Mestrado em Direção Estratégica em Telecomunicações

Apresentação do Programa

A gestão empresarial desenvolve-se em uma sociedade global dominada por novos serviços suportados pelas Tecnologias da Informação e pelas Telecomunicações, demandando das empresas, organizações e instituições atividades cotidianas realizadas através das redes de Telecomunicações.

O conhecimento dos novos avanços no campo das Telecomunicações permitirá ao gestor empresarial do século XXI a capacidade de planejar inovações organizacionais, tecnológicas, comerciais e financeiras, de modo a garantir níveis de competitividade ideais para sua organização no novo mercado globalmente conectado.

O programa de Mestrado em Direção Estratégica em Telecomunicações (MDETel) aborda a necessidade de dispor de um conhecimento global acerca das diferentes possibilidades tecnológicas das redes atuais e futuras. Foca-se especialmente nos vários serviços fornecidos através das redes e das telecomunicações e nas novas oportunidades de negócios que se elas oferecem à malha empresarial. Com esta visão, o programa proporciona os fundamentos para a inovação empresarial baseada na correta gestão e alinhamento das estratégias organizacionais com as estratégias de Telecomunicações.

Importância de uma formação em Direção Estratégica e TI

Unir o amplo campo da Administração e o corpo teórico e aplicado de conhecimento da Estratégia Empresarial com uma visão global da sociedade e uma forte análise do papel das Telecomunicações nos processos estratégicos das organizações na nova economia, demanda uma sólida formação adequada para:

  • Proporcionar uma visão ampla da relação entre as Telecomunicações e a sociedade.
  • Dar uma visão completa do pensamento estratégico a partir do planejamento empresarial até seu desdobramento em estratégias de Telecomunicações.
  • Compreender a estreita relação entre processos de negócio, sistemas organizacionais e formas de trabalho com o mundo das Telecomunicações (enfatizando as redes e os serviços de Telecomunicações e Internet).
  • Proporcionar conhecimento teórico sobre telecomunicações vinculado a ferramentas e métodos em uso, e experiências internacionais relacionadas com a direção estratégica.
  • Habilidades para superar os problemas próprios e singulares de toda atividade vinculada aos processos de mudança organizacional derivados da implantação das telecomunicações.

Conceitos centrais do programas: Direção Estratégica e Telecomunicações

Enquanto a Direção Estratégica conduz ao conhecimento sobre a correta condução de uma empresa, as Telecomunicações conduzem ao conhecimento do potencial das redes. No momento de unir primeira coma a segunda, aparece um espaço onde convivem a Administração de Negócios e a Gestão das Telecomunicações. Este novo espaço permite duas coisas:

  1. Compreender a Direção Estratégica alinhada com as NTIC e as Telecomunicações. Neste caso, compreende-se melhor as novas formas de gestão e direção empresarial que surgem graças à presença das redes e dos serviços de Telecomunicações.
  2. Aplicar a Direção Estratégica na gestão das redes e dos serviços de Telecomunicações. Neste caso, consegue-se uma visão empresarial das Telecomunicações quando consideradas um recurso estratégico e a base de muitos novos negócios.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta, juntamente com a clareza, amplitude e didática dos conteúdos permite dirigir o Mestrado em Direção Estratégica em Telecomunicações (MDETel) àqueles com interesse em adquirir os fundamentos e conhecimentos necessários para entender as redes e os serviços de telecomunicações no contexto das organizações e da sociedade global, com uma perspectiva estratégica integrada à dinâmica social e econômica atual. Também permite responder às necessidades de todas as pessoas que desejam propor e implementar estratégias organizacionais com base nas Telecomunicações e/ou integrar as telecomunicações a um negócio.

O programa de MDETel visa responder às novas necessidades profissionais daqueles que trabalham no amplo setor das Telecomunicações.

Por sua orientação executiva, o Mestrado em Direção Estratégica em Telecomunicações (MDETel) orienta-se a formar profissionais dinâmicos, criativos e motivados para liderar projetos empresariais de Telecomunicações.

Requer-se:

  • Titulação Superior em Engenharia, Administração de Empresas, Economia ou Direito.
  • Interesse em abraçar a competitividade dos novos negócios usando as redes e os serviços de telecomunicações como elementos essenciais da estratégia organizacional.
  • Experiência profissional.

Titulação

Ao ser aprovado nas disciplinas e satisfazendo qualquer outra exigência acadêmica, administrativa e financeiras prevista e exigida pela Fundação Universitária Iberoamericana e pela Universidade que emitirá o diploma, o aluno receberá o título de: O nome do grau ou título pode variar em função da legislação de cada país e da regulamentação de cada universidade ou entidade que o emite.

Estrutura do Programa

O MDETel é composto de 18 disciplina, um Estudo e Resolução de Caso e uma Dissertação de Mestrado. Cada disciplina permite conhecer e compreender os fundamentos da estratégia empresarial, a gestão de pessoas e as tecnologias necessárias e suas aplicações associadas. O objetivo é conseguir uma visão integral dos negócios quando há redes e serviços de Telecomunicações envolvidos e estes são considerados um recurso estratégico.

