Educação Ambiental

Apresentação do Programa

A educação desempenha um papel importantíssimo na integração da vida social e econômica da humanidade, daí adquirir grande relevância como estratégia de modo a contribuir para a solução da problemática ambiental.

A incorporação da dimensão ambiental às diferentes formas com que se expressa o processo educativo exige um esforço transformador não isento de obstáculos. Faz-se necessário pois, um compromisso acadêmico, formativo e prático, que envolva a crítica dos desenvolvimentos educativos e a apresentação de alternativas.

Sob um enfoque eminentemente prático, o programa de Educação Ambiental aborda o tema como uma forma cotidiana de fazer educação, facilitando aos docentes a incorporação de conteúdos ambientais à educação básica, sem esquecer que constitui um processo a possibilitar o desenvolvimento do ser humano de maneira integral.

Esse programa se enquadra num ambicioso programa dirigido à formação de profissionais que se mostrem com capacidade de projetar, promover e dirigir processos de educação ambiental para o desenvolvimento sustentável, em diversos campos da atividade social, a partir de perspectivas globais, regionais e locais. A estrutura do curso centra-se em quatro campos de atuação: a fundamentação conceitual e filosófica, a educação ambiental para a sustentabilidade, a gestão ambiental para o desenvolvimento sustentável e, finalmente, as experiências nacionais e locais.

A quem é dirigido

O programa de Educação Ambiental está pensado especialmente para satisfazer a dois tipos diferentes de grupos:

  • Pessoas sem titulação universitária que, por suas próprias características pessoais ou experiência, podem alcançar uma formação de qualidade neste campo.
  • Titulados superiores que, além da formação de base, desejam uma especialização prática no campo da Educação Ambiental para que tenham possibilidade de ampliar suas aberturas profissionais.

Titulação

Ao finalizar o Programa com êxito, o aluno recebe seu diploma, expedido pela Universidade na qual tenha se matriculado com o patrocínio da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).

Estrutura do Programa

A duração estimada do programa de Educação Ambiental é de 200 horas (20 créditos).1

Com relação à distribuição do tempo, estabelece-se que:

  • Por ser um Programa a distância e não estar sujeito à formação de classes presenciais, não se estabelece uma data concreta de início, razão pela qual o aluno possa formalizar sua matrícula a qualquer momento, sempre que haja vagas disponíveis.
  • EPor motivos acadêmicos e de aprendizagem dispõe-se de uma duração mínima para o Programa de três meses, contabilizada a partir da data de entrega do primeiro tomo até à data de recepção do exercício de avaliação.
  • O tempo máximo do qual se dispõe para realizar o Programa é de seis meses. Nesse período de tempo o aluno deve ter entregue as avaliações correspondentes às disciplinas.

A estrutura de créditos do programa de Educação Ambiental é contemplada na seguinte tabela:

  CRÉDITOS a DURACIÓNb HORAS
Disciplinas 20 6 20

a. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula
b. Duração em meses

Objetivos

Objetivo geral:

  • Incorporar a dimensão ambiental às distintas formas expressadas no processo educativo.

Objetivos particulares:

  • Planejar, executar, acompanhar e avaliar projetos pedagógicos de Educação Ambiental nos âmbitos formais da Educação, atendendo a transversalidade dos conteúdos.
  • Refletir sobre a importância da Educação Ambiental nos projetos de desenvolvimento sustentável e de construção da Agenda 21 Local, visando implementar projetos específicos.
  • Desenvolver o pensamento crítico, permitindo-se pensar e atuar tanto local como globalmente.
  • Trabalhar com conceitos pedagógicos, métodos e técnicas apropriadas à Educação Ambiental.
  • Compreender a importância da Educação Ambiental no processo de Gestão Ambiental Participativa.
  • Aprender a ambientalizar os currículums das diferentes disciplinas.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do programa de Educação Ambiental são as seguintes:

  • Responsável por oficinas de formação em educação ambiental.
  • Ocupação em prefeituras como técnico ambiental.

Plano de estudos

A Especialização em Educação Ambiental compõe-se de um módulo integrado por seis disciplinas, englobando ainda casos práticos relacionados a esse campo.

O programa permite conhecer e compreender, em primeiro lugar, os fundamentos teóricos, conceituais e históricos implicados na educação ambiental e, em segundo lugar, sua implementação organizacional, social e tecnológica.

