Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação

Apresentação do Programa

Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação é enquadrado dentro de uma perspectiva de estudo de conflitos. Oferece aos participantes uma perspectiva atualizada dos conhecimentos teóricos sobre o conflito e desenvolve capacidades e habilidades nas diferentes técnicas de resolução de conflitos/transformação de conflitos/disputas.

Mediante a articulação pedagógica de fundamentos teóricos e discussão de casos práticos, dentro de um espaço de interação promovido pelos professores e pelo uso de um Campus Virtual, uma pessoa que conclui o Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação ficará qualificada para:

  • Conhecer e dominar as técnicas mais adequadas na resolução/transformação de conflitos/disputas em suas diferentes áreas.
  • Conhecer e utilizar as técnicas mais modernas na resolução de disputas on-line
O Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação está homologado pelo Centro de Mediação Familiar da Generalitat de Catalunya

O programa de Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação está homologado pelo Centro de Mediação de Direito Privado da Generalidade de Catalunha segundo a Lei 15/2009, de mediação na área do direito privado, e a Ordem JUS/428/2012.

A quem é dirigido

Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação é destinado a profissionais, consultores, assessores, docentes e pesquisadores, que em sua atividade profissional passam por situações de conflito em seus diferentes graus, formas e âmbitos (educação, familiar, comunitário, organizacional, penal, internacional).

Titulação

Ao finalizar o Programa com êxito, o aluno receberá o título emitido pela Universidade onde se matriculou com o patrocínio da Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER).

O Grau de "Mestre em Resolução de Conflitos e Mediação" por si só não habilita para o exercício da mediação, por isso as pessoas interessadas em exercer como tal deverão consultar a legislação de seu país em matéria de mediação. O quadro normativo da mediação familiar na Espanha em que são dados os requisitos para exercer a mediação, incluindo a acreditação de atividades de formação específica de mediação e inscrições nos Registros de Mediadores, é composto pelas seguintes leis:

Legislação geral

Emendas do Senado - 26 de junho de 2012- Série A. Núm. 6-10. 121/000005 Mediante mensagem motivada ao projeto de lei de mediação em assuntos civis e mercantis (procedente do Real Decreto-lei 5/2012, de 5 de março).

Projeto de Real Decreto pelo qual se desenvolve a Lei de Mediação em Assuntos Civis e Mercantis em Matéria de Formação, Registro e Seguro da Responsabilidade Profissional dos Mediadores - 13 de novembro de 2012.

Legislação autonômica

Catalunha.

  • Lei 1/2001, de 15 de março, de Mediação Familiar de Catalunha (BOE núm. 91).
  • Decreto 139/2002, de 14 de maio, pelo qual é aprovado o Reglamento da Lei 1/2001, de 15 de março, de mediação familiar de Catalunha.
  • Lei 15/2009, de 22 de julho, de mediação na área do direito privado. (BOE núm. 198 de 17 de agosto de 2009).

Galícia.

  • Lei 4/2001 de 31 de maio, reguladora da mediação familiar (B.O.E. núm. 157 de 2 de julho de 2001).

Valência.

  • Lei 7/2001, de 26 de novembro DOGV nº 4138, de 29 de novembro de 2001 (BOE núm. 303 de 19 dezembro 2001).

Canárias.

  • Lei 3/2005, de 23 de junho, para a modificação da Lei 15/2003, de 8 de abril, da mediação familiar (BOE núm. 134 de 5 de junho de 2003).

Castela-Mancha.

  • Lei 1/2006, de 6 de abril, de mediação familiar de Castela e Leão. (BOE núm. 105 de 3 de maio de 2006).

Castela e Leão.

  • Lei 1/2006, de 6 de abril, de mediação familiar de Castela e Leão. (BOE núm. 105 de 3 de maio de 2006).

Baleares.

  • Lei 18/2006, de 22 de novembro, de mediação familiar da Comunidade Autônoma Ilhas Baleares (BOE núm. 303 de 20 de dezembro de 2006 e BOID núm. 170 de 30 de novembro de 2006).
  • Lei 14/2010, de 9 de dezembro, de mediação familiar das Ilhas Balears (BOE núm. 16 de 19 de janeiro de 2011).

Madri.

  • Lei 1/2007, de 21 de fevereiro, de mediação familiar da Comunidade de Madri (BOE núm. 153 de 27 de junho de 2007 e BOCM núm. 54 de 5 de março de 2007).

Astúrias.

  • Lei 3/2007, de 23 de março, de mediação familiar de Astúrias (BOPA núm. 81 de 9 de abril de 2007).

País Vasco.

  • Lei 1/2008, de 8 de fevereiro, de mediação familiar do País Vasco (BOPV núm. 34 de 18 de fevereiro de 2008).

Canárias.

  • Lei 15/2003, de 8 de abril, da mediação familiar (BOE núm. 134 de 5 de junho de 2003 e BOC núm. 85 de 6 de maio de 2003).
  • Lei 3/2005, de 23 de junho, para a modificação da Lei 15/2003, de 8 de abril, da Mediação Familiar (BOE núm. 177 de 26 de julho de 2005 e BOC núm. 130 de 5 de julho de 2005).

Andaluzia

  • Lei 1/2009, de 27 de fevereiro, reguladora da Mediação Familiar na Comunidade Autônoma de Andaluzia (BOE núm. 80 de 2 de Abril de 2009 e BOJA núm. 50 de 13 de Março de 2009).
  • Decreto 37/2012, de 21 de fevereiro, pelo qual se aprova o Reglamento de Desenvolvimento da Lei 1/2009, de 27 de fevereiro, reguladora da Mediação Familiar na Comunidade Autônoma de Andaluzia (BOJA núm. 46 de 7 de março de 2012).

Aragão.

