Mestrado em Desenvolvimento de Projetos de Inovação e Produto

Apresentação do Programa

O crescimento notável da área do projeto, atualmente, levou a que esta fosse abordada a partir de diferentes abordagens. De todas as abordagens que podemos citar duas são as mais atuais e complexas no momento de estabelecer estruturas acadêmicas: Inovação e Produto.

Para termos uma abordagem mais completa, devemos enfatizar que o conceito de Inovação está diretamente relacionado com o de Desenho, porque entendemos que a responsabilidade do Desenho é justa: Inovar, fazer uma nova contribuição, total ou parcial de soluções "originais".

O Mestrado em Desenvolvimento de Projetos de Inovação e Produto, propõe uma formação completa e integral nas três disciplinas da área de projetos: Desenho/Desenvolvimento, Gestão/Administração e Direção, estruturado para ser estudada em paralelo, de maneira teórica e prática ao mesmo tempo, e com a possibilidade de integrar grupos profissionais multidisciplinares.

Todo o mestrado respeita uma estrutura de conteúdo exclusivo de "Management ", focada em dois tópicos intimamente ligados: inovação e produto, com uma leitura muito clara sobre o conceito de “rentabilidade do Desenho” um novo conceito no processo de desenvolvimento.

Também é importante destacar o crescimento reconhecido de áreas e práticas criativas nos padrões universais de Gestão, estabelecendo um equilíbrio exato entre planejar (antecipar) e projetar (fornecer soluções criativas imediatamente), justamente essa situação é a que motiva o Mestrado em incorporação de padrões e competências definidas por prestigiadas associações internacionais de management, como o IPMA. O Mestrado em Desenvolvimento de Projetos de Inovação e Produto, baseado em Desenho, hoje está fortemente vinculado a certificações internacionais, sendo este um avanço muito importante para a área que o eleva ao mais alto nível de qualificação profissional.

As áreas criativas do Desenho exigem, mais do que qualquer outra, um processo metodológico de desenvolvimento de projetos, gestão e administração de recursos e habilidades, para articular as áreas difíceis de management. O Mestrado apresenta uma estrutura acadêmica combinada entre tópicos teóricos e exercícios práticos por meio de exercícios em grupos e disciplinas individuais e oficinas de reflexão sobre os processos de desenho de projetos, nos quais estudantes de diferentes profissões e professores/consultores participam de projetos certificados

Finalmente, é importante destacar que a superposição dos dois temas centrais: Inovação e Produto, com as três áreas clássicas do Projeto e a combinação de teoria e prática de aplicação imediata compõem um programa de formação completo que permitirá aos profissionais de Desenho ganhar espaço no escritório de decisão de um projeto, sem se limitar a uma mera participação de espectadores no desenvolvimento do projeto e, ao mesmo tempo e da mesma maneira, a profissões de outras áreas que participam de processos criativos.

A quem é dirigido

O Mestrado em Desenvolvimento de Projetos de Inovação e Produto está localizado em um ponto estrategicamente médio, entre profissionais de Desenho e profissionais das áreas mais difíceis do management, contribuindo para os primeiros novos problemas de gestão e para os segundos processos metodológicos, criativos, mas ao mesmo tempo.

Especificamente, é voltado para profissionais relacionados a áreas inovadoras de Desenho de produto, destacando que, ao mencionar produto, nos referimos claramente a qualquer elemento tangível ou não, resultante de um projeto, com forte presença de "desenho" em suas fases de desenvolvimento. É importante lembrar que o mestrado, graças à supervisão das Associações Profissionais de Gestão de Projetos, atinge níveis de reconhecimento suficientemente grandes para incluir em seus alunos especialistas em gestão interessados em desenho e inovação. A modalidade e metodologia propostas permitem a formação integral de ambas as áreas (inovação e produto) incorporando novos conceitos à área de Projetos, resultantes das áreas de desenho.

A exigência do Mestrado agregada à formação criativa capacita os profissionais a desempenharem independentemente ou não, em cargos executivos e gerenciais, com um conhecimento global e particular de cada área de estudo comprometida, por serem imediatamente aplicáveis na parte de Desenho de projetos.

Titulação

A conclusão com sucesso do Programa permitirá obter a titulação de Mestrado em Desenvolvimento de Projetos de Inovação e Produto.

Ao finalizar o Programa, o aluno receberá o diploma emitido pela Universidade em que tenha se matriculado.

Certificação profissional

Mediante o acordo de cooperação que a FUNIBER mantém com a Asociación de Gestión de Proyectos Argentina (AGPA) e o Organismo Certificador IPMA Argentina (OCIA), cada estudante terá a possibilidade de se tornar profissionalmente certificado como Técnico em Gerenciamento de Projetos IPMA Nível D.
 
Para se candidatar à Certificação Nível “D” do IPMA (Técnico em Gerenciamento de Projetos) (*), o estudante deve estar inscrito para a certificação e ter concluído o Módulo de Desenho de Projeto.
A certificação consiste na realização de um exame aplicado pelo OCIA.
 
(*) Exclusivo para estudantes residentes na América
 
Para mais informações:
https://agpa.org.ar/ocia/
ocia@agpa.org.ar

Apresentação de projetos ao FIDBAN

A Fundação Inovação e Desenvolvimento (FIDBAN), patrocinada pela FUNIBER e por outras instituições, é uma organização sem fins lucrativos que busca vincular projetos empresariais rentáveis que necessitam de financiamento com potenciais investidores de capital. É uma Rede Internacional composta por Seções em 30 países da Europa, América, África e Ásia.
Mais informações: https://www.fidban.com/
 
Os grupos de trabalho do Mestrado terão a possibilidade de apresentar seus projetos no FIDBAN diante de potenciais investidores, para obter financiamento. Isso acontecerá assim que o anteprojeto for academicamente aprovado.
Haverá uma data limite de apresentação por ano. A mesma será devidamente publicada, bem como a notificação sobre a rodada de investimentos na qual o projeto será apresentado.

