Mestrado em Infraestrutura e Engenharia Civil

Apresentação do Programa

O Mestrado em Infraestrutura e Engenharia Civil oferece formação abrangente, por meio de um programa acadêmico sólido e competitivo, respaldado pela experiência de treinamento e carreira acadêmica de profissionais das ciências relacionadas à Engenharia Civil, em um contexto internacional.

Nesse sentido, os graduados serão profissionais altamente capacitados para propor soluções inovadoras no campo da engenharia e gerenciamento de infraestrutura, além de dispor das ferramentas necessárias para realizar o ensino, a geração e a aplicação de conhecimentos. Os profissionais, ao final deste programa, serão competentes para:

  • Projetar, avaliar e executar projetos de engenharia civil.
  • Diagnosticar e avaliar estruturas existentes.
  • Planejar, desenvolver e executar obras civis protegidas contra terremotos.
  • Desenvolver tecnologias para redução de riscos.
  • Desempenhar funções de engenharia e gestão de infraestrutura nos setores público e privado.
  • Atuar como professor e/ou pesquisador, no nível universitário.

A quem é dirigido

O programa é destinado a profissionais da área de engenharia, interessados em aprofundar assuntos relacionados ao desenho, avaliação e construção de projetos de engenharia civil, que desejam treinamento técnico e tecnológico avançado nessas áreas, com um enfoque de sustentabilidade ambiental.

Para acessar o programa, o candidato deve ter um diploma universitário ou equivalente.

Titulação

A conclusão bem sucedida do Programa permitirá a obtenção do Mestrado em Infraestrutura e Engenharia Civil.

Os estudantes receberão o título emitido pela Universidade onde se matricularam.

Estrutura do Programa

O programa é composto por 100 créditos distribuídos em quatro módulos, três obrigatórios e um opcional, com foco na especialização.

Por se tratar de um programa a distância e não sujeito a aulas presenciais, não é estabelecida uma data de início específica, pelo que o aluno possa formalizar a matrícula a qualquer momento, desde que haja vagas disponíveis. O tempo máximo disponível para concluir o programa é de 24 meses. A distribuição dos módulos é descrita na tabela a seguir:

MÓDULOS CRÉDITOSa
Módulo 1: Cursos Básicos 32
Módulo 2: Cursos Troncais 29
Módulo 3: Cursos de Especialização Opcionais 27
Módulo 4: Projeto Final 12
TOTAL 100

a. A equivalência em créditos pode variar dependendo da universidade que se titule. Um (1) crédito ECTS (European Credit Transfer System/Sistema Europeu de Transferência de Créditos) equivale a 10 + 15 horas. Se o aluno cursa o Programa matriculado em uma universidade que não pertença ao Espaço Europeu de Ensino Superior (EEES), a relação entre créditos - horas pode variar.

Objetivos

Objetivo geral

  • Formar profissionais altamente qualificados para desenvolver e executar projetos de engenharia civil e pesquisa.

Objetivos específicos

  • Analisar e sintetizar informações relacionadas ao campo da Engenharia Civil, favorecendo o pensamento lógico e o raciocínio científico nas áreas mais relevantes da profissão.
  • Gerenciar adequadamente suas atividades focadas no desenvolvimento da infraestrutura.
  • Transmitir seus conhecimentos em bases pedagógicas e didáticas, tanto nas ações individuais quanto nas coletivas.
  • Valorizar de forma ética e humanística todos os atos que realizam e as equipes sob sua responsabilidade.
  • Assumir com responsabilidade, eficácia e eficiência as funções de gestão que lhe são confiadas.
  • Gerenciar suas equipes de trabalho com base em liderança e comunicação eficazes.
  • Elaborar e promover pesquisas voltadas para a solução de problemas relacionados à Engenharia Civil.

Saídas Profissionais

Dependendo dos interesses profissionais dos graduados, após a conclusão satisfatória de seus estudos, é possível:

  • Apresentar-se como consultor ou consultora.
  • Realizar tarefas de gerente de risco com a capacidade de avaliar estruturas existentes ou desenvolver tecnologias inovadoras.
  • Consolidar-se no desenvolvimento de engenharia com competências para planejar, desenvolver e executar obras civis seguras e funcionais.
  • Estabelecer-se como gerente de projetos de infraestrutura nos setores público e privado, realizando atividades de desenho, avaliação e execução de projetos.
  • Juntar-se à academia executando tarefas de pesquisa e ensino universitário.

Plano de estudos

O plano de estudo está estruturado em quatro módulos, compostos por disciplinas. A seguir, são apresentadas as disciplinas por cada um dos módulos.

  • MÓDULO 1: CURSOS BÁSICOS
  • MÓDULO 2: CURSOS TRONCAIS
  • MÓDULO 3: CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO
  • MÓDULO 4: PROJETO FINAL
MÓDULO 4: PROJETO FINAL
# DISCIPLINAS
1 Projeto final

Descrições dos Cursos

MÓDULO 1: DISCIPLINAS BÁSICAS

  1. ÉTICA NOS NEGÓCIOS E RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA

    Esta disciplina traz os principais conceitos para que o aluno domine a importância e a vigência da Ética Empresarial e da Responsabilidade Social Corporativa, e reconheça-as como uma ferramenta eficaz para alcançar a competitividade. Ao concluir o estudo dos três capítulos, o estudante conhecerá a fundo o conceito de ética e responsabilidade social, sua vigência e caráter universal, assim como os padrões éticos e sua relação com a eficiência empresarial. Igualmente, dominará a relação existente entre ética empresarial, valores, competitividade, eficiência e eficácia, sendo capaz de estabelecer as vias e ações necessárias para que a empresa (e/ou líder da empresa) possua um comportamento ético e responsável.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    FUNDAMENTOS DE ÉTICA EMPRESARIAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL
    Evolução histórica da ética. Seu caráter universal. Autores mais representativos no contexto do estudo da ética. Definição de ética. Métodos de estudo. Razões para agir com inteligência. Necessidade de levar em conta os interesses de outros. Atuação ética, perspectiva da empresa. Padrões éticos e eficácia empresarial. Princípios fundamentais de ética empresarial. Necessidades de um plano de vida. Ética, legalidade e valores. Valores compartilhados. Por que o crescente interesse pela ética empresarial?
    NECESSIDADE DA ÉTICA EMPRESARIAL E DA RESPONSABILIDADE SOCIAL
    Conceito de empresa e sociedade. Problemática das PME. A empresa como sistema e parte integrante da sociedade. A empresa como sistema produtivo. Ética e sociedade. O caráter ordenador da ética na sociedade. A ética empresarial. Ética e competitividade. Responsabilidade Social Corporativa, prioridades e finalidade de uma empresa ética. A gestão sustentável da empresa. A responsabilidade para os clientes, os empregados e outros stakeholders. Formação ética como necessidade para obter um clima de negócios mais seguro. Vantagens de alcançar um código de ética plenamente estabelecido. Aspectos negativos do mau uso da ética nas organizações.
    O FATOR HUMANO COMO CENTRO DA ÉTICA EMPRESARIAL E A RESPONSABILIDADE SOCIAL
    As pessoas como fonte de renda e não de custos. Avaliações dos Recursos Humanos (RH). A evolução do capital humano e do capital intelectual. Cultura empresarial, motivação, sentimento de pertença e liderança. Variáveis no desempenho ético de uma comunidade empresarial. Conjugação do clima organizacional, da comunicação e da autoridade para determinar valores éticos. Relação da ética empresarial com as tendências atuais da administração. Inovação, ciência e tecnologia. A ética e o comércio eletrônico.
  2. ISO 45001