O MDETel consta de 82 créditos distribuídos da seguinte maneira: 67 créditos de disciplinas, 15 créditos destinados à formação de metodologia científica e à elaboração do Projeto Final de Mestrado.

Sobre a distribuição do tempo, fica estabelecido que:

  • Por ser um programa a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não se estabelece uma data específica de início, desta maneira, o aluno pode formalizar a matrícula em qualquer momento, sempre que houver vagas disponíveis.
  • O tempo máximo para concluir o programa é de 24 meses. Neste período, o aluno deve ter concluído com êxito todas as atividades avaliadas relacionadas a todas as disciplinas e ser aprovado na Dissertação de Mestrado.

A estrutura de créditos do programa de Mestrado em Direção Estratégica em Telecomunicações (MDETel) é apresentada na tabela abaixo:

PARTES CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
1ª parte: Estratégia de Negócios 15 4 150
2ª parte: Direção de Pessoas 8 3 80
3ª parte: Tecnologia e Negócios 44 12 440
4ª parte: DMetodologia da Pesquisa Científica e Projeto Final de Mestrado 15 5 150
TOTAL 82 24 820

a. O número de créditos pode variar de acordo com a Universidade que emite o título. Um (1) crédito ECTS (European Credit Transfer System) equivale a 10 + 15 horas. Se o aluno cursa o programa matriculado em uma universidade não pertencente ao Espaço Europeu do Ensino Superior (EEES), a relação entre créditos e horário pode variar.
b. Duração em meses

Objetivos

Objetivo geral:

  • Compreender e dominar os conceitos básicos relativos às redes de telecomunicações e aos serviços associados a elas enquanto parte da estratégia de desenvolvimento empresarial.

Objetivos específicos:

  • Compreender o fenômeno das telecomunicações enquanto fundamento de novas estratégias empresariais baseadas nas inovações organizacionais.
  • Conhecer as tecnologias das telecomunicações que possibilitam e facilitam a geração de inovações de negócios.
  • Conhecer e dominar os elementos que sustentam a gestão da mudança organizacional resultante das telecomunicações, seus efeitos e sua disposição em um projeto empresarial e tecnológico.
  • Conhecer e dominar as ferramentas e as técnicas estratégicas de negócios que permitem criar, gerar e desenvolver uma estratégia de negócios baseada em redes e serviços de telecomunicações.
  • Conhecer e dominar técnicas e ferramentas de direção de pessoas para a direção estratégica de novos empreendimentos com base fundamentada nas telecomunicações.
  • Possibilitar a evolução da limitação, a justificativa de novas aplicações e o processo de decisões estratégicas quando estão envolvidos recursos de telecomunicações.

Saídas Profissionais

Algumas saídas profissionais do programas de Mestrado em Direção Estratégica em Telecomunicações (MDETel) são:

  • Gerência de um departamento, área, função, etc., de novas tecnologias.
  • Diretor de projetos de negócios tecnológicos.
  • Diretor de projetos de negócios baseados em telecomunicações.
  • Assessor externo ou consultor empresarial em estratégias de mudança organizacional através da incorporação das telecomunicações.
  • Diretor de projetos de criação de empresas de base tecnológica.

Plano de estudos

O programa de Mestrado em Direção Estratégica em Telecomunicações (MDETel) possui uma estrutura curricular baseada em 4 partes formativas:

  • 1ª Parte: ESTRATEGIA DE NEGÓCIOS (150 horas)

A primeira parte permite compreender de que maneira uma organização prepara uma estratégia de mudança e planeja seu desenvolvimento organizacional.

As disciplinas e as horas correspondentes à primeira parte são apresentadas na tabela abaixo:

  • 2ª Parte: DIREÇÃO DE PESSOAS (80 horas)

A segunda parte permite compreender e gerar estratégias de mudança organizacional através das pessoas e equipes de trabalho.

As disciplinas e as horas correspondentes à primeira parte são apresentadas na tabela abaixo:

  • 3ª Parte: TECNOLOGIA E NEGÓCIOS (440 horas)

A terceira parte apresenta as ferramentas que transforma uma organização tradicional em uma rede baseada em serviços de telecomunicações. O objetivo é conseguir uma visão integral dos negócios quando há redes e serviços de Telecomunicações envolvidos e estes são considerados um recurso estratégico.

As disciplinas e as horas correspondentes à primeira parte são apresentadas na tabela abaixo:

  • 4ª Parte: Metodologia da Pesquisa Científica e Projeto Final de Mestrado (150 Horas)

A quarta parte forma um pesquisador(a) de pós-graduação em campos teóricos ou aplicados ao resolver problemas acadêmicos e/ou profissionais.

