Mestrado em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação

Apresentação do Programa

A inovação não é uma opção; a moderna gestão empresarial, que se desenvolve em uma sociedade global dominada pela Internet e pelas novas tecnologias, demanda empresas, organizações, instituições e atividades cotidianas conectadas ao espaço das Novas Tecnologias da Informação e das Comunicações (NTICs). Isto permitirá às empresas apresentar inovações organizacionais, tecnológicas, comerciais e financeiras, garantindo-lhes níveis de competitividade adequados aos entornos globais e/ou interconectados nos quais se desenvolvem.

Neste sentido, as NTICs são parte intrínseca das estratégias empresariais e, por essa razão, devem ser encaminhadas com uma visão estratégica que lhes permita ser tratadas como essência da dinâmica organizacional e como agente de mudança das próprias organizações e de suas estratégias.

Sob esta perspectiva, o Mestrado em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação (MDETI), fornece os fundamentos e o conhecimento necessário para compreender as NTICs no contexto das organizações e da sociedade global, com uma perspectiva estratégica integrada à dinâmica social e econômica. Com estas bases, o Mestrado em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação fornece os fundamentos da inovação empresarial que garanta que as estratégias organizacionais e de NTICs estejam alineadas e sejam coerentes com o desenvolvimento de uma empresa da direção estratégica à direção de pessoas com um enfoque de mudança permanente e contínua.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta, somada à claridade, amplitude e didática do desenho dos conteúdos, permite dirigir o Mestrado em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação, a profissionais de diversas titulações (engenheiros, médicos, advogados, licenciados, entre outros) que desejam adquirir o conhecimento, habilidades e capacidades necessárias para gerenciar um posto diretivo de Sistemas e TIC, dirigir um projeto de mudança organizacional usando TIC ou que desejam assessorar empresas que buscam responder à competitividade dos novos negócios.

Titulação

A superação com êxito no programa permitirá obter o grau de Mestrado em Direção Estratégica na Especialização de Tecnologias da Informação.

Os Diplomas serão expedidos pela Universidade na qual o aluno tenha sematriculado sob o patrocínio da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).

O Diploma será enviado ao aluno/a uma vez finalizado o Mestrado e formalizados os devidos pagamentos.

Estrutura do Programa

A duração estimada do programa Mestrado em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação é de 800 horas (80 créditos).

Com relação à distribuição do tempo se estabelece que:

  • Por ser um curso a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não se estabelece uma data específica de início, razão pela qual o aluno pode formalizar a matrícula em qualquer momento, desde que haja vagas disponíveis;
  • Por motivos acadêmicos e de aprendizagem, disponibiliza-se de uma duração mínima do Curso de dezoito meses, contabilizados a partir da data de entrega do primeiro volume até a data de recebimento do último exercício de avaliação;
  • O tempo máximo do qual se dispõe para realizar o Curso é de vinte e quatro meses. Neste período de tempo, o aluno deve ter superado com êxito todas as atividades avaliadas e aprovada a Dissertação de Mestrado ou Tese de Grau.

A estrutura de créditos do Curso Mestrado em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação se apresenta na seguinte tabela:

PARTES CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
1ª parte: Estratégia de Negócios 15 6 150
2ª parte: Direção de Pessoas 10 4 100
3ª parte: Tecnologia e Negócios 35 8 350
4ª parte: Estudo e Resolução de Casos 10 6 200
5ª parte: Dissertação de Mestrado 10 6 200
TOTAL 80 24 800

a. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula 
b. Duração em meses

Objetivos

Objetivo geral:

  • Compreender e dominar o processo estratégico das NTIC como parte da estratégia de desenvolvimento empresarial.

Objetivos específicos:

  • Compreender o fenômeno da Sociedade da Informação e da Mudança, como o fundamento das novas estratégias empresariais apoiadas deste modo em inovações empresariais.
  • Conhecer as tecnologias de negócio que habilitam e facilitam a geração de inovações de negócios.
  • Conhecer e dominar os elementos que sustentam a gestão da mudança organizacional baseadas nas NTIC, seus efeitos e sua disposição em um projeto de negócios e tecnológico.
  • Conhecer e dominar as ferramentas e as técnicas estratégicas de negócios que permitem desenhar, gerar e desdobrar uma estratégia de negócios baseadas nas NTIC.
  • Conhecer e dominar técnicas e ferramentas de direção de pessoas para a direção estratégica de negócios e TIC.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do programa Mestrado em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação são:

  • Gerência de um departamento, área, função, etc., de sistemas ou novas tecnologias;
  • Diretor de projetos de negócios tecnológicos;
  • Diretor de projetos de negócios baseados em tecnologias;
  • Assessor externo ou consultor empresarial em estratégias de mudança baseadas em NTICs.