  • Lei 9/2011, de 24 de março, de Mediação Familiar de Aragão (BOA núm. 70 de 7 de abril de 2011).

Cantábria.

  • Lei 1/2011, de 28 de março, de Mediação da Comunidade Autônoma de Cantábria (BOC núm. 66 de 5 de abril de 2011).

Estrutura do Programa

A duração estimada do Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação é de 900 horas (90 créditos).

Em relação à distribuição do tempo é estabelecido que:

  • Por ser um Programa a distância e não estar sujeito a aulas presenciais, não se estabelece uma data específica de início, por isso o aluno pode formalizar a matrícula em qualquer momento, sempre que houver vagas disponíveis.
  • Por razões acadêmicas e de aprendizagem dispõe-se de uma duração mínima do Programa, que em casos excepcionais (p.e. convalidação de disciplinas) poderá ser de seis meses.
  • O tempo máximo disponível para a realização do Programa é de vinte e quatro meses. Neste período de tempo, o aluno tem que ter concluído com êxito todas as atividades avaliadas e ter sido aprovado no Projeto Final do Mestrado ou Dissertação.

A estrutura de créditos do Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação é indicada na seguinte tabela:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
1ª Parte: Teoria e Análise do Conflito 12 4 120
2ª Parte: Processos de Resolução e Transformação de Conflitos 9 4 90
3ª Parte: Mediação 10 4 100
4ª Parte: Outros Processos de Resolução e Transformaçãon de Conflitos 22 4 220
5ª Parte: Habilidades para Resolução e Transformação de Conflitos 14 4 140
6ª Parte: Practicum e Projeto Final de Mestrado ou Dissertação 23 4 230
TOTAL 90 24 900

a. A equivalência em créditos pode variar segundo a universidade que titule. Um (1) crédito ECTS (European Credit Transfer System) equivale a 10 + 15 horas. Se o aluno cursar o Programa matriculado em uma universidade não pertencente ao Espaço Europeu de Educação Superior (EEES), a relação pode variar entre créditos - horas.
b. Duração em meses

Objetivos

Objetivo geral

  • Formar profissionais que possuam um conhecimento geral da teoria do conflito, das habilidades e técnicas necessárias para confrontar construtivamente os conflitos, e das diferentes áreas nas quais os procedimentos de resolução de conflitos mais se desenvolveram. Tudo isso com o apoio das novas tecnologias da informação e da comunicação.

Objetivos particulares

  • Desenvolver uma nova compreensão sobre o conflito e suas dinâmicas a partir das perspectivas de múltiplas disciplinas.
  • Desenvolver habilidades de resolução/transformação de conflitos/disputas nas diferentes áreas em que se manifestam.
  • Formar nas técnicas e habilidades de mediação.
  • Capacitar para intervir em diferentes âmbitos (escolar, familiar, comunitário, organizacional, sanitário, etc.).
  • Habilitar para desenvolver e elaborar projetos e sistemas de resolução de conflitos para as organizações.
  • Desenvolver capacidades para a resolução de disputas on-line (arbitragem, mediação, facilitação).
  • Participar na Resolução de Conflitos de forma prática num contexto específico.

Saídas Profissionais

Algumas das saídas profissionais do Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação, entre outras, são:

  • Departamentos de RH, Organização e Comunicação.
  • Empresários e gestores de PMES e grandes empresas.
  • Profissionais na área de seleção, contratação e formação de pessoas.
  • Centros especializados em Resolução de Conflitos dos diferentes âmbitos (sanitário, educacional, organizacional, comunitário, etc.).

Plano de estudos

O programa de Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação possui una estrutura curricular baseada em 6 partes formativas:

  • 1ª PARTE: TEORIA E ANÁLISE DO CONFLITO (120 HORAS)

A primeira parte apresenta uma introdução à teoria do conflito e um breve histórico das ciências do conflito e o que é sua resolução. Estuda as diferentes tipologias de conflitos. Analisa as bases biológicas da emoção. Aborda o processo da comunicação, seus aspectos gerais, seus diversos modelos e seus participantes.

As disciplinas e horas correspondentes que compõem a primeira parte são mostradas na tabela a seguir:

1ª PARTE: TEORIA E ANÁLISE DO CONFLITO
# DISCIPLINAS HORAS
1 Teoria do Conflito I 35
2 Teoria do Conflito II 35
3 Emoções e Conflito 20
4 Comunicação e Conflito 30
  TOTAL 120
  • 2ª PARTE: PROCESOS DE RESOLUCIÓN Y TRANSFORMACIÓN DE CONFLICTOS (90 HORAS)

A segunda parte consta de uma introdução à análise dos conflitos, estratégias e métodos para resolvê-los, e competências e habilidades básicas para sua resolução. Estudar a negociação, suas definições e suas fases, assim como as teorias, os estilos, os campos, as técnicas e habilidades necessárias para negociar.

As disciplinas e horas correspondentes que compõem a primeira parte são mostradas na tabela a seguir:

2ª PARTE: PPROCESSOS DE RESOLUÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS
# DISCIPLINAS HORAS
1 Princípios e Processos de Resolução/Transformação de Conflitos 60
2 Técnicas de Resolução de Conflitos e Negociação 30
  TOTAL 90
  • 3ª PARTE: MEDIAÇÃO (100 HORAS)

A terceira parte apresenta as características e funções do mediador e seu papel na resolução de conflitos. Estudar o conceito de mediação, as teorias, as vantagens e fraquezas. Apresentar uma análise comparativa da legislação nacional e internacional de diferentes países em relação à resolução de conflitos.

As disciplinas e horas correspondentes que compõem a primeira parte são mostradas na tabela a seguir:

  • 4ª PARTE: OUTROS PROCESSOS DE RESOLUÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS (220 HORAS)

A quarta parte permite estudar as características e particularidades da resolução e transformação de conflitos no âmbito escolar, familiar, comunitário, organizacional, penal, internacional e on-line.