4ª PARTE: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA E PROJETO FINAL DE MESTRADO (150 horas)
# DISCIPLINAS HORAS
1 Metodologia da Pesquisa Científica e Projeto Final/Dissertação de Mestrado. 150

Descrições dos Cursos

  1. Direção e Planejamento Estratégico

    Esta disciplina se concentra no pensamento estratégico aplicado à direção, promovendo um treinamento em ferramentas e mecanismos que facilitam a gestão contemporânea, aceitando a gestão da mudança como algo consubstancial aos entornos instáveis e variáveis em que se desenvolvem as organizações.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    A GESTÃO DA MUDANÇA COMO SUBSTRATO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA
    A mudança pessoal e organizacional. Alguns modelos para implementar uma mudança organizacional. A resistência à mudança. A participação no processo de mudança estratégica.
    A DIREÇÃO ESTRATÉGICA COMO MODELO DE MUDANÇA
    O pensamento e a direção estratégica. Apresentação de um modelo de planejamento estratégico reconhecido internacionalmente. A análise SWOT como ferramenta valiosa para o planejamento estratégico.
    A IMPLEMENTAÇÃO DA DIREÇÃO ESTRATÉGICA. AS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS
    Cenários estratégicos. A visão. Análise do sistema de valores que sustentará a estratégia. Desenvolvimento de estratégias empresariais. Objetivos e critérios de medição. Novos negócios. Crescimento. Consolidação. Revitalização
  2. Reengenharia, Estratégia e Direção de Sistemas e TICs

    A disciplina prepara para compreender o amplo papel que as TIC desempenham nas organizações, desde seu reposicionamento estratégico dentro da reengenharia organizacional até sua gestão estratégica como recurso empresarial.

    SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E ORGANIZAÇÃO
    Apresentação. Sistemas de informação (funções, componentes e tipologia). SI nas organizações (papeis e classificação). SI para a direção. Impacto das TIC na criação de um negócio.
    ESTRATÉGIAS PARA ST/I
    Introdução. Direção e planejamento estratégico de S/TI. Ferramentas de análise (fatores críticos de sucesso, maturidade tecnológica da organização, mudança organizacional, benefícios e custos de mudança, avaliação da implantação).
    DIREÇÃO DE S/TI
    Introdução. Gestão funcional dos SI. Alternativas estratégicas de desenvolvimento. Formas de organização da função SI.
    REENGENHARIA.
    Introdução. Conceito. Gestão e reengenharia. Aplicações. Casos de sucesso.
  3. Gestão Estratégica dos Recursos Humanos

    A disciplina prepara para adquirir uma visão global do papel do diretor de Recursos Humanos no século XXI, abrangendo as áreas de atividade da gestão e da integração à estratégia empresarial. Deste modo, faz um panorama sobre os efeitos da globalização nos RH, nas novas tecnologias na gestão de RH e nos sistema de controle e gestão de RH.

    ESTRATÉGIA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
    Introdução. Estratégia organizacional. Direção estratégica e mudança. Direção Estratégica e seus processos fundamentais. Traços e tendências da atual GRH. Necessidade do modelo funcional de GRH. Exercícios.
    GRH: TECNOLOGIA PARA SEU DIAGNÓSTICO, PROJEÇÃO E CONTROLE
    Introdução. Tecnologia para o diagnóstico, projeção e controle da GRH. Características da força de trabalho. Tecnologia das tarefas. Grupos de interesse, políticas e resultados. Exercícios.
    PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE RH E OTIMIZAÇÃO DE PLANILHAS
    Introdução. O processo integrador e sistêmico do planejamento de RH. Determinação e otimização de planilhas. Indicadores tangíveis e intangíveis. Auditoria ou quadro de mando integral na GRH. Exercícios.
  4. Sociedade da Informação e da Mudança

    Nesta disciplina, desenvolve-se uma visão que contextualiza a gestão da mudança cultural e tecnológica, proporcionando as bases e os delineamentos para o trânsito à Sociedade da Informação e do Conhecimento e suas consequências organizacionais na administração empresarial.

    ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL: MUDANÇA GENERALIZADA
    Trânsito para a Sociedade da Informação (tendências e efeitos, transição e quadro conceitual). Economia da informação (antecedentes e características). Impactos da mudança (novos setores industriais, novas estratégias competitivas, novas estruturas organizacionais).
    ADEQUAÇÃO ORGANIZACIONAL À MUDANÇA: GESTÃO DA MUDANÇA CULTURAL E TECNOLÓGICA
    Inovação como proposta de adequação. Culturas e organizações inovadoras. Visão da organização sob o ponto de vista da informação (a organização aprendiz, implantação e integração das tecnologias da informação como um processo de aprendizagem organizacional, estratégia de competitividade baseada no binômio tecnologias da informação/informação, análise da organização a partir do ponto de vista da informação, nascimento e consolidação de uma nova cultura nas organizações).
    DA ATUAL SOCIEDADE EM REDE À SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
    Internet e economia em rede (dados, história e aspectos da internet, leis, características e implicações na rede). Rumo à economia do conhecimento (economia do conhecimento, o conhecimento como valor organizacional, impactos da gestão do conhecimento no contexto das organizações). Impacto da gestão do conhecimento nas organizações (economia do conhecimento, o conhecimento como valor organizacional, impactos da gestão do conhecimento no contexto das organizações). Globalização e sociedade da informação (da comunicação à alfabetização digital, a regulamentação da rede global).
    RUMO À ADMINISTRAÇÃO ABERTA (ANEXO)
    Conceitos básicos sobre a Sociedade da Informação. Situação do Estado ante a Sociedade da Informação. A administração aberta: as TIC nos processos administrativos. Rumo a uma sociedade da informação sustentável.
  5. Técnicas de Direção de Equipes de Trabalho

    Esta disciplina estuda os elementos teóricos e práticos relacionados a grupos e equipes de trabalho, suas características, e as técnicas e ferramentas para sua gestão eficaz.