Plano de estudos

O programa de Mestrado em Direção Estratégica em Tecnologias da Informação apresenta uma estrutura curricular baseada em 5 partes formativas:

  • 1ª Parte: Estratégias de Negócios (150 horas)

A primeira parte permite compreender de que maneira uma organização prepara uma estratégia de mudança e planeja seu desdobramento organizacional.

As disciplinas e as horas correspondentes que compõem a primeira parte se apresentam na seguinte tabela:

  • 2ª Parte: DIREÇÃO DE PEsSOAS (100 horas)

A segunda parte permite compreender e gerar estratégias de mudança organizacional através das pessoas e das equipes de trabalho.

As disciplinas e as horas correspondentes que compõem a segunda parte se apresentam na seguinte tabela:

  • 3ª Parte: TECNOLOGIA e NEGÓCIOS (350 horas)

A terceira parte proporciona o conhecimento das ferramentas que converte uma organização tradicional em uma organização em Internet apoiada nas novas tecnologias (as TICs). Conseguir uma visão global dos negócios quando as NTICs estão envolvidas e são consideradas como um recurso estratégico.

As disciplinas e as horas correspondentes que compõem a terceira parte se apresentam na seguinte tabela:

Estas disciplinas, apesar de serem independentes entre si, estão estruturadas segundo uma ordem pedagógica coerente. Cada uma se divide em unidades temáticas básicas ou capítulos, cujo conteúdo inclui material impresso que se deve estudar para responder satisfatoriamente às diversas atividades de avaliação.

  • 4ª Parte: Estudo e Resolução de Casos (100 horas)

Os casos buscam a aplicação e domínio por parte do aluno de conceitos aprendidos no mestrado. Não apresenta um formato predefinido, pois espera-se que o aluno tenha liberdade no momento de escolher o tema e o conteúdo.

O objetivo é demonstrar que o aluno possui a capacidade de assumir um trabalho (ou vários) de nível de pós-graduaç&at

Descrições dos Cursos

Descrições dos Cursos

  1. DIREÇÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

    Esta disciplina se enfoca no pensamento estratégico aplicado à direção e oferece um treinamento em ferramentas e mecanismos que facilitam a gestão contemporânea, aceitando a gestão da mudança como algo inerente aos entornos instáveis e variáveis em que se desenvolvem as organizações.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    A GESTÃO DA MUDANÇA COMO SUBSTRATO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA
    A mudança pessoal e organizacional. Alguns modelos para implementar uma mudança organizacional. A resistência à mudança. A participação no processo de mudança estratégica.
    A DIREÇÃO ESTRATÉGICA COMO UM MODELO DE MUDANÇA
    O pensamento estratégico e a direção estratégica. Apresentação de um modelo de planejamento estratégico validado internacionalmente. A matriz SWOT como um valioso instrumento do planejamento estratégico.
    A IMPLANTAÇÃO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA. AS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS
    Cenários estratégicos. A visão. Análise do sistema de valores que sustentará a estratégia. Elaboração de estratégias empresariais. Objetivos e critérios de medida. Novos negócios. Crescimento. Consolidação. Revitalização.
  2. REINGENHARIA, ESTRATÉGIA E DIREÇÃO DE SISTEMAS E TIC

    Nesta disciplina se compreenderá o papel organizacional das TICs, desde seu reposicionamento estratégico dentro da reingenharia organizacional, até sua gestão estratégica como recurso empresarial.

    SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E ORGANIZAÇÕES
    Apresentação. Sistemas de Informação (funções, componentes e classificação). SI nas organizações (papel e classificação). SI para a direção. Impacto das TICs no desenho de um negócio.
    ESTRATÉGIA PARA S/TI
    Introdução. Direção e Planejamento Estratégico de S/TI. Ferramentas de análise (Fatores críticos de êxito, Maturaidade tecnológica da organização, Mudança organizacional, Benefícios e Custos da Mudança, Avaliação da Implantação).
    DIREÇÃO DE S/TI
    Introdução. Gestão Funcional dos SIs. Alternativas estratégicas de desenvolvimento. Formas de organização da função SI.
    REINGENHARIA
    Introdução. Conceito. Gestão e Reingenharia. Aplicações. Casos de êxito.
  3. GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS

    Esta disciplina oferece uma visão global do papel do diretor de Recursos Humanos no século XXI, abrangendo as áreas de atividade da gestão e da integração à estratégia empresarial. Assim faz uma panorâmica dos efeitos da globalização nos RRHH, das novas tecnologias na Gestão de RRHH e dos Sistemas de controle de Gestão de RH.