Processo de Candidatura

Ao finalizar o anteprojeto, os interessados deverão apresentar seu projeto ao comitê do Departamento Acadêmico de Projetos (DAP), formado por profissionais especialistas em projetos, que autorizarão ou não a apresentação do projeto ao FIDBAN.
As datas das rodadas de apresentação do projeto serão informadas pelo FIDBAN assim que os projetos forem selecionados.
O DAP acompanhará os interessados durante o processo administrativo que eles deverão cumprir.
 

Estrutura do Programa

A duração estimada do programa de Mestrado em Desenvolvimento de Projetos de Inovação e Produto é de 900 horas (90 créditos)a.

Quanto à distribuição do tempo, é estabelecido que:

  • Por ser um programa a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não é estabelecida uma data de início específica, para que o aluno possa formalizar a inscrição a qualquer momento, desde que haja vagas disponíveis.
  • O tempo máximo disponível para o Programa é de vinte e quatro meses. Nesse período, o aluno deve ter passado com êxito em todas as atividades avaliadas e ter sido aprovado no projeto final de mestrado ou dissertação.

Estrutura de crédito do Programa de Mestrado em Desenvolvimento de Projetos de Inovação e Produto.

NOTA: Note-se que a duração é meramente indicativa, uma vez que a metodologia é desenvolvida por meio do estudo paralelo das três áreas, com exercícios integrativos e avaliações teóricas, que requerem uma disciplina importante a seguir e a correta regulação do tempo por parte do aluno.

  CRÉDITOS ECTSa DURAÇÃOb HORAS
1ª Parte: Desenho de Projetos de Inovação e Produto 27 7 270
2ª Parte: Gestão de Projetos de Inovação e Produto 25 8 250
3ª Parte: Direção de Projetos de Inovação e Produto 28 6 280
4ª Parte: Projeto Final de Mestrado ou Dissertação 10 3 100
TOTAL 90 24 900

a. A equivalência em créditos pode variar dependendo da universidade que titula. Um (1) crédito ECTS (European Credit Transfer System) equivale a 10 + 15 horas. Se o aluno cursa o Programa matriculado em uma universidade não pertencente ao Espaço Europeu de Educação Superior (EEES), a relação entre créditos - horas pode variar.
b. Duração en meses

Objetivos

O programa de Mestrado em Desenvolvimento de Projetos de Inovação e Produto enfrenta um desafio único, e é capaz de articular o processo criativo diretamente às áreas de gestão e direção de projetos por meio de uma metodologia comprovada e bem-sucedida, sendo ambos os projetos com um anexo de alta inovação, verificável no produto resultante.

Isso requer um equilíbrio complexo entre os fundamentos teóricos que permitem o desenvolvimento conceitual de cada tópico e o exercício metodológico prático com todo o rigor experimentado no desenvolvimento de um projeto.

Para alcançar duas etapas: uma forte contribuição das ferramentas de Management para profissionais de desenho e uma incorporação merecida de treinamento criativo para outros profissionais.

Em resumo, o Mestrado em Desenvolvimento de Projetos de Inovação e Produto, além de formar profissionais da teoria e da prática, também os treina e os exercita para sua aplicação na vida real.

Objetivo geral

  • Formar profissionais com alto compromisso social e ético, com uma visão aberta para incorporar novos processos de desenvolvimento (desenho) de projetos inovadores, que abranjam qualquer projeto que busque como resultado, tangível ou não, um "produto" com alto percentual de inovação.

Objetivos particulares

  • Incorpore um processo metodológico de Desenho de Projeto, que resulte em um produto tangível ou não, mas com uma alta porcentagem de inovação.
  • Gerencie projetos inovadores a partir de uma abordagem moderna para as áreas de Gestão e prática para as áreas de Desenho.
  • Fornecer ferramentas e conhecimentos para o gerenciamento correto de projetos muito particulares, como Inovação e Produto, que requerem formação especializada.
  • Incorporar os conceitos de design, rentabilidade e contribuição de valor da inovação, necessários para o mundo atual da empresa.
  • Atingir altos níveis de conhecimento em planejamento, estratégia e empresa, para uma incorporação adequada aos níveis executivos, dos profissionais de Desenho.
  • Conhecer e utilizar metodologias apropriadas para o desenho de soluções de projetos, atendendo a sequências lógicas de progresso e avaliação contínua e para o gerenciamento/administração de todos os recursos comprometidos em resposta aos padrões internacionais de Management (Associação Espanhola de Engenharia de Projetos, AEIPRO ou o Project Management Institute, PMI).

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do Programa de Mestrado em Desenvolvimento de Projetos de Inovação e Produto são:

  • Diretores de projetos de todas as áreas de Desenho.
  • Diretores de equipe em projetos inovadores.
  • Consultores em Desenho/Inovação.
  • Diretores de produtos, em empresas privadas.
  • Gerentes de projetos de comunicação.
  • Pesquisadores na área de ciência de projetos e trabalho profissional na área de projetos inovadores e de produtos.

Plano de estudos

O programa de Mestrado em Desenvolvimento de Projetos de Inovação e Produto tem uma estrutura curricular baseada em 4 partes de formação:

  • 1ª PARTE: DESENHO DE PROJETOS DE INOVAÇÃO E PRODUTO

A parte correspondente ao Desenho de Projetos de Inovação e Produto, permite introduzir metodologias completas de trabalho em equipe para desenvolver com eficiência um projeto Inovador, contemplando todos os recursos disponíveis e todos os impactos que o projeto pode causar na sociedade.

