Treinador Esportivo

Apresentação do Programa

O treinamento é visto como um processo organizado e de longo prazo, que visa desenvolver as habilidades do indivíduo e mantê-las ao longo do tempo. É mais importante treinar adequadamente do que não dedicar-lhe o máximo de tempo possível.

Portanto, o treinamento é um processo complexo em que não há um único componente que seja mais importante do que os outros. Daí a importância de estruturar e adquirir um conhecimento profundo, da infância à adultidade, em qualquer modalidade desportiva. O resultado ideal surge quando diferentes conceitos multidisciplinares se unem para criar um conjunto que otimiza o desempenho.

Este programa de estudos oferece uma formação ampla e específica desde a iniciação, a base, até adultos profissionais e amadores, respondendo à necessidade dos profissionais envolvidos no treinamento esportivo, o que se tornou uma demanda importante. Especialmente quando o planeamento desportivo tem um peso relevante para todos os tipos de atletas.

O objetivo fundamental da Especialização em Treinador Esportivo é ser um programa de referência acadêmica, que, através de uma sequência lógica, progressiva e racional de conteúdos focados no desenvolvimento do conhecimento, pesquisa e aplicação prática, gere competências e, habilidades que facilitem a solução dos problemas do dia-a-dia, visando atender as necessidades envolvidas nos diferentes processos de treinamento esportivo, dependendo do contexto ao qual pertencem.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta, acrescentada à clareza, abrangência e didática do projeto dos conteúdos, permite que o programa de Treinador Esportivo seja dirigido a:

  • Profissionais do esporte interessados em uma formação complementar e específica em treino esportivo.
  • Profissionais ligados à iniciação e treinamento esportivo que desejam uma especialização prática em treinamento esportivo, avaliação do atleta e otimização de seu desempenho.
  • Outros profissionais que queiram complementar a sua formação em treinamento esportivo a fim de expandir as suas oportunidades de carreira.

Titulação

A conclusão bem-sucedida do programa levará à titulação de Treinador Esportivo.

Ao finalizar o programa com êxito, o aluno receberá um diploma expedido pela universidade onde se matriculou.

Estrutura do Programa

A duração estimada do programa para Treinador Esportivo é 1 ano.

Sobre a distribuição do tempo, fica estabelecido que:

  • Por ser um programa a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não se estabelece uma data específica de início, desta maneira, o aluno pode formalizar a matrícula em qualquer momento, sempre que houver vagas disponíveis.
  • O tempo máximo para concluir o programa é de 12 meses. Neste período de tempo, o aluno deve entregar todas as avaliações correspondentes ao programa e o Trabalho de Conclusão de Curso.

A Especialização em Treinador Esportivo é composta por 4 módulos:

  • O módulo 1: Motricidade Humana, aprofunda-se em nível teórico e prático na avaliação funcional do atleta, também são estudados os fundamentos básicos das capacidades motoras humanas.
  • O módulo 2: Processo do Treinamento Esportivo contextualiza o treinamento esportivo sob um quadro teórico e prático do treinamento.
  • O módulo 3: Elementos Transversais do Treinamento relaciona-se com outras áreas que contribuem para um melhor desempenho profissional, através de um trabalho multidisciplinar.
  • Finalmente, no módulo módulo 4 é dedicado à elaboração do PROJETO FINAL.

A distribuição dos módulos é descrito na tabela abaixo:

MÓDULOS CRÉDITOS UNIDADE DE TEMPO
Módulo 1: Motricidade Humana 20  
Módulo 2: Processo do Treinamento Esportivo 10  
Módulo 3: Elementos Transversais do Treinamento 10  
Módulo 4: Projeto Final 10  
TOTAL 50 12 MESES

Objetivos

Objetivo geral

  • Formar especialistas com perfil especializado nas principais áreas de conhecimento da formação desportiva, que contribuam para a melhoria do desempenho profissional através da aquisição de novos conhecimentos teóricos e das suas ferramentas a nível prático, o que ajudará a atenção individualizada aos atletas, tanto em contextos individuais como colectivos.

