Mestrado em Atividade Física e Saúde

Apresentação do Programa

A atividade física, tanto profissional como amadora, está se tornando cada vez mais importante devido aos seus benefícios à saúde para aqueles que a praticam. Entretanto, é essencial que seja devidamente planejada e desenvolvida a fim de obter os melhores resultados.

Neste sentido, o Mestrado em Atividade Física e Saúde permite que o profissional receba formação continuada para se manter atualizado sobre os últimos avanços na área da atividade física, obtendo um alto grau de especialização e conhecimento.

Para isso, os estudantes serão dotados dos conhecimentos necessários para assegurar que a prática da atividade física seja adaptada a cada organismo e que levem em conta e dominem os aspectos a ela relacionados, tais como: influência da atividade física no bem-estar psicossocial, controle e prescrição da atividade física, avaliação funcional do esportista, importância da atividade física em diferentes populações e patologias, prescrição do exercício físico para fins preventivos e tendências atuais da atividade física saudável.

O objetivo do Mestrado em Atividade Física e Saúde é oferecer conhecimento, formação e ferramentas para que o profissional da atividade física e saúde esteja capacitado para planejar, avaliar e elaborar diretrizes de exercício físico seguras e benéficas, adaptadas à situação fisiológica e patológica de cada indivíduo.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta, somada à clareza, amplitude e didática dos conteúdos, permite direcionar o Mestrado em Atividade Física e Saúde a:

  • Graduados em Ciências da Atividade Física e do Esporte ou em cursos relacionados, que estejam interessados em uma formação complementar e específica na área da Atividade Física e Saúde.
  • Graduados em Educação Física ou outros cursos ou graduados em Ciências da Saúde que, além de sua formação básica, estejam interessados em uma especialização prática na área da Atividade Física e Saúde.
  • Outros graduados universitários com experiência profissional na área da atividade física e saúde com interesse em atualizar, consolidar ou adquirir seus conhecimentos na área da Atividade Física e Saúde.

Titulação

A conclusão bem-sucedida do programa permitirá a obtenção do título de Mestre em Atividade Física e Saúde.

Ao concluir com sucesso o Programa, o aluno receberá o diploma emitido pela Universidade na qual ele se matriculou.

Estrutura do Programa

A duração estimada do Mestrado em Atividade Física e Saúde é de 24 meses.

Em relação à distribuição do tempo, fica estabelecido que:

  • Por ser um programa a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não se estabelece uma data de início específica, de modo que o aluno pode formalizar sua matrícula a qualquer momento, desde que haja vagas disponíveis.
  • O tempo máximo disponível para realizar o Programa é de 24 meses. Durante este período de tempo, o aluno precisa ter obtido aprovação em todas as avaliações correspondentes ao programa.

A estrutura de créditos do Mestrado em Atividade Física e Saúde é apresentada a seguir, de acordo com a orientação de seus créditos:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb
Módulo 1: Atividade física e sua influência no bem-estar psicossocial 10 3
Módulo 2: Controle e prescrição avançada do exercício físico 15 4.5
Módulo 3: Aplicação da atividade física em diferentes populações 20 5
Módulo 4: Metodologia e pesquisa 8 1.5
Módulo 5: Atividade física: riscos e prevenção 10 3
Módulo 6: Tendências em atividade física saudável 10 3
Módulo 7: Projeto final 12 4
TOTAL 85 24

a. Um crédito ECTS (European Credit Transfer System) equivale a 10 + 15 horas. Se o aluno estiver cursando um programa de uma universidade fora do Espaço Europeu de Ensino Superior (EEES), a relação entre créditos e horas pode variar.
b. Duração em meses.

Objetivos

Objetivo geral

  • Formar especialistas capazes de planejar, avaliar e elaborar diretrizes de exercícios físicos seguros e benéficos adaptados à situação fisiológica e patológica de cada indivíduo.

Objetivos específicos

  • Avaliar a condição física e prescrever exercícios físicos orientados à saúde.
  • Elaborar ferramentas de avaliação da condição física e da qualidade de vida dos trabalhadores no ambiente de trabalho.
  • Analisar os riscos para a saúde decorrentes da prática de atividades físicas inadequadas.
  • Selecionar métodos para a avaliação funcional de um esportista.
  • Desenvolver programas individualizados de exercícios físicos saudáveis destinados a indivíduos de todas as idades (crianças, adolescentes, adultos e idosos), adaptados ao seu estado fisiológico e patológico.
  • Desenvolver planos de trabalho específicos para as características físicas, fisiológicas, sociais e psicológicas da mulher em suas diferentes idades.
  • Elaborar estratégias para a prevenção de riscos na atividade física e em programas de readaptação esportiva de acordo com as lesões produzidas.
  • Caracterizar as novas tendências em atividade física saudável e integrá-las à prática esportiva.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do Mestrado em Atividade Física e Saúde são as seguintes:

  • Preparadores físicos e readaptadores físico-esportivos em centros multidisciplinares.
  • Personal trainers em centros de fitness e wellness, orientados à saúde.
  • Profissionais da saúde em centros de saúde de atenção primária, hospitais, clínicas etc.
  • Personal trainers e monitores em complexos esportivos, ginásios, associações, federações etc.
  • Especialistas em avaliação da condição física e prescrição de exercícios físicos orientados à saúde.
  • Consultores de projetos relacionados à atividade física e ao esporte, em instituições públicas e privadas e organizações não governamentais.
  • Pesquisadores em Ciências do Esporte e da Saúde em centros de pesquisa relacionados à atividade física e ao esporte.

