Mestrado em Direção e Consultoria Turística

Apresentação do Programa

Nosso principal objetivo com esse programa é torná-lo um referencial internacional dos cursos de pós-graduação na área de hostelaria e turismo. Trata-se de um programa voltado a desenvolver o pensamento estratégico e a dotar os alunos de técnicas de direção, liderança e desenvolvimento pessoal, necessárias a todo executivo do setor turístico. Tudo isso num contexto internacional e multicultural que permite desfrutar das experiências de acadêmicos e profissionais.

Com o Mestrado em Direção e Consultoria Turística pretende-se dar resposta aos grandes desafios do mundo moderno, utilizando as mais modernas tecnologias da informação e da comunicação, permitindo o acesso a uma formação superior de qualidade. Desse modo, o amplo número de especialidades permite o desenho de um programa sob medida que cubra as necessidades reais de formação do estudante ou da empresa, propiciando uma formação personalizada.

Sob esse conceito de formação a distância que atende as necessidades de melhoria de conhecimentos e habilidades sob uma perspectiva profissional, oferecemos o Mestrado em Direção e Consultoria Turística, refletido a seguir e que despertará seu interesse em conhecer melhor as possibilidades que oferecemos.

A quem é dirigido

A metodologia de formação proposta, somada à clareza, amplitude e didática do desenho dos conteúdos, permite dirigir o Mestrado em Direção e Consultoria Turística a titulados universitários que desejam adquirir conhecimentos para a gestão, direção e coordenação de qualquer empresa vinculada ao setor turístico.

Titulação

A conclusão com sucesso do Programa permitirá que você obtenha a titulação do Mestrado em Direção e Consultoria Turística .

Após a conclusão com êxito do Programa, o aluno receberá o diploma emitido pela Universidade em que se matriculou.

Estrutura do Programa

Com relação à distribuição do tempo, fica estabelecido que:

  • Por ser um programa a distância e não estar sujeito à formação de turmas presenciais, não se estabelece uma específica data de início, razão pela qual o aluno possa formalizar sua matrícula a qualquer momento, sempre que haja vagas disponíveis.
  • Por motivos acadêmicos e de aprendizagem, dispõe-se de uma duração mínima de seis meses para a realização do programa, contabilizada a partir da data de entrega dos dois primeiros volumes até a data de recepção da dissertação de mestrado.
  • O tempo máximo do qual se dispõe para a realização do programa é de dois anos. Nesse período, o aluno deve ter entregue todas as avaliações correspondentes, assim como a Dissertação de mestrado.

A estrutura de créditos do Programa de Mestrado em Direção e Consultoria Turística é apresentada na seguinte tabela:

  CRÉDITOSa DURAÇÃOb HORAS
1ª parte: Consultoria Turística 45 12 450
2ª parte: Especialização 20 9 200
3ª parte: Dissertação de mestrado 15 3 150
TOTAL 80 24 800

a. A equivalência em créditos pode variar de acordo com a universidade que titula 
b. Duração em meses

Objetivos

Objetivos gerais

  • Formar profissionais competentes, seguros, capazes de assumir responsabilidades, tomar decisões e resolver problemas, gerando êxitos para suas empresas;
  • Definir as principais forças que estimulam o novo modelo de atividade turística como alternativa ao turismo de massas tradicionais.

Objetivos específicos

  • Dominar as novas tecnologias na gestão e nas decisões empresariais do setor turístico;
  • Conhecer em profundidade as diferentes áreas funcionais da empresa turística e as ferramentas de gestão específicas para cada uma delas;
  • Adquirir a capacidade de análise e síntese para identificar de forma sistemática e realista os fatores geradores de problemas ou oportunidades, derivando em uma correta tomada de decisão;
  • Desenvolver habilidades para adaptar-se ao trabalho em equipes integradas por pessoas de diversas procedências geográficas, profissionais, acadêmicas e culturais;
  • Conhecer as particularidades da gestão turística em um contexto internacional;
  • Familiarizar ao aluno com as mais recentes colocações e técnicas em relação ao turismo ecológico.

Saídas Profissionais

As principais saídas profissionais do Mestrado em Direção e Consultoria Turística estão direcionadas ao exercício na direção e na administração de empresas turísticas, tanto públicas quanto privadas. Assim, nos programas de gestão de informação turística: departamentos de consultoria e de assessoria; agências de viagens e empresas de intermediação.