    AS EQUIPES DE TRABALHO
    Expor e argumentar as principais considerações teóricas que sustentam o trabalho em equipe. Aplicar criativamente às equipe estas considerações na prática cotidiana. Transformar sua equipe até que chegue a ser considerada eficiente e autodirigida. Interpretar e executar as regras de trabalho em equipe, bem como chegar ao consenso.
    PRINCIPAIS FERRAMENTAS PARA APERFEIÇOAR AS EQUIPES.
    Expor e argumentar as reflexões-chave nas quais descansa o trabalho das redes sociométricas. Aplicar criativamente a sua equipe uma metodologia validada para as reuniões e sessões de trabalho em equipe. Implantar em seu raio de ação as ferramentas estudadas visando obter a eficiência do trabalho em equipe. Interpretar e pôr em prática a direção por objetivos e por resultados.
    TOMADA DE DECISÕES EM EQUIPE. TÉCNICAS PARA O TRABALHO EM EQUIPE
    Aplicar as técnicas estudadas para garantir a qualidade da tomada de decisões. Treinar-se de forma prática nas diferentes técnicas que permitem gerar mais ideias e selecionar as melhores para sua implementação. Cultivar sua criatividade e a de sua equipe.
  6. Técnicas de Resolução de Conflitos e Negociação

    Esta disciplina se aprofunda nos aspectos teóricos e práticos relacionados aos conflitos e às estratégias de resolução e habilidades básicas para sua resolução.

    INTRODUÇÃO À ANÁLISE DE CONFLITOS
    Definições e tipos. Causas geradoras. Fases pelas quais atravessam e as consequências.
    ESTRATÉGIAS E MÉTODOS PARA RESOLVÊ-LOS
    Controle, fases e curvas de resolução do conflito. Negociação, mediação e arbitragem.
    COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NECESSÁRIAS NA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS NA EMPRESA
    Competências emocionais, sociais, cognitivas e pessoais Habilidades negociadoras.
  7. Ambientes Virtuais de Trabalho Colaborativo

    Esta disciplina ensina o conceito e as tecnologias associados ao trabalho colaborativo da gestão de equipes organizacionais à gestão de equipes a distância mediatizadas por ambientes virtuais.

    CONCEITOS ESSENCIAIS: DO AMBIENTE VIRTUAL AO AVTC
    A interação entre pessoas. Ambientes virtuais e AVTC. Colaboração, cooperação e trabalho compartilhado. Construtivismo e construcionismo: uma base de aprendizagem ativa. Cognoscitivo versus Cognitivo.
    RUMO A UM AVTC: BASES PARA CONSTRUIR UM AMBIENTE VIRTUAL
    Introdução. Enfoques socioculturais de aprendizagem como base do trabalho na sociedade contemporânea. Pensamento crítico como base do processo de resolução de problemas entre pessoas. Dinâmicas de grupo como sustento das organizações entre pessoas. Modelos tecnológicos de compartilhamento, colaboração e cooperação.
    TECNOLOGIAS PARA O TRABALHO COMPARTILHADO EM AVTC.
    Introdução. CSCW e CSCL. Tecnologia groupware. Soluções e tecnologias para o trabalho compartilhado em AVTC (sistemas proprietários e abertos, casos: BSCW, Moodle, Facebook e Gmail).
  8. O Mercado das Telecomunicações

    A disciplina prepara para adquirir uma visão crítica da evolução sofrida pelo mercado das Telecomunicações e das mudanças nas quais nos encontramos imersos. As decisões estratégicas atuais marcarão com profundo vestígio a evolução do setor no médio-longo prazo.

    EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS TELECOMUNICAÇÕES
    Estrutura do setor. Aspectos que compõem o termo telecomunicações na sociedade atual.
    PRODUTOS E SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES
    Conceitos. Produtos. Utilidade. Índice de penetração. Linhas Futuras.
    INDICADORES DOS MERCADOS DAS TELECOMUNICAÇÕES
    Elementos. Descrição, desenvolvimento. Ranking mundial. Caso país.
  9. Estrutura Técnico-empresarial das Telecomunicações

    A disciplina prepara para conhecer os agentes que compõem a cadeia de valor das Telecomunicações e suas inter-relações. Assim, estabelece diferentes modelos de negócio para maximizar os benefícios em seus respectivos segmentos de mercado.

    ESTRUTURA EMPRESARIAL DO MERCADO DAS TELECOMUNICAÇÕES
    Mercados Digitais. Setores e posição relativa das telecomunicações. Empresas.
    ANÁLISE DO MERCADO DAS EMPRESAS DE TELECOMUNICAÇÕES
    Competência e mudança. Metodologia das 5 forças de Porter aplicada.
    CADEIA DE VALOR DO SETOR
    Cadeia de valor empresarial. Cadeia de valor setorial. Segmentos. Agentes. Boas práticas.
    MODELOS DE NEGÓCIO EM TELECOMUNICAÇÕES
    Modelo de negócio. Metodologia de estudo. Casos Práticos.
  10. Redes de Telecomunicações

    A disciplina preparar para compreender as diferentes possibilidades tecnológicas atuais e futuras em aspectos relacionados às infraestruturas para a transmissão de informação através das Redes de Telecomunicações.