As disciplinas e as horas correspondentes que compõem este módulo são mostrados na tabela a seguir:

Essas disciplinas, apesar de independentes, são complementares e estruturadas no avanço dos estudos, de acordo com uma ordem pedagógica coerente. Cada uma é dividida em unidades temáticas básicas ou capítulos, diretamente relacionados a um ou mais exercícios práticos, e inclui material de apoio teórico e acompanhamento personalizado pelo tutor da área. Devido à etapa de desenvolvimento/ desenho de projetos de Inovação e Produto permitir correções, o aluno, até o último momento não poderá ser aprovado pela disciplina, mas será aprovado quando chegar ao final por parte completa, qualificando-se em cada uma das disciplinas.

Após a conclusão e aprovação do módulo de Desenho do Projeto, o aluno poderá candidatar-se ao exame internacional de Certificação IPMA Nível D, patrocinado pela FUNIBER/AGPA, ao final do módulo de Desenho, o tutor responsável informará os estudantes sobre o procedimento de inscrição e o calendário das datas dos exames para a certificação.

  • 2ª PARTE: GESTÃO DE PROJETOS DE INOVAÇÃO E PRODUTO

A segunda parte corresponde aos projetos de Gestão de Inovação e Produto, abrangendo todas as áreas de gestão correspondentes a um projeto que aprofundando às questões que tornam a particularidade de se falar em inovação e produto com uma visão integrativa de ambos os conceitos.

Especificamente, a segunda parte do programa abrange uma questão específica, como a administração de todos os recursos, humanos, técnicos e tecnológicos, que permitem gerir e gerenciar todas as áreas do projeto durante todo o ciclo de vida do próprio projeto e do ciclo de vida do produto.

Sem deixar o forte impacto social e sua presença no imaginário coletivo da sociedade de todos os produtos inovadores.

Esta segunda parte fornece o conhecimento para estabelecer as relações entre os padrões de formação estabelecidos pela AEIPRO e o PMI e as áreas de Inovação e Produto.

As disciplinas e as horas correspondentes que compõem a segunda parte são mostrados na tabela a seguir:

As disciplinas são independentes e estruturadas de acordo com uma ordem pedagógica coerente. Cada uma é dividida em unidades temáticas básicas ou capítulos, cujo conteúdo inclui material impresso que deve ser estudado para responder satisfatoriamente às várias atividades de avaliação.

  • 3ª PARTE: DIREÇÃO DE PROJETOS DE INOVAÇÃO E PRODUTO

A terceira parte, Direção de Projetos de inovação e Produto, Inovação e gerenciamento de projetos de produtos, desenvolve temas relacionados exclusivamente à atividade do Diretor de projetos e como ele deve ser formado para uma função eficiente de sua atividade.

Não apenas a contribuição do programa alcança as questões que compõem a gestão de projetos relacionados ao Desenho, mas também incorpora o conceito de criatividade na presença de um problema.

Atualmente, as áreas de Gestão não apenas reduzem o risco correspondente a um projeto por meio do planejamento com modelos de antecipação, mas devido aos tempos de "imediatismo" com os quais um projeto é gerado, é necessário treinamento adicional em criatividade por parte da Diretoria, para uma tomada de decisão rápida e correta em circunstâncias adversas.

A terceira parte do programa visa exatamente formar diretores em projetos sobre tópicos inovadores e aprimorar todas as suas funções com criatividade.

As disciplinas e as horas correspondentes que compõem a segunda parte são mostradas na seguinte tabela:

Essas disciplinas, apesar de independentes, são estruturadas de acordo com uma ordem pedagógica coerente. Cada uma é dividida em unidades temáticas básicas ou capítulos, cujo conteúdo inclui material impresso que deve ser estudado para responder satisfatoriamente às várias atividades de avaliação.

Devido à natureza da metodologia proposta, o Projeto Final de Mestrado é a extensão natural do projeto realizado pelo aluno ao longo do Programa de Mestrado em Desenvolvimento de Projetos de Inovação e Produto, mas com forte contribuição teórica e de pesquisa no tema escolhido.

O Projeto Final de Mestrado ou Dissertação, cuja carga horária é de 100 horas, tem como objetivo apresentar um trabalho completo que mostre o desenvolvimento total de um projeto, respondendo a uma hipótese inicial proposta pelo aluno.

  • 4ª PARTE: PROJETO FINAL DE MESTRADO OU DISSERTAÇÃO
4ª PARTE: PROJETO FINAL DE MESTRADO OU DISSERTAÇÃO
# DISCIPLINAS HORAS
1 Projeto Final de Mestrado ou Dissertação 100
TOTAL 100

Descrições dos Cursos

1ª PARTE: DISEÑO DE PROYECTOS DE INNOVACIÓN Y PRODUCTO

  1. INTRODUÇÃO A PROJETOS

    A presente disciplina introduz no marco teórico e, de maneira geral, em conceitos de "Projeto", como: fases do projeto, sistemas em projetos, o trabalho colaborativo e a gestão do conhecimento para o êxito do projeto, o desenho de projetos. Para poder estabelecer uma base de conhecimentos propícia para o desenvolvimento das disciplinas seguintes.

    INTRODUÇÃO GERAL E TEÓRICA
    AS FASES DO PROJETO
    SISTEMAS EM PROJETOS
    O TRABALHO COLABORATIVO E A GESTÃO DO CONHECIMENTO PARA O ÊXITO DO PROJETO
  2. DESENHO DE SISTEMAS PROJETIVOS

    Traz conceitos relacionados à identificação do cenário do projeto, os fatores que condicionarão a solução, a exposição do Problema Técnico, a formulação dos objetivos, os critérios com os quais se avaliará o êxito do projeto, bem como a identificação e análise de todas as pessoas e coisas envolvidas na resolução do problema, entendidas como peças fundamentais na trilogia homem – sistema artificial – ambiente.