Observação: o exercício das profissões é regulamentado pela legislação de cada país.

Plano de estudos

O Mestrado em Atividade Física e Saúde é composto de 7 módulos. Em cada um dos módulos, são fornecidos os conhecimentos necessários para garantir que a prática da atividade física seja adaptada a cada organismo e para responder às necessidades identificadas em um determinado contexto profissional real relacionado à atividade física e à saúde.

  • MÓDULO 1: ATIVIDADE FÍSICA E SUA INFLUÊNCIA NO BEM-ESTAR PSICOSSOCIAL

As disciplinas e os créditos que compõem o módulo são mostrados na tabela a seguir:

MÓDULO 1: ATIVIDADE FÍSICA E SUA INFLUÊNCIA NO BEM-ESTAR PSICOSSOCIAL
# DISCIPLINAS CRÉDITOS
1 Promoção e prescrição de atividade física para a saúde 5
2 Atividade física no local de trabalho 5
TOTAL 10
  • MÓDULO 2: CONTROLE E PRESCRIÇÃO AVANÇADA DO EXERCÍCIO FÍSICO

As disciplinas e os créditos que compõem o módulo são mostrados na tabela a seguir:

MÓDULO 2: CONTROLE E PRESCRIÇÃO AVANÇADA DO EXERCÍCIO FÍSICO
# DISCIPLINAS CRÉDITOS
1 Controle e prescrição da atividade física 5
2 Métodos de quantificação da atividade física e de medição de seus efeitos sobre a saúde 5
3 Avaliação funcional do esportista 5
TOTAL 15
  • MÓDULO 3: APLICAÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA EM DIFERENTES POPULAÇÕES

As disciplinas e os créditos que compõem o módulo são mostrados na tabela a seguir:

MÓDULO 3: APLICAÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA EM DIFERENTES POPULAÇÕES
# DISCIPLINAS CRÉDITOS
1 Atividade física em crianças e adolescentes 5
2 Atividade física em mulheres 5
3 Atividade física em idosos 5
4 Atividade física para a saúde em várias doenças 5
TOTAL 20
  • MÓDULO 4: METODOLOGIA E PESQUISA

As disciplinas e os créditos que compõem o módulo são mostrados na tabela a seguir:

MÓDULO 4: METODOLOGIA E PESQUISA
# DISCIPLINAS CRÉDITOS
1 O processo de pesquisa no âmbito da atividade física e do esporte 5
2 Seminário de Saúde PF 3
TOTAL 8
  • MÓDULO 5: ATIVIDADE FÍSICA: RISCOS E PREVENÇÃO

As disciplinas e os créditos que compõem o módulo são mostrados na tabela a seguir:

MÓDULO 5: ATIVIDADE FÍSICA: RISCOS E PREVENÇÃO
# DISCIPLINAS CRÉDITOS
1 Segurança na prática da atividade física e do esporte 5
2 Prescrição de exercício físico para fins de prevenção e planejamento da reabilitação esportiva 5
TOTAL 10
  • MÓDULO 6: TENDÊNCIAS EM ATIVIDADE FÍSICA SAUDÁVEL

As disciplinas e os créditos que compõem o módulo são mostrados na tabela a seguir:

MÓDULO 6: TENDÊNCIAS EM ATIVIDADE FÍSICA SAUDÁVEL
# DISCIPLINAS CRÉDITOS
1 Novas tendências em fitness e welness 5
2 Novas tecnologias aplicadas à pesquisa em atividade física e esporte 5
TOTAL 10
  • MÓDULO 7: PROJETO FINAL DE MESTRADO

A última parte do Mestrado é dedicada à realização do Projeto Final de Mestrado, que pode ser iniciada antes do final da 1ª Parte: Matérias Obrigatórias, uma vez que, nesse momento, o aluno contará com os elementos desenvolvidos necessários para iniciar seu Projeto.

O objetivo é apresentar um documento completo que mostre o desenvolvimento total do projeto proposto, contemplando a possibilidade de sua execução concreta de acordo com as diretrizes e os detalhes do Projeto Final de Mestrado apresentado.

O Projeto deve ser uma contribuição a alguns dos campos estudados ou às suas relações, tanto teórica como aplicada, respeitando as doutrinas, teorias e disciplinas relacionadas.

O estudante deve desenvolver seu Projeto Final de acordo com a Norma do Projeto Final.

Os créditos que compõem o módulo são mostrados na tabela a seguir:

MÓDULO 7: PROJETO FINAL DE MESTRADO
# DISCIPLINAS CRÉDITOS
1 Projeto Final de Mestrado 12
TOTAL 12

Observação: O conteúdo do programa acadêmico pode estar submetido a ligeiras modificações, em função das atualizações ou das melhorias efetuadas.

Descrições dos Cursos

1ª PARTE: DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

  1. ESTRUTURA E FUNÇÃO DO CORPO HUMANO

    Estudar os aspectos básicos da anatomia e da fisiologia humana.

