Auditoria

Apresentação do Programa

O Programa de Auditoria da FUNIBER é uma plataforma que abrange todos os conhecimentos acadêmicos necessários para a elaboração, aplicação e gestão de um procedimento de auditoria de uma empresa nacional ou internacional. O programa oferece ao estudante as ferramentas e os mecanismos contábeis e financeiros que geram os estados financeiros de uma empresa, eixos fundamentais para a tomada de decisões no âmbito de gestão de qualquer organização empresarial.

A quem é dirigido

A estrutura do Programa de Auditoria permite que este esteja dirigido a licenciados em Ciências Econômicas e Empresariais, auditores, especialistas, economistas, assessores, analistas de riscos, diretores financeiros, responsáveis pela administração, planejamento ou controle de gestão ou demais profissionais que visem desenvolver sua carreira profissional em nível Superior de Contabilidade e Auditoria.

Titulação

  • Como se apresentou, o Programa de Especialização em Auditoria conta com diferentes titulações dependendo do país em que se cursa, dessa forma, cada uma delas possui características e requisitos acadêmicos específicos:
  • Os Diplomas serão expedidos pela Universidade em que o aluno esteja matriculado, com o patrocínio da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).
  • No Diploma, será especificada a natureza do Programa (Técnico, Especialização, Pós-graduação ou Extensão Universitária) em função da nomenclatura vigente em cada país.

Estrutura do Programa

O título e a duração estimada do Programa de Auditoria dependem do perfil acadêmico do aluno e dos requisitos da Universidade correspondente:

PERFIL ACADÊMICO DO ALUNOa TÍTULO OUTORGADO DURAÇÃOb HORAS
Sem titulação acadêmica Extensão Universitária ou Técnico 390 39
Graduados Especialização ou Pós-graduação 490 49

a. Em alguns países, por exemplo, na Espanha, não se diferencia o perfil acadêmico do aluno, expedindo o título sempre como Técnico ou Especialização. Em todo caso, o aluno pode contatar a sede da FUNIBER de seu país para esclarecer qualquer dúvida.
b. Duração em horas.
c. A equivalência em créditos pode variar segundo a universidade que expedirá o título.

Em relação à distribuição do tempo, determina-se que:

  • Por ser um Programa de ensino a distância e não estar sujeito à formação de turmas presenciais, não se estabelece uma específica data de início, razão pela qual o aluno possa formalizar sua matrícula a qualquer momento, sempre que haja vagas disponíveis.
  • Por motivos acadêmicos e pedagógicos estabelece-se uma duração mínima do Programa de três meses.
  • O tempo máximo disponível para realizar o Programa é de doze meses. Neste período, o aluno deve haver entregado todas as avaliações correspondentes às disciplinas e, no caso da Especialização, Pós-graduação o Trabalho Final de Curso/Dissertação ou o Projeto.

A estrutura de créditos do Programa de Auditoria para o título de Extensão Universitária ou Capacitação apresenta-se na seguinte tabela:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
Disciplinas 39 12 390

a. A equivalência em créditos pode variar segundo a universidade que titula
b. Duração em meses

No caso da Especialização ou Pós-graduação, a estrutura de créditos fica da seguinte forma:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
1ª Parte: Disciplinas 39 9 390
2ª Parte: Trabalho Final de Curso ou Projeto 10 3 100
TOTAL 49 12 490

a. A equivalência em créditos pode variar segundo a universidade que titula
b. Duração em meses

Objetivos

Objetivo gerais:

  • Formar profissionais que possuam um conhecimento prático e atual da contabilidade, da elaboração dos estados financeiros e da auditoria de empresas, assim como proporcionar um conhecimento sobre o desenvolvimento e a capacidade de análise crítica e tomada de decisões no âmbito da gestão integrada da organização.