O objetivo é fazer com que os alunos adquiram uma visão global do conceito de educação ambiental a partir do ponto de vista da sustentabilidade, por meio de diversas temáticas multidisciplinares relacionadas.

disciplinas e horas correspondentes que compõem o programa são mostradas na seguinte tabela:

Essas disciplinas, apesar de independentes entre si, estão estruturadas de acordo com uma coerente ordem pedagógica, que facilita sua compreensão, partindo-se da menor para a maior complexidade. Cada disciplina se divide em unidades temáticas básicas ou capítulos, cujo conteúdo engloba material impresso que se deve estudar para responder satisfatoriamente os testes de avaliação.

Descrições dos Cursos

  1. EVOLUÇÃO CONCEITUAL DE AMBIENTE E DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

    São introduzidas as bases filosóficas do pensamento ambiental como ponto de partida para vincular o meio ambiente ao desenvolvimento e à sustentabilidade. Do mesmo modo, proporciona-se uma série de princípios que orientam a ação, tanto educativa como de gestão ambiental.

    CRISE DA CIVILIZAÇÃO E SURGIMENTO DA CHAMADA QUESTÃO AMBIENTAL.
    Introdução. Crise da civilização. Evolução das relações do ser humano com o meio na cultura ocidental. As fissuras do pensamento mecanicista e o surgimento da questão ambiental. Antropocentrismo e biocentrismo.
    RELAÇÕES HISTÓRICAS ENTRE SOCIEDADE, AMBIENTE E EDUCAÇÃO.
    Introdução. As posições idealistas e reprodutivistas em educação. A natureza e o homem: contradição ou complemento? As diferentes etapas das relações entre sociedade, ambiente e educação. As modalidades da educação até a antroposfera da agricultura. A civilização greco-romana e a Idade Média. O surgimento da indústria. A escola pública. Os processos de urbanização. A evolução econômica a caminho da globalização e as mudanças de liderança nos processos econômicos. Considerações finais.
    DIVERSAS NOÇÕES SOBRE AMBIENTE
    Uma noção prévia: a percepção do ambiente. Evolução do conceito de ambiente. Diferenças e convergências com a ecologia. O conceito de sistema. Rumo a uma nova interpretação da problemática ambiental.
    RELAÇÕES COM OS PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO. RUMO AO CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE
    Duas interpretações da integração com o ambiente: a visão adaptativa e a visão renovadora. Da crise ambiental à questão ambiental e ao ambientalismo. Desenvolvimento e sustentabilidade. Algumas idéias integradoras. Características do desenvolvimento sustentável. Sustentabilidade e modificação de estruturas.
    O AMBIENTE COMO POTENCIAL PRODUTIVO
    O valor da sustentabilidade. Do custo ecológico ao potencial ambiental do desenvolvimento sustentável. O direito ao ambiente sob a ótica da sustentabilidade. A visão crítica do desenvolvimento.
    DESAFIOS ATUAIS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
    Critérios orientadores de um novo desenvolvimento. Princípios e indicadores de sustentabilidade. Das ações aos desafios do desenvolvimento sustentável. Reflexão final.
    EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O SÉCULO XXI
    A complexidade do mundo contemporâneo. É impossível falar das características atuais sem considerar os aspectos do novo paradigma emergente. É possível alcançar um desenvolvimento sustentável global? Os novos rumos da educação ambiental na sociedade para o século XXI.
  2. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

    Faz-se um repasse dos principais marcos no desenvolvimento histórico da evolução do conceito de educação ambiental há uns sessenta anos até nossos dias, incidindo no aspecto doutrinal de suas colocações e dificuldades. Da mesma maneira, tratam-se aspectos chaves como a cultura e os valores desde uma perspectiva de mudança social

    CONFERENCIAS INTERNACIONALES
    Introdução. A Conferência de Estocolmo, 1972. O Seminário do Tammi, 1974. A Carta do Belgrado, 1975. A Conferência do Tbilisi, 1977. A década de 1980: O Congresso de Moscou. A Conferência do Jomtien, 1990. A década de 1990: A Conferência de Rio de Janeiro e o Espaço Ibero-americano. A Organização de Estados Ibero-americanos (OEI) e O II Congresso Ibero-americano de Educação Ambiental. Educação para o desenvolvimento sustentável: Cúpula das Américas e Cúpula da Brasilia. A Conferência Internacional da Tessalonica, 1997. A Conferência do Johannesburgo, 2002. O papel das Organizações Não Governamentais na Educação Ambiental.
  3. CONCEITOS GERAIS BÁSICOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

    Realiza-se um exame de alguns aspectos teóricos, metodológicos, pedagógicos, curriculares e da prática educativa de caráter ambiental, assim como dos obstáculos de diversos ordens que impedem o desenvolvimento de tais práticas