    OORGANIZAÇÃO CORPORAL
    Níveis de organização estrutural e funcional. Composição química do corpo. A célula. Terminologia e organização corporal.
    OSSOS E ARTICULAÇÕES
    Funções do sistema esquelético. Tipos de ossos. Estrutura do osso. Osso compacto e osso esponjoso. Esqueleto axial. Esqueleto apendicular. Articulações.
    CONTROLE MUSCULAR E NERVOSO DO MOVIMENTO
    Introdução. Músculo liso e músculo estriado. Grupos musculares esqueléticos. Estrutura microscópica. Tipos de fibras musculares. Utilização dos músculos. Efeitos do treinamento. Treinamento de força muscular. Fadiga muscular. Lesões do aparelho locomotor. Divisões e funções do sistema nervoso. Células do sistema nervoso e nervos. Sistema nervoso central. Sistema nervoso periférico. Sistema nervoso autônomo. Controle do movimento. Atividades reflexas. Controle por centros superiores.
    METABOLISMO ENERGÉTICO E CONSUMO DE OXIGÊNIO
    Metabolismo energético do músculo. Utilização de substratos durante o exercício. Metabolismo aeróbio e anaeróbio na fibra muscular. Consumo de oxigênio. Quociente respiratório. Conceito de limiar anaeróbio.
    ADAPTAÇÕES CARDIOVASCULARES E RESPIRATÓRIAS DURANTE O EXERCÍCIO
    Estrutura e função do sistema cardiovascular. Demanda cardíaca durante o exercício. Distribuição da demanda cardíaca durante o exercício. Exercício e pressão arterial. Efeitos do treinamento sobre a reação cardiovascular ao exercício. Regulação e integração cardiovascular. Reações hematológicas ao exercício. Anatomia da ventilação. Volumes e capacidades pulmonares. Ventilação pulmonar. Ventilação em exercícios físicos. Intercâmbio de gases. Controle da ventilação. Adaptações respiratórias com o treinamento.
    REGULAÇÃO ENDÓCRINA DO EXERCÍCIO
    Origem dos hormônios. Resposta hormonal ao exercício e ao treinamento. Regulação endócrina do metabolismo energético. Hormônios para o equilíbrio hidroelétrico.
    CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO
    Visão geral do crescimento e desenvolvimento. Regulação do crescimento. Puberdade. Mudanças ósseas. Mudanças na composição corporal. Mudanças respiratórias e cardiovasculares. Modificações na capacidade aeróbia, na capacidade anaeróbia e na força.
    ENVELHECIMENTO
    Introdução. Teorias do envelhecimento. Mudanças fisiológicas associadas ao envelhecimento. Sistema cardiovascular. Sistema respiratório. Músculos.
  2. CINEANTROPOMETRIA

    Estudo do corpo humano através de medições e avaliações antropométricas com o objetivo de entender os processos envolvidos no crescimento, no exercício, na nutrição e no rendimento esportivo.

    A ORIGEM DA CINEANTROPOMETRIA
    Objetivos da cineantropometria. Aplicações da cineantropometria.
    MÉTODOS DE VALORAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL OU MÉTODOS CINEANTROPOMÉTRICOS
    O conceito de validade e confiabilidade. Os métodos diretos. Os métodos indiretos. Os métodos duplamente indiretos.
    A ANTROPOMETRIA
    O material antropométrico. A posição anatômica. Planos e eixos. Os pontos anatômicos de referência. Outras referências anatômicas.
    PROTOCOLO DAS MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS
    Cuidados gerais. As medidas antropométricas: normas para marcação do sujeito. A pro forma ou ficha antropométrica. O erro técnico de medição.
    O SOMATÓTIPO
    Escolas biotipológicas. Metodologia para determinar o somatótipo. Componentes do somatótipo. Metodologia para a determinação do somatótipo. A somatocarta. Classificação do somatótipo. Classificação do somatótipo. A análise do somatótipo. Aplicações do somatótipo.
    A PROPORCIONALIDADE CORPORAL
    O sistema "phantom" de análise da proporcionalidade. O sistema "O-SCALE". Os índices corporais.
  3. CONTEXTUALIZAÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA E O EXERCÍCIO NO ÂMBITO DA SAÚDE

    Estudo da evolução histórica da atividade física em relação com a saúde e estilos de vida. Estudo da importância da atividade física em relação com diversas patologias.

    SAÚDE E EFEITOS BENÉFICOS DA ATIVIDADE FÍSICA
    Relação entre a atividade física e a saúde cardiovascular. Relação entre atividade física e diabetes. Relação entre atividade física e obesidade. Relação entre atividade física e síndrome metabólica. Relação entre atividade física e câncer. Relação entre atividade física e saúde óssea e muscular. Relação entre atividade física e saúde mental. Relação entre atividade física e mortalidade global.
    ESTILOS DE VIDA E ATIVIDADE FÍSICA
    Saúde e estilo de vida na atualidade. Evolução histórica do conceito de estilo de vida. O que se entende por estilo de vida no âmbito da atividade física? Seu vínculo com o conceito de qualidade de vida. Obstáculos para a prática de atividade física. Autoconceito e estilos de vida. Continuidade dos hábitos de atividade física ao longo da vida. Recomendações e pautas para a atividade física saudável em função dos grupos de sociais.
    ESTRATÉGIAS DE MEDIÇÃO E AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA
    A avaliação da atividade física. Os questionários ou procedimentos de autorrelatórios. Considerações gerais no uso de métodos de avaliação da atividade física. Vantagens no uso de questionárioss.
    ATIVIDADE FÍSICA E BEM-ESTAR SUBJETIVO
    Introdução. O bem-estar subjetivo. Qualidade de vida. Autoconceito e autoestima. Autoeficiência. A imagem corporal.
    RELAÇÃO ENTRE ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE MENTAL
    Introdução. Conceitos básicos e descrição clínica da depressão. Prevalência e impacto social da depressão. Etiologia da depressão. Efeitos da depressão e importância do exercício físico. Tratamento da depressão: o exercício físico como terapia. Prescrição de exercício para pessoas depressivas.
    RISCOS DO EXERCÍCIO FÍSICO
    Definições e aspectos conceituais. Riscos decorrentes do âmbito em que se realiza o exercício. Riscos decorrentes do uso indevido de exercícios. Riscos em grupos específicos. Segurança e prevenção na prática do exercício. Exercícios desaconselhados e mitos sobre a atividade física. Conclusões.
  4. PSICOLOGIA DO ESPORTE

    Estudar os fatores psicológicos presentes na participação e no rendimento esportivo, no exercício e outros tipos de atividade física.