Objetivos específicos:

  • Elaborar e aplicar um procedimento de auditoria em uma empresa, desde a avaliação prévia dos sistemas de controle interno até a emissão do relatório de auditoria.
  • Conhecer e dominar as técnicas mais adequadas para a auditoria das diferentes áreas da empresa.
  • Analisar e elaborar os diferentes estados financeiros gerados com a informação contábil da empresa.

Saídas Profissionais

A conclusão satisfatória do Programa de Auditoria permitirá ao estudante aceder a algumas das possíveis saídas profissionais listadas a seguir:

  • Auditor de contas anuais.
  • Auditor interno.
  • Responsável pela contabilidade.
  • Consultor.
  • Assessor de empresas.

Plano de estudos

O programa de Auditoria é formado por 12 disciplinas e, no caso da Especialização ou Pós-graduação, de um Trabalho Final de Curso ou Projeto, também chamado Trabalho Final de Especialização.

  • 1ª PARTE: DISCIPLINAS (390 HORAS)

O bloco de disciplinas permite que o estudante conheça e aprenda a utilizar todos os fundamentos teóricos e práticos referentes à contabilidade, financiamento e tributação internacional, dando ênfase aos preceitos mais utilizados dentro da formação superior em contabilidade e da auditoria empresarial.

As disciplinas e as horas correspondentes à primeira parte apresentam-se na seguinte tabela:

Estas disciplinas, apesar de ser independentes entre si, estão estruturadas segundo uma ordem pedagógica coerente. Cada uma se divide em unidades temáticas básicas ou capítulos, cujo conteúdo inclui um material impresso que deve ser estudado para responder satisfatoriamente aos exames de avaliação.

  • 2ª PARTE: TRABALHO FINAL DE CURSO OU PROJETO (100 HORAS)

No caso da Especialização ou Pós-graduação, a última fase do Programa é destinada à elaboração do Trabalho Final de Especialização, que será uma monografia sobre um tema estudado no curso e aplicado ao entorno do estudante.

Descrições dos Cursos

1ª PARTE: DISCIPLINAS

  1. FINANCIAMENTO E TRIBUTAÇÃO INTERNACIONAL

    Com esta disciplina, pretende-se que o aluno aprenda a determinar o tipo de instrumento ideal para suas necessidades de financiamento, assim como explicar a problemática fiscal que afeta as companhias multinacionais.

    O SISTEMA MONETÁRIO INTERNACIONAL E A EVOLUÇÃO RECENTE DA ECONOMIA INTERNACIONAL
    O mercado de divisas. Os mercados de derivados. Grau de exposição ao risco e técnicas de cobertura.
    MERCADOS INTERNACIONAIS DE CAPITAIS E EUROMERCADOS
    Gravames fiscais internacionais. Tratados fiscais.
  2. NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE

    Esta disciplina introduz o aluno nas Normas Internacionais de Informação Financeira, sua filosofia e como aplicá-las.

    ORIGEM DAS NORMAS INTERNACIONAIS DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA: O IASB
    O marco conceitual da IASB. Os estados financeiros das NIIF. Conta de perdas e ganhos. Estado de fluxo de efetivos. Estado de mudanças no patrimônio líquido. A memória.
    OPERATIVA CONTÁBIL SOB AS NIIF
    Imobilizado material. Imobilizado imaterial. Instrumentos financeiros. Estoque. Provisões e partidas contingentes. Outras partidas.
  3. ANÁLISE DE ESTADOS FINANCEIROS

    Esta disciplina pretende que o aluno adquira os conhecimentos suficientes para que, mediante a informação contábil e a metodologia correspondente, seja capaz de emitir um diagnóstico a respeito da situação econômica e financeira da empresa, bem como sua projeção futura.