    O modelo ativo e o planejamento da atividade preventiva são conhecidos como um elemento básico e crítico de qualquer modelo de gestão para a prevenção de riscos ocupacionais, instrumentado na norma ISO 45001:2018, assim como nas informações necessárias documentadas e exigências de auditoria.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    O PAPEL DE PREVENÇÃO NA GESTÃO GLOBAL DA EMPRESA
    Antecedentes. O sistema reativo de ação. Elementos de sucesso do sistema ativo de ação. Integração da atividade preventiva. Como é alcançada a integração da prevenção de riscos ocupacionais?
    O que é um sistema de gestão da prevenção de riscos ocupacionais? Tipos de modelos de gestão. Responsabilidades da direção.
    PLANEJAMENTO DA ATIVIDADE PREVENTIVA NA EMPRESA
    Definição de planejamento preventivo. Planejamento por objetivos e regras de procedimento. Aspectos do planejamento das atividades de prevenção. Procedimento de planejamento geral.
    A NORMA ISO 45001:2018
    Antecedentes da norma ISO 45001:2018. Estrutura de alto nível: o Anexo SL. Principais mudanças da ISO 45001:2018 em relação à OHSAS 18001:2007. Prioridades de implementação. Certificação do sistema de gestão de SST segundo a norma ISO 45001: 2018. Transição da especificação para a norma ISO 45001:2018.
    IMPLANTAÇÃO DA NORMA ISO 45001:2018
    Objeto e campo de aplicação. Referências normativas. Termos e definições. Contexto da organização. Liderança e participação dos trabalhadores. Planejamento. Apoio. Operação. Avaliação do desempenho. Aperfeiçoamento.
    INFORMAÇÕES DOCUMENTADAS DO SISTEMA DE GESTÃO SST DE ACORDO COM A ISO 45001:2018
    Nível I: manual de gestão de saúde e segurança no trabalho (não obrigatório). Nível II: procedimentos. Nível III: instruções. Nível IV: registros. Controle da documentação.
    AUDITORIA DE PREVENÇÃO DE RISCOS OCUPACIONAIS
    Conceitos gerais sobre auditorias de prevenção. Princípios de auditoria. Objetivos da auditoria de prevenção. Tipos de auditoria de prevenção de riscos ocupacionais. O processo de auditoria. Avaliação da auditoria de prevenção de riscos ocupacionais. Requisitos necessários para a realização de uma auditoria de prevenção de riscos ocupacionais.
  3. GESTÃO AMBIENTAL DA EMPRESA: ISO 14001

    As diretrizes para implementar um sistema de gestão ambiental em qualquer tipo de empresa, de acordo com a norma internacional ISO 14001 ou a europeia EMAS, são fornecidas com uma profusão de gráficos, incluindo um caso prático de aplicação a uma empresa de fabricação de peças metálicas.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    EMPRESA E AMBIENTE
    Introdução. Medidas de proteção ambiental. Normalização.
    OS SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NA EMPRESA (SGA)
    Introdução. O que é um SGA? Para que servem e por que se implantam os SGA? Quem pode implantar um SGA? Partes envolvidas na implantação de um SGA. Como se implantam os SGA? Escolha do SGA. Balanço mundial da implantação da norma ISO 14001.
    A NORMA ISO 14001
    A família das normas ISO 14000. Estrutura do documento ISO 14001. Definições. Objetivos e alcance da norma ISO 14001. Princípios básicos da norma ISO 14001. Ciclo de melhoria contínua. Implantação da norma ISO 14001. Revisão pela Direção. Certificação do SGA segundo a norma ISO 14001.
  4. GESTÃO DA QUALIDADE: ISO 9001

    Após uma introdução às conotações do termo “qualidade”, o processo de certificação com base na norma ISO 9001 é abordado de maneira integral, desde a adoção do compromisso de implementação pela Direção até a obtenção do certificado. Dedica-se também um capítulo à certificação de qualidade em software.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    GESTÃO DA QUALIDADE
    Breve história da qualidade. Conceitualização da qualidade de acordo com vários autores. Evolução da noção de qualidade. Conceito de qualidade. O que são as normas ISO 9000? Garantia de qualidade. Os 8 princípios de gestão da qualidade. A ergonomia no projeto. As 7 ferramentas da qualidade. Círculos de qualidade. Edwards Deming: um visionário da qualidade total. Melhoria contínua.
    IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE QUALIDADE
    Abordagem do projeto. O processo de certificação. E depois da certificação ISO 9001? Novidades da versão 2005 da ISO 9000. Guia rápido das mudanças em relação à versão 1994.
    CERTIFICAÇÃO DE QUALIDADE DO SOFTWARE
    O modelo de maturidade de capacidade de desenvolvimento de software (SW-CMM). Modelo de maturidade de capacidade/integrado (CMM). A norma ISO/IEC 90003:2004. Metodologia Spice (ISO 15540).
    LISTA DOS ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE QUALIDADE.
  5. TOPOGRAFIA E MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO APLICADOS

    Os estudantes terão o conhecimento necessário de técnicas topográficas básicas e essenciais para obter a posição de um ponto na superfície da terra sobre uma base cartográfica. Posteriormente aprenderão as principais metodologias para capturar informações espaciais usando instrumentos clássicos: estação total e nível para que o estudante aprenda a obter medidas, formar planos, gabaritos e levar ao terreno geometrias definidas. São analisadas as principais características dos materiais tradicionais e mais modernos usados na construção. Cada um dos materiais é analisado como um constituinte, componente de elementos, sendo avaliadas as vantagens e desvantagens de sua implementação.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    INTRODUÇÃO À TOPOGRAFIA E GEODÉSIA
    Forma da terra. Elementos geográficos nas superfícies de aproximação. Referenciação geográfica. Redes geográficas e geodésicas.
    QUADRO DE REFERÊNCIA
    Conceitos gerais. Mapas. Planos e cartas. Problemática condicionada. Aspectos geométricos de um plano ou mapa. Limite de percepção visual. Topografia em engenharia. Processo fotogramétrico.
    INSTRUMENTOS TOPOGRÁFICOS
    Medidas angulares. Medida de distância. As estações topográficas. Medida da altura. Metodologias topográficas clássicas.
    INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS
    Propriedades gerais dos materiais. Propriedades químicas e físicas: diferenças. Propriedades mecânicas. Caráter paramétrico das propriedades. Os ensaios. Materiais de construção e aplicações sustentáveis.
  6. ESTATÍSTICA BÁSICA

    Esta disciplina proporciona ao estudante o conhecimento dos conceitos básicos de estatística descritiva, probabilidade e inferência estatística, de um ponto de vista eminentemente prático.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    ESTATÍSTICA DESCRITIVA
    Estatísticas univariadas. Média, moda e mediana. Desvio, desvio padrão e outras medidas de dispersão e localização. Estatísticas multivariadas. Correlação entre variáveis. Covariância.
    REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS
    Gráficos de barras e circular. Gráficos de caixa. Histogramas.
    PROBABILIDADE E INFERÊNCIA ESTATÍSTICA
    Cálculo de probabilidades. Teorema de Bayes e probabilidade total. Distribuições estatísticas. Inferência. Estimativa pontual.
    INTERVALOS DE CONFIANÇA. CONSTRUÇÃO E INTERPRETAÇÃO
    Para a média de uma população normal. A proporção em uma população de Bernoulli. Para a variação de uma população normal. Para o quociente entre as variações de duas populações normais. Para a diferença de médias de populações independentes. Para a diferença de proporções.
  7. MECÂNICA DE MEIOS CONTÍNUOS (FLUIDOS)

    Trata-se de meios contínuos sólidos deformáveis, ou seja, aqueles que sofrem mudanças em sua geometria sob a ação de forças externas ou outras tensões.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    ANTECEDENTES MATEMÁTICOS
    Definição e representação dos vetores. Matrizes e determinantes. Soma vetorial. Vetores unitários. Produto ponto. Produto cruz. Rotação e transformação de coordenadas. Valores e vetores próprios.
    TEORIA DA FORÇA
    Definições. Mecânica do meio contínuo; tipos de forças. Tensão em um ponto. Equações de equilíbrio de tensões. Leis de transformação de tensão. Tensões e direções principais. Tensões máximas constantes. Invariantes de tensão. Estado plano de tensões. Decomposição de um estado de tensão em um componente hidrostático e de cisalhamento puro. Círculo de Mohr para o estado de tensão bidimensional. Tensão octaédrica.
    TEORIA DAS DEFORMAÇÕES
    Definição de deslocamento e deformação. Deformação unitária longitudinal e angular. Equações de deformação por deslocamento. Equações de transformação de deformações. Deformações e direções principais. Dilatação volumétrica. Estado de deformação bidimensional. Círculo de Mohr para deformações: bidimensional.
    INTRODUÇÃO À MECÂNICA DE SÓLIDOS
    Modelos representativos do comportamento dos materiais. Relações de tensão-deformação. Lei geral de Hooke. Constantes de Lamé e constantes de engenharia. Tensão em função de deformações. Deformações em função de tensões.
    INTRODUÇÃO À MECÂNICA DE FLUIDOS
    Relações tensão–rapidez de deformação. Equação geral da energia. Equações Navier-Stokes.
    INTRODUÇÃO À MECÂNICA DOS SOLOS
    Dados experimentais sobre o comportamento dos solos. Teoria do Polo. Teste de compressão uniaxial e triaxial. Estados de tensão em testes de laboratório. Tensão em muros de contenção. Assentamentos elásticos no solo.
  8. PROCEDIMENTOS DE CONSTRUÇÃO