    VIAS DE AVALIAÇÃO EM PSICOLOGIA DO ESPORTE
    Introdução. O processo de avaliação. Métodos de avaliação psicológica. Outras estratégias de avaliação em psicologia do esporte.
    PERSONALIDADE E ESPORTE
    Introdução. A personalidade e sua estrutura. Personalidade e esporte. Avaliação da personalidade do esportista.
    AGITAÇÃO, ANSIEDADE E ESTRESSE
    Introdução. Agitação. A ansiedade. O estresse. A ansiedade competitiva. Relações entre a ansiedade e o rendimento esportivo.
    ATENÇÃO, CONCENTRAÇÃO E AUTOCONFIANÇA
    Introdução. Definições. Teorias explicativas. Avaliação dos processos de atenção. Atenção e rendimento. Introdução. A autoconfiança. O modelo de autoconfiança esportiva de Vealey. Teoria da autoeficiência de Bandura. A medição da autoconfiança. Desenvolvimento da autoconfiança no esporte.
    A HARMONIA DA EQUIPE E DO TREINADOR COMO LÍDER
    Introdução. Definições de harmonia. Medição da harmonia. Desenvolvimento da harmonia da equipe. Introdução. Definições. Teorias gerais. A liderança no esporte. Medição da liderança.
    TREINAMENTO PSICOLÓGICO NO ESPORTE
    Introdução. Delimitação conceitual do treinamento psicológico. Considerações prévias sobre os programas de treinamento psicológico. Fases de implantação.
  5. ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DA ATIVIDADE FÍSICA PARA A SAÚDE

    Estudo da influência de fatores psicológicos e sociais na realização de atividade física.

    FATORES PSICOLÓGICOS RELACIONADOS COM A REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES FÍSICAS
    Atividade física e saúde: o início de uma programação adequada. Fatores para a compreensão da origem e da manutenção da atividade física e esportiva. Os três pilares que sustentam a atividade física e esportiva. Um futuro com atividade física.
    LA IMPORTANCIA DE LA FAMILIA EN EL DESARROLLO DE LA ACTIVIDAD FÍSICA
    Introdução. A psicologia do esporte de iniciação: aspectos familiares. A importância da pressão familiar na atividade física. A condução eficaz das condutas: aspectos principais. A comunicação como ferramenta para o entendimento da prática esportiva.
    OUTROS FATORES PESSOAIS E SOCIAIS QUE FAVORECEM NA ADOÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA
    Introdução. Componentes psicológicos relacionados com a atividade física e esportiva. Fatores sociais associados à prática esportiva. Uma proposta de compreensão integradora: os sistemas.
    ATIVIDADE FÍSICA, ADOÇÃO E SAÚDE
    Introdução. Aspectos que influenciam na elaboração de programas de adoção da atividade física. Diretrizes para melhorar a adesão de exercícios. Práticas para a potencialização dos fatores que favorecem a realização de exercícios.
    ESTRATÉGIAS PARA PREVENIR O ABANDONO E MELHORAR A SAÚDE
    Introdução. O que se entende por abandono prematuro da prática esportiva. Um modelo explicativo de abandono: Burnout. Práticas para prevenir o abandono esportivo.
    MOTIVAÇÃO EM ATIVIDADE FÍSICA PARA A SAÚDE: TIPOS E TEORIAS
    Conceito e contextualização da motivação. Tipos e teorias da motivação.
    AVALIAÇÃO DA MOTIVAÇÃO E MOTIVOS DE PARTICIPAÇÃO EM ATIVIDADE FÍSICA
    Motivos de participação em atividade física. Avaliação da motivação.
    AUTOCONFIANÇA, AUTOEFICIÊNCIA E CRENÇAS NA PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA
    Introdução. Alguns aspectos psicológicos a considerar na realização de atividade física e esportiva. Algumas estratégias para potencializar a autoconfiança. A influência das crenças na motivação para alcançar os objetivos.
    ATITUDES E VALORES NA ATIVIDADE FÍSICA PARA A SAÚDE
    Introdução. As atitudes na atividade física e no esporte: teorias principais. Avaliação das atitudes em atividade física e esportiva. A promoção e o desenvolvimento dos valores na atividade física e no esporte. A importância dos grupos na atividade física.
    PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DE ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE
    Introdução à programação e planejamento da atividade física e Esportiva. Aplicações específicas de programas. Projeto e desenvolvimento de um programa de atividade física.
    ESTABELECIMENTO DE METAS DE SAÚDE ATRAVÉS DO ESPORTE E DA ATIVIDADE FÍSICA
    Introdução. Tipos de objetivos. Elementos para um bom estabelecimento de objetivos. Fatores que provocam a não obtenção dos objetivos. Influência das crenças na obtenção de objetivos.
    A PESQUISA COMO FONTE DE INFORMAÇÃO NA RELAÇÃO ENTRE FATORES PSICOSSOCIAIS E HÁBITOS DE CONDUTA DE EXERCÍCIO FÍSICO
    Hábitos de conduta e prática de Exercício físico: as variáveis de estudo. A pesquisa como fonte de informação.
    INFLUÊNCIA DOS FATORES PSICOLÓGICOS NAS LESÕES DOS ESPORTISTAS
    Introdução. Os primeiros estudos. O modelo de estresse e lesão. Avaliação e conclusões.
    REAÇÕES EMOCIONAIS E PSICOLÓGICAS DIANTE DA LESÃO
    Introdução. Modelos teóricos na análise da relação entre lesão Esportiva e reações emocionais e psicológicas. Modelos centrados nas reações emocionais do Esportista. O modelo integrado da resposta psicológica à lesão e ao processo de reabilitação de wiese-bjornstal. Avaliação e conclusões.
    PROGRAMAS DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA PARA A PREVENÇÃO DE LESÕES E REABILITAÇÃO DOS ESPORTISTAS LESIONADOS
    Introdução. Intervenção psicológica para a prevenção da lesão Esportiva. Intervenção psicológica para a reabilitação da lesão Esportiva. Avaliação e conclusões.
    LESÕES EM ATIVIDADE FÍSICA E ESPORTE. ASPECTOS METODOLÓGICOS E ESTADO ATUAL DA PESQUISA
    Introdução. Aproximação epidemiológica no estudo da lesão Esportiva. Pesquisa sobre a previsão de lesões Esportivas. Pesquisa sobre a reabilitação de lesões Esportivas. Construção de um instrumento de medida: um exemplo de avaliação. Avaliação e conclusões.
    RUMO A UM MODELO PSICOLÓGICO NA COMPREENSÃO DAS LESÕES ESPORTIVAS
    Introdução. Estado atual do problema. Abordagem multidisciplinar e dispersão teórica e aplicada. Os três eixos do modelo global psicológico das lesões esportivas. O conceito de multidisciplinaridade como base do desenvolvimento integral do MGPsLE. Avaliação e conclusões.
  6. ASPECTOS BÁSICOS DA NUTRIÇÃO