Algumas das possibilidades profissionais:

  • Na indústria de viagens: agências de viagens, operadores turísticos e agências de incentivos;
  • Na indústria de alojamentos e catering: hotéis e cadeias de hotéis; centros de turismo de montanha, praia e campo; palácios de congressos e centros de lazer;
  • Nas atrações turísticas e instalações de negócios: herança artística e cultural; natureza; parques de atrações; férias, congressos e exposições; compras; diversão; instalações esportivas;
  • Na atividade de transporte: companhias aéreas, empresas de locação de ônibus e carros, transporte ferroviário, companhias navais, ferroviárias e de cruzeiro;
  • Em informações, promoção e consultoria de turismo: escritórios de turismo; organizações locais, regionais e nacionais; organizações de consumidores; meios de comunicação de turismo; provedores de sistemas de informação técnica de turismo; empresas consultoras, de pesquisa e de assessoria.

Plano de estudos

Mestrado em Direção e Consultoria Turística possui uma estrutura curricular baseada em 3 partes formativas e seqüenciais.

  • 1ª PARTE: CONSULTORÍA TURÍSTICA

A primeira parte permite conhecer e compreender, em primeiro lugar, os fundamentos teóricos, conceituais e históricos implicados na atividad turística e, em segundo lugar, sua implementação organizacional, social e tecnológica.

O objetivo é fazer com que os alunos adquiram uma visão global do setor turístico, através de diferentes temáticas multidisciplinares relacionadas.

As disciplinas e as horas correspondentes que compõem a primeira parte são mostradas na seguinte tabela:

  • 2ª PARTE: ESPECIALIZAÇÃO (200 HORAS)

As especializações permitem ao aluno aprofundar-se naquelas disciplinas do setor turístico que, tanto profissional como pessoalmente lhe sejam de maior interesse.

O aluno deverá escolher uma única especialização de 200 horas, dentre todas as que são oferecidas.

O objetivo é levar o aluno a alcançar o máximo grau de especialização no âmbito do setor turístico, obtendo assim uma formação completa, abrangente e atual.

2ª PARTE: Especialização
# ESPECIALIZAÇÕES HORAS
1 Direção de Hotéis 200
2 Turismo Sustentável 200
3 e-Business nas empresas turísticas 200
  TOTAL 600
  • 3ª PARTE: DISSERTAÇÃO DE MESTRADO (150 HORAS)

A dissertação de mestrado, com carga letiva de 150 horas, versará preferivelmente sobre um tema relacionado com as especializações.

3ª PARTE: DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
# DISCIPLINAS HORAS
1 Trabalho Final do Curso ou projeto 150
  TOTAL 150

Descrições dos Cursos

1ª PARTE: CONSULTORÍA TURÍSTICA

  1. FUNDAMENTOS DEL TURISMO

    Introdução ao turismo. Evolução histórica do turismo. O turismo no século XXI. O comportamento e a motivação do turista. O modelo das viagens e do turismo sob a perspectiva empresarial. O negócio da aviação. O transporte marítimo. Transporte ferroviário e rodoviário. Serviço de hospedagem. Operadores turísticos. Agências de viagem. Serviços turísticos auxiliares. Organizações e associações relacionadas às viagens e ao turismo. Os impactos ambientais e sociais do turismo.

  2. MARKETING DE EMPRESAS E DESTINOS TURÍSTICOS

    Esta disciplina apresenta duas partes bem diferenciadas, uma parte compreende os capítulos 1 a 4, nos quais são analisadas as circunstâncias em que se encontra nosso negócio, os fatores que influenciam nesta situação e as decisões sobre as estratégias de segmentação e de posicionamento a serem aplicadas e, outra parte inclui os capítulos 5 a 11, os quais se tratará de canalizar e pôr em prática estes conceitos por meio do desenho de um plano composto por ações reais baseadas no marketing-mix.