    Mostra como o processo de construção é decidido e realizado, e, naturalmente, quais são as técnicas e máquinas usuais usadas no processo de construção.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    PROCEDIMENTOS DE CONSTRUÇÃO. ASPECTOS GERAIS.
    Processo de construção de uma obra. Sequência concreta do processo de construção de uma unidade de execução. Fatores externos ao processo de construção que o condicionam. Critérios para definir de como administrar uma unidade. Decisão sobre o processo ideal de construção. Controle e acompanhamento do processo de construção. Lições aprendidas. Melhoria contínua.
    PESQUISAS E MELHORALMENTO DE TERRENOS.
    Pesquisas de terrenos. Melhoramentos de terrenos.
    ESCAVAÇÃO E DINAMITAÇÃO.
    Equipamentos comum para movimentação de terras. Explicações. Esvaziamentos. Escavações em trincheiras. Noções sobre dinamitação. Destroçamento, pré-corte. Corte.
    MAQUINÁRIO AUXILIAR, COMPONENTES E EQUIPAMENTOS DE ELEVAÇÃO.
    Maquinário auxiliar geral de obras. Meios usuais de elevação. Grua torre. Elevadores de obra. Monta-cargas.
    CUSTOS E PRODUÇÃO DE EQUIPAMENTOS.
    Produção e custos de maquinário. Manutenção e confiabilidade do equipamento. Desempenho das máquinas mais comuns. Cálculo de custo por hora de uma máquina. Estudo dos custos e tarifas do bulldozer CAT D9L.
  9. CUSTOS E PROGRAMAS

    O estudante será capaz de analisar e avaliar orçamentos para a realização de qualquer tipo de obra, seja pública ou privada.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    CONCEITOS GERAIS SOBRE CUSTOS
    Características dos custos. Definição de custos indiretos. Definição de custos diretos.
    NÚMEROS GERADORES
    Números geradores. Quantificação. Catálogo de conceitos de obras.
    INTEGRAÇÃO DE CUSTOS DIRETOS
    Materiais. Aspectos gerais. Especificações. Pesquisa de mercado sobre materiais, mão de obra e equipamentos. Custo direto básico dos materiais. Mão de obra. Custo unitário de trabalho. Salário diário total. Prestações de acordo com a LFT. Fator salarial real. Custo real direto da mão de obra. Integração de grupos de trabalho.
    INTEGRAÇÃO DE CUSTOS EXCEDENTES
    Aspectos gerais. Custos operacionais indiretos. Custos indiretos da obra. Custo-benefício. Financiamento. Encargos adicionais. Obtenção da porcentagem de custos excedentes.
    PREÇOS UNITÁRIOS
    Integração de preços unitários. Custos diretos de: materiais, mão de obra, maquinário e equipamento básico. Custos indiretos: de operação, de campo, financiamento. Orçamentos. Integração de orçamentos Gestão do software de engenharia de custos. Preparação de um orçamento de obras civis usando software.
    PROGRAMAÇÃO DA OBRA
    Gráficos de Gantt. C.P.M. P.E.R.T. Aplicação de software.
  10. DIREÇÃO DE PROJETOS

    Esta disciplina fornecerá conceitos gerais sobre projetos a fim de compreender e interpretar a lógica por trás de um projeto. Também fornecerá métodos para a elaboração e o planejamento de um projeto, os instrumentos e as técnicas para realizar sua gestão ou administração, e ferramentas úteis para monitorá-lo e controlá-lo. Além disso, serão fornecidas informações para que o estudante possa selecionar entre os softwares que melhor se adaptem às necessidades de cada projeto.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    FUNDAMENTOS DA DIREÇÃO DE PROJETOS
    O que é um projeto? . Projetos, programas e portfólios. O ciclo de vida dos projetos. Fases do projeto. Escopo do projeto. Diretor de projetos.
    PLANEJAMENTO DE PROJETOS
    Elaboração de projetos. Planejamento das atividades: o plano de estruturação do trabalho Planejamento do cronograma do projeto. Definição dos entregáveis do projeto. Planejar a administração dos recursos do projeto. Finanças do projeto.
    EXECUÇÃO DO PROJETO
    O plano do projeto. Gestão do cronograma. Gestão das comunicações. Gestão de aquisições e contratos. Finalização do projeto.
    ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DO PROJETO
    Fundamentos do controle do projeto. O acompanhamento durante a execução do projeto. Ações de controle em projetos. Gestão de mudanças. Gestão de riscos. A qualidade no projeto. O impacto ambiental do projeto. Métodos de avaliação de projetos.
    GESTÃO DE SOFTWARE DE PROJETOS
    Softwares de administração de projetos. Softwares de escritório para a administração de projetos. Softwares baseado em navegador para gestão de projetos Os suportes informáticos na comunicação.

MÓDULO 2: DISCIPLINAS MEDULARES

  1. PROJETO DE PAVIMENTOS

    Esta disciplina contribui para o perfil do Engenheiro Civil, a capacidade de projetar, construir, reabilitar e manter pavimentos flexíveis e rígidos. Para compô-la, foi feita uma análise do campo de aplicação, identificando as questões mais importantes para o projeto, construção, reabilitação e manutenção ou conservação de pavimentos.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    INTRODUÇÃO E CONCEITOS GERAIS
    História dos pavimentos. Tipos de pavimentos. Características dos tipos de pavimentos. Estrutura dos diferentes tipos de pavimentos. Diferenças entre os tipos de pavimentos. Outros tipos de pavimentos. Conclusões do capítulo.
    PAVIMENTOS FLEXÍVEIS
    Tráfego e cargas de tráfego. Materiais ou unidades que compõem os pavimentos flexíveis. Misturas betuminosas. Dimensionamento de pavimentos flexíveis. Catálogo das seções de firmes betuminosos. Instalação de misturas betuminosas. Controle de qualidade. Conclusões do capítulo.
    PAVIMENTOS RÍGIDOS
    Características gerais dos pavimentos rígidos. Exigências para o concreto. Dimensionamento de pavimentos de concreto. Catálogo das seções de pavimento de concreto. Materiais. Camadas inferiores do firme. Construção de pavimentos de concreto. Controle de qualidade. Precauções na instalação de pavimentos de concreto. Conclusões do capítulo.
    CONSERVAÇÃO E REABILITAÇÃO
    Conservação. Reabilitação. Inspeção visual de firmes com pavimento betuminoso. Inspeção visual de firmes com pavimento de concreto. Categorias de tráfego pesado. Deflexões. Reciclagem de firmes.
  2. ELEMENTOS FINITOS.

    Esta disciplina proporciona aos estudantes conhecimentos básicos e profundos da teoria de elementos finitos no campo da análise estrutural. O conteúdo é projetado para que o estudante adquira e compreenda toda a teoria subjacente ao modelo de elementos finitos, desde os antecedentes nas abordagens matriciais típicas da engenharia estrutural, até os aspectos específicos do método dos elementos finitos, de modo que lhe permita aplicá-lo na prática por meio de um código comercial praticamente imediatamente, e só é necessário aprender as especificidades desse pacote de software.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    INTRODUÇÃO. ANTECEDENTES DO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS
    Contexto histórico: os métodos matriciais. Discretização: nós e elementos. Graus de liberdade e coordenadas. Métodos existentes: método de flexibilidade e método de rigidez.
    FUNDAMENTOS MATEMÁTICOS
    Conceito de função aproximada e função de interpolação. Critérios para a obtenção de soluções nodais. O método dos resíduos ponderados. Coordenadas naturais. Funções de interpolação no elemento. Relação entre coordenadas gerais e naturais.
    USO DO MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS NA ANÁLISE DINÂMICA DOS SISTEMAS ESTRUTURAIS
    Matriz de massa e amortecimento. Equação geral de equilíbrio dinâmico. Matriz de massa consistente e concentrada. Condições de contorno. O método de sobreposição modal. Vibrações livres e forçadas. O método de integração direta das equações da dinâmica. Métodos explícitos e implícitos.
  3. GEOTECNIA APLICADA.

    Esse curso proporcionará aos estudantes os conhecimentos necessários de conceitos básicos no campo da Engenharia Geotécnica, para que eles adquiram as habilidades necessárias para serem capazes de formular soluções técnicas apropriadas que atendam à demanda social por recursos geológicos.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    SOLOS GEOTÉCNICOS
    As fases do solo. Propriedades das partículas constituintes do solo. Classificações geotécnicas dos solos. Comportamento básico dos solos.
    COMPRESSIBILIDADE E CONSOLIDAÇÃO DO SOLO
    Deformações nos solos. Compressibilidade. Consolidação. Cálculos de assentamentos.
    SOLUÇÕES DE CONSTRUÇÃO
    Estruturas de contenção. Taludes. Fundações.
    REMEDIAÇÃO DE SOLOS
    Contaminação de solos. Técnicas de remediação de solos. Seleção de técnicas de remediação de solos.
  4. HIDROLOGIA E HIDRÁULICA

    Esta disciplina introduz os elementos de hidrologia, hidráulica, regulamentos internacionais e visão geral das obras hidráulicas do mundo.