    Estudo da bioquímica básica dos glucídios, proteínas, lipídios, vitaminas e minerais dando ênfase no balanço hídrico.

    PANORAMA DA CLASSIFICAÇÃO, COMPOSIÇÃO, BIOQUÍMICA BÁSICA, ASPECTOS NUTRICIONAIS E FONTES DOS MACRONUTRIENTES E MICRONUTRIENTES
    Classificação dos nutrientes. Composição e bioquímica dos alimentos. Aspectos nutricionais básicos. Fontes importantes de macronutrientes. Fontes importantes de micronutrientes.
    GLICÍDOS
    Reservas corporais de carboidratos. Carboidratos na dieta do esportista. Sobrecarga de glicogênio. Ingestão de carboidratos antes, durante e depois da atividade física. A fibra.
    LIPÍDIOS
    Reservas corporais de lipídios. Os lipídios na dieta do Esportista. Dietas ricas em gorduras. Substâncias ergogênicas relacionadas com o metabolismo lipídico.
    PROTEÍNAS
    Reservas corporais de proteínas. Balanço protéico durante o Exercício. A creatina. Suplementos protéicos ergogênicos.
    AS VITAMINAS
    Funções principais e importância das vitaminas no Exercício físico. Vitamina B1 ou tiamina. Vitamina B2 ou riboflavina. Vitamina B6 ou piridoxina. Vitamina B12 ou cianocobalamina. Vitamina B3 ou niacina. Vitamina B5 ou ácido pantotênico. Os folatos. Biotina. Vitamina C. Vitamina E.
    SUBSTÂNCIAS MINERAIS
    Os minerais. Os elementos traço. Apêndice: Ingestão diária recomendada de minerais e elementos traço.
    A ÁGUA
    Distribuição hídrica no corpo humano. Propriedades biológicas da água. Quantidades necessárias de água. O suor. A desidratação.
  7. NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA

    Estudo da fisiologia do Esporte, a metabolização dos diferentes macronutrientes, a importância de uma correta hidratação, os auxílios ergogênicos, entre outros, elaboração de dietas para cada tipo de Esporte (aeróbio ou anaeróbio).

