subjetiva do esforço. Doses. Contra-indicações.
    CAFEÍNA
    Introdução. Absorção, metabolismo e excreção da cafeína. Mecanismos de ação. Uso da cafeína na prática esportiva. Efeitos negativos derivados do consumo de cafeína. Doses.
    COENZIMA Q10
    Introdução. A coenzima Q como antioxidante e pró-oxidante. Coenzima Q10. Efeitos sobre o rendimento esportivo. Absorção e doses.
    CREATINA
    Função metabólica da creatina. Administração de creatina via oral e o "pool" de creatina no músculo. Influência da administração de creatina sobre a massa corporal. Administração de creatina oral e a prática de exercícios tipo sprint.
    GINSENG Y ELEUTEROCOCO
    Introdução. Composição química. Variedades de ginseng. Efeitos do ginseng no homem. Efeitos adversos.
    L-CARNITINA
    Definição. Atuação. Carnitina e esporte. Fontes.
    OUTRAS SUBSTÂNCIAS QUE SE EMPREGAM COMO AJUDAS ERGOGÊNICAS NO ESPORTE
    Echinacea purpurea. Fármacos. Gamma-Orizanol. Guaraná. Octacosanol. Sulfato de vanadil. Tribulus terristris. Bebidas energéticas.
    O DOPING NO ESPORTE
    Introdução. Definição de dopagem. Aspectos históricos. Como se faz uma análise antidoping? Efeitos nocivos na saúde. Lista de substâncias e grupos farmacológicos proibidos.
  6. PSICOLOGIA DO ESPORTE

    Estudar os fatores psicológicos presentes na participação e o rendimento esportivo, o exercício e outros tipos de atividade física.

    INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA DO ESPORTE APLICADA AO TREINAMENTO ESPORTIVO
    Introdução. Marco conceitual do rendimento esportivo. Marco histórico da psicologia do esporte. Papel dos profissionais implicados nas interações esportivas.
    VIAS DE AVALIAÇÃO EM PSICOLOGIA DO ESPORTE
    Introdução. O processo de avaliação. Métodos de avaliação psicológica. Outras estratégias de avaliação em psicologia do esporte.
    PERSONALIDADE E ESPORTE
    Introdução. A personalidade e sua estrutura. Personalidade e esporte. Avaliação da personalidade do esportista.
    MOTIVAÇÃO E ABANDONO ESPORTIVO
    Generalidades sobre a motivação esportiva. Teorias e modelos no estudo da motivação. Avaliação da motivação. Estratégias para motivar os esportistas. O abandono esportivo.
    ATIVAÇÃO, ANSIEDADE, ESTRESSE E RENDIMENTO ESPORTIVO
    Introdução. Ativação. A ansiedade. O estresse. A ansiedade competitiva. Relações entre a ansiedade e o rendimento esportivo.
    INTRODUÇÃO. TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO PARA O CONTROLE DA ANSIEDADE. A PRÁTICA IMAGINADA. TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO PARA A MELHORA DA ATENÇÃO E DA CONCENTRAÇÃO. ESTABELECIMENTO DE OBJETIVOS. TÉCNICAS DE RELAXAMENTO.
  7. TRANSTORNOS ALIMENTARES NO ESPORTE

    Estudar quais são, como são diagnosticados, o tratamento dietético que deve ser aplicado, complicações secundárias, tratamento psicoterapêutico e psicofarmacológico. Conhecer qual será a evolução, o prognóstico e a prevenção.

    TRANSTORNOS ALIMENTARES NO ESPORTE
    Os transtornos do comportamento alimentar na atualidade.
    ETIOPATOGENIA
    Anorexia nervosa. Bulimia nervosa. Fatores predisponentes. Fatores precipitantes. Fatores perpetuantes.
    CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO DE ANOREXIA E BULIMIA NERVOSA
    Critérios específicos de anorexia nervosa. Critérios específicos da bulimia nervosa.
    CONSEQÜÊNCIAS DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES
    Sintomas causados por um balanço nutricional negativo.
    CLÍNICA
    Anorexia nervosa. Bulimia nervosa. Alterações de conduta. Condutas de purga. Alterações emocionais. Alterações somáticas. Efeitos físicos secundários dos vômitos auto-induzidos.
    PREVENÇÃO
    A prevenção primária. A prevenção secundária. A prevenção terciária.
    TRATAMENTO NOS TRANSTORNOS DO COMPORTAMENTO ALIMENTAR
    Objetivos do tratamento. Tratamento psicológico nos transtornos alimentares. Tratamento nutricional e dietético na anorexia e a bulimia nervosa. Motivação. Educação.
    PRONÓSTICO
    Anorexia nervosa. Bulimia nervosa.
  8. TEORIA E PRÁTICA DO TREINAMENTO

    Aspectos básicos do treinamento e seus processos de adaptação frente ao exercício físico de resistência e de velocidade. Aprendizagem e aperfeiçoamento técnico-tático do esportista.