As disciplinas e horas correspondentes que compõem a primeira parte são mostradas na tabela a seguir:

  • 5ª PARTE: HABILIDADES PARA RESOLUÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS (140 HORAS)

A quinta parte apresenta as funções e princípios básicos da direção e liderança, assim como os modelos mais importantes. Estuda os elementos teóricos e práticos sobre os grupos e equipes de trabalho, suas características, técnicas e ferramentas para sua gestão eficiente. Desenvolve capacidades para otimizar as reuniões e para preparar e realizar apresentações públicas profissionais. Contribui com conhecimentos para enfrentar as situações de estresse e burnout.

As disciplinas e horas correspondentes que compõem a primeira parte são mostradas na tabela a seguir:

5ª PARTE: HABILIDADES PARA RESOLUÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS
# DISCIPLINAS HORAS
1 Técnicas de Direção e Liderança Organizacional 30
2 Técnicas de Direção de Equipes de Trabalho 30
3 Gestão de Tempo e Direção de Reuniões 30
4 Técnicas de Apresentação em Público 20
5 Estresse e Burnout 30
  TOTAL 140

Estas disciplinas, apesar de independentes entre si, são autocontida e foram estruturadas de acordo com uma ordem pedagógica coerente. Cada uma é dividida em unidades temáticas básicas ou capítulos, cujo conteúdo inclui material impresso que deve ser estudado para responder satisfatoriamente às diversas atividades de avaliação.

  • 6ª PARTE: PROJETO FINAL DE MESTRADO OU DISSERTAÇÃO (230 HORAS)

O Practicum, para o qual são destinadas 80 horas, servirá para que os alunos demonstrem, na área emque escolherem as habilidades aprendidas durante o curso para a resolução/transformação de conflitos. O Projeto Final do Mestrado ou Dissertação, cuja carga letiva é de 150 horas, tem como objetivo apresentar um documento completo que mostre o desenvolvimento total do projeto proposto, contemplando deste modo a possibilidade de sua execução específica.

6ª PARTE: Projeto Final de Mestrado ou Dissertação (230 horas)
# DISCIPLINAS HORAS
1 Projeto Final de Mestrado ou Dissertação (230 horas) 230
  TOTAL 230

Descrições dos Cursos

1ª PARTE: TEORIA E ANÁLISE DO CONFLITO

  1. TEORIA DO CONFLITO I

    Introduz os pilares teóricos básicos da disciplina de resolução de conflitos. Busca que o estudante, desde o primeiro momento, adquira uma concepção diferente do conflito e suas dinâmicas de escalada e desescalada, desenvolvendo suas capacidades para analisar profundamente os conflitos antes de qualquer intervenção.

    CONCEITO DE VIOLÊNCIA E PAZ
    CULTURA DE PAZ
    DEFINIÇÃO DE CONFLITO
    TEORIA GERAL DO CONFLITO
    NÍVEIS DE ANÁLISE DO CONFLITO
    O CÍRCULO DO CONFLITO
    O CICLO DO CONFLITO
    ESTRUTURA DO CONFLITO
    PARÂMETROS DOS CONFLITOS INTERPERSSOAIS
    A DINÂMICA DO CONFLITO
    IDENTIDADE E CONFLITO
  2. TEORIA DO CONFLITO II

    A disciplina aprofunda-se nos aspetos psicológicos do conflito e na negociação-mediação. O estudante adquirirá conhecimento das teorias e mecanismos psicológicos que atuam por trás dos processos de negociação-mediação. Além disso, conhecerá o modelo da teoria dos jogos relacionado ao conflito e à negociação-mediação.

    PSICOLOGIA DO CONFLITO
    A perspetiva psicodinâmica. A teoria de campo e o conceito de clima. Perspetiva baseada nas relações humanas e os estilos de abordagem do conflito. A investigação dos conflitos entre grupos. A abordagem cognitiva. A perspetiva psicológica do conflito.
    JOGOS, DILEMAS, CONFLITOS
    A teoria da utilidade esperada. A teoria dos jogos.
    PSICOLOGIA DA NEGOCIAÇÃO-MEDIAÇÃO
    Paradigma comportamental tradicional. O estudo dos atributos individuais. O estudo das características situacionais. O estudo dos processos cognitivos.
  3. EMOÇÕES E CONFLITTOS

    Transmitir conhecimentos que possam ser úteis para o manejo diário da gestão das emoções nas relações interpessoais e nos conflitos, a partir de uma perspetiva que integre a teoria e a aprendizagem significativa, mediante exercícios práticos

    O QUE SÃO AS EMOÇÕES
    Definição do conceito de “emoção”. Componentes da emoção. Função das emoções. Tipos de emoções. Importância das emociones na vida quotidiana.
    PRINCIPAIS EMOÇÕES E SUAS ESTRATÉGIAS DE CONTROLE
    Ira. Medo. Inveja. Culpa. Descontentamento. Tristeza. Interesse. Surpresa. Admiração. Alegria.
    EMOÇÕES, CONFLITOS E RELAÇÕES INTERPESSOAIS
    Estilos afetivos. Estilos de comportamento ante o conflito. As relações interpessoais. Como interagem as emoções, os conflitos e as relações interpessoais.
    MODELOS DE GESTÃO DAS EMOÇÕES NAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS
    Aplicação à resolução de conflitos e mediação.
  4. COMUNICAÇÃO E CONFLITO

    O aluno deve adquirir uma visão ampla e crítica dos processos de conflito e negociação no contexto da teoria organizacional. Além disso, deve aprender algumas das destrezas e conhecimentos necessários para gerir o conflito, mantendo sempre a comunicação, tanto no contexto organizacional como em outros âmbitos.