    ALGUMAS POSIÇÕES SOBRE A NATUREZA DO CONHECIMENTO
    O Causalismo. O Funcionalismo. O Estruturalismo.
    ALTERNATIVAS EMERGENTES E ATUAIS
    Sistemas complexos. Dialética. A interdisciplinariedade.
    A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO CORPO TEÓRICO-PRÁTICO ARTICULADO
    Introdução. Algumas dificuldades. Educação ambiental: teoria ou prática? Do positivismo à interpretação. A posição crítica. A educação ambiental para o desenvolvimento sustentável: uma proposta ética.
    PROCESSOS EDUCATIVOS, TRANSVERSALIDADE E ELOS COM O D.S
    A educação ambiental como processo educativo básico. O caráter transversal da educação ambiental. Sua triple dimensão: conceitual, institucional e pedagógica. A educação ambiental como eixo do desenvolvimento sustentável.
    CARACTERÍSTICAS, FUNÇÕES E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
    A educação ambiental como conceito integrador. Características e funções da educação ambiental. Objetivos da educação ambiental.
    EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CONSTRUÇÃO DE FUTURO: VALORES AMBIENTAIS
    A educação ambiental: uma estratégia para a mudança social. EADS: linhas de atuação. Algo mais sobre os valores. Valores ambientais. Cultura e valores. A cultura ambiental. A educação ambiental para o desenvolvimento sustentável, um projeto de sociedade.
    ÉTICA AMBIENTAL E ESCOLA
    Valores ambientais e práticas sociais. Ética ambiental e educação.
    AS PRÁTICAS EDUCATIVAS
    PROPOSTAS METODOLÓGICAS PARA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL
    Introdução. Metodologias, métodos e técnicas. A comunicação e vinculação.
    SOBRE UMA EDUCAÇÃO INTEGRAL PARA A FORMAÇÃO AMBIENTAL
    Formação do pessoal docente. Relações conceitual, teóricas e metodológicas no processo de formação ambiental. Desenho de cursos e seminários de formação ambiental. Estratégias para a modificação das práticas educativas na formação ambiental. Avaliação.
    CONCLUSÕES
  4. EDUCAÇÃO FORMAL

    Sua finalidade é que as equipes de professores nas escolas, através da análise de sua prática pedagógica real e dos pressupostos explícitos ou implícitos que fundamentam a ação docente, identifiquem os elementos favoráveis ou desfavoráveis para a Educação Ambiental.

    A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO FORMAL
    Refletindo sobre a prática docente. Algumas reflexões pedagógicas sobre os aspectos teórico-práticos da educação ambiental formal. Educação ambiental. Proposta curricular da educação ambiental. Elementos das diversas abordagens pedagógicas analisadas que a educação ambiental resgata e faz uso. Transversalidade da educação ambiental. O papel do professor na educação ambiental.
    FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
    Breve resenha histórica do processo de formação de multiplicadores em educação ambiental. Educação ambiental. O papel do professor em educação ambiental: reflexão sobre sua prática pedagógica.
    A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO: IMPLICAÇÕES NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
    EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO**
    Introdução. Lei 6938/81 e Decreto 99.274/90. A indicação CFE 10/86, o parecer 226/87 e a portaria 678/91. A constituição federal. O PRONEA. Lei de diretrizes e bases da educação (LDB) - lei 9.394. Política nacional de educação ambiental - lei 9795/99. Plano nacional de educação. Quadro síntese da legislação da educação ambiental.
    UMA GUIA PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS
    O planejamento das etapas do projeto. O diagnóstico. O resultado do diagnóstico. O projeto.
    UM EXEMPLO DE ATIVIDADES INOVADORAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL
    Introdução. Utilização das manifestações culturais no processo de sensibilização para a problemática ambiental. Inclusão das manifestações culturais nos currículos escolares para trabalhar o ambiente como um tema transversal.
  5. GESTÃO AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

    Faz-se referência ao papel da educação na gestão ambiental vinculada especialmente com os âmbitos urbanos ou rurais, com as ações de ordenamento territorial, e particularmente, com o entorno socioambiental municipal.

