Mestrado em Atividade Física e Saúde

Apresentação do Programa

A atividade física, tanto em nível profissional quanto no amador, cobra cada vez mais importância pelos benefícios que acarreta para a saúde de quem a pratica. É importante, entretanto, que a atividade seja planejada e desenvolvida adequadamente para obter os melhores resultados.

É importante que os profissionais envolvidos em temas ligados ao esporte tenham os conhecimentos necessários para fazer com que a prática esportiva adeque-se a cada organismo e que leve em conta e domine os aspectos relacionados a ela como são a adequada nutrição e bem-estar psicológico do atleta.

O programa do Mestrado em Atividade Física e Saúde é dirigido a todos os profissionais que procuram aprofundar seus conhecimentos sobre a atividade física e todos os aspectos que se relacionam com seu correto planejamento, execução e avaliação.

Além disso, pretende educar sobre valores e atitudes frente ao esporte, que maximizem o conhecimento e o desenvolvimento do curso, com o fim de obter os melhores resultados possíveis. Para isso, proporciona os conhecimentos necessários para identificar todos os fatores que intervêm nesta disciplina.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta, somada à clareza, amplitude e didática da concepção dos conteúdos, permite dirigir o programa do Mestrado em Atividade Física a profissionais diplomados e/ou licenciados em educação física, professores, profissionais de ciências da saúde e todas aquelas pessoas que queiram enriquecer sua formação de graduação ou pós-graduação com temas relacionados à atividade física, a nutrição aplicada ao esporte e o desenho e planejamento esportivo.

Titulação

A aprovação no programa Mestrado em Atividade Física e Saúde permitirá a obtenção do título de: MESTRE EM ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE.

O diploma será expedido pela Universidade na qual o aluno esteja matriculado, com o aval da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).

Estrutura do Programa

A duração estimada para a realização do Mestrado em Atividade Física e Saúde é de 2 anos..

Com respeito à distribuição do tempo, estabelece-se que:

  • Por ser um Programa a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não se estabelece uma data específica de início, por isso o aluno pode efetuar a matrícula a qualquer momento, sempre que houver disponibilidade de vagas.
  • Por motivos acadêmicos e de aprendizagem, dispõe-se de uma duração mínima de 6 mesespara o Programa.
  • O tempo máximo de que se dispõe para realizar o Programa é de 24 meses. Neste período, o aluno deve haver entregado todas as avaliações correspondentes ao programa.

A estrutura de créditos do Mestrado em Atividade Física e Saúde está exposta na seguinte tabela:

  CRÉDITOS DURAÇÃOa
1ª Parte: Disciplinas Obrigatórias 75 21
2ª Parte: Dissertação de Mestrado 15 3
TOTAL 90 24

a.Duração em meses

Objetivos

Objetivo geral:

  • Proporcionar conhecimentos sobre a estrutura e função do organismo humano e a nutrição aplicada ao esporte assim como dos princípios do treinamento e o planejamento esportivo.

Objetivos específicos:

  • Adquirir uma visão global da anatomia e fisiologia do organismo humano, seu metabolismo e mudanças durante a atividade física.
  • Conhecer e aplicar os métodos de avaliação nutricional e composição corporal aos esportistas.
  • Obter conhecimentos de nutrição e dietética, as características dos mantimentos, as ajudas ergogênicas disponíveis, e ser capaz de desenhar planos nutricionais segundo o tipo de exercício físico a realizar.
  • Identificar os fatores psicológicos que intervêm no rendimento esportivo e os transtornos alimentares presentes no esporte, assim como seu diagnóstico e tratamento.
  • Conhecer as bases do treinamento e técnicas esportivas e desenvolver a capacidade de planejar, pôr em prática e avaliar planos de treinamento.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do Mestrado em Atividade Física e Saúde são as seguintes:

  • Profissionais que queiram especializar-se em temas de Nutrição Esportiva.
  • Profissionais que trabalhem em Academias, Associações, Federações, etc. e desejem adquirir conhecimentos sobre nutrição.
  • Monitores de Lazer e Tempo Livre.
  • Treinadores de Entidades Esportivas.

Plano de estudos

Mestrado em Atividade Física e Saúde é formado por 2 partes que estão descritas a seguir:

  • 1ª PARTE: DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

Na primeira parte estão descritas as bases do conhecimento do organismo humano no contexto do esporte, assim como o desenvolvimento da relação da atividade física e da saúde para diferentes situações fisiológicas e patológicas.

As disciplinas compreendidas nesta parte estão expostas na tabela seguinte:

  • 2ª PARTE: DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

A segunda parte do Mestrado é destinada à realização da Dissertação de Mestrado, que pode ser começada antes mesmo do término da 1ª Parte: Disciplinas Obrigatórias, já que nesse momento o aluno terá desenvolvido as habilidades necessárias para dar início à Dissertação.

O objetivo é apresentar um documento completo que mostre o desenvolvimento total do projeto proposto, contemplando a possibilidade de sua execução na prática, de acordo com as orientações e os parâmetros apresentados para a Dissertação de Mestrado.

O Projeto deve ser uma contribuição para alguns dos campos estudados ou à sua relação tanto teórica como prática, respeitando as doutrinas, teorias e disciplinas relacionadas.

Além disso, deverá ser baseado no documento "Pautas para a Elaboração da Dissertação de Mestrado" que o aluno receberá juntamente com o primeiro material didático.