    ESTRATÉGIA E GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
    Introdução. Estratégia Organizacional. Direção estratégica e mudança. Direção Estratégica e seus processos fundamentais. Traços e tendências da atual GRH. Necessidade do modelo funcional de GRH. Exercícios.
    GRH: TECNOLOGIA PARA SEU DIAGNÓSTICO, PROJEÇÃO E CONTROLE
    Introdução. Tecnologia para o diagnóstico, projeção e controle da GRH. Características da força de trabalho. Tecnologia das Tarefas. Grupos de interesses, políticas e resultados. Exercícios.
    PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE RH E OTIMIZAÇÃO DE PLANILHAS
    Introdução. O processo Integrador e Sistêmico do planejamento de RH. Determinação e Otimização de planilhas. Indicadores tangíveis e intangíveis. Auditoria ou quadro de direção integrada na GRH. Exercícios.
  4. SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E DA MUDANÇA

    Nesta disciplina se desenvolverá uma visão que contextualize a gestão da mudança cultural e tecnológica, proporcionando as bases e planejamentos para o trânsito para a Sociedade da Informação e do Conhecimento e suas conseqüências organizacionais na administração empresarial

    ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL: MUDANÇA GENERALIZADA
    Trânsito para a Sociedade da Informação. Impulsores da mudança atual: globalização - tecnologia - informação. Impactos da mudança global.
    ADEQUAÇÃO ORGANIZACIONAL À MUDANÇA: GESTÃO DA MUDANÇA CULTURAL E TECNOLÓGICA
    Inovação como proposta de adequação. Culturas e organizações inovadoras. Visão da organização sob o ponto de vista da informação.
    DA SOCIEDADE REDE ATUAL À SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
    Fundamentos, indicadores e características da economia em rede atual. Para a economia do conhecimento. Impacto da gestão do conhecimento nas organizações.
    PARA A ADMINISTRAÇÃO ABERTA
    Introdução. Conceitos básicos sobre a sociedade da informação. Situação do Estado ante a Sociedade da Informação. A administração aberta: as tecnologias da informação e as comunicações nos processos administrativos. Síntese: para uma sociedade da informação sustentável.
  5. TÉCNICAS DE DIREÇÃO E LIDERANÇA ORGANIZACIONAL

    Esta disciplina apresenta e aprofunda nos estilos de liderança e direção, sua relação, diferenças, importância e enfoques teóricos, bem como as competências e habilidades necessárias para seu exercício.

    INTRODUÇÃO À IMPORTÂNCIA DA LIDERANÇA E DA DIREÇÃO EMPRESARIAL
    Introdução. O principal recurso humano: as pessoas. A personalidade: integração das esferas cognitiva e afetiva. Esfera cognitiva. Esfera afetiva. A direção e a psicologia social. Que é liderança? Que é um líder? Características dos líderes. Classificações de líderes. Funções do líder. Definição, diferenças e funções do líder e do diretor. A cultura empresarial, valores e os processos de mudança. Importância da liderança organizacional.
    ENFOQUES TEÓRICOS NO ESTUDO DA DIREÇÃO E DA LIDERANÇA, SUA EVOLUÇÃO
    Introdução. Pré-história da liderança. A revolução industrial. A escola clássica da organização científica- líder autoritário. Escola das relações humanas - líder democrático. Modelo burocrático-líder carismático. Líder fatores sociais. A teoria behaviorista- teoria traços - líder qualidades psicológicas. O desenvolvimento organizacional - líder grupal. Direção participativa. Escola sistêmica da administração-teorias da contingência. Líder orientado à tarefa e às relações. Teoria situacional da liderança de P. Hersey e K. Blanchard. Teoria da contingência. Teoria da contingência de Fiedler. Teoria trajetória-meta. Teoria normativa de V. Vroom e P. Yetton. Teoria Z. Teoria Alpha. Direção estratégica - mudança por valores - competências. Liderança transformacional ou carismática. Liderança transcendente. Liderança ressonante. Exercícios.
    ESTILOS DE LIDERANÇA
    Introdução. Definições. Fontes e bases de poder. A autoridade. Autoridade, direção e poder. Estilo de liderança. Tipos de estilos de liderança clássicos. Liderança autocrática. Liderança democrática. Liderança laissez faire (em francês, quer dizer: deixar fazer) Outros tipos de liderança. Modelo R. Likert. Modelo de H. Leavitt. Modelo de P. Hersey e K. Blanchard. Modelo de V. Vroom. Liderança paternalista. Liderança pragmática. Liderança moralista. Liderança tecnocrática. Liderança coaching. Liderança filiada. Liderança coercitiva. Modelos de estilos de liderança contemporâneos. Princípios essenciais dos líderes na condução dos homens. Liderança eficaz. Exercícios.
    COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO LÍDER E DO DIRETOR
    Introdução. As competências e as habilidades do líder e do diretor. Enfoques das competências. Tipos de competências. Determinação das principais competências gerais no desenvolvimento da atividade profissional. Análise dos resultados de uma pesquisa comparativa de diretores turísticos líderes com não líderes quanto ao nível de desempenho. Avaliação das características pessoais. Chaves para a liderança contemporânea. Técnicas para o estudo das competências pessoais. Técnicas abertas. Tipos de personalidade. Técnicas e ferramentas para o trabalho do líder. Exercícios.
  6. TÉCNICAS DE DIREÇÃO DE EQUIPES DE TRABALHO

    Esta disciplina mostra os elementos teóricos e práticos sobre os grupos e equipes de trabalho, suas características, técnicas e ferramentas para sua gestão eficaz.