    CENÁRIO DO PROJETO
    PROBLEMA TÉCNICO
    PESSOAS E COISAS ENVOLVIDAS NA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA
  3. ANÁLISE DOS SERVIÇOS A PRESTAR

    O presente tema desenvolve, estuda e determina as condições de fornecimento e abastecimento entre as necessidades dos clientes e o que a ciência e a engenharia contribuiriam como solução, considerando a esta solução como o projeto em si mesmo, exigindo definir o serviço "desejado" a obter como resultante do projeto.

    ANÁLISE DO FORNECIMENTO E DO ABASTECIMENTO
    O SERVIÇO DESEJADO E AS CONDIÇÕES DE PRESTAÇÃO
  4. ANÁLISE FUNCIONAL NO PROJETO

    Durante o desenvolvimento da presente disciplina, pretendemos determinar as funções técnicas e de serviços a satisfazer, pelo projeto que estamos desenhando, por meio de "ferramentas conceituais" como a árvore de funções de serviço, a proposta do sistema projeto, a análise do valor e qualidade na fase de desenho.

    ÁRVORE DE FUNÇÕES DE SERVIÇO
    PROPOSTA DO SISTEMA PROJETO
    ANÁLISE DO VALOR E QUALIDADE NA FASE DE DESENHO
  5. A ERGONOMIA NO PROJETO

    Esta disciplina centra-se em compreender o papel das pessoas em suas atividades e usos, na solução de um projeto e sua relação com outras pessoas e com máquinas, para o qual se estabelece uma classificação de usuários, medidas de segurança, etc.

    O ESTADO DO BEM-ESTAR DOS USUÁRIOS DO SISTEMA E SUAS LIMITAÇÕES
    ERGONOMIA E SEGURANÇA DO SISTEMA
  6. SEGURANÇA E CONFIABILIDADE NO PROJETO

    A presente disciplina percorre temas relacionados à compreensão de aspectos de segurança e viabilidade de uma solução de projeto contemplando seus estados de vida, seu ciclo de vida, o nível de sistema e de seus componentes, incluindo as pessoas, as máquinas e suas relações.

    SEGURANÇA, RISCO E CONFIABILIDADE
    SEGURANÇA INDUSTRIAL, ORGANIZACIONAL E NORMATIVA
    NORMAS E PADRÕES DE SEGURANÇA
    TIPOS DE RISCO, CLASSIFICAÇÃO E GERAÇÃO DE PROCEDIMENTOS
    CONFIABILIDADE E CONFIANÇA.
  7. O MEIO AMBIENTE NO PROJETO

    Por meio do estudo de sustentabilidade no projeto, ecodesenho, impacto ambiental e análise de ciclo de vida, que são os temas aprofundados nessa disciplina, pretendemos compreender o ambiente de uma solução de projeto em seus estados de vida, seu ciclo de vida, o nível de sistema e de seus componentes.

    SUSTENTABILIDADE NO PROJETO
    ECODESENHO
    IMPACTO AMBIENTAL
    ANÁLISE DE CICLO DE VIDA
  8. AS ESPECIFICAÇÕES NO PROJETO

    Esta disciplina permitirá aprender a detalhar, especificar e explicar o funcionamento, detalhe e constituição da potencial solução contribuída por um projeto.

    CONFIABILIDADE NO FORNECIMENTO
    ÁRVORE DE FALHAS
    ESPECIFICAÇÕES PARA A EXECUÇÃO DO PROJETO
  9. ELABORAÇÃO DO ANTEPROJETO

    Esta disciplina, por meio de temas como ferramentas de especificação, documentação, elaboração da proposta de projeto, ajudará a compreender a importância da gestão como passo ulterior ao desenho e ser capaz de gerar uma proposta de gestão viável e sustentável.

    FERRAMENTAS DE ESPECIFICAÇÃO
    DOCUMENTAÇÃO
    ELABORAÇÃO DA PROPOSTA DE PROJETO

2ª PARTE: GESTÃO DE PROJETOS DE INOVAÇÃO E PRODUTO

  1. INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PROJETOS

    A gestão/gerência de projetos é a administração de todos os recursos necessários para o desenvolvimento do projeto. A presente disciplina introduz no tema de forma geral e abrange, entre outros, os seguintes temas: conceitos gerais da gestão de projetos e de tipologias de projetos, fases do projeto e ciclo de vida do projeto.

    GESTÃO E GERÊNCIA DE PROJETOS
    INTRODUÇÃO GERAL E TEÓRICA
    CONCEITOS GERAIS DA GESTÃO DE PROJETOS E DE TIPOLOGIAS DE PROJETOS
    FASES DO PROJETO E CICLO DE VIDA DO PROJETO
  2. PLANEJAMENTO E GESTÃO DE PROJETOS

    O planejamento e a gestão de projetos encontram-se estreitamente vinculados, já que é impossível pensar em gestão sem que esta seja planejada. Para isto, é necessário ter alguns conceitos, Desenvolvimento do Plano do projeto e controle de suas possíveis mudanças, definição, administração e planejamento do alcance do projeto, escolher e aplicar as técnicas adequadas para produzir um plano de ação.

    INTEGRAÇÃO E ALCANCE DO PROJETO
    DESENVOLVIMENTO DO PLANO DO PROJETO E CONTROLE DE SUAS POSSÍVEIS MUDANÇAS, DEFINIÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO DO ALCANCE DO PROJETO
    PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DO PROJETO
    ESCOLHER E APLICAR AS TÉCNICAS ADEQUADAS PARA PRODUZIR UM PLANO DE AÇÃO
    TÉCNICAS ESPECÍFICAS DE PROGRAMAÇÃO E CORRETA ADMINISTRAÇÃO DOS TEMPOS
  3. GESTÃO INTEGRAL DE DESENHO E DE PRODUTO

    A gestão de desenho é o caminho indicado a transitar pela empresa que pretenda materializar seu produto. A presente disciplina introduz, então, de maneira específica na gestão de Desenho ou inovação e na gestão de Produto.