  2ª Parte: Dissertação de Mestrado
1 trabalho final de MESTRADO

Descrições dos Cursos

1ª PARTE: DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

  1. ESTRUTURA E FUNÇÃO DO CORPO HUMANO

    Estudar os aspectos básicos da anatomia e da fisiologia humana.

    OORGANIZAÇÃO CORPORAL
    Níveis de organização estrutural e funcional. Composição química do corpo. A célula. Terminologia e organização corporal.
    OSSOS E ARTICULAÇÕES
    Funções do sistema esquelético. Tipos de ossos. Estrutura do osso. Osso compacto e osso esponjoso. Esqueleto axial. Esqueleto apendicular. Articulações.
    CONTROLE MUSCULAR E NERVOSO DO MOVIMENTO
    Introdução. Músculo liso e músculo estriado. Grupos musculares esqueléticos. Estrutura microscópica. Tipos de fibras musculares. Utilização dos músculos. Efeitos do treinamento. Treinamento de força muscular. Fadiga muscular. Lesões do aparelho locomotor. Divisões e funções do sistema nervoso. Células do sistema nervoso e nervos. Sistema nervoso central. Sistema nervoso periférico. Sistema nervoso autônomo. Controle do movimento. Atividades reflexas. Controle por centros superiores.
    METABOLISMO ENERGÉTICO E CONSUMO DE OXIGÊNIO
    Metabolismo energético do músculo. Utilização de substratos durante o exercício. Metabolismo aeróbio e anaeróbio na fibra muscular. Consumo de oxigênio. Quociente respiratório. Conceito de limiar anaeróbio.
    ADAPTAÇÕES CARDIOVASCULARES E RESPIRATÓRIAS DURANTE O EXERCÍCIO
    Estrutura e função do sistema cardiovascular. Demanda cardíaca durante o exercício. Distribuição da demanda cardíaca durante o exercício. Exercício e pressão arterial. Efeitos do treinamento sobre a reação cardiovascular ao exercício. Regulação e integração cardiovascular. Reações hematológicas ao exercício. Anatomia da ventilação. Volumes e capacidades pulmonares. Ventilação pulmonar. Ventilação em exercícios físicos. Intercâmbio de gases. Controle da ventilação. Adaptações respiratórias com o treinamento.
    REGULAÇÃO ENDÓCRINA DO EXERCÍCIO
    Origem dos hormônios. Resposta hormonal ao exercício e ao treinamento. Regulação endócrina do metabolismo energético. Hormônios para o equilíbrio hidroelétrico.
    CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO
    Visão geral do crescimento e desenvolvimento. Regulação do crescimento. Puberdade. Mudanças ósseas. Mudanças na composição corporal. Mudanças respiratórias e cardiovasculares. Modificações na capacidade aeróbia, na capacidade anaeróbia e na força.
    ENVELHECIMENTO
    Introdução. Teorias do envelhecimento. Mudanças fisiológicas associadas ao envelhecimento. Sistema cardiovascular. Sistema respiratório. Músculos.
  2. CINEANTROPOMETRIA

    Estudo do corpo humano através de medições e avaliações antropométricas com o objetivo de entender os processos envolvidos no crescimento, no exercício, na nutrição e no rendimento esportivo.

    A ORIGEM DA CINEANTROPOMETRIA
    Objetivos da cineantropometria. Aplicações da cineantropometria.
    MÉTODOS DE VALORAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL OU MÉTODOS CINEANTROPOMÉTRICOS
    O conceito de validade e confiabilidade. Os métodos diretos. Os métodos indiretos. Os métodos duplamente indiretos.
    A ANTROPOMETRIA
    O material antropométrico. A posição anatômica. Planos e eixos. Os pontos anatômicos de referência. Outras referências anatômicas.
    PROTOCOLO DAS MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS
    Cuidados gerais. As medidas antropométricas: normas para marcação do sujeito. A pro forma ou ficha antropométrica. O erro técnico de medição.
    O SOMATÓTIPO
    Escolas biotipológicas. Metodologia para determinar o somatótipo. Componentes do somatótipo. Metodologia para a determinação do somatótipo. A somatocarta. Classificação do somatótipo. Classificação do somatótipo. A análise do somatótipo. Aplicações do somatótipo.
    A PROPORCIONALIDADE CORPORAL
    O sistema "phantom" de análise da proporcionalidade. O sistema "O-SCALE". Os índices corporais.
  3. CONTEXTUALIZAÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA E O EXERCÍCIO NO ÂMBITO DA SAÚDE

    Estudo da evolução histórica da atividade física em relação com a saúde e estilos de vida. Estudo da importância da atividade física em relação com diversas patologias.