    INTRODUÇÃO ÀS REDES DE TELECOMUNICAÇÕES
    Conceitos base. Estrutura. Tipos. Modelos de Referência. Padronização.
    MEIOS DE TRANSMISSÃO
    Par de cobre. Fibra ótica. Rádio. Satélite.
    REDES
    Área local. Comutação de circuitos. Comutação de pacotes. Protocolo Internet (IP). Comunicações móveis. Banda Larga. Nova Geração.
    CASO PRÁTICO
    Desenho de uma rede de telecomunicações de âmbito local.
  11. Serviços de Telecomunicações

    A disciplina prepara para adquirir os conceitos básicos relativos aos serviços de Telecomunicações. Focalizando suas análises nas possibilidades de desenvolvimento empresarial.

    CONCEITOS RELATIVOS AOS SERVIÇOS
    Qualidade de serviço. Serviços telefônicos. Sinais e técnicas de transmissão. Formato de Sinais binários. Ruído. Sinais de dados. Sinais de voz e digitalização. Meios de transmissão. Comutação. Sinalização. Tráfego.
    SERVIÇOS
    Televisão: TV digital terrestre (TDT). Telefonia fixa e móvel. Acessos à internet de banda larga. Redes de dados. Redes sem fio.
    SERVIÇOS EMPRESARIAIS
    Necessidades. Serviços disponíveis. Adaptação serviço/cliente. Provisão Novos serviços
    CASO PRÁTICO
  12. Gestão e Segurança de Redes

    A disciplina prepara para utilizar a ferramenta adequada, em cada circunstância, para realizar uma adequada e segura gestão de Redes. No correto funcionamento, a identificação dos riscos da informação e a garantia do sistema são muito importantes.

    SEGURANÇA DE REDES
    Introdução. Segurança da Informação. Ameaças. Mecanismos de segurança. Padrões de controle de acesso. Planejamento e administração de sistemas seguros. Trusted Computer System Evaluation Criteria (TCSEC). Information Technology Security Evaluation Criteria (ITSEC). Common Criteria for Information Technology Security Evaluation (CC). Comunicações e segurança em redes. Código malicioso. Criptografia. Ferramentas de segurança.
    GESTÃO DE REDES
    Áreas de aplicação. Centros de gestão de rede e gestão integrada. Modelos de gestão. Modelo de informação. Modelo de comunicações. Monitoramento Remoto de Redes (RMON).
  13. Regulamentação de Telecomunicações

    A disciplina prepara para compreender a importância da Regulamentação em matéria de Telecomunicações como um dos pilares básicos, determinantes do avanço da Sociedade da Informação.

    NECESSIDADE DE REGULAMENTAÇÃO
    Causas. Convergência, Mercado e Regulamentação. Chaves. Modelo de Competência. Aspectos a regular.
    REGULAMENTAÇÃO EM NÍVEL MUNDIAL
    Características. Processos de Difusão. Papel das Nações. Modelos de Políticas Regulatórias.
    REGULAMENTO DAS TELECOMUNICAÇÕES NOS MERCADOS
    América do Norte. América Latina. Europa. Países asiáticos.
    RUMO A UM NOVO MODELO DE REGULAMENTAÇÃO NO SETOR DAS TELECOMUNICAÇÕES
    Sociedade da informação. Redes de nova geração. Internet.
  14. Business Intelligence e de Gestão de Documental

    A disciplina prepara para conhecer o campo da Inteligência de Negócios em seus aspectos técnicos e de negócios, para em seguida terminar com uma revisão do impacto no manejo da informação e de conteúdos documentais.

    DOS DADOS À INFORMAÇÃO
    Introdução. Definição de Business Intelligence. A problemática atual do acesso à informação. A evolução dos sistemas de informação. Necessidade dos sistemas de Business Intelligence. Condições para adotar um sistema de Business Intelligence. Requerimentos básicos de um sistema de Business Intelligence. Custos e benefícios de implementar um sistema de Business Intelligence.
    ARMAZÉNS DE INFORMAÇÃO: FUNDAMENTOS DO DATA WAREHOUSING
    Introdução. Definição de um datawarehouse. Características dos dados contidos em um datawarehouse. Datamarts. O catálogo datawarehouse. Alinhamento da tecnologia com os objetivos do negócio. Critérios tecnológicos.
    DATAWAREHOUSE (I): FERRAMENTAS DE VERIFICAÇÃO
    Introdução. Sistemas de suporte à decisão. Ferramentas de consulta e informes. Ferramentas de análise multidimensional.
    DATAWAREHOUSE (II): TÉCNICAS PARA O DESCOBRIMENTO DE INFORMAÇÃO
    Descobrimento de informação e mineração de dados. Dos dados às decisões. Verificação de hipótese ante o descobrimento da informação. O processo genérico de mineração de dados. Operações de mineração de dados. Técnicas de mineração de dados. Atores que intervêm em um projeto datamining. Metodologias de desenvolvimento para os projetos de datamining. Aplicações da mineração de dados.
    ACESSO E RECUPERAÇÃO DA INFORMAÇÃO TEXTUAL
    A problemática do acesso da informação na internet. Mecanismos de busca na internet. Possíveis soluções. O que atrai as empresas à mineração de textos? Cenários de trabalho e principais operações de mineração de textos. Ferramentas de análise de textos. Ferramentas avançadas de busca. Recopilações de informação na internet.
  15. Integração dos Sistemas de Gestão Empresarial

    A disciplina proporciona uma visão ampla do conceito e uma noção de integração empresarial por meio da informação, revisando a integração a partir do aspecto organizacional e tecnológico, além dos conceitos essenciais da integração baseada nas TIC como ERP, SCM e CRM.