    A GESTÃO AMBIENTAL E O DESENVOLVIMENTO
    Os conceitos básicos de gestão ambiental e de desenvolvimento sustentável. Características gerais da gestão ambiental. Setores que participam da gestão ambiental. O ordenamento ambiental do território e a gestão ambiental.
    O URBANO E O RURAL: PROBLEMAS AMBIENTAIS URBANOS E RURAIS
    Os assentamentos humanos. A declaração de Estambul sobre assentamentos humanos. O fenômeno urbano. Problemas ambientais urbanos. O rural: o campo e a população. Problemas ambientais rurais.
    A GESTÃO AMBIENTAL MUNICIPAL
    O município como eixo da gestão ambiental. Sistemas de gestão ambiental municipal. Gestão ambiental e planejamento municipal. O plano integral de gestão ambiental municipal.
    PARTICIPAÇÃO E FORMAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO MUNICIPAL
    A participação da população na gestão ambiental municipal. Formação ambiental para a gestão ambiental.
    A AGENDA 21 LOCAL
    Origens e avanços da Agenda 21 Local. Características do processo para a Agenda 21 Local. Agenda 21 Local: componentes e estratégias. Algumas lições aprendidas no desenvolvimento das Agendas 21 Locais.
  6. GESTÃO DE RISCOS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL

    Aborda como o desenvolvimento, em sua concepção predominante, converteu a nossa espécie em praga, e entender os desastres como expressões da incapacidade das comunidades humanas de interagir harmoniosamente com a dinâmica da natureza; e, simultaneamente, como expressão dos esforços do sistema imunológico ou sistema de auto-regulação da biosfera, para liberar-se da praga.

    UMA CONCEPÇÃO DOS DESASTRES COMO REAÇÃO DA BIOSFERA CONTRA A AÇÃO DA PRAGA.
    Somos uma obra mestra do devenir universal. Somos a pior de quantas pragas existem ou existiram no planeta Terra.
    O QUE É UM RISCO? O QUE É UM DESASTRE?
    O risco. Vulnerabilidade. Risco = ameaça x vulnerabilidade.
    A GESTÃO DO RISCO COMO FERRAMENTA PARA A COEVOLUÇÃO ENTRE O SER HUMANO E A BIOSFERA
    A prevenção: dizer “não” à ameaça. A mitigação: dizer “não” à vulnerabilidade. A preparação: melhorar nossa capacidade de resposta diante do desastre.
    AS “ETAPAS” DE UM DESASTRE E O PAPEL DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM CADA UMA DELAS
    O questionamento ao conceito de “etapas”. Nas etapas de reconstrução e desenvolvimento sustentável: prevenção e mitigação.

** Toma como exemplo o caso do Brasil.

Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode estar submetido a ligeiras modificações, em função das atualizações ou das melhoras efetuadas.

Direção

  • Dr. Antonio Maya Frades. Doutor em Geografia. Professor da Universidade de León, Espanha.
  • Dra. Leonor Calvo Galván. Doutora em Ciências Biológicas. Professora da Universidade de León, Espanha.
  • Dr. Xavier Elías Castells. Doutor em Engenharia Industrial. Diretor da Bolsa de Subprodutos da Catalunha, Espanha.
  • Dr. Alexandre Rivas. Ph.D. em Economia – Diretor do Centro de Ciências do Ambiente – Universidade Federal do Amazonas, Brasil.
  • Engº. Omar Gallardo. Engenheiro Civil de Minas. Professor da Universidade de Santiago do Chile, Chile.
  • Dra. Rosalba Guerrero Aslla. Doutora em Engenharia Metalúrgica. Professora da Universidade de Piura, Peru.
  • Engª. Icela Márques de Rojas. Engenharia Civil. Professora da Universidade Tecnológica do Panamá, R. P. Panamá.
  • Mtra. Emilia Gámez Frías. Professora da Universidade de Guadalajara, México.
  • Dr. Roberto Álvarez. Doutor em Engenharia de Projetos. Professor da Universidade de Buenos Aires, Argentina.
  • Dr. Oscar Arizpe Covarrubias. Chefe do Laboratorio Ecologia de Sistemas Costeiros. Professor-Pesquisador Titular C de Dedicação Exclusiva, Chefe do Laboratorio Universidad Autónoma de Baja California Sur.

Professores e Autores

  • Dr. José Ulises Rodríguez Barboza. Doutor em Engenharia de Estradas, Canais e Portos (UPC).
  • Dr. Otoniel A. Sanabria Artunduaga. Doutor em Engenharia de Estradas, Canais e Portos (UNAL).
  • Dr. (c). D. Eduardo García Villena. Engenheiro Industrial e Mestre em Engenharia Ambiental (UPC).
  • Dr. (c). D. Kilian Tutusaus Pifarré. Licenciado em Ciências do Mar (ULPGC).
  • Ing. Diana I. Quintero Torres. Mestre em Engenharia Ambiental (Universidade Nacional de Colômbia).
  • Dra. Elizabeth da Conceição Santos. Doutora em Educação e Especialista em Educação Ambiental - Professora da Universidade Estadual do Amazonas, Brasil.

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez que tenhamos recebido a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.