    OS ESTADOS FINANCEIROS BÁSICOS
    Introdução. Destinatários e características dos estados financeiros. O balanço. A conta de resultados.
    OS ESTADOS FINANCEIROS COMPLEMENTARES
    A estado de origem e aplicação de recursos. O estado do Cash-flow. O estado de valor agregado.
    INTRODUÇÃO AO ESTADO DE ANÁLISES FINANCEIRAS
    Objetivos e características. Ajustes prévios à análise. Tipos de análise.
    ANÁLISE ECONÔMICA-FINANCEIRA
    Análise estrutural. Análise estática. Análise dinâmica. Análise da liquidez. O capital circulante como medida da liquidez. Rotação dos componentes do capital circulante. Período médio de maturação. Análise da solvência. Análise de estrutura do ativo. Estrutura do capital. Análise econômica. Análise das vendas. Análise dos gastos de exploração. Quociente de produtividade. A margem de exploração. Análise do gasto de pessoal. Análise da rentabilidade. Rentabilidade financeira. Alavancamento financeiro. Rentabilidade econômica.
  4. CONTABILIDADE DE GESTÃO

    Esta matéria proporciona ao aluno um conhecimento adequado da contabilidade interna da empresa que lhe permita desenvolver sua aplicação.

    CONCEITOS BÁSICOS DA CONTABILIDADE DE CUSTOS
    Delimitação da contabilidade de custos. Conceito de custo. Resultado externo, resultado interno.
    O CUSTO DOS RECURSOS
    Custo de materiais. Custo de pessoal. Custe gerais.
    SISTEMA DE CONTABILIDADE DE CUSTOS
    Sistema de contabilidade de custos. Classificação. Afetação. Localização. Imputação. Determinação do custo de produto. Determinação de margens e resultados.
    SISTEMA DE CONTABILIDADE DE CUSTOS POR PROCESSOS OU DEPARTAMENTOS
    Determinação do custo do produto em um sistema de contabilidade de custos por processos ou departamentos. A produção equivalente.
    SISTEMA DE CONTABILIDADE DE CUSTOS POR ORDENS DE FABRICAÇÃO OU PEDIDOS
    Sistema de contabilidade de custos por ordens de fabricação ou pedidos.
    SISTEMA DE CONTABILIDADE DE CUSTOS APOIADO NAS ATIVIDADES
    Princípios do modelo ABC. Os geradores de custo. Etapas metodológicas.
    SISTEMA DE CONTABILIDADE DE CUSTOS DO PRODUTO
    Imputação racional. Direct costing simplificado. Direct costing evoluído. Full costing.
  5. CUSTOS TOTAIS DA QUALIDADE

    Esta disciplina transmite ao aluno uma série de conhecimentos essenciais para poder institucionalizar as medições sobre o nível de qualidade e ausência de qualidade em qualquer empresa através de sistemas de custos de qualidade que se adaptem a suas necessidades.

    A IMPORTÂNCIA DO CUSTO DA QUALIDADE COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO
    Justificação do custo da qualidade. Relevância histórica do custo da qualidade.
    ANÁLISE CONCEITUAL DO CUSTO DA QUALIDADE
    Conflito terminológico. Definição de custo total da qualidade. Composição do custo total da qualidade: classificações.
    INTEGRAÇÃO DO CUSTO TOTAL DA QUALIDADE NA CONTABILIDADE DE GESTÃO ATRAVÉS DOS SISTEMAS DE CUSTOS BASEADOS NAS ATIVIDADES
    Introdução aos sistemas de custos baseados nas atividades. Relação entre atividade e valor agregado. A simbiose entre os sistemas ABC e o custo total da qualidade.
    MÉTODO DE QUANTIFICAÇÃO DO CUSTO TOTAL DA QUALIDADE ATRAVÉS DAS RECLAMAÇÕES DOS CLIENTES
    Introdução ao enfoque proposto. A avaliação das reclamações como aproximação ao custo total da qualidade.
    ANÁLISE E COMUNICAÇÃO DO CUSTO TOTAL DA QUALIDADE
    A importância de analisar adequadamente os dados. Bases de comparação recomendadas. Análise dos custos totais da qualidade.
  6. CONTABILIDADE PÚBLICA E ORÇAMENTÁRIA

    Esta matéria procura dotar o estudante de conhecimentos atualizados e ferramentas básicas de economia pública que possibilitem reconhecer e descrever os mecanismos econômicos básicos de funcionamento do mercado e o modo como, através deste, coordenam-se as decisões dos agentes econômicos.