    CONCEITOS BÁSICOS DE FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO PARA UMA PROGRAMAÇÃO NUTRICIONAL ADEQUADA
    Introdução. Tipos de fibras musculares. Características morfológicas, bioquímicas e fisiológicas. A respiração durante o Exercício. As adaptações cardiovasculares durante o Exercício. Respostas hematológicas ao Exercício. Outras adaptações.
    SISTEMAS ENERGÉTICOS NO EXERCÍCIO
    Consumo de energia pelo músculo. Combustível energético para a contração muscular. Sistemas energéticos utilizados em função da modalidade Esportiva. Metabolismo energético e tipos de fibras musculares. A fadiga muscular.
    CARBOIDRATOS, LIPÍDIOS E PROTEÍNAS
    Utilização dos carboidratos alimentares. Efeitos da intensidade e duração do exercício sobre o consumo metabólico dos depósitos energéticos. Efeitos da dieta sobre os depósitos de glicogênio. Efeitos do treinamento. Recomendações gerais no exercício. Aspectos gerais sobre o metabolismo dos lipídios. Funções no organismo humano. Digestão, absorção e destino da gordura da dieta. Reservas de gordura. Ingestão de gordura. O colesterol no esportista. Utilização das proteínas. Demandas de proteínas no Exercício. Suplementação protéica. Aminoácidos ramificados e hipóteses da fadiga central.
    VITAMINAS E MINERAIS NO EXERCÍCIO
    Vitaminas. Vitaminas hidrossolúveis. Vitaminas lipossolúveis. Minerais. Ferro. Cálcio. Magnésio. Zinco. Outros minerais.
    HIDRATAÇÃO NO EXERCÍCIO
    Equilíbrio hídrico. Necessidades hídricas e de eletrólitos. Termorregulação no exercício. Reidratação. Ingestão de fluidos em diferentes tipos de atividades Esportivas.
    AVALIAÇÃO NUTRICIONAL NO ESPORTE
    Introdução. Necessidade de uma avaliação nutricional no esporte. Estrutura e composición corporal. Determinação da ingestão de nutrientes. Avaliação do nível de digestão, absorção e utilização metabólica do nutriente ingerido. Gasto energético. Avaliação bioquímica do estado nutricional. Avaliação clínica e outros sistemas de avaliação.
    TRANSTORNOS DA ALIMENTAÇÃO NO ESPORTE
    Introdução. Características clínicas. Comportamentos alimentares patológicos no Esporte. Esportes com maior incidência de comportamentos alimentares patológicos. Tratamento e prevenção.
    CONTROLE DO PESO CORPORAL
    Constituição, tamanho e composição corporal. Peso corporal e rendimento Esportivo. Composição corporal e sua avaliação. Peso corporal ideal. Alcance do peso ideal.
    DIETAS PARA O CONDICIONAMENTO DE RESISTÊNCIA E DE FORÇA
    Demandas por Esporte. Nutrição para competição. Planejamento de um programa nutricional individualizado.
  8. AUXÍLIOS ERGOGÊNICOS

    Estudio de la influencia de la fatiga en el deportista y como se puede mejorar.

    CONCEITO DE AUXÍLIO ERGOGÊNICO NO ESPORTE
    Conceito de auxílio ergogênico.
    VITAMINAS E ESPORTE
    Vitamina E. Vitamina C. Vitaminas do grupo B.
    AMINOÁCIDOS E PROTEÍNAS
    Introdução. O esporte e os aminoácidos. Efeitos dos aminoácidos ramificados sobre o rendimento Esportivo. O triptofano. Glutamina. Arginina ou glicina. Inositol. Piruvato. Colina. O Esporte e as proteínas.
    ELEMENTOS MINERAIS
    Zinco. Magnésio. Selênio.
    ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
    Introdução. Séries de ácidos graxos essenciais. Função fisiológica dos ácidos graxos poliinsaturados (PUFAs) essenciais. A função das prostaglandinas (PG) e leucotrienos (LT). EPA e Esporte. Consumo e recomendações. Efeitos adversos e toxicologia. Interações com outros nutrientes.
    CITRATO SÓDICO, CAFEÍNA E COENZIMA Q10
    Introdução. Citrato sódico e o Exercício. Percepção subjetiva do esforço. Dosagem. Contraindicações. Introdução. Absorção, metabolismo e excreção da cafeína. Mecanismos de ação. Uso da cafeína na prática esportiva. Efeitos negativos derivados do consumo de cafeína. Dosagem. Introdução. A coenzima Q como antioxidante e pró-oxidante. Coenzima Q10. Efeitos sobre o rendimento Esportivo. Absorção e dosagem.
    CREATINA E L-CARNITINA
    Função metabólica da creatina. Administração de creatina via oral e o "pool" de creatina no músculo. Influência da administração de creatina sobre a massa corporal. Administração de creatina oral e a prática de Exercícios tipo sprint. Definição. Ação. Carnitina e Esporte. Fontes.
    GINSENG E ELEUTEROCOCO
    Introdução. Composição química. Variedades de ginseng. Efeitos do ginseng no homem. Efeitos adversos
    OUTRAS SUBSTÂNCIAS EMPREGADAS COMO AUXILIARES ERGOGÊNICAS NO ESPORTE
    Echinacea purpurea. Fármacos. Gamma-Orizanol. Guaraná. Octacosanol. Sulfato de vanadil. Tribulus terristris. Bebidas energéticas.
    O DOPPING NO ESPORTE
    Introdução. Definição de dopping. Aspectos históricos. Como é feita a análise antidopping? Efeitos nocivos à saúde. Listagem de substâncias e grupos farmacológicos proibidos.
  9. CONTROLE E PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA

    Estudo sobre princípios gerais da prescrição da atividade física e sua evolução.

    BENEFÍCIOS E RISCOS ASSOCIADOS À ATIVIDADE FÍSICA
    Riscos de acidente e/ou lesão durante a prática da atividade física. Avaliação do risco anterior à prática de Exercício.
    EVOLUÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES GERAIS DA ATIVIDADE FÍSICA
    Evolução das recomendações gerais da atividade física.
    EXAME DE PRÉ-PARTICIPAÇÃO E ESTRATIFICAÇÃO DO RISCO
    Avaliação do estado de saúde. Questionários pré-participação em um programa de atividade física. Cálculo do risco cardiovascular. Aplicação de testes antes do Exercício. Riscos do Exercício. Níveis de Exercício.
    AVALIAÇÃO PRÉ-EXERCÍCIO
    Fatores a avaliar. Avaliação da qualidade dos testes. Seleção dos testes. Avaliação dos diferentes componentes do fitness.
    PRINCÍPIOS GERAIS DA PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA
    Projetos de Exercícios orientados para o condicionamento cardiorrespiratório. Projetos de Exercícios orientados para o condicionamento músculoesquelético. Projetos de Exercícios orientados para a flexibilidade. Projeto geral de um programa de Exercício físico: otimização do Exercício. Considerações finais.
    PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADES FÍSICAS PARA GRUPOS SAUDÁVEIS
    Introdução. Considerações gerais. Grupos. Diferenças.
  10. A ATIVIDADE FÍSICA PARA A SAÚDE EM DIVERSAS DOENÇAS

    Estudo da relação entre a atividade física e doenças de grande prevalência.