  5. DINÂMICA ESTRUTURAL

    Proporciona ao estudante os conceitos básicos necessários para formular e resolver problemas associados a sistemas discretos de um ou vários graus de liberdade e com sistemas contínuos.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    VIBRAÇÕES MECÂNICAS EM SISTEMAS DISCRETOS DE UM GRAU DE LIBERDADE
    Conceitos básicos. Revisão dos princípios fundamentais da dinâmica. Classificação das vibrações. Dissipação viscosa e vibração de objetos imersos em fluidos. Vibrações livres em sistemas com um grau de liberdade. Obtenção das equações de movimento por meio da 2ª lei de Newton (diagramas de corpo livre). Obtenção das equações de movimento através de coordenadas generalizadas (equações de Euler-Lagrange). Análise de vibrações livres (não forçadas) em sistemas com um grau de liberdade
    VIBRAÇÕES MECÂNICAS EM SISTEMAS CONTÍNUOS
    Análise da vibração em sistemas simples. Oscilações de torção em eixos. Vibrações transversais em vigas. Aplicação de métodos energéticos. Resolução de alguns casos e exemplos típicos. Aplicação do MEF em problemas de 1D. Problemas com vibrações livres e forçadas em estruturas de barras e vigas. Obtenção de frequências e modos próprios de vibração. Redução e simplificação de problemas. Resolução de casos típicos e exemplos. Aplicação do MEF em problemas de 2D. Problemas com vibrações livres e forçadas em estruturas de placas. Obtenção de frequências e modos próprios de vibração. Redução e simplificação de problemas.
  6. ENGENHARIA ESTRUTURAL

    Proporcionar informações concisas e atualizadas sobre o planejamento, projeto e construção de uma grande variedade de estruturas de engenharia.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
    Princípios, técnicas, equipamentos e materiais usados na indústria da construção. Seleção de materiais e equipamentos. Estimativa de custos. Propriedades dos materiais. Concreto, tijolo, madeira, aço, plástico, fibras sintéticas, adesivos, selantes e compostos.
    ESTRUTURAS ARQUITETÔNICAS
    Comportamento estrutural dos sistemas. A estática e a análise da força. O estudo da resistência e das propriedades dos materiais e das formas dos elementos estruturais no que diz respeito à sua eficácia em resistir a tensões. Estresse e tensão. Análise e projeto de vigas e colunas. As forças nos edifícios (neve, cargas vivas, vento e terremoto).
    PROJETO E CONSTRUÇÃO DE CONCRETO
    Projeto das estruturas de concreto armado. Mecânica do concreto estrutural. Forças de flexão. Cisalhamento. Axiais. Comportamento estrutural e projeto de tijolos, telhas e pedra. Vigas. Sistemas de laje. Colunas. Fundação. Muros de contenção. Concreto.
    ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO DE TERRA
    Problemas especiais. Terra e estruturas de engenharia de solo. Muros de contenção. Perfuração contínua em estacas. Caixotes. Métodos de escoramento e outras estruturas de contenção de terra.
    PROJETO E CONSTRUÇÃO EM AÇO
    Mecânica, comportamento estrutural e projeto da construção em aço. Elementos de aço de tensão, vigas, colunas e combinações. Métodos elásticos e plásticos. Projeto de juntas aparafusadas e soldadas. Projeto estrutural de pontes de aço e estruturas de edifícios.
    PROJETO E CONSTRUÇÃO EM MADEIRA
    Métodos de projeto relacionados com estruturas de madeira. Natureza da madeira como material de construção. Compensados. Madeira laminada colada. Estacas de madeira e fundações. Edifícios polo. Estrutura de construção convencional em madeira.
  7. GESTÃO FINANCEIRA DE PROJETOS DE CONSTRUÇÃO

    O objetivo principal da gestão do projeto é o planejamento, monitoramento e controle das atividades e dos recursos humanos e materiais envolvidos no desenvolvimento de um Sistema de Informação. Como resultado desse controle, é possível saber a todo momento que problemas estão ocorrendo e resolvê-los ou aliviá-los imediatamente.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    O QUE É GESTÃO FINANCEIRA?
    Objetivos da gestão financeira. A necessidade de direção e gestão no projeto. Principais erros na má gestão do projeto. Formas de financiamento. Regulamento para a gestão do projeto. ISO 21500. Análise de custo-eficiência em projetos.
    PLANEJAMENTO
    ESTIMATIVA
    DETERMINAÇÃO DO ORÇAMENTO
  8. SEMINÁRIO DE PESQUISA I

    Aborda o desenvolvimento do projeto de pesquisa em seus elementos: escolha do tema, formulação do problema, perguntas da pesquisa, objetivos, hipóteses e justificativa da pesquisa, oferecendo as diretrizes para a criação do projeto final.

    Alguns temas abordados na disciplina são:

    ASPECTOS EPISTEMOLÓGICOS DA PESQUISA CIENTÍFICA
    O PROCESSO DA PESQUISA CIENTÍFICA. COMO INICIAR UMA PESQUISA?
    O PROJETO: PONTO DE PARTIDA
    CONSTRUÇÃO DO MARCO TEÓRICO
    ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA METODOLÓGICA
    O RELATÓRIO DE PESQUISA

MÓDULO 3: DISCIPLINAS DE ESPECIALIZAÇÃO

  1. MÓDULO 3: DISCIPLINAS DE ESPECIALIZAÇÃO: FINANCIAMENTO E GESTÃO DE INFRAESTRUTURA

    1. CONTRATAÇÃO INTERNACIONAL DE PROJETOS

      Nesta disciplina, serão apresentados e aplicados os conceitos de financiamento e gestão de infraestrutura.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      CONTRATAÇÃO INTERNACIONAL DE PROJETOS
      Modalidades de financiamento. Pública. Privada. Pública/Privada.
      CENÁRIO GEOGRÁFICO DAS PPP NO MUNDO E NO MERCADO FINANCEIRO INTERNACIONAL
      Cenário geográfico dos Projetos com participação público-privada no mundo e no mercado financeiro internacional.
    2. ECONOMIA APLICADA E FUNDAMENTOS FINANCEIROS

      Nesta disciplina, serão apresentados e aplicados os conceitos de economia e finanças.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      O MARCO ECONÔMICO E AS CONTAS PÚBLICAS. EFEITOS ECONÔMICOS DOS INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA
      O marco econômico e as contas públicas. Efeitos econômicos dos investimentos em infraestrutura.
      CONTABILIDADE
      Conceitos básicos. Déficit e dívida pública. SEC95 e normas internacionais de contabilidade.
      AVALIAÇÃO DE PROJETOS
      Gestão do risco do projeto. Identificação. Atribuição.
    3. ECONOMIA E FINANÇAS DE PROJETOS DE PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA I

      Nesta disciplina, serão apresentados e aplicados os conceitos de economia e finanças de projetos PPP.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      FASES DE UMA CONCESSÃO
      Estudo e proposta. Licitação. Construção. Exploração. Revisão.
      FERRAMENTAS BÁSICAS
      Rentabilidade. VAN. TIR. Taxa de desconto. Payback. Alavancagem. Aspectos fiscais.
      PROJECT FINANCE
      Definição. Vantagens e desvantagens. Esboço e agentes envolvidos.
      FINANCIAMENTO ESTRUTURADO E FONTES DE FINANCIAMENTO
      Financiamento estruturado. Fontes de financiamento.
    4. ECONOMIA E FINANÇAS DE PROJETOS DE PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA II

      Aplicação de conceitos de economia e financiamento de projetos de PPP.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      PARTICIPAÇÃO PÚBLICA/PRIVADA: DEFINIÇÃO E JUSTIFICATIVA
      Definição. Justificativa.
      DIVERSOS MODELOS DE PPP
      Modelos de PPP.
      CICLO DE UM PROJETO PPP
      Identificação e análise do projeto. Licitação. Gestão do contrato.
    5. MARCO LEGAL INTERNACIONAL

      É apresentado o marco legal internacional para o financiamento e desenvolvimento de projetos.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      MARCO LEGAL PARA O FORNECIMENTO, FINANCIAMENTO E GESTÃO DE OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS
      MARCO LEGAL PARA O USO PRIVADO DO DOMÍNIO PÚBLICO PARA OBRAS E SERVIÇOS PRIVADOS
      COLABORAÇÃO ENTRE DIFERENTES ADMINISTRAÇÕES EM PROJETOS DE INFRAESTRUTURA PÚBLICA
      ESTUDOS DE CASO: O MARCO REGULATÓRIO NA EUROPA E NOS EUA. O SISTEMA DE CONCESSÕES DE UMA PERSPECTIVA LATINO-AMERICANA: OS CASOS DA COLÔMBIA, DO PERU, DO BRASIL E DO MÉXICO
    6. GESTÃO EMPRESARIAL