    Deve-se destacar que consideraremos que só há desenho se existir uma contribuição inovadora, em que os termos desenho e inovação serão trabalhados como sinônimos.

    A gestão do desenho requer, por trabalhar com conceitos de inovação e por isso mesmo transitar por cenários novos, um ajuste muito preciso para diminuir todo tipo de risco. Este ajuste relaciona-se, em certo ponto, com o trabalho de ajuste, que também deve ser feito na gestão do produto, pois este, sendo de natureza tangível, deverá incorporar em seus processos de gestão, entre outros, o tema da significação e percepção da forma.

    GESTÃO DE DESENHO
    GESTÃO DE PRODUTO
    RELAÇÕES ENTRE INOVAÇÃO E PRODUTO, DA GESTÃO EM ETAPAS DIAGNÓSTICO E COMUNICAÇÃO
    O BRIEF DE DESENHO
  4. ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DO PROJETO

    Certamente, o trabalho de acompanhamento e controle deva ser o que requer maior compromisso. Por isso que a disciplina apresenta-se a partir do plano geral com temas como: conhecer os fundamentos do controle de projetos e suas ferramentas e metodologias, ao particular, como o controle de recursos técnicos e humanos para assegurar o cumprimento em tempo, qualidade e custos.

    COMUNICAÇÕES E CIRCUITOS DE INFORMAÇÕES
    DESENHO E DESENVOLVIMENTO DE TODOS OS ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DA CADEIA DE INFORMAÇÃO
    DESENHO ESTRATÉGICO DO CIRCUITO INFORMATIVO
    REPLANEJAMENTO E CONTROLE DE AVANÇO
    AVALIAÇÃO E ANÁLISE DO AVANÇO PREVISTO DO PROJETO
    MODELOS DE ANTECIPAÇÃO
    CONTROLE DE RECURSOS TÉCNICOS E HUMANOS PARA ASSEGURAR O CUMPRIMENTO EM TEMPO, QUALIDADE E CUSTOS
  5. ÂMBITOS DO DESENHO: CONDICIONANTES DO CONTEXTO, REQUISITOS DO USUÁRIO

    Do trabalho do desenhista obtém-se como resultado um produto com uma porcentagem dada de inovação, que pode ser tangível ou intangível, dependendo, para isto, da área de desenho que falemos.

    Para ambos os casos, este produto deve dar resposta às necessidades de "usabilidade" do usuário, para assim dar uma resposta eficientemente, mas também deve atender a certos requisitos inconscientes que fazem o prazer emocional do usuário.

    Estes requisitos algo sensíveis estão condicionados por um contexto social, cultural e de mercado que exige uma análise especial.

    Sem esquecer também que a incorporação de um produto inovador pode chegar a exigir mudanças de hábito em seu contexto imediato.

    CMUDANÇAS DE CONTEXTO NO TEMPO
    A GLOBALIZAÇÃO E O PRODUTO
    CONTEXTO IMEDIATO: SOCIAL, CULTURAL E DE MERCADO
    NOVOS CENÁRIOS DO DESENHO
    DETERMINAÇÃO DOS REQUERIMENTOS DO USUÁRIO
  6. GESTÃO DA CONFIANÇA: QUALIDADE E RISCO

    A gestão da Confiança centra-se principalmente em avaliar e conhecer os fundamentos da qualidade nos projetos e suas ferramentas e metodologias, aprender a planejar, assegurar e controlar a qualidade, e o risco.

    PLANEJAMENTO DA QUALIDADE
    SEGURANÇA E CONTROLE DE QUALIDADE
    CONTROLE DOS PROCESSOS E DO ALCANCE DE OBJETIVOS EM TEMPO E FORMA
    RESPOSTA CORRETA ÀS NECESSIDADES EXPOSTAS INICIALMENTE
    PLANOS DE QUALIDAD
  7. A INOVAÇÃO COMO FERRAMENTA DE MELHORA E APORTE DE VALOR AO PRODUTO

    O conceito de inovação já não só se relaciona com a criatividade associada ao produto, mas também, na atualidade, invadiu todas as áreas da empresa e também todas as etapas que compõem o ciclo de vida do projeto e o ciclo de vida do produto.

    Isto se deve ao fato de que a tendência marcada há mais de uma década, afasta-se do planejamento calculado e aproxima-se da formação em criatividade focalizada na resolução de problemas, devido isto, ao pouco tempo com o que se conta para dar soluções a situações de conflito.

    A inovação, então, já não é só uma contribuição tangível, mas é uma ferramenta de melhora e de soma de valor do intangível.

    Embora o valor possa chegar a ser medido quantitativamente com parâmetros econômicos, é um componente invisível e que só se encontra no imaginário do usuário.

    Um produto extremamente inovador pode carecer de valor devido ao que não encontrará êxito para o que foi elaborado.

    CONCEITO DE INOVAÇÃO
    CONCEITO DE VALOR
    VALOR RECEBIDO PELO DESTINATÁRIO
    A INOVAÇÃO COMO CONTRIBUIÇÃO DE MELHORA AO PRODUTO
    CONCEITOS E ELEMENTOS DOS QUAIS DEPENDE A MELHORA EFICIENTE DO PRODUTO
    QUANDO UM PRODUTO NÃO SE PODE MELHORAR
    INOVAÇÃO E VALOR, SUAS RELAÇÕES
  8. PRODUTO E MEIO AMBIENTE

    A partir da definição de uma série de conceitos ambientais e socioeconômicos básicos, envolvidos no conceito de desenvolvimento sustentável, focaliza-se a relação existente entre produto e meio ambiente, considerando o meio ambiente como (todo) o meio que rodeia o produto e do qual, além disso, o produto fará parte.