    O PLANEJAMENTO TURÍSTICO
    Introdução ao Marketing na Indústria Hoteleira e no Turismo. Marketing de Turismo e de Serviços. Planejamento turístico: enfoque do empresário. Que é Planejamento? Planejamento Estratégico Corporativo. Planejamento Estratégico da UEN. Plano de Desenvolvimento Turístico. Necessidade de colaboração entre setor público e setor privado.
    ANÁLISE DA COMPETITIVIDADE
    Análise externa da competitividade. Análise interna da competitividade. Autodiagnóstico. Análise DAFO/SWOT.
    MARKETING DE DESTINOS TURÍSTICOS
    A indústria turística. Investimento em destinos turísticos. A comunicação com os mercados. Quem organiza e dirige um destino turístico? Estratégias genéricas de um destino turístico. Segmentação do mercado turístico.
    SEGMENTAÇÃO E POSICIONAMENTO NOS MERCADOS
    Segmentação do mercado. Seleção do público-alvo. Posicionamento no mercado.
    A CRIAÇÃO DE PRODUTOS TURÍSTICOS
    Que é um produto? Níveis de produto. Aspectos do produto. O produto e a atribuição de marcas. Desenvolvimento de novos produtos. O ciclo de vida de um produto. Eliminar um produto. Erros sobre produtos.
    A FIXAÇÃO DE PREÇOS
    Que é preço? Tipos de mercado. Fatores decisivos na fixação de preços. Considerações gerais sobre a fixação de preços. Estratégias para a fixação de preços. As mudanças de preço.
    AS POLÍTICAS DE COMERCIALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO
    Conceito e importância dos sistemas de distribuição. Tipos de canais. Comportamento e organização do canal. Decisões sobre o canal. Localizações geográficas.
    A COMUNICAÇÃO NO SETOR TURÍSTICO
    Etapas na transmissão de informação. O que o comunicador deve decidir. Fixação do orçamento de comunicação. Pontos básicos sobre a promoção de produtos, da publicidade e do marketing direto. Marketing direto. Promoção de vendas.
    MARKETING INTERNO
    Filosofia corporativa. Informação sobre o marketing interno aos empregados. Sistemas de recompensa e de reconhecimento. Tratamento diferencial ao cliente.
    AVALIAÇÃO E CONTROLE
    Conceito de controle. Processo de controle. Tipos e níveis de controle. O controle na organização. Auditoria de marketing. Partes de uma auditoria.
    SASTISFAÇÃO DO CLIENTE POR MEIO DA QUALIDADE
    O valor para o cliente e a satisfação do cliente. A conservação dos clientes. A rentabilidade do cliente. Que é qualidade? Modelo das cinco lacunas na qualidade. Benefícios da qualidade. Desenvolvimento de um programa de qualidade. O Benchmarking.
  3. ADMINISTRAÇÃO E DIREÇÃO EMPRESARIAL

    Esta disciplina introduz o aluno nos conceitos e nas técnicas de administração e direção de empresas turísticas e a compreender o significado, a natureza e o alcance da função de administrar uma empresa ou gerir um de seus subsistemas.

    EMPRESA
    Introdução. Empresa em contexto. Classificação empresarial. Setores econômicos e atividade empresarial. A empresa como sistema. Empreendedor e diretivo.
    ORGANIZAÇÃO EMPRESARIAL
    Introdução. Estruturação empresarial. Novas tendências na estruturação empresarial. Áreas funcionais / Funcionalidades na empresa. Organização de processos empresariais.
    POLÍTICA, DIREÇÃO E GESTÃO EMPRESARIAL
    Direção estratégica. Direção tática. Direção operativa. Função diretiva e tomada de decisões empresariais.
    INTEGRAÇÃO EMPRESARIAL: INFORMAÇÃO COMUNICAÇÃO E CONHECIMENTO (ICC)
    Informação (e dados) na empresa. Comunicação na empresa. Conhecimento na empresa. Sistemas de ICC empresariais: SI/TIC.
    SOCIOLOGIA, ECONOMIA E DIREITO NO ENTORNO EMPRESARIAL
    Análise socioeconômica da empresa. Economia empresarial. Direito empresarial.
    NOVA ECONOMIA E GESTAÇÃO INTERNACIONAL
    Globalização: internacionalização e integração de mercados. Economia mundial e desenvolvimento. Negócio eletrônico (e-business). Negócio móvel (m-business).
    POLÍTICA ECONÔMICA E TECNÓLOGICA
    Política econômica. Política tecnológica. Gestão da inovação e da tecnologia.
    DESENVOLVIMENTO, CONSOLIDAÇÃO, CRESCIMENTO E EMPREENDEDORISMO EM NEGÓCIOS
    Desenvolvimento de novos negócios. Consolidação e crescimento de negócios. Empreendedorismo, criação e constituição de empresas. Projeto empresarial-plano de empresa (%u2018strategy%u2019 business plan).
    CASO PRÁTICO DE ADMINISTRAÇÃO E DIREÇÃO DE UMA EMPRESA VOLTADA A ATIVIDADES TURÍSTICAS.
  4. DIREÇÃO ESTRATÉGICA DE EMPRESAS E DESTINOS TURÍSTICOS

    A disciplina pretende oferecer uma visão atual e interdisciplinar da direção de empresas e destinos turísticos, com uma especial ênfase na análise e solução das questões preocupantes atualmente no setor: seus desafios tecnológicos. Pretende-se apresentar ao estudante os elementos-chave da competitividade das empresas turísticas.