    O CONFLITO E A NEGOCIAÇÃO NO CONTEXTO DA TEORIA ORGANIZACIONAL
    O PODER NOS PROCESSOS DE CONFLITO E NEGOCIAÇÃO ORGANIZACIONAL

2ª PARTE: PROCESSOS DE RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS

  1. PRINCÍPIOS E PROCESSOS DE RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS

    Nesta disciplina, o aluno aprenderá a distinguir entre os processos próprios da resolução de conflitos e outros processos apropriados para resolver conflitos, mas que não podem ser entendidos como específicos de nossa área (p.e, a arbitragem). Além disso, conhecerá e praticará processos de resolução/transformação de conflitos empregados com grupos grandes e pequenos. Aprenderá a trabalhar com conflitos quando múltiplas partes estão envolvidas, associadas ou não, assim como a conduzir processos de tomada de decisão em grupo. Serão trabalhados processos diversos, como a mediação em grandes grupos a facilitação e os diálogos apreciativos.

    VALORES SUBJACENTES NA RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS
    PRINCÍPIOS DA RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS
    DESAFIOS DA RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS
    O CONTINUUM DA RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS
    COACHING EM CONFLITO
    ASSESSORIA EM RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS
    TREINAMENTO/ASSESSORIA EM ENFRENTAMENTO DO CONFLITO
    ASSESSORIA EM SOLUÇÃO DE PROBLEMAS BASEADA NOS INTERESSES
    ASSESSORIA TRANSFORMATIVA EM RESOLUÇÃO DE CONFLITOS
    ASSESSORIA NARRATIVA EM RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS
    FACILITAÇÃO
    TECNOLOGIA DE ESPAÇO ABERTO
    CONVERSAÇÕES PÚBLICAS
    PROCESSOS DE TOMADA DE DECISÕES CONSENSUADAS
    DIÁLOGOS APRECIATIVOS
    OUTROS PROCESSOS DE RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS
  2. NEGOCIAÇÃO E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS

    A negociação é um processo de comunicação que é utilizado quando uma pessoa quer algo e necessita da cooperação de outra pessoa para obtê-lo. As pessoas negociam todos os dias e durante toda a vida, mas há pouca gente que estudou a técnica e o processo da negociação. Este curso irá focar na teoria moderna da negociação, a prática e a técnica de um negociador eficaz, além de outras considerações importantes que influenciam nos resultados de uma negociação.

    INTRODUÇÃO À NEGOCIAÇÃO
    Estilos de negociação. Metas dentro da negociação. Identificação de diferentes contextos de negociação.
    A PRÁTICA DA NEGOCIAÇÃO
    Um mapa do processo – as fases de uma negociação. O papel das relações e a confiança na negociação. Desenvolvimento e análise da “melhor alternativa para um acordo negociado” (mapan). Identificação de vantagens estratégicas positivas, normativas e negativas. Como criar valor e manejar bem a negociação integrativa. Como reclamar valor e manejar bem “o baile” distributivo.
    TÉCNICAS CRÍTICAS DE UM NEGOCIADOR EFICAZ
    MANEJO DENTRO DO PROCESSO
    A PSICOLOGIA HUMANA NA NEGOCIAÇÃO
    A ÉTICA NA NEGOCIAÇÃO
    EFEITO DO USO DE REPRESENTANTES NA NEGOCIAÇÃO

3ª PARTE: MEDIAÇÃO

  1. A MEDIAÇÃO I: DEFINIÇÃO E PRINCÍPIOS, O MEDIADOR, PAPÉIS E FUNÇÕES

    A disciplina pretende esclarecer o conceito de mediação e o papel do mediador a partir de uma perspetiva que permita diferenciá-los dos métodos semelhantes.

    DEFINIÇÃO E PRINCÍPIOS
    Conflito e mediação. Conceitos de mediação. Princípios da mediação. Voluntariedade. Imparcialidade, neutralidade, confidencialidade. Profissionalismo.
    O MEDIADOR
    Papel e funções. O mediador como responsável pelo processo. O mediador como facilitador da comunicação. O mediador como promotor da negociação.
    O PROCESSO DA MEDIAÇÃO
    A pré-mediação. O enquadramento da mediação. Definição de conflito definição alternativa de conflito. Geração de opções. Negociação. Compromissos e acordos.
  2. A MEDIAÇÃO II: TÉCNICAS E ESTRATEGIAS DA MEDIAÇÃO. CO-MEDIAÇÃO. ÉTICA DO MEDIADOR

    Apresenta a intervenção mediadora a partir de uma perspectiva técnica que dá coerência a uma prática baseada em um modelo e um método de atuação.

    TÉCNICAS E ESTRATÉGIAS DA MEDIAÇÃO
    Modelo. Método e técnicas. Construção de espaços de cooperação. Técnicas para facilitar a comunicação. Técnicas para diferentes tipos de conflitos. Técnicas para diferentes interações conflitivas. Técnicas para diferentes momentos do processo.
    A COMEDIAÇÃO
    Conceito de comediação. Modelos de comediação. Aplicação a diferentes contextos.
    ÉTICA DO MEDIADOR
    A ética do posicionamento mediador. A ética da neutralidade. Códigos deontológicos.
  3. LEGISLAÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL SOBRE MEDIAÇÃO E OUTROS PROCEDIMENTOS DE RESOLUÇÃO DE CONFLITOS

    A disciplina aborda as denominadas Alternativas à resolução de disputas (ADR ou MARC) e o contexto normativo no qual está sendo implementado na América e na Europa, dando especial ênfase à mediação.