    BASES GERAIS DA TEORIA DO TREINAMENTO
    Conceito de treinamento esportivo. O processo de direção do treinamento.
    FATORES QUE INTERVÊM NO TRABALHO DE CONDICIONAMENTO FÍSICO
    A carga e sua aplicação no treinamento esportivo. Conteúdo da carga. A magnitude da carga. A orientação da carga. A organização da carga. Cálculo da carga do treinamento.
    PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO ESPORTIVO
    Introdução. Princípios da carga. Princípios de periodização cíclica. Princípios de especialização.
    A RESISTÊNCIA: DESENVOLVIMENTO. MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
    Formas de cansaço. Funções da resistência. Tipos de resistência. Métodos de trabalho de resistência. Descrição dos métodos. Fatores de rendimento dos distintos tipos de resistência. Formas de treinamento dos distintos tipos de resistência.
    A FORÇA: DESENVOLVIMENTO. MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
    Princípios básicos. Modalidades de força. Tipos de trabalho muscular. Tipos de contração muscular. Caráter da contração. Fatores de desenvolvimento da força. Métodos do treinamento da força. Características dos exercícios de força. Alternância dos tipos de contração. Formas de organização do treinamento.
    A VELOCIDADE. DESENVOLVIMENTO. MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
    Definição. Os fatores que influem na velocidade motriz. Manifestações da velocidade. Manifestações elementais e integrais da velocidade. Classificação dos esportes segundo as condições em que se expresse a velocidade. Trabalho das habilidades formadoras da velocidade.
    A FLEXIBILIDADE. MEIOS E METODOLOGIAS DE APLICAÇÃO
    Definições. Classes de flexibilidade. Fatores que influem na flexibilidade. Desenvolvimento da flexibilidade. A flexibilidade e o rendimento esportivo. Orientações metodológicas para o desenvolvimento da flexibilidade.
    FUNDAMENTOS DA TÉCNICA E A TÁTICA ESPORTIVA
    A técnica esportiva. A estratégia e a tática esportiva.
    O PROCESSO DE APRENDIZAGEM E APERFEIÇOAMENTO TÉCNICO-TÁTICO DO ESPORTISTA
    Introdução. A avaliação do nível inicial. Fases do processo de Ensino- Aprendizagem. Condições coordenativas e estados de domínio das habilidades técnico-táticas esportivas. Descrição e análise das características das distintas fases. Metodologia aplicável ao ensino e aperfeiçoamento das habilidades técnico-táticas.
    O TREINAMENTO TÉCNICO-TÁTICO DO ESPORTISTA
    Introdução. A motivação do processo de treinamento técnico-tático. Desenvolvimento da imagem do movimento. Aplicações de reforços. O processo de correção de erros técnico-táticos. Relação entre técnica, tática e capacidades condicionantes. As habilidades técnico-táticas como meio de treinamento. O treinamento integrado.
  9. PLANEJAMENTO ESPORTIVA

    Aprender a desenvolver planos de treinamento, sua execução e avaliação dos resultados obtidos.

    PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO ESPORTIVO
    Estruturas básicas do planejamento do treinamento. As sessões como estruturas mais simples. Os microciclos: tipos e características. Os mesociclos: tipos e características. Os macrociclos: tipos e características.
    TEORIAS SOBRE O PLANEJAMENTO DO TREINAMENTO
    Os sistemas de treinamento no período anterior ao século XX. Breve descrição.
    A COMPETIÇÃO
    A competição e suas classes. O planejamento em função das classes de competição. A preparação das competições. A preparação psicológica em função das competições.
    O CONTROLE DO TREINAMENTO
    Avaliação do treinamento esportivo. Fundamentos da medida e da avaliação.
    AVALIAÇÃO DA CONDIÇÃO FÍSICA
    Como avaliar? Avaliação da potência e capacidade aeróbica. Avaliação da potência e capacidade anaeróbica.
    AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE TÉCNICO-TÁTICA DO ESPORTISTA
    Introdução. Métodos de avaliação e controle do nível de preparação técnico-tática. Objetivos da avaliação da capacidade técnico-tática do esportista. Tipos de avaliação da capacidade técnico-tática do esportista. Volume e variedade. Eficácia. Grau de assimilação.
    MODALIDADES ESPECIAIS DE TREINAMENTO
    O treinamento em altura. Os treinamentos dentro da evolução física da criança. O condicionamento físico nos adultos.