    AS EQUIPES DE TRABALHO
    Expor e argumentar as principais considerações teóricas que sustentam o trabalho em equipe. Aplicar criativamente a sua equipe estas considerações na prática cotidiana. Transformar sua equipe até que chegue a ser considerada eficiente e autodirigida. Interpretar e pôr em prática as regras de trabalho em equipe, bem como chegar ao consenso.
    PRINCIPAIS FERRAMENTAS PARA APERFEIÇOAR AS EQUIPES
    Expor e argumentar as reflexões-chave nas quais estão baseadas o trabalho das redes sociométricas. Aplicar criativamente a sua equipe uma metodologia validada para as reuniões e sessões de trabalho em equipe. Implantar no raio de ação as ferramentas estudadas para obter a eficiência do trabalho em equipe. Interpretar e pôr em prática a direção por objetivos e por resultados.
    A TOMADA DE DECISÕES EM EQUIPE. TÉCNICAS PARA O TRABALHO EM EQUIPE
    Aplicar as técnicas estudadas para garantir a qualidade da tomada de decisões. Treinar de forma prática nas diferentes técnicas que permitem gerar mais idéias e selecionar as melhores para serem implementadas. Cultivar sua criatividade e a da equipe.
  7. AMBIENTES VIRTUAIS DE TRABALHO COLABORATIVO

    Esta disciplina ensina o conceito e as tecnologias associadas ao trabalho colaborativo da gestão de equipes organizacionais à gestão de equipes a distância midiatizadas pelos entornos virtuais.

    CONCEITOS PARA O TRABALHO COMPARTILHADO EM ENTORNOS VIRTUAIS
    Sociocultura do trabalho. Teorias socioculturais sobre o trabalho. Pensamento crítico e resolução de problemas. Colaboração e cooperação para o trabalho compartilhado. Colaboração e cooperação. Dinâmica de grupos. Trabalho compartilhado em colaboração e cooperação com suporte de computador. Entornos virtuais para o trabalho compartilhado em colaboração e cooperação em entornos virtuais. Pensamento crítico no trabalho compartilhado em colaboração e cooperação em entornos virtuais. Exercícios.
    TECNOLOGIAS PARA O TRABALHO COMPARTILHADO NOS ENTORNOS VIRTUAIS
    Tecnologia groupware. Introdução ao groupware. Modelos de repartição, colaboração e cooperação em groupware. Terminologia groupware. Utilidades groupware. Utilidades groupware assincrônico. Utilidades groupware sincrônico. Questões de desenho groupware. Processo de desenho groupware. Aspectos do processo de desenho groupware. Exercícios.
    SOLUÇÕES PARA O TRABALHO COMPARTILHADO EM ENTORNOS VIRTUAIS
    Categorias de soluções groupware. Sistemas de conferência por computador. Sistemas de bate-papo (chat). Sistemas de gestão de processos de trabalho. Sistemas de reunião eletrônica. Sistemas de aplicações compartilhadas. Sistemas de lousas compartilhadas. Sistemas de co-autoria. Sistemas hipermídia multiusuário. Ambientes virtuais colaborativos. Sistemas de programação de grupos. Sistemas de audioconferência. Sistemas de videoconferência. Exemplos de soluções groupware. Agnes. Groupkit. Habanero. Hotcoom. Lotusnotes. Netmeeting. Opencoast. Skipe. Tango. Teamrooms. Exercícios.
    FERRAMENTAS INTEGRADAS PARA O TRABALHO COMPARTILHADO EM ENTORNOS VIRTUAIS
    Estudo descriptivo de ferramentas integradas para o trabalho compartilhado em entornos virtuais. Análise comparativa de ferramentas integradas para o trabalho compartilhado em entornos virtuais. Exercícios.
  8. GESTÃO SEM DISTÂNCIAS

    Nesta disciplina introduz os conceitos e técnicas de e-Management e a compreensão do significado, da natureza e do alcance da função de gestão e direção sem distâncias no âmbito projetual e empresarial.