    CONSIDERACIONES GENERALES SOBRE LAS ALTERNATIVAS A LA RESOLUCIÓN DE DISPUTAS
    ANÁLISIS DE LA REGULACIÓN LEGAL DE LAS DISTINTAS ADR EN EL CONTINENTE AMERICANO
    Estados unidos y Canadá. Latinoamérica.
    DESARROLLO LEGAL DE LOS SISTEMAS NO ADVERSARIALES EN EUROPA. ESPECIAL REFERENCIA A LA MEDIACIÓN FAMILIAR.
    REFLEJO DE LAS ADR EN LOS DISTINTOS INSTRUMENTOS INTERNACIONALES. LA MEDIACIÓN FAMILIAR EN EL DERECHO
    COMPARADO EUROPEO. ANÁLISIS COMPARADO DE LA LEGISLACIÓN ESPAÑOLA EN MEDIACIÓN FAMILIAR

4ª PARTE: OUTROS PROCESSOS DE RESOLUÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS

  1. RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS NO ÂMBITO ESCOLAR

    Esta disciplina dota de conhecimentos e capacidades necessários para intervir no processo de melhoria da convivência e da transformação dos conflitos no âmbito escolar.

    CONFLITO E CONVIVÊNCIA NA ESCOLA
    TIPOS DE CONFLITOS E PROBLEMAS DE CONVIVÊNCIA NO ÂMBITO ESCOLAR
    Os conflitos interpessoais, a indisciplina, a disrupção nas aulas, o bullying e o vandalismo.
    A EDUCAÇÃO EM RESOLUÇÃO DE CONFLITOS
    Antecedentes e desafios futuros.
    O MODELO GLOBAL DE CONVIVÊNCIA ESCOLAR
    Fundamentos e objetivos. Componentes do modelo global, programas de intervenção. Currículo de resolução de conflitos: teoria e atividades. Os programas de mediação escolar e outros processos colaborativos de resolução de conflitos. O programa de disciplina positiva. Estratégias para o envolvimento de pais e mães.
    OUTRAS ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO PARA A ABORDAGEM DE CONFLITOS ESCOLARES
    O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO DE MELHORIA DA CONVIVÊNCIA NA ESCOLA: FASES E RECURSOS NECESSÁRIOS
    A COMISSÃO DE CONVIVÊNCIA
    CENÁRIOS PARA A NEGOCIAÇÃO NA ESCOLA
    O PROCESSO DE MEDIAÇÃO APLICADO AOS CONFLITOS ESCOLARES
  2. RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS NO ÂMBITO FAMILIAR

    Descrição e análise de processos de resolução e transformação de conflitos no contexto familiar que requeiram a intervenção de terceiras pessoas imparciais que facilitem o diálogo, a responsabilização e a tomada de decisões entre os protagonistas de cada situação. Este material é o resultado da experiência profissional na intervenção em conflitos tanto relacionados à rutura do casal (separação/divórcio, custódia, relação com os filhos e filhas, necessidades econômicas, etc.) como aqueles conflitos de convivência intergeracional, acolhimento ou bem de organização quanto às necessidades de alguma das pessoas que compõem tal família (pessoas idosas, deficientes, doença mental, etc.).

    PRINCÍPIO E CARACTERÍSTICAS DOS PROCESSOS DE RESOLUÇÃO DE CONFLITOS NO ÂMBITO FAMILIAR
    TIPOS DE CONFLITOS FAMILIARES EM FUNÇÃO DO CONTEXTO, CAUSAS E PESSOAS IMPLICADAS
    PROTAGONISTAS DE CONFLITOS FAMILIARES VIÁVEIS À INTERVENÇÃO EM PROCESSOS COLABORATIVOS DE RESOLUÇÃO DE CONFLITOS E MEDIAÇÃO
    PROCESSO DE MEDIAÇÃO APLICADO A CONFLITOS NO ÂMBITO FAMILIAR
    LIMITES E CONSEQUÊNCIAS DA INTERVENÇÃO NO ÂMBITO FAMILIAR
    EVOLUÇÃO DA MEDIAÇÃO FAMILIAR
  3. RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS NO ÂMBITO COMUNITÁRIO

    Esta disciplina ajuda a compreender o quadro conceitual da Mediação Comunitária e desenvolve as habilidades, competências e atitudes para o exercício da mediação nesse âmbito.

    A CULTURA DE PAZ E A MEDIAÇÃO COMUNITÁRIA
    CONFLITO, COMUNICAÇÃO E CULTURA
    O MÉTODO SOCIAL DA MEDIAÇÃO COMUNITÁRIA
    O CENTRO DE MEDIAÇÃO COMUNITÁRIA
  4. RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS NO ÂMBITO ORGANIZACIONAL

    A disciplina faz uma revisão detalhada do Conflito e da Negociação no âmbito das organizações e especialmente no que concerne as relações profissionais.

    INTRODUÇÃO À TEORIA DO CONFLITO NAS ORGANIZAÇÕES
    ASPETOS PSICOSSOCIAIS DO CONFLITO NAS RELAÇÕES DE TRABALHO
    ESTRUTURAS E PROCESSOS DA NEGOCIAÇÃO NO ÂMBITO EMPRESARIAL
  5. RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS NO ÂMBITO PENAL

    A disciplina mostra a Justiça Restaurativa e Reparadora como paradigma transformador dos sistemas penais e penitenciários. Oferece, ainda mais, uma visão teórica-prática sob o âmbito comparado das diferentes ferramentas de Justiça Restaurativa: mediação, conferências, círculos, etc. A disciplina ensina também o desenvolvimento das experiências mais importantes de Justiça Restaurativa na União Europeia, Estados Unidos, Canadá e América Latina.