2ª PARTE: TRABALHO FINAL DE CURSO OU PROJETO

A última fase do programa é destinada à realização do Trabalho Final de Curso, que pode ser iniciado anteriormente, a partir do término da 1ª Parte: Disciplinas, já que nesse momento o aluno conta com os elementos necessários desenvolvidos para dar começo ao seu trabalho.


1. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula

Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode ser submetido a ligeiras modificações, em função das atualizações ou das melhoras efetuadas.

Direção

Direção Geral Acadêmica

  • Dr. Maurizio Battino. Diretor da Área de Saúde e Nutrição da Fundação Universitária Iberoamericana. Ricercatore di Biochimica e docente della Scuola di Specializzazione in Scienza dell'Alimentazione.
  • Dr. Javier González Gallego. Diretor Acadêmico da Área de Esporte.

Coordenação Geral Acadêmica

  • Sra. Irma Domínguez Azpíroz.Coordenadora Internacional.

Professores e Autores

  • Dr. Javier González Gallego: Catedrático de Fisiología da Universidad de León.
  • Dra. Pilar Sánchez Collado: Professora Titular de Fisiología da Universidad de León.
  • Dr. Juan Carlos Morante Rábago: Profesor Titular do Departamento de Didática da Expresão Musical, Plástica, Corporal, Dibujo e Educação Física da Universidad de León.
  • Dr. Gonzalo Cuadrado Sáenz: Professor Titular do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica, Corporal, Desenho e Educação Física da Universidad de León.
  • Dr. Juan Carlos Redondo Castán: Professor Titular do Departamento de Didáctica da Expressão Musical, Plástica, Corporal, Desenho e Educação Física da Universidad de León.
  • Dr. Carlos Pablos Abella: Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportes da Universidad de Valencia.
  • Dra. Sara Márquez Rosa: Professora Titular do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica, Corporal, Desenho e Educação Física da Universidad de León.
  • Dr. Alfonso Salguero del Valle: Professor Associado do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica, Corporal, Desenho e Educação Física da Universidad de León.
  • Dr. (c) Iván Iglesias Cid: Professor da Facultade de Nutrição Humana e Dietética da Universidad Ramon Llull (Barcelona).
  • Dr. Carlos González Haro: Licenciado em Educação Física (INEFC - Barcelona). Mestre em Alto Rendimento Esportivo (Centro Olímpico de Estudos Superiores - Universidad Autónoma de Madrid y Comité Olímpico Español).
  • Dr. Juan Llopis González: Professor Titular de Fisiología. Professor da Escola de Nutrição da Universidad de Granada.
  • Dra. Margarita Sánchez Campos: Catedrático de Fisiología. Instituto de Nutrição e Tecnología de los Alimentos. Universidad de Granada.
  • Dra. Magdalena López Frías: Profesora Titular de Fisiología. Instituto de Nutrição e Tecnología de los Alimentos. Universidad de Granada.
  • Dra. Pilar Sánchez Collado: Profesora Titular de Fisiología da Universidad de León.
  • Sra. Irma Domínguez Azpíroz: Diplomada em Nutrição Humana e Dietética. Universidad de Navarra.
  • Sr. Eduard Reinoso Zamora: Licenciado em Ciência e Tecnología de los Alimentos. Universidad de Barcelona. Diplomado en Nutrição Humana e Dietética. Universidad de Barcelona.
  • Sra. Sara Rico Dueso: Licenciada em Bioquímica e em Biologia (Universidad de Barcelona).
  • Sra. Marta Pons Lagunas: Diplomada em Nutrição Humana y Dietética (Universidad de Barcelona).
  • Sra. Esther Huertas Hidalgo: Licenciada en Ciência e Tecnologia dos Alimentos (Universidad de Barcelona). Ingenheiro Técnico Agrícola em Indústrias Agrárias e Alimentícias (Universidad Politécnica de Cataluña). Master Experimental em Ciências Farmacêuticas (Universidad de Barcelona).
  • Sra. Susana Cardona Aquino: Licenciada em Psicologia (Universidad Ramon Llull). Master em Psicologia Clínica e Psicoterapia (Universidad Ramon Llull).
  • Sra. María Rafaela Rosas Morales: Licenciada em Ciência e Tecnologia dos Alimentos e em Farmácia (Universidad de Barcelona). Mestre em Administração e Direção de Empresas Agro-alimentícias (Universidad de Barcelona - I.G.I.A)

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez que tenhamos recebido a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.