    Nesse tema, a inovação tem um papel primordial, pois deve considerar o meio ambiente e o futuro impacto que ocasionará o produto nele, como o primeiro condicionante da criatividade.

    CONCEITOS AMBIENTAIS BÁSICOS
    O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
    PROBLEMÁTICA AMBIENTAL GLOBAL
    RELAÇÕES COM OS PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO. PARA O CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE
    O MEIO AMBIENTE E SUA RELAÇÃO COM A INOVAÇÃO APLICADA A PRODUTOS
  9. COMUNICAÇÃO DO PROJETO

    O tema abordado na presente disciplina trata da comunicação de um projeto para "dentro" e para "fora" dele, nos três níveis de usuário, desde conceitos básicos de circuitos de comunicação até estruturas mais complexas de comunicação estratégica, onde se compromete a imagem do projeto no imaginário social.

    ANÁLISE E IDENTIFICAÇÃO DO CONCEITO E IDENTIDADE DO PROJETO
    APLICAR MODELOS DE ANÁLISE QUALITATIVA SOBRE A MISSÃO-VISÃO PREDETERMINADA PARA O PROJETO
    ESTRATÉGIA COMUNICATIVA E DESENVOLVIMENTO DE PLANOS DE COMUNICAÇÃO NOS DIFERENTES NÍVEIS RECEPTORES DO PROJETO
    FERRAMENTAS ESTRATÉGICAS DE COMUNICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS DA COMUNICAÇÃO
    ESTUDO DO MERCADO RECEPTOR

3ª PARTE: DIREÇÃO DE PROJETOS DE INOVAÇÃO E PRODUTO

  1. TEORIA DO OBJETO

    A disciplina tem como intenção contribuir de um aspecto conceitual à compreensão das qualidades de configuração do objeto e seus diferentes níveis de percepção, entendendo o objeto como um fenômeno de criação cultural.

    Expõe-se como objetivo que o aluno conheça e compreenda as qualidades que distinguem um objeto de desenho, que possa identificá-las como fatores ou requisitos através do estudo da forma e das condições de percepção do objeto, assim como do valor de uso e as funções.

    O OBJETO DE DESENHO E SUA CONFIGURAÇÃO. DEFINIÇÕES
    A PERCEPÇÃO DO OBJETO
    OS ASPECTOS DO OBJETO: O FORMAL, O EXISTENCIAL E O PRAGMÁTICO
    AS RELAÇÕES DO OBJETO: COM O USUÁRIO, COM O CONTEXTO, COM OUTROS OBJETOS
    A RELAÇÃO FORMA E FUNÇÃO DO OBJETO DE DESENHO
    O VALOR DO OBJETO
  2. GESTÃO SEM DISTÂNCIAS

    Esta disciplina permite conhecer o complexo processo, suas ferramentas, as possíveis metodologias e tipologias da gestão off-shore de um projeto. A gestão de projetos realizada a distância. Para poder conhecer este tema em profundidade é preciso falar de conceitos como: construção cooperativa e colaborativa do conhecimento e modelos cooperativos de participação, com suporte das tecnologias da informação.

    CONSTRUÇÃO COOPERATIVA E COLABORATIVA DO CONHECIMENTO
    MODELOS COOPERATIVOS DE PARTICIPAÇÃO, COM SUPORTE DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO
    TELE-ENGENHARIA DISTRIBUTIVA E GESTÃO OFF-SHORE: DIREÇÃO E ADMINISTRAÇÃO À DISTÂNCIA, UTILIZANDO OS ÚLTIMOS RECURSOS TECNOLÓGICOS PENSADOS PARA ESSE FIM.
    ESTUDO E AVALIAÇÃO DE NOVOS CENÁRIOS DE TRABALHO A DISTÂNCIA.
  3. TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO EM PÚBLICO

    Essa disciplina tem, na atualidade, um papel preponderante e crescente na direção de projetos, pois forma diretores em habilidades de promoção de projetos e de seu produto, para atrair investidores ou, ao menos, causar interesse no mercado receptor. Para isto, é necessário conhecer estratégias comunicacionais e saber definir os elementos característicos do projeto, que formarão a sua imagem.

    COMUNICAÇÃO DA PROPOSTA E DOCUMENTOS DE UM PROJETO E TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO ORAL E GRÁFICA PARA OS PROJETISTAS.
  4. ADMINISTRAÇÃO E DIREÇÃO DE EMPRESAS

    Esta disciplina trata de introduzir o aluno nos conceitos e técnicas de administração e direção de empresas. Cobrindo temas desde teorias organizacionais até as novas formas organizacionais na nova economia, seja para Empresas de Serviço, Empresas de Tecnologia, Pequenas e Médias Empresas e as Familiares.

    INTRODUÇÃO ÀS TEORIAS ORGANIZACIONAIS
    ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS
    CLASSES DE EMPRESAS
    AS FUNÇÕES EMPRESARIAIS
    NOVAS FORMAS ORGANIZACIONAIS NA NOVA ECONOMIA
    TIPOS DE EMPRESAS
    Empresas de Serviço. Empresas de Tecnologia. Pequenas e Médias Empresas. Empresas Familiares. Estudo de Casos.
    PASSOS NA CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA
  5. DIREÇÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