    JUSTIÇA RESTAURATIVA
    Novo paradigma para a transformação social. Antecedentes. Princípios inspiradores. Conceitualização. Justiça retributiva versus justiça restaurativa. Legislação no âmbito internacional.
    AS FERRAMENTAS DA JUSTIÇA RESTAURATIVA
    Mediação vítima–ofensor. Mediação penitenciária. Conferências comunitárias–grupos familiares.
    VISÃO COMPARADA DO DESENVOLVIMENTO DA JUSTIÇA RESTAURATIVA
    União europeia. Estados unidos. Canadá. América latina.
    ALCANCE PRÁTICO DAS FERRAMENTAS RESTAURATIVAS ANTES OU DEPOIS DA EXECUÇÃO DA PENA: MENORES INFRATORES, ADULTOS INFRATORES
  6. RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS NO ÂMBITO SANITÁRIO

    O objetivo da disciplina é que os alunos consolidem uma formação conceitual e prática que lhes permita intervir como mediadores de conflitos em instituições de Saúde.

    ANÁLISE PSICOSSOCIAL DOS AGENTES SANITÁRIOS
    Pacientes, profissionais e instituições.
    A ATENÇÃO EM SAÚDE
    Multiplicidade de agentes.
    TEORIA E PRÁTICA DA MEDIAÇÃO E DA NEGOCIAÇÃO NOS CONFLITOS CRIADOS NA ÁREA DA SAÚDE
  7. RESOLUÇÃO/TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS NO ÂMBITO INTERNACIONAL

    A disciplina está focada nos conhecimentos e capacidades necessárias para analisar e intervir nos processos de resolução e transformação dos conflitos na gestão dos pós-conflitos no âmbito internacional.

    OS CONFLITOS INTERNACIONAIS
    O que se entende por conflito internacional? Elementos básicos dos conflitos internacionais. Regulação, transformação e resolução de conflitos internacionais.
    EVOLUÇÃO HISTÓRICA DOS CONFLITOS INTERNACIONAIS
    DDa criação dos estados às guerras mundiais. A guerra fria. Os conflitos de nosso tempo.
    A ANÁLISE DOS CONFLITOS INTERNACIONAIS
    Tipologia, paradigmas e ferramentas.
    MODELOS E MÉTODOS PARA A INTERVENÇÃO E MEDIAÇÃO NOS CONFLITOS INTERNACIONAIS
    EXEMPLOS DA DIVERSIDADE DOS CONFLITOS INTERNACIONAIS E SUA REGULAÇÃO
    Afeganistão, Iraque, Israel-Palestina, Bálcãs, Colômbia, entre outros.
    OS RISCOS PARA A PAZ E AS TEORIAS DE CONSTRUÇÃO DA PAZ
  8. RESOLUÇÃO DE DISPUTAS ON-LINE (RDO)

    O crescimento exponencial da Internet e a integração nessas novas tecnologias da comunicação de muitas atividades tanto lúdicas como comerciais e profissionais, fará com que – e em alguns países já o tenha feito – a RDO seja um procedimento pelo qual bom número de pessoas em todo o mundo resolva suas disputas. O objetivo da disciplina é familiarizar os estudantes com essa nova filosofia e prática dos processos de resolução/transformação de conflitos on-line.

    HISTÓRIA DA RDO 
    O IMPACTO DA COMUNICAÇÃO ON-LINE
    A QUARTA PARTE: A TECNOLOGIA
    VANTAGENS E DESVANTAGENS DA RDO
    NEGOCIAÇÃO ON-LINE
    MEDIAÇÃO ON-LINE
    FACILITAÇÃO ON-LINE
    ÂMBITOS DE APLICAÇÃO
    RECURSOS EM RDO
    IDENTIDADE E CONFLITO

5ª PARTE: HABILIDADES PARA RESOLUÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITOS

  1. TÉCNICAS DE DIREÇÃO E LIDERANÇA ORGANIZACIONAL

    O objetivo geral desta disciplina é conhecer e se aprofundar nos estilos de liderança e direção, sua relação, diferenças, importância e enfoques teóricos, assim como as competências e habilidades necessárias para seu exercício.

    INTRODUÇÃO À IMPORTÂNCIA DA LIDERANÇA E À DIREÇÃO EMPRESARIAL
    Introdução. O principal recurso humano: as pessoas. A direção e a psicologia social. O que é liderança? Definição, diferenças e funções do líder e do diretor. A cultura empresarial, valores e os processos de mudança. Importância da liderança organizacional.
    ENFOQUES TEÓRICOS NO ESTUDO DA DIREÇÃO E DA LIDERANÇA, SUA EVOLUÇÃO
    Introdução. Pré-história da liderança. A revolução industrial a escola clássica da organização científica-líder autoritária. Escola das relações humanas-líder democrática. Modelo burocrático-líder carismático. A teoria behaviorista, teoria dos traços-líder, qualidades psicológicas. O desenvolvimento organizacional-líder de grupo. Direção participativa. Escola sistêmica da administração - teorias da contingência. Líder orientado a tarefa e orientado para as relações. Direção estratégica, mudanças por valores-competências.
    ESTILOS DE LIDERANÇA
    Introdução. Definições. Estilo de liderança. Tipos clássicos de estilos de liderança. Outros tipos de liderança. Modelos de estilos de liderança contemporâneas. Princípios essenciais dos líderes na condução dos homens. Liderança eficaz.
    COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO LÍDER E DO GESTOR: TÉCNICAS E FERRAMENTAS
    Introdução. As competências e as habilidades do líder e do gestor. Análise dos resultados de uma pesquisa comparativa de diretores turísticos líderes com não líderes quanto ao nível de desempenho. Avaliação das características pessoais. Técnicas e ferramentas para o trabalho do líder.
  2. TÉCNICAS DE DIREÇÃO DE EQUIPES DE TRABALHO

    Esta disciplina dá a conhecer os elementos teóricos e práticos sobre os grupos e equipes de trabalho, suas características, e as técnicas e ferramentas para sua gestão eficaz.