    SAÚDE E EFEITOS BENÉFICOS DA ATIVIDADE FÍSICA
    Relação entre a atividade física e a saúde cardiovascular. Relação entre atividade física e diabetes. Relação entre atividade física e obesidade. Relação entre atividade física e síndrome metabólica. Relação entre atividade física e câncer. Relação entre atividade física e saúde óssea e muscular. Relação entre atividade física e saúde mental. Relação entre atividade física e mortalidade global.
    ESTILOS DE VIDA E ATIVIDADE FÍSICA
    Saúde e estilo de vida na atualidade. Evolução histórica do conceito de estilo de vida. O que se entende por estilo de vida no âmbito da atividade física? Seu vínculo com o conceito de qualidade de vida. Obstáculos para a prática de atividade física. Autoconceito e estilos de vida. Continuidade dos hábitos de atividade física ao longo da vida. Recomendações e pautas para a atividade física saudável em função dos grupos de sociais.
    ESTRATÉGIAS DE MEDIÇÃO E AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA
    A avaliação da atividade física. Os questionários ou procedimentos de autorrelatórios. Considerações gerais no uso de métodos de avaliação da atividade física. Vantagens no uso de questionárioss.
    ATIVIDADE FÍSICA E BEM-ESTAR SUBJETIVO
    Introdução. O bem-estar subjetivo. Qualidade de vida. Autoconceito e autoestima. Autoeficiência. A imagem corporal.
    RELAÇÃO ENTRE ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE MENTAL
    Introdução. Conceitos básicos e descrição clínica da depressão. Prevalência e impacto social da depressão. Etiologia da depressão. Efeitos da depressão e importância do exercício físico. Tratamento da depressão: o exercício físico como terapia. Prescrição de exercício para pessoas depressivas.
    RISCOS DO EXERCÍCIO FÍSICO
    Definições e aspectos conceituais. Riscos decorrentes do âmbito em que se realiza o exercício. Riscos decorrentes do uso indevido de exercícios. Riscos em grupos específicos. Segurança e prevenção na prática do exercício. Exercícios desaconselhados e mitos sobre a atividade física. Conclusões.
  4. PSICOLOGIA DO ESPORTE

    Estudar os fatores psicológicos presentes na participação e no rendimento esportivo, no exercício e outros tipos de atividade física.

    VIAS DE AVALIAÇÃO EM PSICOLOGIA DO ESPORTE
    Introdução. O processo de avaliação. Métodos de avaliação psicológica. Outras estratégias de avaliação em psicologia do esporte.
    PERSONALIDADE E ESPORTE
    Introdução. A personalidade e sua estrutura. Personalidade e esporte. Avaliação da personalidade do esportista.
    AGITAÇÃO, ANSIEDADE E ESTRESSE
    Introdução. Agitação. A ansiedade. O estresse. A ansiedade competitiva. Relações entre a ansiedade e o rendimento esportivo.
    ATENÇÃO, CONCENTRAÇÃO E AUTOCONFIANÇA
    Introdução. Definições. Teorias explicativas. Avaliação dos processos de atenção. Atenção e rendimento. Introdução. A autoconfiança. O modelo de autoconfiança esportiva de Vealey. Teoria da autoeficiência de Bandura. A medição da autoconfiança. Desenvolvimento da autoconfiança no esporte.
    A HARMONIA DA EQUIPE E DO TREINADOR COMO LÍDER
    Introdução. Definições de harmonia. Medição da harmonia. Desenvolvimento da harmonia da equipe. Introdução. Definições. Teorias gerais. A liderança no esporte. Medição da liderança.
    TREINAMENTO PSICOLÓGICO NO ESPORTE
    Introdução. Delimitação conceitual do treinamento psicológico. Considerações prévias sobre os programas de treinamento psicológico. Fases de implantação.
  5. ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DA ATIVIDADE FÍSICA PARA A SAÚDE

    Estudo da influência de fatores psicológicos e sociais na realização de atividade física.