    VISÃO ORGANIZACIONAL DA INTEGRAÇÃO: FORNECIMENTOS, CLIENTES E SISTEMAS
    Introdução. Fundamentos. Cadeia de valor. Exemplo de integração de cadeias de fornecimentos. Reflexões.
    VISÃO TECNOLÓGICA DA INTEGRAÇÃO: ASPECTOS CONCEITUAIS DA INTEGRAÇÃO E-BUSINESS
    Importância do e-business. Mudança organizacional. Estratégia de negócio. E-Business: implementação. Business engineering.
    SISTEMAS DE PLANEJAMENTO EMPRESARIAL (ERP)
    Aspectos conceituais. Integração à gestão da informação. Integração dos ERP. Escolha do fornecedor. Impacto estratégico no retorno do investimento. Implementação. Desafio estratégico aos ERP. Principais fabricantes espanhóis.
    GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS NA ERA DIGITAL
    Introdução. A mudança nas empresas. Gestão de recursos humanos. A tecnologia na gestão do recurso humano.
    GESTÃO DAS RELAÇÕES DE FORNECEDORES (SCM)
    Introdução. A cadeia de fornecimentos. Definição. A gestão da cadeia de fornecimento. Implementação do SCM no e-business. Reflexões.
    GESTÃO DE RELAÇÕES DOS CLIENTES (CRM).
    Introdução. Aspectos conceituais. Estratégia. Implementação. Escolha do fornecedor. Integração. Fabricantes. CRM e comércio eletrônico: e-CRM.
    ANEXO: MODELO BÁSICO DE UM SOFTWARE ERP
  16. Gestão do Conhecimento e Aprendizagem Organizacional

    Esta disciplina tem como objetivo geral revisar detalhadamente o espectro de conceitos, instrumentos e tecnologias associadas à gestão do conhecimento e aprendizagem organizacional.

    CONHECIMENTO: NATUREZA E VALOR ORGANIZACIONAL
    Fundamentos. O conhecimento (definições, propriedades, classificações, conhecimento explícito versus tácito). A sociedade do conhecimento: uma evolução social. A dimensão organizacional do conhecimento (modelo de Nonaka e Takeuchi, características intrínsecas, residencialidade e procedência do conhecimento). Informação versus conhecimento. Espirais de conhecimento. Conhecimento: medição (capital intelectual, inventário de conhecimento, modelos de medição de intangíveis, modelo intelect). KAM (Knowledge Assessment Methodology -2012).
    GESTÃO DO CONHECIMENTO: FUNDAMENTOS
    Introdução. As tecnologias da informação. Missões da gestão do conhecimento. Objetivos da gestão do conhecimento. Conclusões.
    GESTÃO DO CONHECIMENTO: TECNOLOGIAS E SISTEMAS
    Principais funções das ferramentas sob a visão centrada no conhecimento (armazém, distribuição, modificação). A modificação do conhecimento explícito. Classificação das ferramentas em função do processo de gestão do conhecimento (gestão de documentos, sistemas de workflow, portais corporativos e redes de conhecimento, sistemas e-learning, sistemas de trabalho colaborativo, ferramentas de business intelligence).
    APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL
    A nova cultura empresarial: a aprendizagem organizacional. O ativo e sua medição nas organizações. Medição do capital intelectual (Nonaka-Takeuchi, Edvinsson, Bueno, Sveiby, Balanced scorecard (Quadro de Comando Integral), Kaplan-Norton). Modelos de maturidade. Modelos de maturidade de capacidade (Software Capability Maturity Model -SW-CMM, SPICE, Bootstrap, Trillium). Modelo de maturidade de gestão de projetos (OPM3 -Organizational Project Management Maturity Model-, PMMM -Project Management Maturity Model). Modelo de maturidade para a pesquisa-ação em sistemas de informação. Modelos de maturidade de capacidade de mudança (Change proficiency maturity model). Modelos de maturidade de gestão do conhecimento.
    RUMO AOS NOVOS PARADIGMAS EM DOCÊNCIA E PESQUISA: E-LEARNING
    Introdução: a formação na sociedade do conhecimento. Rumo a um novo modelo de ensino e aprendizagem (tendências na formação, novas vias de aprendizagem, contribuições das tecnologias da informação à formação/aprendizagem, redes de informação/formação, perspectivas de futuro, docência e aprendizagem em um contexto rico em informação – internet –, a WWW como ferramenta educativa, rumo a um modelo baseado na web para docência e aprendizagem). Os desafios (web e mudança, quadro estratégico). As TIC na educação: anotações a partir das experiências (aspectos positivos sobre materiais e recursos digitais, sobre a internet 2.0: blogs, wikis e redes sociais; aspectos negativos; a formação on-line). As TIC na formação: desafios da gestão da formação e do processo de formação (funções, papeis, desafios das TIC na formação).
  17. Gestão Ambiental da Empresa ISO 14001

    A disciplina prepara para realizar o processo de decisão da política ambiental da empresa e da escolha de um determinado sistema de gestão ambiental. Assim, avaliam-se os prejuízos e a forma de evitar os danos ao ambiente visando obter um desenvolvimento sustentável das atividades humanas.