      São apresentadas as estratégias e a dinâmica dos negócios, assim como os elementos básicos da organização empresarial.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      ESTRATÉGIAS E DINÂMICAS EMPRESARIAIS
      ORGANIZAÇÃO EMPRESARIAL E ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
      LIDERANÇA E GESTÃO DE EQUIPE
      GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
    7. CONSTRUÇÃO DE MODELOS FINANCEIROS E ANÁLISE DE INVESTIMENTOS

      Conhecem-se os elementos para a construção de modelos financeiros e análise de investimentos.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      O QUE É UM MODELO FINANCEIRO E PARA QUE SERVE?
      As demonstrações financeiras e a estrutura do balanço. Análise dos balanços e da situação econômica e financeira da empresa.
      CONSTRUÇÃO DO MODELO
      Hipóteses iniciais. As folhas auxiliares. Conta de lucros e perdas. Balanço, fluxo de caixa, indicadores e coeficientes.
      AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS E PROJETOS ATRAVÉS DO DESCONTO DE FLUXOS DE CAIXA
      Outros métodos de investimento e avaliação de projetos.
    8. ESTUDOS DE CASO - EXPERIÊNCIAS BEM SUCEDIDAS DE PROJETOS DE FINANCIAMENTO PPP

      Formar profissionais capazes de atuar em seus campos profissionais e/ou científicos de maneira adequada, ótima e eficiente, usando novas tecnologias de informática e Internet e quaisquer outras relacionadas. São apresentados vários estudos de caso de financiamento de projetos.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      ESTUDOS DE CASO DE FINANCIAMENTO DE PROJETOS DE INVESTIMENTO
      Vários estudos de caso.
    9. SEMINÁRIO DE PESQUISA Ii

      Nesse trabalho de pesquisa, o estudante aplicará seus próprios conhecimentos e conhecimentos adquiridos para elaborar estratégias e métodos para a resolução de problemas de pesquisa originais, que sejam relevantes para qualquer tema de estudo.

      O estudante deve realizar pesquisas sobre um tema específico, levando em conta casos reais que exijam soluções científicas.

      O desenvolvimento dessa parte da fase de pesquisa será realizado entre o estudante e o tutor especializado no tema escolhido. O processo acontecerá em um ambiente de sala de aula virtual, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, além de ocorrer presencialmente, caso se mostre necessário. O trabalho de pesquisa é enriquecido com o apoio das fontes de informação que a universidade coloca à disposição do estudante. Além disso, o campus virtual oferece acesso a uma biblioteca on-line, manuais escritos, palestras temáticas e fóruns virtuais.

  2. MÓDULO 3: DISCIPLINAS DE ESPECIALIZAÇÃO: INFRAESTRUTURAS FERROVIÁRIAS

    1. INTRODUÇÃO ÀS FERROVIAS

      Conhecer e aplicar os conceitos do sistema ferroviário

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      INTRODUÇÃO AO TRANSPORTE FERROVIÁRIO
      GRANDEZAS DA FERROVIA
      LEGISLAÇÃO FERROVIÁRIA
    2. INFRAESTRUTURAS FERROVIÁRIAS: PROJETO, EXECUÇÃO E MANUTENÇÃO

      Conhecer e aplicar os conceitos do sistema ferroviário.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      INTRODUÇÃO AO TRANSPORTE PÚBLICO
      INTRODUÇÃO AO TRANSPORTE FERROVIÁRIO
      GRANDEZAS DA FERROVIA
      LEGISLAÇÃO FERROVIÁRIA
    3. MATERIAL RODANTE: CARACTERÍSTICAS, MANUTENÇÃO E NOVOS DESENVOLVIMENTOS

      A disciplina permite conhecer os elementos para o manejo e aplicação do material rodante.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      FUNÇÕES QUE DEFINEM O MATERIAL RODANTE
      EVOLUÇÃO E TIPOS DE TRAÇÃO FERROVIÁRIA
      DINÂMICA E AERODINÂMICA DO MATERIAL RODANTE
      MANUTENÇÃO DO MATERIAL RODANTE
    4. SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO E PROTEÇÃO FERROVIÁRIA E SISTEMAS AVANÇADOS DE CONTROLE DE TRÁFEGO

      O objetivo dessa disciplina é conhecer os elementos dos sistemas de sinalização e de proteção ferroviária. Integra conhecimentos avançados de sistemas de sinalização e proteção ferroviária e sistemas avançados de controle de tráfego.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS DE SINALIZAÇÃO.
      ELEMENTOS DE SINALIZAÇÃO
      ERTMS, A NORMA INTERNACIONAL PARA A PROTEÇÃO AUTOMÁTICA DE TRENS
      MANUTENÇÃO DOS SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO
    5. MANUTENÇÃO DOS SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO

      Aprende-se o processo, os métodos de captação de corrente, as tecnologias usadas e o fornecimento de energia elétrica.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE ENERGIA
      História da tração elétrica. Tipos de eletrificação. Circuito de retorno. Terceira faixa.
      LINHA AÉREA DE CONTATO
      O pantógrafo. Características gerais das catenárias. Cantonamentos e secionamentos. Compensação por catenária. Catenária convencional em túneis. Montagem da catenária.
      SUBESTAÇÕES DE TRAÇÃO
      Tipos de subestações. Critérios sobre tensões de alimentação elétrica. Princípios de subestações ferroviárias metropolitanas.
    6. SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES E NOVAS TECNOLOGIAS.

      Essa disciplina tem por objetivo apresentar o básico dos sistemas de telecomunicações. Conhecer os sistemas de transmissão e as redes ópticas, assim como conhecer e aplicar os conceitos de Redes de Dados, Voz, Tetra, GSM-R. Além de ensinar ao estudante os elementos para a manutenção dos sistemas de telecomunicações.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      FUNDAMENTOS DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES E DE TRANSMISSÃO DE DADOS
      SISTEMAS DE TRANSMISSÃO E REDES ÓPTICAS
      REDES DE DADOS, REDES DE VOZ, REDES TETRA, REDES GSM-R
      MANUTENÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
    7. ALTA VELOCIDADE FERROVIÁRIA E SISTEMAS FERROVIÁRIOS URBANOS

      O objetivo dessa disciplina é introduzir os projetos ferroviários de alta velocidade, os sistemas ferroviários urbanos, os sistemas de tração elétrica e os sistemas de alimentação de trens. Também ensina os conceitos de manutenção e gestão de trens.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      PROJETOS FERROVIÁRIOS DE ALTA VELOCIDADE
      SISTEMAS FERROVIÁRIOS URBANOS
      TRAÇÃO ELÉTRICA E SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO
      MANUTENÇÃO E GESTÃO DE TRENS
    8. OPERAÇÃO FERROVIÁRIA.

      Os objetivos dessa disciplina são: Conhecer a operação ferroviária, conhecer e aplicar o planejamento da operação ferroviária, conhecer os serviços de comunicação, informação e emissão de bilhetes e, por último, mas não menos importante, conhecer e aplicar os elementos de segurança e proteção civil.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      INTRODUÇÃO À OPERAÇÃO FERROVIÁRIA
      PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO
      SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO, INFORMAÇÃO E EMISSÃO DE BILHETES
      SEGURANÇA E PROTEÇÃO CIVIL
    9. SEMINÁRIO DE PESQUISA Ii.

      Nesse trabalho de pesquisa, o estudante aplicará seus próprios conhecimentos e conhecimentos adquiridos para elaborar estratégias e métodos para a resolução de problemas de pesquisa originais, que sejam relevantes para qualquer tema de estudo.

      O estudante deve realizar pesquisas sobre um tema específico, levando em conta casos reais que exijam soluções científicas.

      O desenvolvimento dessa parte da fase de pesquisa será realizado entre o estudante e o tutor especializado no tema escolhido. O processo acontecerá em um ambiente de sala de aula virtual, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, além de ocorrer presencialmente, caso se mostre necessário. O trabalho de pesquisa é enriquecido com o apoio das fontes de informação que a universidade coloca à disposição do estudante. Além disso, o campus virtual oferece acesso a uma biblioteca on-line, manuais escritos, palestras temáticas e fóruns virtuais.