    FATORES PSICOLÓGICOS RELACIONADOS COM A REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES FÍSICAS
    Atividade física e saúde: o início de uma programação adequada. Fatores para a compreensão da origem e da manutenção da atividade física e esportiva. Os três pilares que sustentam a atividade física e esportiva. Um futuro com atividade física.
    LA IMPORTANCIA DE LA FAMILIA EN EL DESARROLLO DE LA ACTIVIDAD FÍSICA
    Introdução. A psicologia do esporte de iniciação: aspectos familiares. A importância da pressão familiar na atividade física. A condução eficaz das condutas: aspectos principais. A comunicação como ferramenta para o entendimento da prática esportiva.
    OUTROS FATORES PESSOAIS E SOCIAIS QUE FAVORECEM NA ADOÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA
    Introdução. Componentes psicológicos relacionados com a atividade física e esportiva. Fatores sociais associados à prática esportiva. Uma proposta de compreensão integradora: os sistemas.
    ATIVIDADE FÍSICA, ADOÇÃO E SAÚDE
    Introdução. Aspectos que influenciam na elaboração de programas de adoção da atividade física. Diretrizes para melhorar a adesão de exercícios. Práticas para a potencialização dos fatores que favorecem a realização de exercícios.
    ESTRATÉGIAS PARA PREVENIR O ABANDONO E MELHORAR A SAÚDE
    Introdução. O que se entende por abandono prematuro da prática esportiva. Um modelo explicativo de abandono: Burnout. Práticas para prevenir o abandono esportivo.
    MOTIVAÇÃO EM ATIVIDADE FÍSICA PARA A SAÚDE: TIPOS E TEORIAS
    Conceito e contextualização da motivação. Tipos e teorias da motivação.
    AVALIAÇÃO DA MOTIVAÇÃO E MOTIVOS DE PARTICIPAÇÃO EM ATIVIDADE FÍSICA
    Motivos de participação em atividade física. Avaliação da motivação.
    AUTOCONFIANÇA, AUTOEFICIÊNCIA E CRENÇAS NA PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA
    Introdução. Alguns aspectos psicológicos a considerar na realização de atividade física e esportiva. Algumas estratégias para potencializar a autoconfiança. A influência das crenças na motivação para alcançar os objetivos.
    ATITUDES E VALORES NA ATIVIDADE FÍSICA PARA A SAÚDE
    Introdução. As atitudes na atividade física e no esporte: teorias principais. Avaliação das atitudes em atividade física e esportiva. A promoção e o desenvolvimento dos valores na atividade física e no esporte. A importância dos grupos na atividade física.
    PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DE ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE
    Introdução à programação e planejamento da atividade física e Esportiva. Aplicações específicas de programas. Projeto e desenvolvimento de um programa de atividade física.
    ESTABELECIMENTO DE METAS DE SAÚDE ATRAVÉS DO ESPORTE E DA ATIVIDADE FÍSICA
    Introdução. Tipos de objetivos. Elementos para um bom estabelecimento de objetivos. Fatores que provocam a não obtenção dos objetivos. Influência das crenças na obtenção de objetivos.
    A PESQUISA COMO FONTE DE INFORMAÇÃO NA RELAÇÃO ENTRE FATORES PSICOSSOCIAIS E HÁBITOS DE CONDUTA DE EXERCÍCIO FÍSICO
    Hábitos de conduta e prática de Exercício físico: as variáveis de estudo. A pesquisa como fonte de informação.
    INFLUÊNCIA DOS FATORES PSICOLÓGICOS NAS LESÕES DOS ESPORTISTAS
    Introdução. Os primeiros estudos. O modelo de estresse e lesão. Avaliação e conclusões.
    REAÇÕES EMOCIONAIS E PSICOLÓGICAS DIANTE DA LESÃO
    Introdução. Modelos teóricos na análise da relação entre lesão Esportiva e reações emocionais e psicológicas. Modelos centrados nas reações emocionais do Esportista. O modelo integrado da resposta psicológica à lesão e ao processo de reabilitação de wiese-bjornstal. Avaliação e conclusões.
    PROGRAMAS DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA PARA A PREVENÇÃO DE LESÕES E REABILITAÇÃO DOS ESPORTISTAS LESIONADOS
    Introdução. Intervenção psicológica para a prevenção da lesão Esportiva. Intervenção psicológica para a reabilitação da lesão Esportiva. Avaliação e conclusões.
    LESÕES EM ATIVIDADE FÍSICA E ESPORTE. ASPECTOS METODOLÓGICOS E ESTADO ATUAL DA PESQUISA
    Introdução. Aproximação epidemiológica no estudo da lesão Esportiva. Pesquisa sobre a previsão de lesões Esportivas. Pesquisa sobre a reabilitação de lesões Esportivas. Construção de um instrumento de medida: um exemplo de avaliação. Avaliação e conclusões.
    RUMO A UM MODELO PSICOLÓGICO NA COMPREENSÃO DAS LESÕES ESPORTIVAS
    Introdução. Estado atual do problema. Abordagem multidisciplinar e dispersão teórica e aplicada. Os três eixos do modelo global psicológico das lesões esportivas. O conceito de multidisciplinaridade como base do desenvolvimento integral do MGPsLE. Avaliação e conclusões.
  6. ASPECTOS BÁSICOS DA NUTRIÇÃO

    Estudo da bioquímica básica dos glucídios, proteínas, lipídios, vitaminas e minerais dando ênfase no balanço hídrico.

    PANORAMA DA CLASSIFICAÇÃO, COMPOSIÇÃO, BIOQUÍMICA BÁSICA, ASPECTOS NUTRICIONAIS E FONTES DOS MACRONUTRIENTES E MICRONUTRIENTES
    Classificação dos nutrientes. Composição e bioquímica dos alimentos. Aspectos nutricionais básicos. Fontes importantes de macronutrientes. Fontes importantes de micronutrientes.
    GLICÍDOS
    Reservas corporais de carboidratos. Carboidratos na dieta do esportista. Sobrecarga de glicogênio. Ingestão de carboidratos antes, durante e depois da atividade física. A fibra.
    LIPÍDIOS
    Reservas corporais de lipídios. Os lipídios na dieta do Esportista. Dietas ricas em gorduras. Substâncias ergogênicas relacionadas com o metabolismo lipídico.
    PROTEÍNAS
    Reservas corporais de proteínas. Balanço protéico durante o Exercício. A creatina. Suplementos protéicos ergogênicos.
    AS VITAMINAS
    Funções principais e importância das vitaminas no Exercício físico. Vitamina B1 ou tiamina. Vitamina B2 ou riboflavina. Vitamina B6 ou piridoxina. Vitamina B12 ou cianocobalamina. Vitamina B3 ou niacina. Vitamina B5 ou ácido pantotênico. Os folatos. Biotina. Vitamina C. Vitamina E.
    SUBSTÂNCIAS MINERAIS
    Os minerais. Os elementos traço. Apêndice: Ingestão diária recomendada de minerais e elementos traço.
    A ÁGUA
    Distribuição hídrica no corpo humano. Propriedades biológicas da água. Quantidades necessárias de água. O suor. A desidratação.
  7. NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA

    Estudo da fisiologia do Esporte, a metabolização dos diferentes macronutrientes, a importância de uma correta hidratação, os auxílios ergogênicos, entre outros, elaboração de dietas para cada tipo de Esporte (aeróbio ou anaeróbio).