    ECONOMIA PÚBLICA E FALHAS DO MERCADO
    Introdução. Economia pública. O setor público. A intervenção pública para obter a eficiência. As falhas do mercado: justificação da intervenção do setor público. A intervenção pública para obter a equidade.
    OS FATORES DETERMINANTES DO SETOR PÚBLICO. SELEÇÃO SOCIAL E SELEÇÃO PÚBLICA
    Introdução. Análise econômica do sistema político. Modelos de comportamentos dos agentes em uma fazenda democrática. As falhas do setor público: recapitulação.
    O ORÇAMENTO
    Evolução histórica. Conceito de orçamento. Os princípios orçamentários. Elementos principais do orçamento. Objetivos do orçamento. Funções do orçamento. Classificação dos orçamentos. Vantagens do orçamento. Limitações dos orçamentos.
    O CICLO ORÇAMENTÁRIO
    O processo orçamentário nas organizações. Preparação e elaboração. Aprovação. Execução. Controle orçamentário.
    O GASTO SOCIAL
    Introdução. Antecedentes. Relação: política social e gasto social. Os impactos da gestão social. O conceito de gasto social. A classificação do gasto social. Categorias de análise. Colocação de um modelo de análise de dados internacionais de gestão social.
    ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DO GASTO SOCIAL EM UMA AMOSTRA DE PAÍSES DA OCDE ATRAVÉS DE INDICADORES DE GASTO
    Introdução. Colocação da análise. A estrutura do gasto social. A evolução do indicador de esforço. O peso do gasto público na economia. A intensidade do gasto social público. Consideração da população dependente no indicador de intensidade. Refletir sobre o indicador esforço.
    ANÁLISE DA TENDÊNCIA DO GASTO SOCIAL NA AMÉRICA LATINA
    Colocação da análise. Tendências recentes do gasto social na América Latina. Dificuldades para a interpretação dos dados e sua comparação entre países da América Latina e Caribe.
    A CONTABILIDADE PÚBLICA
    História da contabilidade. Conceito de contabilidade. Sistema de informação contábil. Os subsistemas de informação. Sujeitos da contabilidade. Destinatários da informação. Do processo contábil. Campo de ação da contabilidade: contabilidade privada e contabilidade pública. Da contabilidade pública.
    IMPLICAÇÕES DAS NORMAS INTERNACIONAIS SOBRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E ORÇAMENTÁRIA
    Introdução. Definição das NIC/NIIF. História. O IASB. Uso das NIIF no mundo. Normas internacionais de contabilidade vigentes. Normas internacionais de contabilidade para o setor público (NICSP).
  7. PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DA AUDITORIA

    Esta disciplina familiariza o aluno com os conceitos habituais de auditoria, ao apresentar as normas de auditoria geralmente aceitas e um esquema básico das fases que a compõem. Expõem-se as metodologias habituais de planejamento e administração de auditoria, partindo do momento em que o cliente solicita o encargo até a elaboração do programa de auditoria. Por último, apresenta-se o conceito de controle interno, a avaliação e a elaboração do memorando de controle interno.

    INTRODUÇÃO À AUDITORIA
    Conceito de Auditoria. Classes de Auditoria. Alcance da Auditoria. Requisitos para ser auditor. Responsabilidade do auditor. Auditoria de contas anuais. Obrigatoriedade da Auditoria. Organismos emissores de normas. Normas de Auditoria. Conceitos e classes. Fases da Auditoria. Conceitos básicos e práticos.
    PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DA AUDITORIA
    Fases de trabalho da Auditoria. O planejamento de Auditoria. O programa de Auditoria.
    CONTROLE INTERNO
    Considerações prévias. Conceito e objetivos do Controle Interno. Elementos fundamentais do Controle Interno. Fases do estudo do Controle Interno. Avaliação do sistema de Controle Interno. Métodos de análise do Controle Interno. A elaboração do Memorando de conclusões de Controle Interno. Pontos fracos do Controle Interno. Limitações das análise do Controle Interno.
  8. CONTROLE INTERNO

    Esta disciplina foca o aluno a elaborar um plano global de auditoria. Entender e redigir qualquer documento que se integre aos papéis de trabalho. Determinar as tarefas a realizar em função do momento de execução do trabalho.