    CONTEXTO DA GESTÃO E DIREÇÃO SEM DISTÂNCIAS
    Definição de gestão e direção sem distâncias. Novas tecnologias de informação e comunicação: automatização de oficinas, redes de comunicação, serviços de telecomunicação, novas técnicas de transmissão, infra-estrutura para e-management.
    ÂMBITOS DA GESTÃO E DIREÇÃO COM DISTÂNCIAS
    Descrição dos âmbitos de gestão e direção com distâncias: cooperação, outsourcing, cosourcing, offshore, teletrabalho, outplacement e inplacement. Análise comparativa dos âmbitos de gestão e direção com distâncias.
    MODALIDADES DE GESTÃO E DIREÇÃO PARA MANTER DISTÂNCIAS
    Modos de gestão e direção para manter distâncias: presencial, semi-presencial, não-presencial, virtual. Análise comparativa dos modos de gestão e direção para manter distâncias.
    FASES DE MATURIDADE DA IMPLANTAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE GESTÃO E DIREÇÃO SEM DISTÂNCIAS
    Modelos de maturidade de implantação de estratégias de externalização mediante o uso de tecnologias de informação e comunicação. Modelo de capacidade de maturidade: estrutura, aplicação, melhorias na aplicação. Evolução da maturidade na implantação de estratégias de gestão e direção sem distâncias.
    ÁREAS IMPLICADAS NA GESTÃO E DIREÇÃO SEM DISTÂNCIAS
    Gestão e direção de projetos. Gestão e direção de funcionalidades: de RH, de engenharia, de operações, de comercial, de administração. Gestão e direção geral de empresas: do conhecimento, de integração empresarial, de consultoria e assessoria de empresas.
    SISTEMAS TELEMÁTICOS PARA GESTÃO E DIREÇÃO SEM DISTÂNCIAS
    Sistemas telemáticos para gestão e direção (STGD). STGD de projetos. STGD de funcionalidades: de RRHH, de engenharia, de operações, de comercial, de administração. STGD geral de empresas: do conhecimento, de integração empresarial, de consultoria e de assessoria de empresas.
  9. COMÉRCIO E MARKETING ELETRÔNICO

    Esta disciplina mostra e aprofunda em dois temas essenciais e muito vinculados entre si: o comércio eletrônico (apresentado desde seus fundamentos conceituais até os tecnológicos) e as novas formas de marketing (apresentadas desde seus fundamentos até a mudança produzida pelas TIC e dão lugar ao marketing em ambiente informático). Conclui-se com uma metodologia que propõe uma estratégia de marketing em um espaço de comércio eletrônico.

    COMÉRCIO ELETRÔNICO
    e-commerce: aspectos conceituais. Sociedade da Informação e internet: novos paradigmas. Generalidades sobre Comércio eletrônico. e-commerce: TICs para o comércio eletrônico. Comunicações e Redes. Interfases servidor e cliente. Tecnologias de pagamento eletrônico. e-commerce: comércio eletrônico nas organizações: na administração (A2A, A2B, A2C), na empresa (B2A, B2B, B2C), no consumidor (C2A, C2B, C2C). e-commerce: aspectos de segurança (criptografia, assinaturas e certificados digitais, procolos de segurança, arquiteturas).
    MARKETING
    Marketing e organização, política, gestão e direção comercial. Análise comercial e adaptação às mudanças do mercado. Função comercial. Técnicas de Marketing, venda e negociação comercial. Comércio eletrônico e marketing. Marketing internacional. Plano de ação comercial.
    METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO
    Introdução. Necessidade de uma metodologia. Metodologia de implantação.
  10. SEGURANÇA ELETRÔNICA E LEGISLAÇÃO

    Esta disciplina mostra a complexidade da natureza dos riscos associados na utilização geral e global da tecnologia da informação, tanto sob a perspectiva tecnológica como das possíveis responsabilidades legais derivadas do uso ilegal ou abusivo delas.

    CONFIANÇA, SEGURANÇA E SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO
    Confiança e segurança da informação. Segurança de Informação e desenvolvimento econômico. Segurança, confiança e negócio eletrônico.
    TECNOLOGIA E ORGANIZAÇÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
    Medida do risco e gestão da segurança (MAGERIT). Salvaguardas gerais para a Informação. Mecanismos de controle de acessos e intrusões. Mecanismo de cifrado e negócio eletrônico. Assinatura digital. Infra-estrutura de chave pública.
    A INFRA-ESTRUTURA PARA A CONSTRUÇÃO DE CONFIANÇA
    Avaliação e certificação de segurança das TIs. Reconhecimento internacional de avaliações e certificados de segurança de tecnologias. Avaliação e certificação da gestão da segurança nas organizações. Assinatura e comércio eletrônico europeus.
    MARCO NORMATIVO E REGULATÓRIO DA SEGURANÇA E DO COMÉRCIO ELETRÔNICO. ASSINATURA DIGITAL, PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS E DELITOS INFORMÁTICOS
    Privacidade, segurança e confidencialidade (os tópicos jurídicos do comércio eletrônico). Leis, recomendações e declarações no contexto da segurança e do comércio eletrônico. Leis de assinatura eletrônica no âmbito da UNCITRAL, da Comunidade Européia, da Espanha. Leis de assinatura eletrônica na América-latina. Leis de proteção de dados pessoais na Europa. Leis de proteção de dados pessoais na América-latina. Tipo de delitos informáticos: sanções penais às vulnerações em matéria de segurança de sistemas e confidencialidade da informação (delitos informáticos mais extensos, os diferentes tipos existentes, bem como as características). O papel das Administrações Públicas. Epílogo: o estrangeiro começa na oficina.
  11. BUSINESS INTELLIGENCE E GESTÃO DOCUMENTAL