    CONCEITOS BÁSICOS DE FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO PARA UMA PROGRAMAÇÃO NUTRICIONAL ADEQUADA
    Introdução. Tipos de fibras musculares. Características morfológicas, bioquímicas e fisiológicas. A respiração durante o Exercício. As adaptações cardiovasculares durante o Exercício. Respostas hematológicas ao Exercício. Outras adaptações.
    SISTEMAS ENERGÉTICOS NO EXERCÍCIO
    Consumo de energia pelo músculo. Combustível energético para a contração muscular. Sistemas energéticos utilizados em função da modalidade Esportiva. Metabolismo energético e tipos de fibras musculares. A fadiga muscular.
    CARBOIDRATOS, LIPÍDIOS E PROTEÍNAS
    Utilização dos carboidratos alimentares. Efeitos da intensidade e duração do exercício sobre o consumo metabólico dos depósitos energéticos. Efeitos da dieta sobre os depósitos de glicogênio. Efeitos do treinamento. Recomendações gerais no exercício. Aspectos gerais sobre o metabolismo dos lipídios. Funções no organismo humano. Digestão, absorção e destino da gordura da dieta. Reservas de gordura. Ingestão de gordura. O colesterol no esportista. Utilização das proteínas. Demandas de proteínas no Exercício. Suplementação protéica. Aminoácidos ramificados e hipóteses da fadiga central.
    VITAMINAS E MINERAIS NO EXERCÍCIO
    Vitaminas. Vitaminas hidrossolúveis. Vitaminas lipossolúveis. Minerais. Ferro. Cálcio. Magnésio. Zinco. Outros minerais.
    HIDRATAÇÃO NO EXERCÍCIO
    Equilíbrio hídrico. Necessidades hídricas e de eletrólitos. Termorregulação no exercício. Reidratação. Ingestão de fluidos em diferentes tipos de atividades Esportivas.
    AVALIAÇÃO NUTRICIONAL NO ESPORTE
    Introdução. Necessidade de uma avaliação nutricional no esporte. Estrutura e composición corporal. Determinação da ingestão de nutrientes. Avaliação do nível de digestão, absorção e utilização metabólica do nutriente ingerido. Gasto energético. Avaliação bioquímica do estado nutricional. Avaliação clínica e outros sistemas de avaliação.
    TRANSTORNOS DA ALIMENTAÇÃO NO ESPORTE
    Introdução. Características clínicas. Comportamentos alimentares patológicos no Esporte. Esportes com maior incidência de comportamentos alimentares patológicos. Tratamento e prevenção.
    CONTROLE DO PESO CORPORAL
    Constituição, tamanho e composição corporal. Peso corporal e rendimento Esportivo. Composição corporal e sua avaliação. Peso corporal ideal. Alcance do peso ideal.
    DIETAS PARA O CONDICIONAMENTO DE RESISTÊNCIA E DE FORÇA
    Demandas por Esporte. Nutrição para competição. Planejamento de um programa nutricional individualizado.
  8. AUXÍLIOS ERGOGÊNICOS

    Estudio de la influencia de la fatiga en el deportista y como se puede mejorar.

    CONCEITO DE AUXÍLIO ERGOGÊNICO NO ESPORTE
    Conceito de auxílio ergogênico.
    VITAMINAS E ESPORTE
    Vitamina E. Vitamina C. Vitaminas do grupo B.
    AMINOÁCIDOS E PROTEÍNAS
    Introdução. O esporte e os aminoácidos. Efeitos dos aminoácidos ramificados sobre o rendimento Esportivo. O triptofano. Glutamina. Arginina ou glicina. Inositol. Piruvato. Colina. O Esporte e as proteínas.
    ELEMENTOS MINERAIS
    Zinco. Magnésio. Selênio.
    ÁCIDOS GRAXOS ESSENCIAIS
    Introdução. Séries de ácidos graxos essenciais. Função fisiológica dos ácidos graxos poliinsaturados (PUFAs) essenciais. A função das prostaglandinas (PG) e leucotrienos (LT). EPA e Esporte. Consumo e recomendações. Efeitos adversos e toxicologia. Interações com outros nutrientes.
    CITRATO SÓDICO, CAFEÍNA E COENZIMA Q10
    Introdução. Citrato sódico e o Exercício. Percepção subjetiva do esforço. Dosagem. Contraindicações. Introdução. Absorção, metabolismo e excreção da cafeína. Mecanismos de ação. Uso da cafeína na prática esportiva. Efeitos negativos derivados do consumo de cafeína. Dosagem. Introdução. A coenzima Q como antioxidante e pró-oxidante. Coenzima Q10. Efeitos sobre o rendimento Esportivo. Absorção e dosagem.
    CREATINA E L-CARNITINA
    Função metabólica da creatina. Administração de creatina via oral e o "pool" de creatina no músculo. Influência da administração de creatina sobre a massa corporal. Administração de creatina oral e a prática de Exercícios tipo sprint. Definição. Ação. Carnitina e Esporte. Fontes.
    GINSENG E ELEUTEROCOCO
    Introdução. Composição química. Variedades de ginseng. Efeitos do ginseng no homem. Efeitos adversos
    OUTRAS SUBSTÂNCIAS EMPREGADAS COMO AUXILIARES ERGOGÊNICAS NO ESPORTE
    Echinacea purpurea. Fármacos. Gamma-Orizanol. Guaraná. Octacosanol. Sulfato de vanadil. Tribulus terristris. Bebidas energéticas.
    O DOPPING NO ESPORTE
    Introdução. Definição de dopping. Aspectos históricos. Como é feita a análise antidopping? Efeitos nocivos à saúde. Listagem de substâncias e grupos farmacológicos proibidos.
  9. CONTROLE E PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA

    Estudo sobre princípios gerais da prescrição da atividade física e sua evolução.