Objetivos particulares

  • Ter uma visão global dos diferentes aspectos relacionados com o esporte.
  • Ser capaz de dominar a natureza multidisciplinar do esporte.
  • Reforçar as bases teórico-metodológicas da formação desportiva desde a iniciação até ao desempenho esportivo, com ênfase em atividades que incentivem o pensamento lógico e o raciocínio científico.
  • Desenvolver competências, aptidões, atitudes e habilidades para a implementação de uma gestão eficaz do conhecimento nos campos do treinamento esportivo.
  • Valorizar a importância e introduzir o processo educativo no trabalho profissional, tanto em ações relacionadas com o ambiente esportivo individual quanto coletivo.
  • Administrar o processo do treinamento do atleta através de equipes multidisciplinares em diversos cenários, considerando os atuais avanços científicos e tecnológicos na área.
  • Desenvolver habilidades, aptidões, atitudes e habilidades de liderança e gestão do comportamento do atleta em diversas situações.
  • Estabelecer uma comunicação e liderança eficaz com o meio desportivo, desde os atletas até os demais dos membros do pentágono desportivo.
  • Contribuir para o desenvolvimento prático do treinamento desportivo de forma a responder às necessidades reais e potenciais do atleta aplicado ao contexto real.
  • Promover o desenvolvimento de pesquisas orientadas ao exercício profissional.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do programa de Treinador Esportivo são as seguintes:

  • Profissionais do esporte que desejam se especializar em treinamento esportivo.
  • Profissionais que trabalham em Academias, Associações, Federações, etc. e desejam adquirir diretrizes de conhecimento para programar e planejar treinamentos.
  • Treinadores pessoais.
  • Treinadores de Entidades Esportivas de qualquer modalidade.
  • Outros profissionais da área da saúde que queiram complementar a sua formação na área do esporte.

Plano de estudos

Duração do Plano de Estudos

O programa de Especialização de Treinador Esportivo, com uma carga pedagógica de 50 créditos, terá a duração de um ano dividido em dois semestres.

O calendário de atividades acadêmicas é apresentado na tabela seguinte:

  • MÓDULO 1: MOTRICIDADE HUMANA
MÓDULO 1: MOTRICIDADE HUMANA
# DISCIPLINAS CRÉDITOS
1 Avaliação funcional do atleta 5
2 Fundamentos da motricidade 5
3 Treinamento tático e técnico do esportista 5
4 Projeto de tarefas e manejo de variáveis para esportes coletivos 5
  TOTAL 20
  • MÓDULO 2: PROCESSO DO TREINAMENTO ESPORTIVO
MÓDULO 2: PROCESSO DO TREINAMENTO ESPORTIVO
# DISCIPLINAS CRÉDITOS
1 Teoria e prática do treinamento 5
2 Planejamento esportivo 5
  TOTAL 10
  • MÓDULO 3: ELEMENTOS TRANSVERSAIS DO TREINAMENTO
MÓDULO 3: ELEMENTOS TRANSVERSAIS DO TREINAMENTO
# DISCIPLINAS CRÉDITOS
1 Psicologia do Esporte 5
2 Novas tecnologias aplicadas na atividade e no esporte 5
  TOTAL 10
  • MÓDULO 4: PROJETO FINAL
MÓDULO 4: PROJETO FINAL
# DISCIPLINAS CRÉDITOS
1 Projeto Final 10
  TOTAL 10

Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode ser submetido a modificações em função de atualizações ou melhorias efetuadas.

Descrições dos Cursos

1ª PARTE: DISCIPLINAS

  1. ESTRUTURA E FUNÇÃO DO CORPO HUMANO

    Estudar os aspectos básicos da anatomia e a fisiologia humana.