    Esta disciplina permite conhecer o campo da Inteligência de Negócios em seus aspectos técnicos como de negócios, para em seguida terminar com uma revisão do impacto no manejo da informação e de conteúdos documentais.

    DOS DADOS À INFORMAÇÃO
    Introdução. Definição de Business Intelligence. A problemática atual do acesso à informação. A evolução dos sistemas de informação. Necessidade dos sistemas de Business Intelligence. Condições para adotar um sistema de Business Intelligence. Requerimentos básicos de um sistema de Business Intelligence. Custos e benefícios de implementar um sistema de Business Intelligence.
    ARMAZÉNS DE INFORMAÇÃO: FUNDAMENTOS DO DATAWAREHOUSING
    Introdução. Definição de um datawarehouse. Características dos dados contidos em um datawarehouse. Datamarts. O catálogo de um datawarehouse. Alineamento da tecnologia com os objetivos de negócio. Critérios tecnológicos.
    DATAWAREHOUSE (I): FERRAMENTAS DE VERIFICAÇÃO À
    Introdução. Sistemas de suporte à decisão. Ferramentas de consulta e informes. Ferramentas de análise multidimensional.
    DATAWAREHOUSE (II): TÉCNICAS PARA O DESCOBRIMENTO DE INFORMAÇÃO
    Descobrimento de informação e mineração de dados. Dos dados às decisões. Verificação de hipótese ante o descobrimento da informação. O processo genérico de mineração de dados. Operações de mineração de dados. Técnicas de mineração de dados. Atores que intervêm em um projeto datamining. Metodologias de desenvolvimento para os projetos de datamining. Aplicações de mineração de dados.
    ACESSO E RECUPERAÇÃO DA INFORMAÇÃO TEXTUAL
    A problemática do acesso da informação na internet. Mecanismos de busca na internet. Possíveis soluções. Que atrai as empresas à mineração de textos? Cenários de trabalho e principais operações de mineração de textos. Ferramentas de análise de textos. Motores de busca avançados. Recopilações de informação na internet.
  12. INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL

    Esta disciplina da uma visão ampla e extensa do conceito e noção de integração empresarial mediante a informação revisando a integração a partir do aspecto organização e tecnológico, e os conceitos essenciais da integração baseada nas TICs como ERP, SCM e CRM.

    VISÃO ORGANIZACIONAL DA INTEGRAÇÃO: FORNECIMENTOS, CLIENTES E SISTEMAS
    Introdução. Fundamentos. Cadeia de valor. Exemplo de Integração de Cadeias de Fornecimentos. Reflexões.
    VISÃO TECNOLÓGICA DA INTEGRAÇÃO: ASPECTOS CONCEITUAIS DE INTEGRAÇÃO E-BUSINESS
    Importância de e-business. Mudança organizacional. Estratégia do negócio. E-Business: implementação. Business enginering.
    SISTEMAS DE PLANEJAMENTO EMPRESARIAL (ERP)
    Aspectos conceituais. Integração na gestão da informação. Integração dos ERPS. Escolha do fornecedor. Impacto estratégico no retorno do investimento. Implementação. Desafio estratégico aos ERP. Principais fabricantes espanhóis.
    GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS NA ERA DIGITAL
    Introdução. A mudança nas empresas. Gestão de recursos humanos. A tecnologia na gestão do recurso humano.
    GESTÃO DAS RELAÇÕES DE FORNECEDORES (SCM)
    Introdução. A cadeia de fornecimentos. Definição. Gestão da cadeia de fornecimentos. Execução do SCM no e-business. Reflexões.
    GESTÃO DE RELAÇÕES DOS CLIENTES (CRM)
    Introdução. Aspectos conceituais. Estratégia. Implementação. Escolha do fornecedor. Integração. Fabricantes. CRM e comércio eletrônico: e-CRM.
    ANEXO: MODELO BÁSICO DE UM SOFTWARE ERP
  13. INNOVAÇÃO, CULTURA E GESTÃO DO TRABALHO NA SOCIEDADE DA COMUNICAÇÃO

    Esta disciplina revisa a mudança que tem sofrido a sociedade nos aspectos culturais especialmente no relativo ao trabalho.