    BENEFÍCIOS E RISCOS ASSOCIADOS À ATIVIDADE FÍSICA
    Riscos de acidente e/ou lesão durante a prática da atividade física. Avaliação do risco anterior à prática de Exercício.
    EVOLUÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES GERAIS DA ATIVIDADE FÍSICA
    Evolução das recomendações gerais da atividade física.
    EXAME DE PRÉ-PARTICIPAÇÃO E ESTRATIFICAÇÃO DO RISCO
    Avaliação do estado de saúde. Questionários pré-participação em um programa de atividade física. Cálculo do risco cardiovascular. Aplicação de testes antes do Exercício. Riscos do Exercício. Níveis de Exercício.
    AVALIAÇÃO PRÉ-EXERCÍCIO
    Fatores a avaliar. Avaliação da qualidade dos testes. Seleção dos testes. Avaliação dos diferentes componentes do fitness.
    PRINCÍPIOS GERAIS DA PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA
    Projetos de Exercícios orientados para o condicionamento cardiorrespiratório. Projetos de Exercícios orientados para o condicionamento músculoesquelético. Projetos de Exercícios orientados para a flexibilidade. Projeto geral de um programa de Exercício físico: otimização do Exercício. Considerações finais.
    PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADES FÍSICAS PARA GRUPOS SAUDÁVEIS
    Introdução. Considerações gerais. Grupos. Diferenças.
  10. A ATIVIDADE FÍSICA PARA A SAÚDE EM DIVERSAS DOENÇAS

    Estudo da relação entre a atividade física e doenças de grande prevalência.

    FUNÇÃO PREVENTIVA E TERAPÊUTICA DA ATIVIDADE FÍSICA
    A atividade física e sua função fundamental na prevenção. Valor preventivo da atividade física regular.
    RECOMENDAÇÕES DE EXERCÍCIO FÍSICO PARA TRATAR DOENÇAS CARDIOVASCULARES E RESPIRATÓRIAS
    Efeitos gerais da atividade física regular sobre o sistema cardiovascular. Um breve olhar sobre nosso passado recente. A atividade física tem uma função fundamental na prevenção da doença cardiovascular. Análise da atividade física nos fatores de risco. Análise da atividade física na fisiopatologia cardiovascular crônica e aguda. Hipertensão. Cardiopatia coronária. Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Asma induzida pelo Exercício. Doença pulmonar restritiva crônica. Outras doenças pulmonares.
    RECOMENDAÇÕES PARA A PREVENÇÃO E TRATAMENTO MEDIANTE ATIVIDADE FÍSICA EM HIPERLIPIDEMIAS, SOBREPESO E OBESIDADE, DIABETES
    A aterosclerose. A doença coronária (DC) e os fatores de risco que intervêm em sua aparição. As lipoproteínas. Prevenção e tratamento das alterações das lipoproteínas e das afecções derivadas da aterosclerose. Conceito de obesidade. Epidemiologia. Balanço energético e obesidade. Regulação da ingestão de alimentos e armazenamento de energia. Etiopatogenia. Avaliação da distribuição de gordura corporal na obesidade. O excesso de peso como fator de risco para a saúde. Abordagem terapêutica. Prevenção da obesidade. Importância da atividade física no tratamento da obesidade. Conceito de diabetes. Epidemiologia. Etiopatogenia, classificação e complicações. Doença cardiovascular no paciente diabético. Prevenção e enfoque terapêutico. O Exercício físico como estilo de vida e como terapia.
    INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO NA OSTEOPOROSE, CÂNCER, E AFECÇÕES DO APARELHO LOCOMOTOR
    Regulação do metabolismo ósseo. Osteoporose e risco de fratura. Efeitos do Exercício físico (demanda mecânica) sobre o metabolismo ósseo e a estrutura óssea. Quais características deve reunir o Exercício para favorecer a aquisição de massa óssea? Qual o limite máximo de adaptação? É mais importante a quantidade ou intensidade? Precauções. Biologia celular e genética do câncer. Tratamento oncológico. Etiologia da fadiga originada durante a manifestação do câncer. Recomendações de Exercício físico a pacientes com câncer. Intervenções futuras e conclusões.
  11. ATIVIDADE FÍSICA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

    Estudo da fisiologia do esporte em crianças e adolescentes.

    ATIVIDADE FÍSICA EM CRIANÇAS
    Crescimento, desenvolvimento e maturação. Etapas. Aparelho locomotor em crianças. Reações fisiológicas da criança no Exercício físico. Termorregulação. Percepção do esforço. Resposta ventilatória. Resposta cardiovascular. Avaliação Funcional na criança. Condição física.
    ATIVIDADE FÍSICA EM ADOLESCENTES
    Desenvolvimento e maturação. Aparelho locomotor no adolescente. Respostas fisiológicas do adolescente no Exercício físico. Termorregulação. Percepção do esforço. Resposta ventilatória. Resposta cardiovascular. Avaliação funcional no adolescente. Condição física.
  12. ATIVIDADE FÍSICA EM IDOSOS

    Estudo sobre a importância da atividade física em idosos.

    ENVELHECIMENTO E ATIVIDADE FÍSICA
    Ação do Exercício sobre os fatores causadores do envelhecimento. Ação do Exercício sobre os órgãos e sistemas envelhecidos. Tipos de Exercícios recomendados para idosos.
  13. METODOLOGIA DE PESQUISA CIENTÍFICA

    Estudo de técnicas e etapas da pesquisa científica, análise entre variáveis, pautas para a organização de dados e elaboração de raciocínios lógicos para comparar grupos.