    EMPRESA E AMBIENTE
    Introdução. Medidas de proteção ambiental. Normalização.
    OS SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NA EMPRESA (SGA)
    Introdução. O que é um SGA? Para que servem e por que se implantam os SGAs? Quem pode implantar um SGA? Partes envolvidas na implantação de um SGA. Como se implantam os SGAs? Escolha do SGA. Balanço mundial da implantação da norma ISO 14001.
    A Norma ISO 14001
    A família das normas ISO 14000. Estrutura do documento ISO 14001. Definições. Objetivos e alcance da norma ISO 14001. Princípios básicos da norma ISO 14001. O ciclo de melhoria contínua. Implantação da norma ISO 14001. Revisão pela Direção. Certificação do SGA segundo a norma ISO 14001.
    CASOS PRÁTICOS
    Gestão de resíduos nas empresas de telecomunicação. Considerações ambientais sobre as radiações eletromagnéticas.
  18. Direção e Gestão de Projetos TIC

    Esta disciplina prepara para a aquisição de boas práticas de gestão de projetos de telecomunicações a partir de um paradigma que une a visão de negócios com a visão tecnológica, tomando como base, por um lado, o PMBOK como fonte de boas práticas de gestão e, por outro, a engenharia de telecomunicação como fonte de boas práticas vinculadas aos projetos NTIC.

    TEORIA DO PROJETO DE TELECOMUNICAÇÃO
    Introdução. Projetos: uma visão teórica. Teoria de Projetos. Teoria do projeto de telecomunicação.
    GESTÃO DE PROJETOS
    Introdução. Noção de gestão de projetos. A gestão de projetos segundo o PMBOK. Modelos de maturidade de gestão de projetos.
    ENGENHARIA DE SOFTWARE E GESTÃO DE PROJETOS
    Introdução. Análise de projetos por tipo de dimensão. O problema do desenvolvimento informático (problemas, causas, formas de evitar).
    METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS DE TELECOMUNICAÇÃO
    Introdução. Definir a estratégia. Definir o serviço de telecomunicação. Desenvolvimento e desdobramento. Uso e evolução. Exemplo. Serviços de telecomunicação.
  19. Metodologia da Pesquisa Científica e Projeto Final/Dissertação de Mestrado

    Esta parte tem como finalidade preparar o aluno no estudo científico, no projeto metodológico e na redação do que será o seu Projeto Final de Mestrado. Para alcançar este fim, é preciso trabalhar com práticas, normas e padrões internacionais de pesquisa e trabalho graduado através de 3 atividades: o desenvolvimento de um Estudo e Resolução de Caso, a formação da disciplina Metodologia da Pesquisa Científica e a criação de um Projeto Final e a redação de seu respectivo relatório.

    ESTUDO E RESOLUÇÃO DE CASO (ERC)
    O Estudo e Resolução de Caso (ERC) é um trabalho de pesquisa cujo objetivo é que o estudante confronte o tema que deseja desenvolver em seu Projeto Final de Mestrado. O tratamento do tema deve demonstrar domínio ao relacionar tecnologias e negócios no quadro dos objetivos do programa de estudo e do projeto final de mestrado. Espera-se que o ERC seja o estudo de estado da arte do Projeto Final de Mestrado.
    FORMAÇÃO EM METODOLOGIAS DE PESQUISA CIENTÍFICA.
    A formação em metodologias de pesquisa científica permite a aquisição de habilidades e capacidades para a concepção metodológica do anteprojeto e do projeto final de mestrado. Isto inclui o estudo de temas relacionados de pesquisa científica e a aplicação de práticas de pesquisa. A formação inclui o conhecimento e a aplicação de normas e padrões científicos internacionais e de redação de documentos de pós-graduação.
    PROJETO FINAL DE MESTRADO (PFM)
    O Projeto Final de Mestrado (PFM) é o desenvolvimento de um projeto de graduação teórico e/ou aplicado que trafga novidade e inovação ao campo de conhecimento do programa de estudo e, além disso, demonstre a possibilidade de sua execução segundo os alinhamentos e normativaas exigidos pelo progrma. O trabalho realizado e o documento final do Projeto Final do Mestrado estar adequado às normativas exigidas para o nível de pós-graduação. O tema do Projeto Final de Mestrado deve trazer novidades e ter relevância em termos empresariais e acadêmicos.

Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode estar sujeito a pequenas modificações, em função de atualizações ou de melhorias efetuadas.