    DEFINIÇÃO E FINALIDADE DOS PAPÉIS DE TRABALHO
    Tipologia de papéis de trabalho. Arquivo permanente. Arquivo temporário.
    O PLANO GLOBAL DE AUDITORIA
    Organização e documentação dos programas e papéis de trabalho. Conteúdo das cédulas de trabalho. Técnicas de utilização dos papéis de trabalho.
    MOMENTO DE EXECUÇÃO DO TRABALHO
    Estudo prévio, análise do cliente. Fase preliminar. Fase de encerramento. Fatos posteriores.
    REVISÃO DO TRABALHO DE AUDITORIA
  9. DOCUMENTAÇÃO, TESTES E RISCOS DE AUDITORIA

    Nessa disciplina, serão determinados os testes de auditoria a serem aplicados em cada situação, assim como a evidência necessária para formar o julgamento.

    TIPOS DE TESTES DE AUDITORIA
    Testes de cumprimento. Testes substantivos. Teste com base estatística: procedimentos de amostragem. Teste com base subjetiva: critérios e bases de seleção.
    A EVIDÊNCIA EM AUDITORIA
    Evidência suficiente ou importância relativa. Evidência adequada ou risco provável.
  10. PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA POR ÁREAS I

    Essa disciplina centra-se em dar conhecimento a respeito da realização do trabalho de auditoria nas diferentes áreas depois de ter planejado o procedimento de auditoria.

    AUDITORIA DO ATIVO NÃO CORRENTE
    Introdução. Imobilizado material. Avaliação, registro e informação contábil. Objetivos de auditoria. Controle Interno. Procedimentos de auditoria. Imobilizado intangível.
    AUDITORIA DOS ESTOQUE
    Introdução. Avaliação, registro e informação contábil. Avaliação inicial. Métodos de avaliação de estoque. Avaliação posterior. Informação a revelar na informação financeira. Objetivos de auditoria. Controle interno. Procedimento de auditoria.
    INSTRUMENTOS FINANCEIROS DE ATIVO
    Introdução. Reconhecimento, registro e avaliação do investimento financeiro. Empréstimos e partidas a cobrar. Investimentos mantidos até o vencimento. Ativos financeiros a valor razoável. Ativos financeiros disponíveis para a venda. Reclassificação de ativos financeiros. Baixa de ativos financeiros. Casos particulares de ativos financeiros. Auditoria dos investimentos financeiras a curto e longo prazo. Auditoria do efetivo e outros ativos líquidos equivalentes.
    INSTRUMENTOS FINANCEIROS DE PASSIVO
    Introdução. Classificação da dívida. Débitos e partidas a pagar. Carteira de negociação. Outros passivos a valor razoável. Avaliação, registro e informação contábil.
  11. PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA POR ÁREAS II

    Essa disciplina dará as bases para realizar o trabalho de auditoria nas diferentes áreas, já que uma vez planejado o procedimento de auditoria, o auditor divide seu trabalho de revisão das contas anuais em diferentes áreas, para facilitar a compreensão e o registro de suas tarefas. Em cada área o auditor deverá conhecer as normas contáveis que lhe são de aplicação, determinar os objetivos que persegue o trabalho e discernir os pontos principais de controle interno a comprovar, para poder estabelecer os procedimentos de auditoria necessários.