    O MÉTODO CIENTÍFICO
    O conhecimento científico. Características do conhecimento científico. Etapas do trabalho científico. Publicação: formas de comunicação científica.
    AS TÉCNICAS DE PESQUISA
    Tipos de pesquisa científica. Estratégias de pesquisa. Como escrever um projeto científico.
    O PROCESSO DE PESQUISA
    Processos e etapas.
    O CRITÉRIO ESTATÍSTICO PARA O PROCESSO DE INVESTIGAÇÃO
    Critérios estatísticos.
    RELATÓRIO FINAL DA PESQUISA

2ª PARTE: DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Contribuição a algum dos campos estudados no Mestrado, respeitando as doutrinas, teorias e disciplinas relacionadas.


Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode estar sujeito a pequenas modificações, em função das atualizações ou das melhorias efetuadas.

Direção

Direção Acadêmica Geral

  • Dr. Maurizio Battino. Diretor Geral da Área de Saúde e Nutrição da Fundação Universitária Iberoamericana. Pesquisador e docente da Scuola di Specializzazione in Scienza dell’Alimentazione.

Coordenação Acadêmica Geral

  • Dra. (c) Irma Domínguez Azpíroz. Coordenadora Acadêmica da Área de Saúde e Nutrição.
Direção da Área de Esporte
  • Dra. Sara Márquez Rosa. Catedrática del Área de Educación Física y Deportiva de la Universidad de León. Presidenta de la Federación Española de Psicología en el Deporte (FEPD).
  • Dr. Javier González Gallego. Catedrático de Biologia da Universidad de León. Diretor do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidad de León.