    A DIREÇÃO ESTRATÉGICA: CONCEITOS BÁSICOS E ANÁLISE ESTRATÉGICA
    Estratégia e Direção Estratégica. Missão, Valores e Cultura Organizacional. Valores e ética empresarial. Análise do Entorno: Análise setorial, Análise interna e Análise competitiva.
    ESCOLHA ESTRATÉGICA
    Princípios e pensamento estratégico. Estratégias alternativas. Avaliação e Escolha de Estratégias.
    IMPLEMENTAÇÃO ESTRATÉGICA
    Implementação e direção da mudança estratégica: comportamento político nas organizações. O sistema formal de controle.
    ESTRATÉGIAS GENÉRICAS
    Estratégias de Diversificação. Estratégias de Cooperação. Internacionalização. Destinos Turísticos.
  5. DIREÇÃO FINANCEIRA

    Esta disciplina se dirige a ressaltar os aspectos mais relevantes que configuram conceitualmente a direção financeira de uma empresa em geral e, orientada ao setor turístico em particular, proporcionando exercícios e casos práticos de fácil estudo e compreensão.

    A EMPRESA TURÍSTICA E AS FINANÇAS EMPRESARIAIS
    Introdução. A função financeira da empresa. O objetivo financeiro da empresa. A estrutura da função financeira. As finanças e a saúde econômica da empresa. As finanças e a fortaleza econômica da empresa. As trajetórias econômico-financeiras. A direção financeira e os estados financeiros. A direção financeira e a normalização contábil-financeira.
    OS ESTADOS FINANCEIROS COMO SUPORTES DA ANÁLISE
    A relevância diretiva dos estados econômico-financeiros. A equação básica do balanço e a valoração dos ativos. A análise da conta de perdas e ganhos (CPG). Os estados financeiros nas empresas turísticas: os balanços tipo.
    ANÁLISE DOS RESULTADOS DE GESTÃO
    Análise do benefício de exploração. Análise do benefício sem os impostos (tributos). Análise do benefício líquido. Análise integrada da CPG. Análise da CPG analítica. Análise da CPG nas empresas turísticas. Caso prático: a empresa TURINSA (I).
    ANÁLISE DA RENTABILIDADE OPERATIVA DA EMPRESA
    A rentabilidade operativa da empresa. Análise da rentabilidade econômica. As políticas geradoras da rentabilidade econômica. Análise da rentabilidade financeira. As políticas geradoras da rentabilidade financeira. Análise do fator de levantamento financeiro. Análise de rentabilidade das empresas turísticas. Caso prático: a empresa TURINSA (II).
    ANÁLISE DA GESTÃO DO CAPITAL CIRCULANTE
    Ciclo de exploração empresarial. Análise da rotação do capital circulante. A gestão dos inventários de existências. O investimento mínimo no capital circulante. Os desequilíbrios na gestão de existências. Os sistemas de controle de existências. A gestão do capital circulante nas empresas turísticas. Caso prático: a empresa TURINSA (III).
    ANÁLISE DA LIQUIDEZ OPERATIVA
    A liquidez e a fortaleza financeira. Análise da liquidez operativa. O cálculo das necessidades operativas de fundos. A gestão do crédito comercial aos clientes. O impacto do risco comercial. A gestão do crédito aos fornecedores. A valoração das existências. A liquidez operativa nas empresas turísticas. Casos práticos: a empresa TURINSA (IV); a empresa ABC (I).
    ANÁÑISE DOS CUSTOS DA ESTRUTURA FINANCEIRA
    O custo da estrutura de capital. Os métodos de cálculo do custo dos fundos próprios. O custo médio ponderado dos fundos financeiros. A criação de valor aos acionistas. Os custos de capital nas empresas turísticas. Casos práticos: a empresa TURINSA (V); a empresa ABC (II).
    ANÁLISE DAS DECISÕES DE INVESTIMENTO
    A decisão de investir. O perfil de um projeto de investimento. O cálculo do fluxo de fundos absorvidos. O cálculo do fluxo de fundos gerados. Os atributos econômico-financeiros de um projeto de investimento. Os métodos de avaliação econômica de um projeto de investimento. Os investimentos nas empresas turísticas.
    ANÁLISE DA RENTABILIDADE DOS PROJETOS DE INVESTIMENTO
    O valor atual líquido (VAL). A taxa interna de rentabilidade (TIR). Análise comparativa entre o VAL e a TIR. O método do período de recuperação (pay-back). O cálculo do cash-flow financeiro. O risco econômico dos investimentos.
  6. GESTÃO AMBIENTAL DE EMPRESAS TURÍSTICAS