    FUNÇÃO PREVENTIVA E TERAPÊUTICA DA ATIVIDADE FÍSICA
    A atividade física e sua função fundamental na prevenção. Valor preventivo da atividade física regular.
    RECOMENDAÇÕES DE EXERCÍCIO FÍSICO PARA TRATAR DOENÇAS CARDIOVASCULARES E RESPIRATÓRIAS
    Efeitos gerais da atividade física regular sobre o sistema cardiovascular. Um breve olhar sobre nosso passado recente. A atividade física tem uma função fundamental na prevenção da doença cardiovascular. Análise da atividade física nos fatores de risco. Análise da atividade física na fisiopatologia cardiovascular crônica e aguda. Hipertensão. Cardiopatia coronária. Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Asma induzida pelo Exercício. Doença pulmonar restritiva crônica. Outras doenças pulmonares.
    RECOMENDAÇÕES PARA A PREVENÇÃO E TRATAMENTO MEDIANTE ATIVIDADE FÍSICA EM HIPERLIPIDEMIAS, SOBREPESO E OBESIDADE, DIABETES
    A aterosclerose. A doença coronária (DC) e os fatores de risco que intervêm em sua aparição. As lipoproteínas. Prevenção e tratamento das alterações das lipoproteínas e das afecções derivadas da aterosclerose. Conceito de obesidade. Epidemiologia. Balanço energético e obesidade. Regulação da ingestão de alimentos e armazenamento de energia. Etiopatogenia. Avaliação da distribuição de gordura corporal na obesidade. O excesso de peso como fator de risco para a saúde. Abordagem terapêutica. Prevenção da obesidade. Importância da atividade física no tratamento da obesidade. Conceito de diabetes. Epidemiologia. Etiopatogenia, classificação e complicações. Doença cardiovascular no paciente diabético. Prevenção e enfoque terapêutico. O Exercício físico como estilo de vida e como terapia.
    INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO NA OSTEOPOROSE, CÂNCER, E AFECÇÕES DO APARELHO LOCOMOTOR
    Regulação do metabolismo ósseo. Osteoporose e risco de fratura. Efeitos do Exercício físico (demanda mecânica) sobre o metabolismo ósseo e a estrutura óssea. Quais características deve reunir o Exercício para favorecer a aquisição de massa óssea? Qual o limite máximo de adaptação? É mais importante a quantidade ou intensidade? Precauções. Biologia celular e genética do câncer. Tratamento oncológico. Etiologia da fadiga originada durante a manifestação do câncer. Recomendações de Exercício físico a pacientes com câncer. Intervenções futuras e conclusões.
  11. ATIVIDADE FÍSICA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

    Estudo da fisiologia do esporte em crianças e adolescentes.

    ATIVIDADE FÍSICA EM CRIANÇAS
    Crescimento, desenvolvimento e maturação. Etapas. Aparelho locomotor em crianças. Reações fisiológicas da criança no Exercício físico. Termorregulação. Percepção do esforço. Resposta ventilatória. Resposta cardiovascular. Avaliação Funcional na criança. Condição física.
    ATIVIDADE FÍSICA EM ADOLESCENTES
    Desenvolvimento e maturação. Aparelho locomotor no adolescente. Respostas fisiológicas do adolescente no Exercício físico. Termorregulação. Percepção do esforço. Resposta ventilatória. Resposta cardiovascular. Avaliação funcional no adolescente. Condição física.
  12. ATIVIDADE FÍSICA EM IDOSOS

    Estudo sobre a importância da atividade física em idosos.

    ENVELHECIMENTO E ATIVIDADE FÍSICA
    Ação do Exercício sobre os fatores causadores do envelhecimento. Ação do Exercício sobre os órgãos e sistemas envelhecidos. Tipos de Exercícios recomendados para idosos.
  13. METODOLOGIA DE PESQUISA CIENTÍFICA

    Estudo de técnicas e etapas da pesquisa científica, análise entre variáveis, pautas para a organização de dados e elaboração de raciocínios lógicos para comparar grupos.

    O MÉTODO CIENTÍFICO
    O conhecimento científico. Características do conhecimento científico. Etapas do trabalho científico. Publicação: formas de comunicação científica.
    AS TÉCNICAS DE PESQUISA
    Tipos de pesquisa científica. Estratégias de pesquisa. Como escrever um projeto científico.
    O PROCESSO DE PESQUISA
    Processos e etapas.
    O CRITÉRIO ESTATÍSTICO PARA O PROCESSO DE INVESTIGAÇÃO
    Critérios estatísticos.
    RELATÓRIO FINAL DA PESQUISA

2ª PARTE: DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Contribuição a algum dos campos estudados no Mestrado, respeitando as doutrinas, teorias e disciplinas relacionadas.


Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode estar sujeito a pequenas modificações, em função das atualizações ou das melhorias efetuadas.


Observação: O conteúdo do programa acadêmico pode estar submetido a ligeiras modificações, em função das atualizações ou das melhoras efetuadas.