Professores e Autores

  • Dr. Antonio Eduardo López Fuenzalida. Doutor em Ciências do Exercício da Universidad de Córdoba (Espanha). Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Narcis Gusi Fuentes. Catedrático. Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica e Corporal da Universidad de Extremadura.
  • Dr. Alfredo Cordova Martinez. Catedrático da Escuela Universitaria. Departamento de Fisiologia da Universidad de Valladolid.
  • Dr. Borja del Pozo Cruz. Doutor em Ciências da Atividade Física, Rendimento Esportivo e Saúde. Professor do Departamento de Educação Física e Esportes da Universidad de Sevilla.
  • Dra. Olga Molinero González. Doutora em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad de León. Graduada em Magistério com especialização em educação física pela Universidad de Valladolid. Professora da Universidad de León.
  • Dr. Enrique Garcés de los Fayos. Doutor em Psicologia. Professor do Departamento de Personalidade, Avaliação e Tratamento Psicológico da Universidad de Murcia.
  • Dr. Alfonso Salguero del Valle. Doutor em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad de León. Professor do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica, Corporal, Desenho e Educação Física da Universidad de León.
  • Dr. Gonzalo Cuadrado Sáenz. Doutor em Ciências da Atividade Física e do Esporte. Professor Titular do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica, Corporal, Desenho e Educação Física da Universidad de León. Diretor da Escuela Nacional de Entrenadores da RFEC.
  • Dr. Carlos González Haro. Doutor em Rendimento Esportivo pela Universidad de Zaragoza. Pesquisador no Departamento de Farmacologia e Fisiologia da Faculdade de Medicina de Zaragoza.
  • M. Flávio Marques. Mestre em Gestão de Serviços de Saúde. Docente da Licenciatura em Nutrição Social e Escolar do Instituto Piaget (Portugal).
  • Dr. Carlos Pablos Abella. Doutor em Psicologia. Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportes da Universidad de Valencia.
  • Dra. Susana Martínez. Doutora em Biologia. Professora da Universidad de León.
  • Dr. Guillermo Rodríguez Navarrete. Doutor em Farmácia e Nutrição. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra.(c) Amélia Stein. Doutora candidata em Ciências da Atividade Física e do Esporte pela Universidad de León.
  • Dr. Aurelio Olmedilla Zafra. Doutor em Psicologia. Professor da Faculdade de Ciências do Esporte da Universidad Católica San Antonio de Murcia.
  • Dr. Francisco Ortín Montero. Doutor em Psicologia Esportiva. Professor do Departamento de Personalidade, Avaliação e Tratamento Psicológico da Universidad de Murcia.
  • Dra. Gema Torres Luque. Doutora em Ciências do Esporte. Professora Titular do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica e Corporal da Universidad de Jaén.
  • M. Carlos Dávila Romero. Mestre em Ciências do Esporte e Saúde. Professor da Faculdade de Ciências do Esporte, Universidad de Extremadura, Cáceres.
  • Dr. José A. de Paz Fernández. Dr. em Medicina. Professor Titular do Departamento de Fisiologia da Universidad de León.
  • José A. Rodríguez Marroyo. Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.
  • Dr.(c) José Alberto Frade-Martins Parraça. Doutorando associado à Universidad de Extremadura. Professor da Faculdade de Saúde e Esporte da Universidad de Evora, Portugal.
  • Dr. José Enrique Sirvent Belando. Doutor em Ciências (Nutrição e Bromatologia) pela Universidad de Alicante. Professor associado do Departamento de Química Analítica, Nutrição e Bromatologia da Universidad de Alicante.
  • Dr. José Gerardo Villa Vicente. Catedrático da Área de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.
  • Dr. Miguel Del Valle Soto. Catedrático da Universidad de Oviedo. Diretor da Escuela de Medicina Deportiva da Universidad de Oviedo. Vice-presidente da Federación Española de Medicina del Deporte.
  • Dr. Juan Carlos Morante. Doutor em Ciências da Atividad Física e do Esporte. Professor Titular do Departamento de Educação Física e Esportiva da Universidad de León.
  • Dr. Juan Carlos Redondo. Doutor em Ciências da Atividade Física e do Esporte. Professor Titular do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica, Corporal, Desenho e Educação Física da Universidad de León.
  • Dr. Nicolás Terrados Cepeda. Doutor em Medicina e Cirurgia. Professor do Departamento de Biologia Funcional da Universidad de Oviedo.
  • Dra. Nuria Garatachea Vallejo. Doutora em Ciências da Atividade Física e Esporte pela Universidad de León. Professora do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidad de León.
  • Dra. Pilar Sánchez Collado. Doutora em Farmácia. Professora do Departamento de Ciências Biomédicas da Universidad de León.
  • Dra. Susana Aznar Laín. Doutora em Ciências da Atividade Física e Esporte. Professor do Departamento de Didática da Expressão Musical, Plástica e Corporal da Universidad de Castilla La Mancha.
  • M. Jose María García Lafuente. Doutorando Associado ao Departamento de Fisiologia da Universidad de Extremadura.
  • Dr. José Mataix Verdú (EPD). Catedrático de Fisiologia da Universidad de Granada.
  • Dr. Maurizio Battino. Doutor em Ciências Biológicas pela Università delle Marche. Diretor Geral da Área de Saúde e Nutrição da Fundação Universitária Iberoamericana.
  • Dr. Francesco Visioli. Doutor em Química e Tecnologia Farmacêutica pela Universidad de Brescia. Pesquisador no Instituto Madrileño de Estudios Avanzados (IMDEA)-Alimentos.
  • Dra.(c) Irma Domínguez Azpíroz. Doutora candidata em Educação. Mestre Internacional em Nutrição. Mestre em Atividade Física: Treinamento e Gestão Esportiva. Coordenadora Acadêmica da Área de Saúde e Nutrição da FUNIBER.
  • Dra.(c) Sandra Sumalla Cano. Doutora candidata em Projetos. Mestre Internacional em Nutrição. Mestre em Atividade Física: Treinamento e Gestão Esportiva.
  • Dr. Francisco Hidalgo. Doutor em Projetos. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Héctor Antonio Solano Lamphar. Decano acadêmico da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra.(c) Anna Marín Bachs. Doutora candidata em Educação. Mestre Internacional em Nutrição.
  • Dr.(c) Jon Arambarri. Cursando doutorado em Direção de Projetos. Diretor-Gerente do E-Catalogo Outsourcing.
  • Dr. José Manuel Figueroa Doutor em Projetos pela Universidad Politécnica de Cataluña.
  • Dr. José Nadal García. Instituto de Ensino Secundário Pedraforca, Departamento de Educação, Generalitat de Cataluña, L’Hospitalet del Llobregat, Barcelona, Espanha
  • M. Lina Pulgarín Osorio. Mestre em Gestão Integrada de Prevenção de Riscos Laborais, Meio Ambiente e Qualidade. Professora da Universidad Católica de Nicaragua.
  • M. Alberto Jorge Acosta. Diretor Geral de Quadros, Desenvolvimento e Recursos Humanos da Universidad de Matanzas de Cuba.
  • Dr. Luis Vivanco Sierralta. Centro de Investigación Biomédica de la Rioja (Espanha). Coordenador da Área de Bioética da Funiber
  • M. María Eugenia Luna Borgaro. Licenciatura em Psicologia Laboral. Mestre em Direção de Recursos Humanos e Gestão do Conhecimento. Graduação em Saúde e Segurança no Trabalho e Proteção ao Ambiente, e em Alta Direção. Coach empresarial para o programa “Empreendedores” da Universidad del Valle de Atemajac, México.
  • M. María Rafaela Rosas Morales. Mestre em Administração e Direção de Empresas Agroalimentares pela Universidad de Barcelona - I.G.I.A. Licenciada em Farmácia. Universidad de Barcelona.
  • Dra.(c) Sandra Jarrín. Doutora candidata em educação. Mestre em Estudos Biológico-Naturistas pela Universidad de León.
  • Dr. Santos Gracia Villar. Doutor em Engenharia de Projetos, UPC. Especialista em formulação de projetos e técnicas educativas com a aplicação das TICs.
  • Dra.(c) Silvia Pueyo Villa. Doutoranda em Ciências da Educação.
  • M. Susana Cardona Aquino. Mestre em Psicologia Clínica e Psicoterapia (Universidad Ramon Llull).
  • Dra.(c) Carmen Lilí Rodríguez Velasco. Doutoranda em Educação. Mestre em Psicologia Laboral e das Organizações.
  • M. Daniela Torrico. MBA Internacional. Mestre em Marketing.
  • Dr. David Barreras. Doutor Engenheiro e MBA. Consultor de negócio, tecnologia e soluções empresariais. Professor das áreas de organização de empresas e tecnologias TIC da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).
  • M. Diana Patricia Cortés. Licenciada em Psicologia. Especialista em Direito Laboral e Segurança Social. Especialista em Consultoria Empresarial. Mestre em Gestão do Conhecimento e de Recursos Humanos.
  • M. Diego Kurz. Mestre em International Business (c). Mestre em Engenharia e Gestão do Conhecimento.
  • Dra. Martha Velasco. Doutora em Projetos pela Universidad Politécnica de Catalunya. Mestre em Administração, Especialista em Gestão de Projetos.
  • M. Wánderson Oliveira. Mestrando em Ciência da Informação - Universidade Federal de Santa Catarina. Graduação em Biblioteconomia - Universidade Federal do Ceará.

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez que tenhamos recebido a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.