    Esta disciplina se enfoca no pensamento estratégico aplicado à direção e oferece um treinamento em ferramentas e mecanismos que facilitam a gestão contemporânea, aceitando a gestão da mudança como algo inerente aos entornos instáveis e variáveis em que se desenvolvem as organizações.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    A GESTÃO DA MUDANÇA COMO SUBSTRATO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA
    A mudança pessoal e organizacional. Alguns modelos para implementar uma mudança organizacional. A resistência à mudança. A participação no processo de mudança estratégica.
    A DIREÇÃO ESTRATÉGICA COMO UM MODELO DE MUDANÇA
    O pensamento estratégico e a direção estratégica. Apresentação de um modelo de planejamento estratégico validado internacionalmente. A matriz SWOT como um valioso instrumento do planejamento estratégico.
    A IMPLANTAÇÃO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA. AS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS
    Cenários estratégicos. A visão. Análise do sistema de valores que sustentará a estratégia. Elaboração de estratégias empresariais. Objetivos e critérios de medida. Novos negócios. Crescimento. Consolidação. Revitalização.
  6. RELAÇÕES ENTRE INOVAÇÃO, CRIATIVIDADE, PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE

    Na atualidade, há dois pares de componentes indispensáveis no momento de desenvolver um projeto que resultará em um produto: são eles a inovação e a criatividade, que funcionam muitíssimas vezes como sinônimos; e a produtividade e competitividade, que embora não sejam sinônimos, são dependentes um do outro.

    Ao mesmo tempo, existe um forte vínculo em ambos os sentidos entre ambos os pares. Por um lado, a competitividade depende, em alta porcentagem, do grau de inovação do produto; e, por outro lado, a produtividade pode condicionar a criatividade.

    Em paralelo à relação de pares, cada uma das 4 áreas de trabalho relaciona-se com as outras três de maneira independente.

    CONCEITOS: INOVAÇÃO, CRIATIVIDADE, PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE
    INOVAÇÃO ESTRATÉGICA
    CRIATIVIDADE A SERVIÇO DA PRODUÇÃO
    EXIGÊNCIAS DA COMPETITIVIDADE
    ADMINISTRAÇÃO DAS QUATRO ÁREAS
  7. O DESENHO DE PRODUTO E OS AGENTES DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

    O avanço das tecnologias não é indiferente aos projetos especializados em produtos de base inovadora.

    E isto não acontece unicamente nos processos de gestão ou desenvolvimento do projeto, mas, sim, que o impacto tecnológico estendeu ao desenhista o horizonte estabelecido pelas possibilidades de produção.

    Essa disciplina ocupa-se, então, de quanto impactou, do qualitativo ao quantitativo, a tecnologia nas áreas de produto e inovação.

    A partir da área das tecnologias, afirma-se que com um correto uso delas todo produto inovador pode ser concretizado; vamos ocupar-nos em verificar isso.

    ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL
    DA SOCIEDADE EM REDE ATUAL À SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
    AGENTES DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA.
    INOVAÇÃO TECNOLÓGICA APLICÁVEL A "PRODUTO"
  8. GESTÃO DO CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL

    Durante o curso dessa disciplina, conseguiremos identificar e analisar cada uma das tipologias do conhecimento produzidas nas empresas para sua gestão, diagnóstico, distribuição e disponibilidade da informação como fatores-chave de êxito. A gestão de conhecimento é uma "atividade" que deve estar presente em toda ação profissional e mais ainda se se estiver ocupando um cargo de direção.

    A GESTÃO DO CONHECIMENTO
    Conhecimento e gestão, objetivos da gestão do conhecimento, propriedades e tipologias, ferramentas e implantação.
    NOVOS PARADIGMAS EM DOCÊNCIA E PESQUISA
    e-Learning.
    APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL E MODELOS DE MATURIDADE
  9. DESENHO RENTÁVEL E ESTRATÉGICO

    O desenho torna-se rentável com a simples incorporação não só de seu conceito, mas levando-o à prática, posto que o desenho deve dar soluções a situações de conflito e, depois, atender ao "bom gosto".

    Dito de outra maneira, de nada vale fazer um produto "belo" do ponto de vista estético, mas sim do funcional. Se obtiver a funcionalidade, então já será rentável; e se isso foi preestabelecido, então também será estratégico.

    Essa disciplina justamente trata disto, de entender que a contribuição do desenho é somar rentabilidade social, e inclusive econômica. Não sendo assim, entende-se que se estará desperdiçando um alto potencial da inovação do produto, o que pode, inclusive, chegar a ser prejudicial.

    Não se deve esquecer que ao falar de produto ou objeto, contemplam-se as percepções que sua própria linguagem (linguagem do produto) suporta e estas devem chegar ao destino e ocasionar a resposta pré-desenhada.

    O DESENHO E SUA FUNÇÃO ESTRATÉGICA
    A DIREÇÃO DO DESENHO
    O DESENHO NA EMPRESA
    AVALIAÇÃO DE RESULTADOS DO DESENHO
    O PRODUTO E A GENTE
    OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DO PROJETO

4ª PARTE: PROJETO FINAL DE MESTRADO OU DISSERTAÇÃO

A última parte do Mestrado é destinada à realização do Projeto ou Dissertação de Mestrado.

Esse trabalho é um aperfeiçoamento do projeto realizado ao longo das 3 partes anteriores, conforme foram sendo resolvidos os diversos exercícios, mas com uma contribuição ainda mais profunda da pesquisa, a fim de dar resposta à hipótese exposta pelo aluno.

O objetivo é apresentar um documento completo que mostre o desenvolvimento total do Trabalho Final de Mestrado proposto, contemplando a possibilidade de sua execução concreta, de acordo aos delineamentos e detalhes exigidos na norma respectiva. O Trabalho Final deve ser uma contribuição ao campo de projetos com um grande componente de aplicação, respeitando a doutrina e teoria do campo de projetos, especializada em Inovação e Produto.


Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode ser submetido a ligeiras modificações, em função de actualizações ou de melhorias efetuadas.