    ORGANIZAÇÃO CORPORAL
    Níveis de organização estrutural e funcional. Composição química do corpo. A célula. Terminologia e organização corporal.
    OSSOS E ARTICULAÇÕES
    Funções do sistema esquelético. Tipos de ossos. Estrutura do osso. Osso compacto e osso esponjoso. Esqueleto axial. Esqueleto apendicular. Articulações
    CONTROLE MUSCULAR DO MOVIMENTO
    Introdução. Músculo liso e músculo estriado. Grupos musculares esqueléticos. Estrutura microscópica. Tipos de fibras musculares. Utilização dos músculos. Efeitos do treinamento. Treinamento da força muscular. Fatiga muscular. Lesões do aparelho locomotor.
    METABOLISMO ENERGÉTICO E CONSUMO DE OXIGÊNIO
    Metabolismo energético do músculo. Utilização de substratos durante o exercício. Metabolismo aeróbico e anaeróbico na fibra muscular. Consumo de oxigênio. Cociente respiratório. Conceito de limiar anaeróbico.
    ADAPTAÇÕES CARDIOVASCULARES DURANTE O EXERCÍCIO
    Estrutura e função do sistema cardiovascular. Gasto cardíaco durante o exercício. Distribuição do gasto cardíaco durante o exercício. Exercício e pressão arterial. Efeitos do treinamento sobre a resposta cardiovascular ao exercício. Regulação e integração cardiovascular. Respostas hematológicas ao exercício.
    ADAPTAÇÕES RESPIRATÓRIAS DURANTE O EXERCÍCIO
    Anatomia da ventilação. Volume e capacidade pulmonar. Ventilação pulmonar. Ventilação no exercício físico. Intercambio de gases. Controle da ventilação. Adaptações respiratórias com o treinamento.
    CONTROLE NERVOSO DO MOVIMENTO
    Divisões e funções do sistema nervoso. Células do sistema nervoso e nervos. Sistema nervoso central. Sistema nervoso periférico. Sistema nervoso autônomo. Controle do movimento. Atividade reflexa. Controle por centros superiores.
    REGULAÇÃO ENDÓCRINA DO EXERCÍCIO
    Natureza dos hormônios. Resposta hormonal ao exercício e ao treinamento. Regulação endócrina do metabolismo energético. Hormônios para o equilíbrio hidroelétrico.
    CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO
    Visão geral do crescimento e desenvolvimento. Regulação do crescimento. Puberdade. Mudanças ósseas. Mudanças na composição corporal. Mudanças respiratórias e cardiovasculares. Modificações da capacidade aeróbica, da capacidade anaeróbica e da força.
    ENVELHECIMENTO
    Introdução. Teorias do envelhecimento. Mudanças fisiológicas associadas com o envelhecimento. Sistema cardiovascular. Sistema respiratório. Músculos.
  2. OS NUTRIENTES NA DIETA DO ESPORTISTA

    Estudo da bioquímica básica dos glicídios, proteínas, lípidios, vitaminas e minerais dando ênfase no balanço hídrico.

    CARBOIDRATOS
    Reservas corporais de hidratos de carbono. Hidratos de carbono na dieta do esportista. Sobrecarga de glicogênio. Ingestão de carboidratos em momentos prévios, durante e posterior ao exercício. A fibra.
    LIPÍDIOS
    Reservas corporais de lipídios. Os lipídios na dieta do esportista. Dietas ricas em gordura. Substâncias ergogênicas relacionadas com o metabolismo lipídico.
    PROTEÍNAS
    Reservas corporais de proteínas. Balanço proteico durante o exercício. A creatina. Suplementos proteicos ergogênicos.
    VITAMINAS
    Funções principais e importância no exercício físico. Vitamina B1 ou tiamina. Vitamina B2 ou riboflavina. Vitamina B6 ou piridoxina. Vitamina B12 ou cianocobalamina. Vitamina B3 ou niacina. Vitamina B5 ou ácido pantotênico. Os folatos. Biotina. Vitamina C. Vitamina E.
    MINERAIS E ELEMENTOS TRAÇO
    Os minerais. Os elementos traço. Apêndice: Ingestão diária recomendada de minerais e elementos traço.
    ÁGUA
    Distribuição hídrica no corpo humano. Propriedades biológicas da água. Quantidades necessárias de água. O suor. A desidratação.
  3. AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL

    Estudo dos conceitos necessários para realizar averiguações epidemiológicas, conceitos da Saúde Pública e avaliação dos parâmetros hematológicos depois da realização do exercício físico.