    AS EQUIPES DE TRABALHO
    Introdução. Considerações gerais. Formação das equipes. A diversidade dos tipos de grupos. Diferenças entre grupos e equipes de trabalho. Os sistemas de alto rendimento e a gestão participativa. Normas da equipe. As habilidades diretivas para o trabalho em equipe. A legitimização das percepções. Regras de trabalho em equipe. O consenso. Três elementos fundamentais para o trabalho em equipe. Características das equipes eficientes. Erros mais frequentes na condução de equipes de trabalho. Gestão de conflitos.
    PRINCIPAIS FERRAMENTAS PARA APERFEIÇOAMENTO DAS EQUIPES
    Introdução. Interação entre os interesses individuais e coletivos. A autorrealização pessoal no trabalho da equipe. A liderança e as equipes autodirigidas. Exercício prático, os 7 hábitos da liderança. O oitavo hábito da liderança. A inteligência emocional na equipe. Você é uma pessoa assertiva? Redes sociométricas, o sociograma. O teste de avaliação de grupo. Psicodrama. As reuniões e sessões de trabalho em equipe. O método de interação. A delegação, a autonomia e a independência. A direção por objetivos e resultados.
    A TOMADA DE DECISÕES EM EQUIPE. TÉCNICAS PARA O TRABALHO EM EQUIPE
    Considerações acocad e a tomada de decisões. Fatores de que depende o processo de tomada de decisões. As técnicas de geração de ideias. Técnicas centradas para alcançar o consenso. Técnicas focadas em organizar ideias. A criatividade. bloqueio mental da criatividade.
  3. GESTÃO DE TEMPO E DIREÇÃO DE REUNIÕES

    Ensina a otimizar as reuniões de trabalho mediante uma boa preparação e desenvolvimento das mesmas, assim como as habilidades para conduzir a equipe. Também fornece critérios e técnicas para a gestão do próprio tempo dentro do papel da função executiva.

    A GESTÃO DO TEMPO E A EFICÁCIA DO DIRETOR
    PRINCÍPIOS DE PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO DIRETOR
    PRINCÍPIOS DE PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO DIRETOR
    TÉCNICAS DE APRESENTAÇÃO EM PÚBLICO

    Desenvolve as capacidades dos participantes para preparar e realizar apresentações profissionais para a conquista da influência desejada no auditório.

    DEFINIÇÕES CONCEITUAIS DA APRESENTAÇÃO EM PÚBLICO NO ÂMBITO PROFESIONAL
    FATORES DE ÊXITO. PREPARAÇÃO, REALIZAÇÃO E PAPEL DO APRESENTADOR
    ESTRESSE E BURNOUT

    O texto mostra como administrar as situações de estresse e burnout dentro da organização empresarial, fornecendo os conhecimentos teórico-práticos necessários para o aluno.

    CONCEITOS, ENFOQUES MAIS IMPORTANTES NO ENFRENTAMENTO DO ESTRESSE LABORAL
    TÉCNICAS E FERRAMENTAS PARA A GESTÃO DE ESTRESSE
    FATORES DE CAUSA DO ESTRESSE LABORAL
    INCIDÊNCIAS DO ESTRESSE EM FUNÇÃO DAS VARIÁVEIS PESSOAIS

6ª PARTE: PRACTICUM E PROJETO FINAL DO MESTRADO OU DISSERTAÇÃO

O Practicum será a demonstração, em um âmbito semelhante à área de ação do estudante, de todas as habilidades estudadas durante o curso para a resolução/transformação de um conflito.

O Prácticum consiste em um conjunto de práticas profissionais presenciais, vinculadas com a gestão de conflitos, que o aluno deve desenvolver de forma individual em centros ou instituições, sejam públicos ou privados.

A Dissertação deve ser uma contribuição ao campo da Resolução e de Conflitos e/ou a Mediação, aplicando os diversos conhecimentos adquiridos ao longo do curso.

Seu conteúdo estará de acordo com as normativas que são definidas para este fim.

A elaboração do Projeto Final ou da Disseratação poderá começar paralelamente ao estudo das disciplinas do Programa, segundo a conveniência e disponibilidade do aluno.

Não entanto, é aconselhável dedicar aproximadamente o último semestre do Mestrado para sua produção e redação final.

A metodologia geral apresentada permite ao aluno acumular, ao longo do Mestrado, os conteúdos suficientes para desenvolver com eficiência a Dissertação, que, por sua vez, estará submetida às correções parciais necessárias antes da sua entrega final.

O trabalho será fiscalizado por um professor-tutor, cuja atribuição será em função da temática escolhida.


Nota: O conteúdo do programa acadêmico pode ser submetido a ligeiras modificações, em função das atualizações ou das melhorias efetuadas.

Direção

  • Dra. Silvia Aparicio. Doutora em Ciências Econômicas pela Universidad Autónoma de Madrid e licenciada em Administração e Direção de Empresas pela Universidad de Cantabria. Diretora Acadêmica Internacional da Área de Desesenvolvimento Diretivo, Organização Empresarial e Recursos Humanos da Fundación Universitaria Iberoamericana, FUNIBER.
  • Dr. Ramón Alzate Saez de Heredia. Doutor em Filosofia e Ciências da Educação pela Universidad del País Vasco. Catedrático de Psicologia da Universidad del País Vasco.
  • Dra. Cristina Hidalgo González. Doutora em Ciências Empresariais pela Universidad de León. Professora Titular do Departamento de Economia Aplicada da Universidad de León.
  • Dra (c). Carmen Lilí Rodríguez Velasco. Doutorado em Educação, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Psicologia Laboral e Organizacional pela Universidad de La Habana, Cuba. Coordenadora Acadêmica Internacional da Área Desenvolvimento Diretivo, Organização Empresarial e Recursos Humanos, FUNIBER.
  • Dra (c). Ana Godoy Magdaleno. Doutorado em Psicologia pela Universidad del País Vasco (em processo de finalização). Diploma de Estudos Avançados pela Universidad del País Vasco. Especialista em Mediação: âmbitos de atuação e técnicas aplicadas à resolução de conflitos, pela Universidad Complutense de Madrid. Coordenadora Acadêmica do Programa Mestrado em Resolução de Conflitos e Medialção e suas Especializações.