Direção

  • Dr. Roberto M. Álvarez. Doutor pela Universidad Politécnica de Cataluña, en Ingeniería, em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação. Mestre pelo Politécnico de Milão, em Gestão de Projetos e Desenho, arquiteto pela Universidad de Buenos Aires, UBA. Desenvolvedor do primeiro modelo de incubadora de projetos para jovens profissionais. Presidente da AGP IPMA IPMA (International Project Management Association), Argentina.
  • Dr. Luis Dzul López. Doutor em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Qualidade e Prevenção. Engenheiro civil. Especialista em projetos de cooperação internacional. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Eduardo Garcia Villena. Doutor em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Qualidade e Prevenção. Mestre em Engenharia e Tecnologia Ambiental. Engenheiro industrial.

Professores e Autores

  • Dra. Izol Marez. Doutora em Arquitetura. Professora da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Alberto Vera. Doutor em Integração e Desenvolvimento Econômico e Territorial. Arquiteto Professor, titular do curso de Gestão Ambiental Urbana, Universidad Nacional de Lanús, Argentina.
  • Dra. Martha Velasco. Doutora em Projetos de Inovação Tecnológica, Especialista em Gestão de Projetos, Mestre em Ciências da Administração e Engenharia Industrial. Pesquisadora em Desenvolvimento Sustentável e Compromisso Social. Professora da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Miguel Ángel López Flores. Doutor em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Qualidade e Prevenção. Professor Pesquisador do Instituto Politécnico Nacional do México.
  • Dr. Arturo Ortega. Doutor em Engenharia Eletrônica. Engenheiro de telecomunicações. Diretor de P&D da FUNIBER.
  • Dr. Benjamín Otto Ortega Morales. Doutor em Ciências com Especialização em Microbiologia. Diretor Geral de Estudos e Pesquisas de Pós-Graduação da Universidad Autônoma de Campeche.
  • Dr. Fermín Ferriol Sánchez. Doutor em Ciências da Educação pela Universidad de Havana. Professor da Universidade Internacional Iberoamericana
  • Dr. Antonio Eduardo Fuenzalida. Doutor em Ciências do Exercício. Professor da Universidad Santo Tomas. Santiago, Chile.
  • Dr. Eduardo García Villena. Doutor em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Qualidade e Prevenção. Engenheiro industrial.
  • Dra. Brenda Bravo. Doutora em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Qualidade e Prevenção. Professora da Universidad Metropolitana do México.
  • Dr. Victor Jiménez. Doutor em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Qualidade e Prevenção. Professora da Universidad Metropolitana do México.
  • Dr. Héctor Solano. Doutor em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Qualidade e Prevenção. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra. Izel Márez. Doutora em Engenharia de Projetos. Mestre em Gestão e Auditorias Ambientais.
  • Dr. Roberto M. Álvarez. Doutor em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Qualidade e Prevenção. Mestre em Gerenciamento de Projetos e Desenho pela politécnica de Milão, Itália. Professor da Universidade de Buenos Aires, Argentina. Diretor da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) Argentina e Uruguai.
  • Dr. Luis Dzul López. Doutor em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Qualidade e Prevenção. Especialista em desenho de projetos de cooperação internacional. Professor da Universidade Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Santos Gracia Villar. Dr. em Engenharia de Projetos. Engenheiro industrial. Especialista em Projetos de Cooperação Internacional.
  • Dra. Olga Capó Iturrieta. Doutora em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Qualidade e Prevenção. Engenharia Civil industrial. Responsável pela área de projetos do Instituto de Pesquisa Agropecuária (INIA), Chile.
  • Dr. José Rodríguez. Doutor em Engenharia Civil. Engenheiro civil. Responsável pela área de Gestão Ambiental da FUNIBER Peru.
  • Dr. Lázaro Cremades. Doutor em Engenharia Química. Professor de Engenharia de projetos da Universidade Politécnica da Catalunha.
  • Dra. Margarita González. Doutora em Engenharia Química. Professora de Engenharia de Projetos da Universidad Politécnica de Cataluña.
  • Dr. José Cortizo Álvarez. Professor Titular do Departamento de Geografia e Geologia da Universidad de León, Espanha.
  • Dr. Manuel Castejón Limas. Professor Titular do Departamento de Engenharias Mecânica, de Computação e Aeroespacial da Universidad de León, Espanha.
  • Dr (c). Gregorio Urriola. Professor da Universidad das Américas de Panamá. Especialista em Cooperação Internacional.
  • Dr (c) Lina Pulgarín Osorio. Licenciatura em Administração Ambiental. Mestre em Gestão Integrada: Prevenção, Qualidade e Meio Ambiente.
  • Dr (c). Diego Kurtz. Mestre em Engenharia e Gestão do Conhecimento.
  • Dr (c) Marcelino Diez. Especialista e Mestre em Gestão de Projetos. Certificado pelo Project Management Institute (PMI) como Gerente Profissional de Projetos.
  • Dr (c) Nelson Yepes. Engenheiro industrial. Especialista em Gestão Financeira e Mestre em Desenho, Gestão e Direção de Projetos.
  • Dra (c) Silvana Marín Garat: Economista. Mestre em Desenvolvimento Sustentável. Experiência profissional no desenvolvimento de projetos de negócios no exterior e consultorias em Comércio Exterior.
  • Dr (c) Pablo Urquizó: Engenheiro de computação. Mestre em Direção Estratégica em TICs. Experiência como Diretor e Consultor em Ciência da Computação e Tecnologia da Informação, Desenho de Sistemas e Webmaster.
  • Dr (c) Santiago Brie: Graduado em Gestão Ambiental Urbana. Mestre em Projeto, Gestão e Direção de Projetos. Professor da Universidad Nacional de Lanús. Argentina
  • Dr (c) Jhonny Espinosa Bryson: Engenheiro Mecânico e Mestre em Desenho, Gestão e Direção de Projetos. Consultor em direção de projetos estratégicos.

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez que tenhamos recebido a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.