    AVERIGUAÇÕES ALIMENTARES E DEFINIÇÃO DA INGESTÃO DE NUTRIENTES
    Introdução. História clínica. Avaliação do consumo alimentar individual. Definição da ingestão de nutrientes.
    PARÂMETROS BIOQUÍMICOS E AVALIAÇÃO CLÍNICA
    Introdução. Exercício físico e parâmetros hematológicos. Parâmetros bioquímicos e exercício físico. Parâmetros urinários. Efeitos fisiológicos da desidratação. Valores normais analíticos e urinários no adulto.
    ESTRUTURA E COMPOSIÇÃO CORPORAL
    Cineantropometria. Tipos de constituição física. Medidas antropométricas. Aplicações da cineantropometria.
    CALORIMETRIA
    Introdução. Metabolismo. Determinação do metabolismo. Consumo de oxigênio (VO2). Vias energéticas e atividade física. Limiar aeróbico e anaeróbico. Determinação dos limiares
    CONTROLE DO PESO CORPORAL
    Constituição, tamanho e composição corporal. Peso corporal e rendimento esportivo. Composição corporal e sua avaliação. Peso corporal ótimo. Logro de um peso ótimo.
  4. CINEANTROPOMETRIA

    Estudo dos diferentes grupos de alimentos do ponto de vista bromatológico e de aplicação tecnológica.

    AS ORIGENS DA CINEANTROPOMETRIA
    Objetivos da cineantropometria. Aplicações da cineantropometria.
    MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL OU MÉTODOS CINEANTROPOMÉTRICOS
    O conceito de validez e fiabilidade. Os métodos diretos. Os métodos indiretos. Os métodos duplamente indiretos.
    A ANTROPOMETRIA
    O material antropométrico. A posição anatômica. Planos e eixos. Os pontos anatômicos de referência. Outras referências anatômicas.
    PROTOCOLO DAS MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS
    Cuidados gerais. As medidas antropométricas: normas para marcar o indivíduo. A pró-forma ou ficha antropométrica. O erro técnico de medida.
    O SOMATÓTIPO
    Escolas biotipológicas. Metodologia para determinar o somatótipo. Componentes do somatótipo. Metodologia para a determinação do somatótipo. A somatocarta. Classificação do somatótipo. Classificação do somatótipo. A análise do somatótipo. Aplicações do somatótipo.
    A PROPORCIONALIDADE CORPORAL
    O sistema "phantom" de análise da proporcionalidade. O sistema "O-SCALE". Os índices corporais.
  5. AJUDAS ERGOGÊNICAS

    Estudo da influência da fadiga no esportista e como melhorar.

    CONCEITO DE AJUDA ERGOGÊNICA E FADIGA NO ESPORTE
    Conceito de ajuda ergogênica. Conceito de fadiga.
    VITAMINAS E ESPORTE
    Vitamina E. Vitamina C. Vitaminas do grupo B.
    AMINOÁCIDOS
    Introdução. O esporte e os aminoácidos. Efeitos dos aminoácidos ramificados sobre o rendimento esportivo. O triptofano. Glutamina. Arginina ou glicina. Inosina. Piruvato. Colina.
    ELEMENTOS MINERAIS
    Zinco. Magnésio. Selênio.
    ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
    Introdução. Séries de ácidos graxos essenciais. Papel fisiológico dos ácidos graxos poliinsaturados (PUFAs) essenciais. O papel das prostaglandinas (PG) e leucotrienos (LT). EPA e esporte. Consumo e recomendações. Sucessos adversos e toxicologia. Interações com outros nutrientes.
    CITRATO SÓDICO
    Introdução. Citrato sódico e o exercício. Percepção subjetiva do esforço. Doses. Contra-indicações.
    CAFEÍNA
    Introdução. Absorção, metabolismo e excreção da cafeína. Mecanismos de ação. Uso da cafeína na prática esportiva. Efeitos negativos derivados do consumo de cafeína. Doses.
    COENZIMA Q10
    Introdução. A coenzima Q como antioxidante e pró-oxidante. Coenzima Q10. Efeitos sobre o rendimento esportivo. Absorção e doses.
    CREATINA
    Função metabólica da creatina. Administração de creatina via oral e o "pool" de creatina no músculo. Influência da administração de creatina sobre a massa corporal. Administração de creatina oral e a prática de exercícios tipo sprint.
    GINSENG Y ELEUTEROCOCO
    Introdução. Composição química. Variedades de ginseng. Efeitos do ginseng no homem. Efeitos adversos.
    L-CARNITINA
    Definição. Atuação. Carnitina e esporte. Fontes.
    OUTRAS SUBSTÂNCIAS QUE SE EMPREGAM COMO AJUDAS ERGOGÊNICAS NO ESPORTE
    Echinacea purpurea. Fármacos. Gamma-Orizanol. Guaraná. Octacosanol. Sulfato de vanadil. Tribulus terristris. Bebidas energéticas.
    O DOPING NO ESPORTE
    Introdução. Definição de dopagem. Aspectos históricos. Como se faz uma análise antidoping? Efeitos nocivos na saúde. Lista de substâncias e grupos farmacológicos proibidos.
  6. PSICOLOGIA DO ESPORTE