  3. MÓDULO 3: DISCIPLINAS DE ESPECIALIZAÇÃO: TRÁFEGO, TRANSPORTE E SEGURANÇA RODOVIÁRIA

    1. TRÁFEGO E SEGURANÇA RODOVIÁRIA

      Essa disciplina permite ao estudante conhecer e aplicar os conceitos de trânsito e segurança rodoviária, identificando assim a importância desses conceitos na vida cotidiana, para que possamos resolver problemas desse tipo.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      A SEGURANÇA RODOVIÁRIA COMO UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA. PLANOS ESTRATÉGICOS
      O ACIDENTE RODOVIÁRIO. INVESTIGAÇÃO.
      ESTUDO DOS ACIDENTES RODOVIÁRIOS. FATORES ENVOLVIDOS NA SEGURANÇA RODOVIÁRIA
      ENGENHARIA DE TRÁFEGO E SEGURANÇA RODOVIÁRIA. SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTE
    2. PLANEJAMENTO E GESTÃO DA MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL

      Os objetivos da disciplina são conhecer os elementos da cultura da mobilidade urbana, conhecer e administrar planos de transporte para os trabalhadores PTT, estabelecer propostas de mobilidade sustentável. Conhecer os elementos da gestão para a participação pública.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      NOVA CULTURA DE MOBILIDADE URBANA. PLANOS DE MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL PMUS
      PLANOS DE TRANSPORTE PARA OS TRABALHADORES PTT. ANÁLISE E DIAGNÓSTICO DA MOBILIDADE
      PROJETO DE PROPOSTAS DE MOBILIDADE SUSTENTÁVEL. IMPLANTAÇÃO E MONITORAMENTO DO PMUS
      GESTÃO DA PARTICIPAÇÃO PÚBLICA. MOBILIDADE, PLANEJAMENTO URBANO E MARCO REGULATÓRIO
    3. ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DE TRANSPORTE. LEGISLAÇÃO INTERNACIONAL

      Essa disciplina tem por objetivo apresentar e aplicar os regulamentos e legislação relativas à situação do tráfego e da segurança rodoviária. Conhecer e aplicar os sistemas de gestão das companhias de passageiros.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      REGULAMENTOS, LEGISLAÇÃO E SITUAÇÃO DO TRÁFEGO E DA SEGURANÇA RODOVIÁRIA INTERNACIONAL
      GESTÃO DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS I
    4. SOFTWARE APLICADO AO TRANSPORTE E À SEGURANÇA RODOVIÁRIA

      Conhecer os conceitos de engenharia, estudo, modelagem e planejamento do tráfego. Aplicação de software para planejamento de transporte e segurança rodoviária.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      ENGENHARIA, ESTUDO, MODELAGEM E PLANEJAMENTO DE TRÁFEGO
      SOFTWARE APLICADO AO PLANEJAMENTO DO TRANSPORTE E À SEGURANÇA RODOVIÁRIA
    5. PREVENÇÃO E INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES RODOVIÁRIOS.

      Conhecer e aplicar a prevenção de acidentes de trânsito e sua investigação.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      O ACIDENTE RODOVIÁRIO. FATORES: VEÍCULO, ESTRADA, CONDUTOR, AMBIENTE
      INVESTIGAÇÃO E ESTUDO DE ACIDENTES RODOVIÁRIOS
      RECONSTRUÇÃO DE ACIDENTES DE TRÂNSITO
    6. SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTE.

      Conhecer e manipular sistemas inteligentes de transporte.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTE I
      Aplicáveis à segurança rodoviária.
      SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTE II
      Aplicáveis à operação de transporte.
      EMPREGO DE SISTEMAS DE SOFTWARE E WEB DE GESTÃO VIÁRIA I
      Monitoramento das estradas. Inventário das estradas.
    7. IMPLEMENTAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NA NORMA INTERNACIONAL ISO 39001 SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA RODOVIÁRIA EM EMPRESAS E ORGANIZAÇÕES

      Conhecer e implementar sistemas de gestão da segurança rodoviária em empresas e organizações.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      IMPLEMENTAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NA NORMA INTERNACIONAL ISO 39001
      Objeto e âmbito de aplicação. Definições. Contexto da organização.
      Liderança e compromisso. Ações para enfrentar os riscos. Fatores e aspectos da ISO 39001
      SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA RODOVIÁRIA EM EMPRESAS E ORGANIZAÇÕES
      Planos de mobilidade. Planejamento de segurança rodoviária. Coordenação.
    8. REALIZAÇÃO DE AUDITORIAS DE SEGURANÇA RODOVIÁRIA

      Conhecer as metodologias e técnicas usadas para as auditorias rodoviárias. Conhecer os procedimentos para a realização de auditorias rodoviárias. Aplicar os conceitos de autoria rodoviária a um caso prático.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      METODOLOGIAS E TÉCNICAS PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIAS DE SEGURANÇA RODOVIÁRIA
      Metodologias e técnicas para a realização de auditorias de segurança rodoviária. Análise de alternativas de projetos rodoviários.
      PROCEDIMENTO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIAS DE SEGURANÇA RODOVIÁRIA NAS FASES PRELIMINAR E DE PROJETO
      PROCEDIMENTO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIAS DE SEGURANÇA RODOVIÁRIA NAS FASES DE COMISSIONAMENTO E DE PARTIDA
    9. SEMINÁRIO DE PESQUISA II

      Nesse trabalho de pesquisa, o estudante aplicará seus próprios conhecimentos e conhecimentos adquiridos para elaborar estratégias e métodos para a resolução de problemas de pesquisa originais, que sejam relevantes para qualquer tema de estudo.

      O estudante deve realizar pesquisas sobre um tema específico, levando em conta casos reais que exijam soluções científicas.

      O desenvolvimento dessa parte da fase de pesquisa será realizado entre o estudante e o tutor especializado no tema escolhido. O processo acontecerá em um ambiente de sala de aula virtual, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, além de ocorrer presencialmente, caso se mostre necessário. O trabalho de pesquisa é enriquecido com o apoio das fontes de informação que a universidade coloca à disposição do estudante. Além disso, o campus virtual oferece acesso a uma biblioteca on-line, manuais escritos, palestras temáticas e fóruns virtuais.

  4. MÓDULO 3: DISCIPLINAS DE ESPECIALIZAÇÃO: BOT, METRÔS, BONDES E FERROVIAS URBANAS

    1. METRÔS, BONDES E TRENS URBANOS: PLANEJAMENTO, PROJETO E CONSTRUÇÃO

      O objetivo dessa disciplina é introduzir os elementos da mobilidade e do transporte urbano, as principais características técnicas dos metrôs, das ferrovias e do transporte suburbano. Além de apresentar e aplicar a legislação ferroviária internacional.

      Alguns temas abordados são:

      MOBILIDADE E TRANSPORTE URBANO
      FERROVIAS, METRÔS, BONDES E TRENS URBANOS: PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS I
      FERROVIAS, METRÔS, BONDES E TRENS URBANOS: PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS II
      LEGISLAÇÃO FERROVIÁRIA INTERNACIONAL
    2. METRÔS, BONDES E FERROVIAS URBANAS: PROJETO E MONTAGEM DE VIA E EXECUÇÃO DE OBRAS

      O objetivo dessa disciplina é ensinar o projeto, a montagem de vias e a execução de obras civis para metrôs, bondes e trens urbanos.

      Alguns temas abordados são:

      PARÂMETROS DO PROJETO: TRAÇADO E GEOMETRIA DA VIA
      GEOLOGIA, GEOTECNIA E ESTUDO DO SOLO
      EXECUÇÃO DE OBRAS SUBTERRÂNEAS
      MONTAGEM DE VIAS E PLANEJAMENTO DA OBRA FERROVIÁRIA
    3. MATERIAL RODANTE: CARACTERÍSTICAS, MANUTENÇÃO E NOVOS DESENVOLVIMENTOS

      A disciplina permite conhecer os elementos para o manejo e aplicação do material rodante.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      FUNÇÕES QUE DEFINEM O MATERIAL RODANTE
      EVOLUÇÃO E TIPOS DE TRAÇÃO FERROVIÁRIA
      DINÂMICA E AERODINÂMICA DO MATERIAL RODANTE
      MANUTENÇÃO DO MATERIAL RODANTE
    4. SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO E PROTEÇÃO FERROVIÁRIA E SISTEMAS AVANÇADOS DE CONTROLE DE TRÁFEGO.

      O objetivo dessa disciplina é conhecer os elementos dos sistemas de sinalização e de proteção ferroviária. Integra conhecimentos avançados de sistemas de sinalização e proteção ferroviária e sistemas avançados de controle de tráfego.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      INTRODUÇÃO AOS CONCEITOS DE SINALIZAÇÃO.
      ELEMENTOS DE SINALIZAÇÃO
      ERTMS, A NORMA INTERNACIONAL PARA A PROTEÇÃO AUTOMÁTICA DE TRENS
      MANUTENÇÃO DOS SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO
    5. ELETRIFICAÇÃO DE FERROVIAS

      Aprende-se o processo, os métodos de captação de corrente, as tecnologias usadas e o fornecimento de energia elétrica.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE ENERGIA
      História da tração elétrica. Tipos de eletrificação. Circuito de retorno. Terceira faixa.
      LINHA AÉREA DE CONTATO
      O pantógrafo. Características gerais das catenárias. Cantonamentos e secionamentos. Compensação por catenária. Catenária convencional em túneis. Montagem da catenária.
    6. SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES E NOVAS TECNOLOGIAS.