    DEVEDORES COMERCIAIS E OUTRAS CONTAS A COBRAR
    Objetivos de auditoria. Controle interno.
    AUDITORIA DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
    Introdução. Recursos próprios. Subvenções, doações e legados.
    AUDITORIA DE CONTAS PERDAS E GANHOS
    Introdução. Avaliação, registro e informação contábil.
    OUTRAS ÁREAS DE AUDITORIA
    Introdução. Provisões e contingências. Fatos posteriores e gestão continuada.
  12. RELATÓRIOS DE AUDITORIA

    O propósito final desta disciplina é a elaboração correta de um relatório que deixe manifesta a exatidão ou não dos dados recolhidos nas contas anuais. Mas antes de poder realizar o relatório, é importante que o auditor tenha a segurança de que o trabalho foi realizado corretamente: daí a importância de um bom sistema de controle de qualidade.

    O CONTROLE DE QUALIDADE E A SUPERVISÃO DA AUDITORIA
    Introdução. Conceito e definições. Objetivos de controle de qualidade. Independência, integridade e objetividade. Supervisão e controle dos trabalhos. Outros objetivos do controle de qualidade. Auditoria dos devedores e credores comerciais.
    O RELATÓRIO DE AUDITORIA
    Introdução. Elementos do relatório de auditoria. Tipos de opinião. Modelos de relatório de auditoria.

2ª PARTE: TRABALHO FINAL DE CURSO OU PROJETO

Projeto Final de Curso ou Projeto, cuja carga letiva é de 10 créditos, tem como objetivo apresentar um trabalho completo que mostre o desenvolvimento total de um projeto, contemplando a possibilidade de sua execução concreta, de acordo aos delineamentos e detalhes da proposta apresentada.


Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode estar submetido a leves modificações, em função das atualizações ou das melhorias efetuadas.

Direção

  • Dra. Silvia Aparicio. Doctora en Ciencias Económicas por la Universidad Autónoma de Madrid y Licenciada en Administración y Dirección de Empresas por la Universidad de Cantabria. Directora Académica Internacional del Área de Desarrollo Directivo, Organización Empresarial y Recursos Humanos de la Fundación Universitaria Iberoamericana, FUNIBER.
  • Dra. Cristina Hidalgo González. Doutora em Ciências Empresariais pela Universidad de León. Professora Titular do Departamento de Economia Aplicada da Universidad de León.
  • Dr. José Antonio Trigueros Pina. Doutor em Ciências Econômicas e Empresariais pela Universidad Complutense de Madrid. Professor Titular da Universidad Miguel Hernández de Elche.
  • Dr. Rubén Calderón Iglesias. Doutor em Economia pela Universidad Antonio de Nebrija, Espanha. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra (c). Carmen Lilí Rodríguez Velasco. Doutorado em Educação, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Psicologia Laboral e Organizacional pela Universidad de La Habana, Cuba. Coordenadora Acadêmica Internacional da Área Desenvolvimento Diretivo, Organização Empresarial e Recursos Humanos, FUNIBER.
  • Msc. Mauricio Pulgarín Osorio. Mestre em Administração Econômica e Financeira pela Universidad Tecnológica de Pereira. Coordenador Acadêmico do Programa Mestrado em Auditoria e Gestão Empresarial e suas Especializações.