    INOVAÇÃO: FONTE DA MUDANÇA
    Introdução. Schumpeter e a economia da inovação. Inovação: aspectos conceituais. Inovação em contexto.
    CULTURA DO TRABALHO OU A REVOLUÇÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO ESPAÇO SOCIAL
    Introdução. As bases da mudança. A mudança na cultura do trabalho.
    A EVOLUÇÃO DO TRABALHO PARA O TELETRABALHO
    Introdução. O trabalho no entorno da informação. Teletrabalho (tipo, impacto nas organizações).
  14. GESTÃO DO CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL

    Esta disciplina apresenta as metodologias, ferramentas e técnicas associadas à gestão do conhecimento e expõe de que maneira se pode conseguir uma estratégia sustentável de aprendizagem organizacional a partir dos modelos de maturidade de gestão do conhecimento.

    CONHECIMENTO: NATUREZA E VALOR ORGANIZACIONAL
    Introdução. A organização e o conhecimento. Conhecimento: natureza. Espirais de conhecimento. Conhecimento: medição (capital intelectual e Modelo Intelect).
    GESTÃO DO CONHECIMENTO
    Introdução. As Tecnologias da Informação. Missões da Gestão do Conhecimento. Objetivos da Gestão do Conhecimento. Conclusões.
    FERRAMENTAS PARA A GESTÃO DO CONHECIMENTO
    Introdução. Principais funções das ferramentas sob a visão centrada no conhecimento (armazém, distribuição, modificação). Classificação das ferramentas em função do processo de gestão do conhecimento (gestão de documentos, workflow, portais corporativos e redes de conhecimento, e-learning, trabalho colaborativo, business intelligence).
    GESTÃO DO CONHECIMENTO E MATURIDADE DA APRENDIZAGEM
    Introdução. Do dado à aprendizagem organizacional (conhecimento, conhecimento e organizações, modelos de medição organizacional, gestão do conhecimento nas organizações). Modelos de maturidade.
    PARA NOVOS PARADIGMAS NA DOCÊNCIA E NA PESQUISA: E-LEARNING
    Introdução. Para um novo modelo de ensino e aprendizagem. Conceitos básicos sobre a sociedade do conhecimento.
  15. DIREÇÃO E GESTÃO DE PROJETOS E-BUSINESS

    Esta disciplina apresenta boas práticas de gestão de projetos tecnológicos para negócios eletrônicos desde um paradigma que une a visão de negócios com a visão tecnológica, e tomando como base, por um lado, o PMBOK como fonte de boas práticas de gestão e, por outro, a engenharia de software, como fonte de boas práticas vinculadas a projetos TIC.

    TEORIA DO PROJETO E-BUSINESS
    Introdução. Projetos: uma visão teórica. Teoria de Projetos. Teoria do projeto e-business.
    GESTÃO DE PROJETOS
    Introdução. Noção de Gestão de Projetos. A gestão de projetos segundo o PMBOK. Modelos de Maturidade de Gestão de projetos.
    ENGENHARIA DE SOFTWARE E GESTÃO DE PROJETOS
    Introdução. Análise de projetos por tipo de dimensão. O problema do desenvolvimento informático (problemas, causas, formas de evitar).
    METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO E-BUSINESS
    Introdução. Definir a estratégia. Definir a aplicação e-business. Desenvolvimento e desdobramento. Uso e evolução. Exemplo. Soluções e-business.

Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode estar submetido a ligeiras modificações, em função das atualizações ou das melhoras efetuadas.

Direção

  • Dr. Arturo Ortega-Mansilla. Doutor Engenheiro em Eletrônica, pela Universidad de Barcelona. Engenheiro em Eletrônica pela Universidad de Barcelona. Engenheiro em Telecomunicações pela Universidad Ramón Llull, Espanha. Coordenador da Área P D i – Área de Projetos, FUNIBER.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez. Doutor em Direção de Projetos de Engenharia, pela Universidad Politécnica de Cataluña e Universidad de Córdoba. MBA Executivo, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidad del País Vasco. Engenheiro Superior de Telecomunição, Escuela Superior de Ingenieros de Bilbao. Diretor de P D i em www.virtualware.es; Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos. Coordenador Acadêmico do Programa Mestrado em Direção Estratégica em Telecomunicações e suas Especializações.
  • Ms. Saúl Domingo Soriano.Mestre em Direção Geral de Empresas pelo Institut Català de Tecnologia de Barcelona. Mestre em Consultoria e Tecnologias da Informação e-Business pela Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, Espanha. Diretor de Projetos Finais de Mestrado e Especializações, FUNIBER.
  • Ms. Angélica Agudelo Reina. Mestrado e Pós-graduação em SAP MM e SD (Materials Management – Sales and Distribution). Ampla experiência em consultoria funcional de ERP’s em diferentes setores da indústria, e em análise de operações industriais. Coordenadora Acadêmica do Programa Mestrado em Direção Estratégica de Tecnologias da Informação e suas Especializações.