      Essa disciplina tem por objetivo apresentar o básico dos sistemas de telecomunicações. Conhecer os sistemas de transmissão e as redes ópticas, assim como conhecer e aplicar os conceitos de Redes de Dados, Voz, Tetra, GSM-R. Além de ensinar ao estudante os elementos para a manutenção dos sistemas de telecomunicações.

      Alguns temas abordados na disciplina são:

      FUNDAMENTOS DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES E DE TRANSMISSÃO DE DADOS
      SISTEMAS DE TRANSMISSÃO E REDES ÓPTICAS
      REDES DE DADOS, REDES DE VOZ, REDES TETRA, REDES GSM-R
      MANUTENÇÃO DOS SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES
    7. INTEGRAÇÃO AMBIENTAL DE PROJETOS E OBRAS DE METRÔ, BONDE E TRENS URBANOS

      Esta disciplina ensina ao estudante os elementos de avaliação de impacto ambiental, os elementos da norma VA e os problemas de sua aplicação. Assim como os impactos derivados da construção e operação de ferrovias.

      Alguns temas abordados são:

      AVALIAÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL (AIA) PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL ELABORAÇÃO E CONTEÚDO DOS ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL
      REGULAMENTOS AMBIENTAIS INTERNACIONAIS E OS PROBLEMAS NA APLICAÇÃO DAS LEIS DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL EM PROJETOS DE METRÔ E BONDE
      ESTUDOS DE CASO DE INTEGRAÇÃO URBANA E AMBIENTAL DE METRÔS, BONDES E FERROVIAS

    8. OPERAÇÃO DE METRÔS, BONDES E TRENS URBANOS

      O objetivo dessa disciplina é conhecer os elementos da operação de metrôs, bondes e trens urbanos.

      Alguns temas abordados são:

      MODELOS DE GESTÃO ECONÔMICA
      SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO, INFORMAÇÃO E EMISSÃO DE BILHETES. SEGURANÇA E PROTEÇÃO CIVIL
      GESTÃO DAS OPERAÇÕES, EXPLORAÇÃO E MANUTENÇÃO DE UMA LINHA OU SISTEMA DE LINHAS
    9. SEMINÁRIO DE PESQUISA II.

      Nesse trabalho de pesquisa, o estudante aplicará seus próprios conhecimentos e conhecimentos adquiridos para elaborar estratégias e métodos para a resolução de problemas de pesquisa originais, que sejam relevantes para qualquer tema de estudo.

      O estudante deve realizar pesquisas sobre um tema específico, levando em conta casos reais que exijam soluções científicas.

      O desenvolvimento dessa parte da fase de pesquisa será realizado entre o estudante e o tutor especializado no tema escolhido. O processo acontecerá em um ambiente de sala de aula virtual, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, além de ocorrer presencialmente, caso se mostre necessário. O trabalho de pesquisa é enriquecido com o apoio das fontes de informação que a universidade coloca à disposição do estudante. Além disso, o campus virtual oferece acesso a uma biblioteca on-line, manuais escritos, palestras temáticas e fóruns virtuais.

MÓDULO 4: PROJETO FINAL

  1. PROJETO FINAL

    O Projeto Final de Mestrado consiste na elaboração pelo estudante de um trabalho de pesquisa na área do mestrado, demonstrando a integração dos conhecimentos e habilidades adquiridas ao longo do plano de estudos.


Observação: O conteúdo do programa acadêmico pode estar submetido a ligeiras modificações, em função das atualizações ou das melhorias efetuadas.

Direção

Direção Acadêmica

  • Dr. Luis Dzul López. Doutor em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Qualidade e Prevenção, pela Universidad Politécnica de Cataluña, Espanha. Mestrado em Engenharia pela Universidad Nacional Autónoma de México. Estudos Avançados de Engenharia de Projetos pela Universidad Politécnica de Cataluña. Engenheiro Civil pela Facultad de Ingeniería da Universidad Autónoma de Campeche, México. Especialista em projetos de Cooperação Internacional. Professor universitário on-line desde 2007. Também realiza atividades docentes nas áreas de Projetos e Engenharia da Universidad Internacional Iberoamericana (México).
  • Dr. Julio César Martínez Espinosa. Doutor em Engenharia Mecânica. Divisão de Estudos de Pós-Graduação da Faculdade de Engenharia, Universidade Nacional Autônoma do México. Bacharel em Engenharia Elétrica Mecânica. Facultad de Ingeniería, Universidad Nacional Autónoma de México. Mestre em Engenharia Mecânica. Divisão de Estudos de Pós-Graduação da Faculdade de Engenharia, Universidade Nacional Autônoma do México. Atualmente é coordenador de consultoria próprio nos projetos de engenharia, qualidade, ecotécnico, ambiental e de gestão. Com experiência de inspetor e especialista em processos e materiais petroquímicos em projetos relacionados à operação da PEMEX Exploração e Produção (PEP). Também como coordenador no projeto, implementação e auditoria dos Sistemas de Garantia da Qualidade. Professor e pesquisador da Faculdade de Engenharia da Universidade Autônoma de Campeche, Campeche Camp. & Universidad Mundo Maya Campus Campeche. Criador de projetos e publicações relacionadas a Energia e Tecnologia. Colaborou em conferências e apresentações sobre Engenharia, Energia, Desenvolvimento Sustentável, entre outros.