Direção

Direção Acadêmica

  • Dr. Maurizio Antonio Battino. Diretor da Área de Saúde e Nutrição da Fundação Universitária Iberoamericana. Pesquisador em Bioquímica e docente da Scuola di Specializzazione in Scienza dell'Alimentazione.

Coordenação Geral Acadêmica

  • Dr. Álvaro Velarde Sotres. Coordenador Internacional da Área de Esporte.
  • Dra. (c) Irma Domínguez. Coordenadora Internacional da Áreas de Saúde.

Professores e Autores

  • Dra. Amélia Cristina Stein. Doutorado em Ciências da Atividade Física e da Saúde pela Universidad de León. Professora na Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra. Jana María Gallardo Pérez. Doutorado Internacional em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad Politécnica de Madrid. Professora associada da Universidad Camilo José Cela.
  • Dra. Nuria Garatachea. Doutorado em Ciências da Atividade Física e do Esporte. Professora na Universidad de Zaragoza.
  • Dra. Sara Márquez. Catedrática da Área de Educação Física e Esporte da Universidad de León. Presidenta da Federação Espanhola de Psicologia do Esporte (FEPD).
  • Dra. Sonsoles Hernandez. Doutorado com Menção Internacional em Biomedicina pela Universidad de Granada. Especializada em exercícios físicos para pessoas com doenças crônicas e transplantes.
  • Dra. Susana Aznar. Doutorado em Ciências da Atividade Física e do Esporte. Professora na Universidad de Castilla La Mancha.
  • Dr. Alberto Pérez López. Doutorado em Ciências da Saúde pela Universidad de Alcalá. Especializado em Fisiologia do Exercício.
  • Dr. Álvaro Velarde Sotres. Doutor em Projetos de Saúde. Mestrado em Prevenção e Readaptação de Lesões Esportivas. Mestrado em Formação de Professores na Especialidade de Educação Física. Graduado em Atividade Física e Ciências do Esporte. Professor na Universidad Europea del Atlántico. Doutorado em Projetos de Saúde pela Universidad Internacional Iberoamericana. 
  • Dr. Antonio Jesús Bores. Doutorado em Ciências da Atividade Física e do Esporte. Preparador físico profissional e professor na Universidad Europea del Atlántico.
  • Dr. Archit Navandar. Doutorado em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad Politécnica de Madrid. Professor na Universidad Europea del Madrid.
  • Dr. Borja del Pozo Cruz. Doutorado em Atividade Física e Saúde Pública e Mestrado em Atividade Física e Saúde pela Universidad Pablo Olavide.
  • Dr. Carlos Lago Fuentes. Doutorado em Ciências do Esporte, Educação Física e Atividade Física Saudável pela Universidad de Vigo. Diretor acadêmico da graduação em Ciências da Atividade Física e do Esporte da Universidad Europea del Atlántico.
  • Dr. Felipe García Pinillos. Doutorado em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad de Jaén. Professor na Universidad Europea del Atlántico.
  • Dr. Miguel Ángel Rojo Tirado. Doutorado em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad Politécnica de Madrid. Professor associado na Universidad Politécnica de Madrid. Docente e pesquisador da Licenciatura em Ciências do Esporte.
  • Dr. Narcís Gusi Fuentes. Catedrático. Departamento de Didática da Expressão Musical, Artística e Corporal da Universidad de Extremadura.
  • Dr. Pedro Angel Latorre. Doutorado em Educação pela Universidad de Granada. Professor titular da Universidad de Jaén. 
  • Dr. Roberto Silva Piñeiro. Doutorado pela Universidad Santiago de Compostela. Professor de Atividade Física para Crianças e de Gerontologia na Universidad de Vigo.
  • Dr. (c) Josep Alemany. Josep Alemany Iturriaga. Doutorado (em andamento) em Educação. Ampla experiência profissional como treinador de basquete. Professor do Comitê Técnico da Federação Catalã de Basquete.
  • Dr. (c) Leonardo de Jesús Hernández Cruz. Doutorado (em andamento) em Educação pela Universidad Internacional Iberoamericana. Mestrado em Atividade Física. Professor na Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. (c) Martín Barcala Furelos. Doutorado (em andamento) em Atividade Física, Educação Física e Esporte pela Universidad Pontifica de Salamanca. Professor na Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. (c) José Alberto Frade-Martins Parraça. Doutorado (em andamento) pela Universidad de Extremadura. Professor na Faculdade de Saúde e Esporte da Universidade de Évora, Portugal.
  • Dr. (c) Víctor Luis Escamilla Galindo. Mestrado Universitário em Avaliação e Treinamento Físico para a Saúde, Universidad de Zaragoza. Graduado em Ciências da Atividade Física e do Esporte.
  • Dra. (c) María Fernanda Figueroa. Doutorado (em andamento) em Atividade Física e Esporte pela Universidade Internacional Iberoamericana. Mestrado em Direção Estratégica Esportiva pela Universitat de Barcelona. Licenciatura em Gestão Esportiva. Professora na Universidad Internacional Iberoamericana.
  • M. Javier Ajiba Orozco. Mestrado em Treinamento Pessoal pela Universidad de Granada.
  • Lic. Carlos Dávila Romero. Licenciado em Ciências da Atividade Física e do Esporte.
  • Gema Torres Luque. Escola Secundária Pedraforca, Departamento de Educação, Generalitat de Catalunya, L'Hospitalet del Llobregat, Barcelona, Espanha.

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

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