Professores e Autores

  • Dr. Javier Reig Mullor. Doutor em Ciências Econômicas e Empresariais pela Universidad de Murcia, Espanha. Decano da Facultad de Ciencias Sociales y Jurídicas de la Universidad Miguel Hernández de Elche.
  • Dr. José Antonio Cavero Rubio. Doutor em Economia. Professor Titular da Universidad Miguel Hernández de Elche.
  • Dr. José Francisco González Carbonell. Doutor em Economia. Vice-reitor de Pessoas da Universidad Miguel Hernández de Orihuela.
  • Dr. Santos Gracia Villar. Doutor em Engenharia Industrial pela Universidad Politécnica de Cataluña. Expert em Projetos de Cooperação e Gestão Empresarial.
  • Dr. David Barrera Gómez. Doutor Engenheiro pela Universidad Politécnica de Cataluña e MBA pela Escuela Técnica Superior de Ingenieros Industriales de Barcelona, UPC. Consultor de negócio, tecnologia e soluções empresariais. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra. Cristina Hidalgo González. Doutora em Ciências Empresariais pela Universidad de León. Professora Titular do Departamento de Economia Aplicada da Universidad de León.
  • Dr. Manuel Enrique Sansalvador Sellés. Doutor em Economia pela Universidad Miguel Hernández de Elche. Vice-decano da Facultad de Ciencias Sociales y Jurídicas de la Universidad Miguel Hernández de Elche.
  • Dr. José Antonio Trigueros Pina. Doutor em Ciências Econômicas e Empresariais pela Universidad Complutense de Madrid. Professor Titular da Universidad Miguel Hernández de Elche.
  • Dra. Izel Marez. Doutora em Engenharia de Projetos: Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação pela Universidad Politécnica de Cataluña. Professora da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Francisco Sagués. Expert em Economia e Auditoria. Consultor empresarial. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Rubén Calderón Iglesias. Doutor em Economia pela Universidad Antonio de Nebrija, Espanha. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr (c). Diego J. Kurtz. Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento pelo PPGEGC – UFSC (em processo). Mestrado em International Business - Wiesbaden Business School, Alemanha. Pesquisador do Núcleo de Gestão para a Sustentabilidade (www.ngs.ufsc.br) e Pesquisador Junior do Projeto Dynamic SME (www.dynamic-sme.org). Coordenador de Programas e Professor da FUNIBER.
  • Dra (c). Carmen Lilí Rodríguez Velasco. Doutorado em Educação, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Psicologia Laboral e Organizacional pela Universidad de La Habana, Cuba. Coordenadora Acadêmica Internacional da Área Desenvolvimento Diretivo, Organização Empresarial e Recursos Humanos, FUNIBER.
  • Dra (c). Lina Pulgarín Osorio. Doutorado em Projetos, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Gestão Integrada: Prevenção, Ambiente e Qualidade, pela Universidad Politécnica de Cataluña. Coordenadora de Programas e Professora da FUNIBER.
  • Ms. Francisco Menargues García. Decano-Presidente do Ilustre Colegio Oficial de Economistas de Alicante. Economista - Auditor de contas, Membro do ROAC, Assessor e Consultor de empresas.
  • Ms. Bienvenida Beneyto Gonzálvez. Licenciada em Direito, Assessora e Consultora de empresas.
  • Ms. Juan Reche Segovia. Licenciado em Ciências Econômicas. Mestrado em Auditoria e Gestão Empresarial. D.E.A. em Direção Empresarial. Técnico Médio Gestão de Orçamento.
  • Ms. Antonia Isabel Durá Maciá. Auditora de Contas do ROAC. Mestrado em Auditoria e Gestão Empresarial pela Universidad Miguel Hernández de Elche. Licenciada em Ciências Empresariais pela Universidad de Alicante.
  • Ms. Antonio Ortiz Aragó. Atuário e Estatístico.
  • Ms. Silvia María Fajardo Sebastián. Atuária e Estatística.
  • Msc. Mauricio Pulgarín Osorio. Mestre em Administração Econômica e Financeira pela Universidad Tecnológica de Pereira. Coordenador Acadêmico do Programa Mestrado em Auditoria e Gestão Empresarial e suas Especializações.

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente uma partida econômica com caráter extraordinário para o oferecimento de Bolsas de estudo em Formação FUNIBER. 

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez finalizado o Programa Acadêmico, os alunos que assim o desejarpoderão ingressar na Bolsa de Trabalho Ambiental. Para isso, deverãoremeter currículum vitae, indicando dados pessoais, acadêmicose de experiência profissional. Assim, o aluno estará informado dasofertas de trabalho que venham a surgir e que se ajustem a seu perfilprofissional.