Professores e Autores

  • Dra. Cristina Merino. Doutora em Cooperação, integração e conflito na Sociedade Internacional, pela Universidad del País Vasco. Mediadora em conflitos de caráter escolar, familiar, organizacional e comunitário. Sócia fundadora do Centro Universitario de Transformación de Conflictos de la Universidad del País Vasco. GEUZ-UPV/EHU para a docência, pesquisa e intervenção em conflitos.
  • Dr. Ignacio Bolaños. Doutor em Psicologia pela Universidad Autónoma de Barcelona. Expert em Mediação. Âmbitos de atuação e Técnicas aplicadas na Resolução de conflitos. Área de Mediação, Universidad Complutense de Madrid.
  • Dr. Jorge Bolaños Carmona. Doutor em Matemáticas. Professor Titular da Universidad de Granada. Instituto Universitario de la Paz y los Conflictos Universidad de Granada.
  • Dr. Ramón Alzate Saez de Heredia. Doutor em Filosofia e Ciências da Educação pela Universidad del País Vasco. Catedrático de Psicologia da Universidad del País Vasco.
  • Dra. Inmaculada Armadans Tremolosa. Doutora em Psicologia pela Universidad de Barcelona. Professora da Facultad de Psicología da Universidad de Barcelona. Directora de Pós-graduação de Il3 (UB). Intervenção em situações de conflito nas Instituições Educativas. 
  • Dra. Leticia García Villaluenga. Professora Titular de Direito Civil da Universidad Complutense de Madrid. Diretora do Instituto de Pesquisa em Mediação da Universidad Complutense de Madrid.
  • Dr. José Antonio Esquivel. Professor Titular na Universidad de Granada. Instituto de la Paz y los Conflictos de la Universidad de Granada.
  • Dr. Francisco Jiménez. Pesquisador do Instituto de la Paz y los Conflictos de la Universidad de Granada.
  • Dr. Juan Luis Martin Ayala. Doutor em Psicologia, pela Universidad del País Vasco, Espanha. Mestre em Saúde Mental e Técnicas Psicoterapêuticas, pela Universidade de Deusto, Espanha. Especialista em Mediação Familiar. Diretor do Programa de Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação e suas Especializações, FUNIBER. 
  • Dr (c). Ricardo Alberto Concha Machuca. Professor da Universidad de Chile.
  • Dr (c). Fernando Die Badolato. Licenciado enm Direito e Expert em Mediação: Âmbitos de Actuación e Técnicas Aplicadas na Resolução de Conflitos na Universidad Complutense de Madrid.
  • Dra (c). Carmen Lilí Rodríguez Velasco. Doutorado em Educação, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Psicologia Laboral e Organizacional pela Universidad de La Habana, Cuba. Coordenadora Acadêmica Internacional da Área Desenvolvimento Diretivo, Organização Empresarial e Recursos Humanos, FUNIBER.
  • Dr (c). Diego J. Kurtz. Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento pelo PPGEGC – UFSC (em processo). Mestrado em International Business - Wiesbaden Business School, Alemanha. Pesquisador do Núcleo de Gestão para a Sustentabilidade (www.ngs.ufsc.br) e Pesquisador Junior do Projeto Dynamic SME (www.dynamic-sme.org). Coordenador de Programas e Professor da FUNIBER.
  • Dra (c). Julién Brito Ballester. Doutorado em Projetos, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Psicologia Laboral e Organizacional pela Universidad de Habana, Cuba. Mestrado em Gestão de Recursos Humanos pela Universidad Autónoma de Barcelona. Mestrado em Coaching Sistêmico pela Universidad Autónoma de Barcelona. Consultora Internacional e Expert em Gestão de Recursos Humanos, Formação, Desenvolvimento e Competências Profissionais. 
  • Ms. Sandra Sacristán Maza. Mestrado em Resolução de Conflitos Coordenadora de Equipe Centro Municipal de Mediación de Viladecans.
  • Ms. Carlos Romera. Mestrado em Criminologia. Centro Universitario de Transformación de Conflictos GEUZ.
  • Ms. Alejandro Marcelo Nató. Advogado. Mestrado em Programação Neurolingüística. Mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação. Consultor do Centro Carter en Medios de Comunicación y Conflictos Sociales en Bolivia.
  • Ms. Antonio Vega. Diplomado em Administração e Direção de Empresas por ESADE. Mestrado em Direção de Recursos Humanos e Consultoria nas Organizações pela Universidad de Barcelona. Coach e Consultor em Planificação Estratégica, Liderança e Desenvolvimento Organizacional. Presidente na Fundación Humaniza. 
  • Lic. Inmaculada Urruela. Diplomada em trabalho Social. Equipes Técnicas de Assessoramento em Justiça de Menores.
  • Lic. Lucía Gorbeña. Centro Universitário de Transformación de Conflictos (GEUZ).
  • Lic. Amaia Aguirre. Centro Universitário de Transformación de Conflictos (GEUZ).
  • Lic. María Gabriela Rodríguez. Pedagoga. Professora Titular na Universidad de Lomas de Zamora. Mestrado em Programação Neurolingüistica. Mediadora, Facilitadora e Especialista em gestão de conflitos comunitários, processos de diálogo e construçãon de consenso.
  • Lic. Diego Checa. Pesquisador do Instituto de la Paz y los Conflictos de la Universidad de Granada.

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente um valor econômico de caráter extraordinário para Bolsas de estudo em Formação FUNIBER.

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez que tenhamos recebido a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.