Professores e Autores

  • Dra. Isabel De La Torre Díez. Doutora em Telecomunicações pela Universidad de Valladolid. Professora da Universidad de Valladolid em temáticas vinculadas a serviços telemáticos, base de dados, business intelligence. Pesquisador Pós-doutoral sobre Informática Biomédica.
  • Dr. Fernando Izquierdo Álvarez. Engenheiro Superior de Telecomunicação e de Gestão de RH. e Ciências Empresariais - MBA IESE. Mestrado em Redes e Serviços avançados em Internet pela Universidad Politécnica de Madrid. Ampla experiência em empresas do setor de novas tecnologias TIC. Consultor internacional.
  • Dra. Marina Aguado. Doutora em Telecomunicações pela Universidad del País Vasco. MSc. in Management of Manufacturing Systems pela Universidad de Cranfield, Inglaterra. Experiência em Projetos P D i. Professora da Universidad del País Vasco.
  • Dr. David Barrera Gómez. Doutor Engenheiro pela Universidad Politécnica de Cataluña e MBA pela Escuela Técnica Superior de Ingenieros Industriales de Barcelona, UPC. Consultor de negócio, tecnologia e soluções empresariais. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dra. Izel Marez. Doutora em Engenharia de Projetos: Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação pela Universidad Politécnica de Cataluña. Professora da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Santos Gracia Villar. Doutor em Engenharia Industrial pela Universidad Politécnica de Cataluña. Expert em Projetos de Cooperação e Gestão Empresarial.
  • Dra. Beatriz Sainz De Abajo. Doutora pela Universidad de Córdoba. Professora do Departamento de Teoria do Sinal, Comunicações e Eng. Telemática, da Universidad de Valladolid.
  • Dr. Roberto M. Álvarez. Doutor em Engenharia de Projetos pela Universidad Politécnica de Cataluña, Espanha. Mestrado em Gerenciamento de Projeto e de Desenho pela Politécnica de Milão, Itália. Professor da Universidad de Buenos Aires, Argentina. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Eduardo García Villena. Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação, pela Universidad Politécnica de Cataluña. Diretor Acadêmico da Área de Meio Ambiente da Fundación Universitaria Iberoamericana.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez. Doutor em Direção de Projetos de Engenharia, pela Universidad Politécnica de Cataluña e Universidad de Córdoba. MBA Executivo, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidad del País Vasco. Engenheiro Superior de Telecomunição, Escuela Superior de Ingenieros de Bilbao. Diretor de P D i em www.virtualware.es; Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos.
  • Dr. (c) Diego J. Kurtz. Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento pelo PPGEGC – UFSC (em processo). Mestrado em International Business - Wiesbaden Business School, Alemanha. Pesquisador do Núcleo de Gestão para a Sustentabilidade (www.ngs.ufsc.br) e Pesquisador Junior do Projeto Dynamic SME (www.dynamic-sme.org). Coordenador de Programas e Professor da FUNIBER.
  • Dr. (c) Saúl Domingo Soriano. Doutor candidato pela Universidad de León. Mestre em Direção Geral de Empresas pelo Institut Català de Tecnologia de Barcelona. Mestre em Consultoria e Tecnologias da Informação e-Business pela Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, Espanha. Diretor de Projetos Finais de Mestrado e Especializações, FUNIBER.
  • Dra. (c) Gabriela Larrea Madinyá. Doutorado em Projetos, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Direção Estratégica pela Universidad Politécnica de Cataluña. Expert em estratégias de comunicação e comercialização aplicando novas tecnologias.
  • Ms. Pedro Chávez Chiclayo. Engenheiro de Computação e Sistemas pela Universidad Antenor Orrego de Trujillo (Peru). Master in Computer Science na Universidade Estatal de Campinhas em São Paulo (Brasil).
  • Ms. Virginia Saman. Engenheira em Informática de Gestão da Universidad Santa María de Chile Campus Guayaquil. Mestrado em Logística (França).

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente uma partida econômica com caráter extraordinário para o oferecimento de Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez finalizado o Programa Acadêmico, os alunos que assim o desejarpoderão ingressar na Bolsa de Trabalho Ambiental. Para isso, deverãoremeter currículum vitae, indicando dados pessoais, acadêmicose de experiência profissional. Assim, o aluno estará informado dasofertas de trabalho que venham a surgir e que se ajustem a seu perfilprofissional.