    Estudar os fatores psicológicos presentes na participação e o rendimento esportivo, o exercício e outros tipos de atividade física.

    INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA DO ESPORTE APLICADA AO TREINAMENTO ESPORTIVO
    Introdução. Marco conceitual do rendimento esportivo. Marco histórico da psicologia do esporte. Papel dos profissionais implicados nas interações esportivas.
    VIAS DE AVALIAÇÃO EM PSICOLOGIA DO ESPORTE
    Introdução. O processo de avaliação. Métodos de avaliação psicológica. Outras estratégias de avaliação em psicologia do esporte.
    PERSONALIDADE E ESPORTE
    Introdução. A personalidade e sua estrutura. Personalidade e esporte. Avaliação da personalidade do esportista.
    MOTIVAÇÃO E ABANDONO ESPORTIVO
    Generalidades sobre a motivação esportiva. Teorias e modelos no estudo da motivação. Avaliação da motivação. Estratégias para motivar os esportistas. O abandono esportivo.
    ATIVAÇÃO, ANSIEDADE, ESTRESSE E RENDIMENTO ESPORTIVO
    Introdução. Ativação. A ansiedade. O estresse. A ansiedade competitiva. Relações entre a ansiedade e o rendimento esportivo.
    INTRODUÇÃO. TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO PARA O CONTROLE DA ANSIEDADE. A PRÁTICA IMAGINADA. TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO PARA A MELHORA DA ATENÇÃO E DA CONCENTRAÇÃO. ESTABELECIMENTO DE OBJETIVOS. TÉCNICAS DE RELAXAMENTO.
  7. TRANSTORNOS ALIMENTARES NO ESPORTE

    Estudar quais são, como são diagnosticados, o tratamento dietético que deve ser aplicado, complicações secundárias, tratamento psicoterapêutico e psicofarmacológico. Conhecer qual será a evolução, o prognóstico e a prevenção.

    TRANSTORNOS ALIMENTARES NO ESPORTE
    Os transtornos do comportamento alimentar na atualidade.
    ETIOPATOGENIA
    Anorexia nervosa. Bulimia nervosa. Fatores predisponentes. Fatores precipitantes. Fatores perpetuantes.
    CRITÉRIOS DE DIAGNÓSTICO DE ANOREXIA E BULIMIA NERVOSA
    Critérios específicos de anorexia nervosa. Critérios específicos da bulimia nervosa.
    CONSEQÜÊNCIAS DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES
    Sintomas causados por um balanço nutricional negativo.
    CLÍNICA
    Anorexia nervosa. Bulimia nervosa. Alterações de conduta. Condutas de purga. Alterações emocionais. Alterações somáticas. Efeitos físicos secundários dos vômitos auto-induzidos.
    PREVENÇÃO
    A prevenção primária. A prevenção secundária. A prevenção terciária.
    TRATAMENTO NOS TRANSTORNOS DO COMPORTAMENTO ALIMENTAR
    Objetivos do tratamento. Tratamento psicológico nos transtornos alimentares. Tratamento nutricional e dietético na anorexia e a bulimia nervosa. Motivação. Educação.
    PRONÓSTICO
    Anorexia nervosa. Bulimia nervosa.
  8. TEORIA E PRÁTICA DO TREINAMENTO

    Aspectos básicos do treinamento e seus processos de adaptação frente ao exercício físico de resistência e de velocidade. Aprendizagem e aperfeiçoamento técnico-tático do esportista.