Professores e Autores

  • Dr. Juan Manuel Castanedo Galán. Doutor em Ciências do Mar pelo Departamento de Transporte e Tecnologia de Projetos e Processos da Universidade da Cantábria (1993). Licenciado pela Seção Náutica da Marinha Civil da Universidade da Cantábria (1989). Exerceu diferentes atividades administrativas e da sede (transporte, comunicações) de natureza pública e privada. Sócio fundador e gerente de projetos da Empresa CONCEPTUAL KLT e da Companhia Náutica de Fretamentos do Mar Cantábrico. Atual associado na área de Engenharia e Infraestrutura de Transporte. Experiência docente na área de Infraestrutura de Transportes. Professor da Graduação em Engenharia de Organização Industrial.
  • Dr. Jorge Crespo Álvarez. Doutor em Engenharia pela Universidade da Cantábria. Engenheiro Civil da Universidade Tecnológica de Havana José Antonio Echeverría, Cuba. Especialista em modelagem e simulação computacional. Sua carreira profissional está vinculada ao ensino, pesquisa, consultoria e engenharia nos setores público e privado nas áreas de matemática, estatística, engenharia de materiais e energia renovável. Possui experiência na coordenação de equipes e no gerenciamento e execução de projetos de pesquisa, vasta experiência no ensino, tanto pessoalmente quanto em ambientes virtuais de aprendizagem. Elaborou ou colaborou na criação de materiais educacionais para diferentes disciplinas e participou de inúmeros seminários, workshops e conferências. Igualmente, é autor ou coautor de várias publicações científicas.
  • Dr. Eduardo García Villena. Doutor em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação pela Universidade Politécnica da Catalunha e Mestre em Engenharia Ambiental pela Universidade de León. Possui mais de vinte anos de experiência em ensino a distância, atuando por mais de 10 anos como Diretor do Departamento de Meio Ambiente e Sustentabilidade da UNINI-MX. Dirigiu inúmeros projetos de dissertação de mestrado e possui diversas publicações sobre gestão ambiental na empresa. Da mesma maneira, participou de diferentes projetos para o Peru e a Guatemala.
  • Dr. Roberto Alvarez. Doutor pela Universidade Politécnica da Catalunha, em Engenharia de Projetos: Meio Ambiente, Qualidade, Segurança e Comunicação. Especialista/Mestre da Politécnica de Milão e da Universidade de Buenos Aires (UBA), em Gestão Estratégica de Design, Gerenciamento de Projetos e Design. Arquiteto pela UBA. Presidente da Associação de Gerenciamento de Projetos da Argentina e membro da International Project Management Association (IPMA). Avaliador principal do Organismo Certificador IPMA Argentina. Assessor Extraordinário, Presidente Livre em Economia Social e Mútua, Universidade Nacional de La Plata, Argentina. Membro do Comitê de Avaliação Acadêmica, Secretaria de Pós-Graduação e Relações Institucionais, FADU, UBA. Finalista no Prêmio IPMA LATNET Benefactor do Programa: Prêmios Regionais por Excelência em Projetos. Diretor Acadêmico da Área de Projetos da FUNIBER. Experiência na direção de tese de doutorado em Projetos, palestras, desenvolvimento de cursos de pós-graduação, participação em conferências e desenvolvimento de artigos acadêmicos. Experiência profissional de 20 anos em projetos de arquitetura na América e Europa.
  • Dra. Susana E. de León Aldaco. Doutor em Ciências em Engenharia Eletrônica pelo Centro Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (CENIDET). Mestrado em Ciências em Engenharia Eletrônica pelo CENIDET. Desde o ano de 2017 até o presente, é professora de programas de pós-graduação na UNINI-MX. Conta com experiência de ensino de cinco anos em diferentes universidades e instituições no México (Universidade Tecnológica Emiliano Zapata, Universidade Internacional (UNINTER) e Instituto Tecnológico Tlalpan). Publicou vários relatórios sobre questões ambientais e sua relação com a eletrônica, além de ter dirigido e revisado inúmeros relatórios técnicos e trabalhos de pós-graduação, incluindo teses de doutorado.
  • Dr. José del Carmen Zavala Loria. Doutor em Ciências em Engenharia Química/Instituto Tecnológico de Celaya, Guanajuato, México. Mestrado em ensino de matemática com conclusão terminal em Educação Matemática pela Universidade Autônoma do Estado de Morelos. Mestre em Ciências da Educação pelo Instituto de Estudos Universitários, Associação Civil, Chiapas, México. Especialidade em Ensino de Matemática com Saídas Terminais em Educação Matemática e Computação Educacional, Universidade Autônoma do Estado de Morelos, México. Graduado em Processos Químicos, Especialidade em Processos Petroquímicos pela Universidade Autônoma do Carmen/Faculdade de Química, Campeche, México. Membro atual do Sistema Nacional de Pesquisadores.
  • Dr. Ramón Palí Casanova. Doutor em Engenharia e Tecnologia de Materiais, com ênfase em polímeros do Centro de Pesquisa em Química Aplicada do México. Mestrado em Física Aplicada na área de materiais. De 2017 até o presente, é professor de programas de pós-graduação na UNINI-MX, com mais de dez anos de experiência em pesquisa e ensino em diferentes institutos e universidades do México, como a Universidade Juárez Autónoma de Tabasco (UJAT) e a Universidad Autónoma del Carmen (UNACAR), entre outros. Realizou vários projetos de pesquisa para o setor de energia e petróleo, além de diferentes publicações científicas e apresentações em conferências.
  • Dr. Víctor Jiménez Argüelles. Doutor em Engenharia Industrial pela Universidade Politécnica da Catalunha (Espanha). Formado em Engenharia Civil pela Universidade Metropolitana Autônoma do México (México). Mestre em Engenharia de Construção pela Universidade Nacional Autônoma do México (México). Por 3 anos, foi responsável pela segurança e higiene do Projeto East Tunnel Emission. Assessor técnico da Câmara dos Deputados durante a construção do prédio da ASF. Participou ainda em diferentes conferências internacionais.
  • Dr. Carlos Eduardo Uc Ríos. Engenheiro de Comunicação e Eletrônica pela Universidade Autônoma de Campeche. Mestrado em Ciências, com especialização em telecomunicações pelo Centro de Pesquisa e Estudos Avançados do Instituto Nacional Politécnico (CINVESTAV-IPN), no México. Doutor em ciências em engenharia elétrica, com especialização em telecomunicações pelo Centro de Pesquisa e Estudos Avançados do Instituto Nacional Politécnico (CINVESTAV-IPN), no México. Foi professor-pesquisador da Faculdade de Engenharia da Universidade Autônoma de Carmen. Atualmente, é professor-pesquisador da Faculdade de Engenharia da Universidade Autônoma de Campeche e professor-pesquisador da Universidade Internacional Ibero-americana, em sua sede em Campeche, México. É certificado como Técnico de Gerenciamento de Projetos de Nível D pela Associação Internacional de Gerenciamento de Projetos do Organismo de Certificação (IPMA), Argentina. Experiência em planejamento de redes celulares de 4ª e 5ª geração, análise de cobertura, análise de capacidade, principalmente na parte sem fio (RF). Destacada participação em Oficinas, Seminários, Congressos. Autor e coautor de várias publicações científicas.
  • Dr. (c) Juan Carlos Gutiérrez Díaz-Velarde. Doutorando em Projetos pela Universidad Internacional Iberoamericana, Porto Rico. Graduado do Programa de Alta Direção de Empresa, IESE, Universidad de Navarra. Mestre em Direção Empresarial (MBA), Universidad Adolfo Ibáñez, Chile. Engenheiro Civil, Universidade de Cantábria. Mais de 37 anos de experiência profissional em cargos de gestão em empresas de prestígio internacional no setor da construção e ferroviário. Especialista iniciador e coordenador de grandes obras de engenharia, com uma vasta experiência na indústria ferroviária. Experiência comprovada na geração de novas oportunidades de negócio, com um impacto muito positivo nos resultados econômicos. Professor de Gestão de Projetos na Universidad Europea del Atlántico, Espanha. 
  • Dr. (c) Ivan Calvo Rubio. Doutorando em Projetos da Universidade Internacional Iberoamericana de Porto Rico e graduado em Mestrado em Desenho, Gestão e Direção de Projetos, pela mesma universidade. MBA Executivo da ESEUNE Business School. Técnico Superior em Prevenção de Riscos no Trabalho (Segurança no Trabalho, Higiene e Ergonomia Industrial e Psicossociologia Aplicada). Engenheiro Civil na Universidade de Cantábria. Mais de 15 anos de experiência como Project Manager de grandes projetos de construção (acadêmicos, escritórios, hotéis, negócios) de gestão de equipes, compras, etc.; assim como a elaboração de relatórios de especialistas na área de construção e concessões. Desenvolveu a sua vida profissional na Espanha e em Angola.
  • Msc. Mikel Cerrada Larrauri. Mestre em Engenharia de Estradas, Canais e Portos pela Universidade da Cantábria. Engenheiro Civil da Universidade da Cantábria. Atuou como Pesquisador na área de Ferrovias dentro de um Grupo de Pesquisa em Sistemas de Transporte (GIST) da Universidade da Cantábria. Experiência como Engenheiro na empresa MCVALNERA (dedicada à Estratégia, Planejamento, Gestão de Projetos e Consultoria de Operações no setor de Portos, Transportes e Logística).
  • Ing. Diego García Archilla. Engenheiro Civil (1984). Conta de 34 anos de experiência em empresas de construção de clientes públicos e privados sob as funções de Direção e execução de Obras, Direção e coordenação de Projetos e Obras, Assessoria em Contratos de Obras e Concessões, Representante da Construtora (SACYR, UTEs de SACYR; etc.). Gestão comercial, monitoramento de certificação e controle de cobrança. Ministrou treinamento em conhecimento de obras e contratos de concessão. Formação contínua de pessoal técnico qualificado, gerentes de produção, chefes de obra e chefes de grupo de obras.
  • Ing. Roberto Miguel Martínez. Engenheiro Mecânico pela Universidade da Cantábria (2005). Mais de 9 anos de experiência em Engenharia de Desenho e Análise. Dois anos como parte da Diretoria do Departamento de Energia Nuclear do Centro de Tecnologia de Componentes (CTC-Espanha). Produziu diversas publicações científicas sobre mecânica, material compósito para pedestres, metodologia no projeto de componentes nucleares, avaliação de navios nucleares, personalização do barril ENUN 24P para o transporte de combustível queimado de alto consumo na China.
  • Ing. Ana María Calzada Meléndez. Engenheira Técnica em Obras Públicas pela Universidade da Cantábria. Licenciada em Engenharia de Recursos Energéticos pela Universidade da Cantábria. Possui certificação energética de edifícios existentes. Realizou diferentes cursos de treinamento complementares relacionados ao gerenciamento de obras, modelos digitais de terrenos em engenharia, prevenção de riscos ocupacionais na construção e Autocad. Atualmente, atua como engenheira de cálculo e projeto de contêineres de combustível nuclear usado no Centro Tecnológico de Componentes. Atuou nas áreas de engenharia em gás, certificações de energia, cálculo e projetos em diferentes empresas.
  • Ing. Luis Fernando Moreno Pombo. Engenheiro de Estradas, Canais e Portos da Universidade da Cantábria, com especialização no cálculo de estruturas. Participou de diferentes programas de gestão, controle e planejamento de obras, Métodos de Construção para Estruturas de Concreto e Combustível Nuclear. Conta com experiência em cálculo de estruturas e fundações de pontes, projetando e calculando componentes pré-moldados para obras civis e edifícios. Atualmente, trabalha na indústria nuclear, coordenando equipes multidisciplinares de engenharia, de cálculos mecânicos ou térmicos a cálculos nucleares.

Bolsa de Trabalho

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