Direção

  • Dr. Arturo Ortega-Mansilla. Doutor Engenheiro em Eletrônica pela Universidade de Barcelona. Engenheiro em Eletrônica pela Universidade de Barcelona. Engenheiro em Telecomunicações pela Universidade Ramón Llull, Espanha. Coordenador da área PD&I e da área de Projetos da FUNIBER.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez. Doutor em Direção de Projetos de Engenharia pela Universidade Politécnica da Catalunha e pela Universidade de Córdoba. MBA Executive, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidade do País Basco. Engenheiro Superior de Telecomunicação, Escola Superior de Engenheiros de Bilbau. Diretor de PD&I na Virtualware; Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos. Coordenador Acadêmico do Programa de Mestrado em Direção Estratégica de Telecomunicações e suas Especializações.

Professores e Autores

  • Dr. Miguel López Coronado. Doutor Engenheiro em Telecomunicações pela Universidade Politécnica de Madri. Catedrático do Departamento de Teoria do Sinal e Comunicações e Engenharia Telemática, Universidade de Valladolid.
  • Dr. Juan Antonio Romo Argota. Doutor Engenheiro de Telecomunicações pela Universidade do País Basco. Professor da Escola Superior de Engenharia de Bilbau, Departamento de Eletrônica e Telecomunicações, Universidade do País Basco.
  • Dra. Isabel De La Torre Díez. Doutora em Telecomunicações pela Universidade de Valladolid. Professora da Universidade de Valladolid em temas viculados aos serviços telemáticos, databases, business intelligence. Pesquisadora em nível de pós-doutorado sobre informática biomédica.
  • Dra. Begoña Blanco Jáuregui. Doutora pela Escola Superior de Engenharia de Bilbau, Departamento de Eletrônica e Telecomunicações, Universidade do País Basco. Pesquisadora do grupo Networking, Quality and Securiry (NQAS) na Escola Técnica Superior de Engenharia de Bilbau.
  • Dr. Fernando Izquierdo Álvarez. Engenheiro Superior de Telecomunicações e de Gestão de RH e Ciências Empresariais - MBA IESE. Mestre em Redes e Serviços Avançados na Internet pela Universidade Politécnica de Madri. Ampla experiência em empresas do setor de novas tecnologias TIC. Consultor internacional.
  • Dra. Marina Aguado. Doutora em Telecomunicações pela Universidade do País Basco. Mestre em Management of Manufacturing Systems pela Universidade de Cranfield, Inglaterra. Experiências em projetos PD&I. Professora na Universidade do País Basco.
  • Dr. David Barrera Gómez. Doutor em Engenharia pela Universidade Politécnica da Catalunha. MBA pela Escola Técnica Superior de Engenheiros Industriais de Barcelona,​UPC. Consultor de negócios, tecnologia e soluções empresariais. Professor na Universidade Internacional Ibero-americana.
  • Dra. Izel Marez. Doutora em Engenharia de Projetos (Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação) pela Universidade Politécnica da Catalunha, Espanha. Professora da Universidade Internacional Ibero-americana.
  • Dr. Santos Gracia Villar. Doutor em Engenharia Industrial pela Universidade Politécnica da Catalunha. Especialista em Projetos de Cooperação e Gestão Empresarial.
  • Dra. Beatriz Sainz De Abajo. Doutora pela Universidade de Córdoba. Professora do Departamento de Teoria do Sinal, Comunicações e engenheira de telecomunicações na Universidade de Valladolid
  • Dr. Ignacio Eizmendi Izquierdo. Professor na Universidade do País Basco.
  • Dr. Eduardo García Villena. Doutor em Engenharia de Projetos (Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação) pela Universidade Politécnica da Catalunha, Espanha. Diretor Acadêmico da Área Ambiental da Fundação Universitária Iberoamericana.
  • Dr. Jon Arambarri Basáñez. Doutor em Direção de Projetos de Engenharia pela Universidade Politécnica da Catalunha e pela Universidade de Córdoba. MBA Executive, Instituto de Economia Aplicada à Empresa, Universidade do País Basco. Engenheiro Superior de Telecomunicação, Escola Superior de Engenheiros de Bilbau. Diretor de PD&I na Virtualware; Multimídia, Animação 3D & Ambientes Virtuais Interativos.
  • Dr. (c) Diego J. Kurtz. Doutorando em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil. Mestrado em International Business pela Wiesbaden Business School, Alemanha. Pesquisador do Núcleo de Gestão para a Sustentabilidade e Pesquisador Júnior do Projeto Dynamic SME Coordenador de programas e professor na FUNIBER.
  • Dr. (c) Saúl Domingo Soriano. Doutorando na Universidade de León. Mestre em Direção Geral de Empresas pelo Instituto Catalão de Tecnologia de Barcelona. Mestre em Consultoria e Tecnologia da Informação e-Business pela Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, Espanha. Diretor de Projetos Finais de Mestrado e Especializações na FUNIBER.
  • Dr. (c) Jon Sánchez de la Fuente. Professor na Universidade do País Basco.
  • Ms. Pedro Chávez Chiclayo. Engenheiro de Computação e Sistemas pela Universidade Antenor Orrego de Trujillo (Peru). Mestrado em Ciências da Computação pela Universidade Estadual de Campinas, São Paulo, Brasil.
  • Ms. Virginia Saman. Engenheira em Informática de Gestão pela Universidade Santa María de Chile, Campus Guayaquil. Mestre em Logística (França).

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez que tenhamos recebido a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.