    BASES GERAIS DA TEORIA DO TREINAMENTO
    Conceito de treinamento esportivo. O processo de direção do treinamento.
    FATORES QUE INTERVÊM NO TRABALHO DE CONDICIONAMENTO FÍSICO
    A carga e sua aplicação no treinamento esportivo. Conteúdo da carga. A magnitude da carga. A orientação da carga. A organização da carga. Cálculo da carga do treinamento.
    PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO ESPORTIVO
    Introdução. Princípios da carga. Princípios de periodização cíclica. Princípios de especialização.
    A RESISTÊNCIA: DESENVOLVIMENTO. MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
    Formas de cansaço. Funções da resistência. Tipos de resistência. Métodos de trabalho de resistência. Descrição dos métodos. Fatores de rendimento dos distintos tipos de resistência. Formas de treinamento dos distintos tipos de resistência.
    A FORÇA: DESENVOLVIMENTO. MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
    Princípios básicos. Modalidades de força. Tipos de trabalho muscular. Tipos de contração muscular. Caráter da contração. Fatores de desenvolvimento da força. Métodos do treinamento da força. Características dos exercícios de força. Alternância dos tipos de contração. Formas de organização do treinamento.
    A VELOCIDADE. DESENVOLVIMENTO. MEIOS E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO
    Definição. Os fatores que influem na velocidade motriz. Manifestações da velocidade. Manifestações elementais e integrais da velocidade. Classificação dos esportes segundo as condições em que se expresse a velocidade. Trabalho das habilidades formadoras da velocidade.
    A FLEXIBILIDADE. MEIOS E METODOLOGIAS DE APLICAÇÃO
    Definições. Classes de flexibilidade. Fatores que influem na flexibilidade. Desenvolvimento da flexibilidade. A flexibilidade e o rendimento esportivo. Orientações metodológicas para o desenvolvimento da flexibilidade.
    FUNDAMENTOS DA TÉCNICA E A TÁTICA ESPORTIVA
    A técnica esportiva. A estratégia e a tática esportiva.
    O PROCESSO DE APRENDIZAGEM E APERFEIÇOAMENTO TÉCNICO-TÁTICO DO ESPORTISTA
    Introdução. A avaliação do nível inicial. Fases do processo de Ensino- Aprendizagem. Condições coordenativas e estados de domínio das habilidades técnico-táticas esportivas. Descrição e análise das características das distintas fases. Metodologia aplicável ao ensino e aperfeiçoamento das habilidades técnico-táticas.
    O TREINAMENTO TÉCNICO-TÁTICO DO ESPORTISTA
    Introdução. A motivação do processo de treinamento técnico-tático. Desenvolvimento da imagem do movimento. Aplicações de reforços. O processo de correção de erros técnico-táticos. Relação entre técnica, tática e capacidades condicionantes. As habilidades técnico-táticas como meio de treinamento. O treinamento integrado.
  9. PLANEJAMENTO ESPORTIVA

    Aprender a desenvolver planos de treinamento, sua execução e avaliação dos resultados obtidos.

    PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO ESPORTIVO
    Estruturas básicas do planejamento do treinamento. As sessões como estruturas mais simples. Os microciclos: tipos e características. Os mesociclos: tipos e características. Os macrociclos: tipos e características.
    TEORIAS SOBRE O PLANEJAMENTO DO TREINAMENTO
    Os sistemas de treinamento no período anterior ao século XX. Breve descrição.
    A COMPETIÇÃO
    A competição e suas classes. O planejamento em função das classes de competição. A preparação das competições. A preparação psicológica em função das competições.
    O CONTROLE DO TREINAMENTO
    Avaliação do treinamento esportivo. Fundamentos da medida e da avaliação.
    AVALIAÇÃO DA CONDIÇÃO FÍSICA
    Como avaliar? Avaliação da potência e capacidade aeróbica. Avaliação da potência e capacidade anaeróbica.
    AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE TÉCNICO-TÁTICA DO ESPORTISTA
    Introdução. Métodos de avaliação e controle do nível de preparação técnico-tática. Objetivos da avaliação da capacidade técnico-tática do esportista. Tipos de avaliação da capacidade técnico-tática do esportista. Volume e variedade. Eficácia. Grau de assimilação.
    MODALIDADES ESPECIAIS DE TREINAMENTO
    O treinamento em altura. Os treinamentos dentro da evolução física da criança. O condicionamento físico nos adultos.

2ª PARTE: TRABALHO FINAL DE CURSO OU PROJETO

A última fase do programa é destinada à realização do Trabalho Final de Curso, que pode ser iniciado anteriormente, a partir do término da 1ª Parte: Disciplinas, já que nesse momento o aluno conta com os elementos necessários desenvolvidos para dar começo ao seu trabalho.


1. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula

Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode ser submetido a ligeiras modificações, em função das atualizações ou das melhoras efetuadas.

Direção

Direção Geral Acadêmica

  • Dr. Maurizio Battino.Diretor da Área de Saúde e Nutrição da Fundação Universitária Iberoamericana. Pesquisador em Bioquímica e professor na Scuola di Specializzazione in Scienza dell'Alimentazione.

Coordenação Geral Acadêmica

  • Dr. Álvaro Velarde Sotres.Coordenador Internacional da Área de Esporte.
  • Dra (c). Irma Domínguez.Coordenadora Internacional Áreas Saúde.

Professores e Autores

  • Dra. María José Daniel Huerta. Doutora em Pedagogia e professora pela Universidad de Salamanca.
  • Dr. Luciano Mesa Sánchez. Doutor em Ciências da Cultura Física. Professor Titular, Universidad de Camagüey.
  • Dr. Pedro Ruiz Solano. Doutor em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad Alfonso X. Professor na Universidad Europea de Madrid. Treinador no departamento de formação do Real Madrid.
  • Dr. Juan Carlos Redondo. Doutor em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad de Valladolid. Professor Titular do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica, Corporal, Desenho e Educação Física da Universidad de León.
  • Dr. Carlos Pablos Abella. Doutor em Psicologia. Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportes da Universidad de Valencia.
  • Dra. Susana Martínez. Doutora em Biologia. Professora na Universidad de León.
  • Dr. Alfonso Salguero del Valle. Doutor em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad de León. Professor do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica, Corporal, Desenho e Educação Física da Universidad de León.
  • Dra. Andrea Corrales Doutora em Fisiologia e Farmacologia. Professor da Universidad Europea del Atlántico.
  • Dr (c). Víctor Luis Escamilla Galindo. Doutorando em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad de Zaragoza. Readaptador de Lesões da SD Huesca.
  • Dr. Antonio Jesús Bores. Doutor em Ciências da Atividade Física e do Esporte. Professor da Universidad Europea del Atlántico. Ex-preparador físico da seleção espanhola de futebol de salão.
  • Dr. Carlos Lago Fuentes. Doutor em Ciências do Esporte, Educação Física e Atividade Física Saudável. Professor da Universidad Europea del Atlántico.
  • Dr. Felipe García Pinillos. Doutor em Ciências com Menção Internacional pela Universidad de Jaén. Professor da Universidad Europea del Atlántico.
  • Dr. Marcos Mecías Calvo. Doutor em Ciências da Atividad Física e do Esporte. Professor da Universidad Europea del Atlántico.
  • Dra. Maria Martín. Doutora em Ciências da Atividade Física e do Esporte. Professora da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra. Amelia Cristina Stein. Doutora em Ciências da Atividad Física e do Esporte. Professora da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra. Silvia Quer. Doutora em Psicologia Clínica e da Saúde. Professora da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr (c). Martín Barcala Furelos. Doutorando em Atividade Física, Educação Física e Esporte pela Universidad Pontifica de Salamanca. Título de treinador de futebol nível 1. Especialista em treinamento de esportes coletivos.
  • Dr. Álvaro Velarde Sotres. Doutor e pesquisador em Ciências do Esporte. Mestre em Prevenção e Readaptação de Lesões Esportivas. Professor da Universidad Europea del Atlántico.

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez que tenhamos recebido a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.