    Nesta disciplina, descrevem-se os Sistemas de Gestão Ambiental (SGA) como uma ferramenta que pretende organizar e formalizar os procedimentos que a empresa realiza ao considerar os aspectos ambientais em todas suas atividades. Assim, expõem-se de uma forma didática e clara os passos necessários à implementação deste instrumento de gestão ambiental, orientado à proteção do meio ambiente e à redução das barreiras do comércio internacional.

    OS SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL ISO 14001 E O TURISMO
    Introdução. Os sistemas de gestão aplicados ao desenvolvimento sustentável. Os sistemas de gestão ambiental na indústria turística: que é um SGA, para que servem e por que são implantados os SGAs, como se implantam os SGAs: requisitos, decisão e compromisso inicial, revisão ambiental inicial, política ambiental, planejamento, implementação e operação, verificação.
    AUDITORIAS AMBIENTAIS E TURISMO SUSTENTÁVEL
    Breve história das auditorias ambientais. Que é uma Auditoria Ambiental (AA)? Por que se faz uma auditoria ambiental? Objetivos da auditoria ambiental. Alcance da auditoria ambiental. Tipos de auditorias ambientais. Quem faz a auditoria ambiental? Relações entre a auditoria ambiental e o estudo do Impacto Ambiental. Processo de uma auditoria ambiental.
    CASO PRÁTICO: IMPLANTAÇÃO DE UM SGMA EM UM ALOJAMENTO TURÍSTICO
    Antecedentes. O porquê da implantação do SGA. Que tipo de SGA se implantará? Objetivos. Processo de desenho e implantação do SGA.
    CASO PRÁTICO: AUDITORÍA EM UM ALOJAMENTO TURÍSTICO
    Antecedentes. Fase de pré-auditoria. Fase de auditoria ou execução. Fase de pós-auditoria ou de informe.
  7. GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS

    Esta disciplina pretende estabelecer um procedimento para diagnosticar, projetar e controlar o enfoque sistêmico e estratégico da atual Gestão dos Recursos Humanos (GRH), centralizando-se nas concepções atuais da direção estratégica.

    ESTRATÉGIA E GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS (GRH)
    Introdução. Estratégia organizacional. Traços e tendências da atual GRH. Necessidade do modelo funcional de GRH.
    GRH: TECNOLOGIA PARA SEU DIAGNÓSTICO, PROJEÇÃO E CONTROLE
    Introdução. Tecnologia para o diagnóstico, projeção e controle da GRH.
    PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE RH E OTIMIZAÇÃO DE PLANILHAS
    Introdução. O processo integrador e sistêmico do planejamento de RH. Determinação e otimização de planilhas.
  8. ANÁLISE QUANTITATIVA DO TURISMO

    A interpretação das decisões sob incerteza e, em geral, das diferentes ciências, depende em grande parte dos métodos estatísticos.

    A estatística ajuda a corroborar hipótese proporcionando um suporte matemático às observações realizadas. Esta disciplina responde à necessidade de justificar as decisões empresariais com base na informação proporcionada por dados que, com muita freqüência, são escassos. Trata-se de um compêndio das técnicas para a recopilação e apresentação de informação, intervalos de confiança e testes de previsão e hipótese.

    UNIDADES, VARIÁVEIS E DADOS
    Apresentação. Definições básicas. Definições e classificações homogêneas. Variáveis e indicadores relacionados ao turismo.
    INTRODUCCIÓN A LA INFERENCIA ESTADÍSTICA
    Apresentação. Que é e para que serve a inferência estatística? Conceitos básicos sobre probabilidade. Estimativa de parâmetros populacionais. Anexo I: cálculo de probabilidades (a distribuição de chi-quadrado, a distribuição t-Student, a distribuição F de Snedecor). Anexo II: tabelas estatísticas.
    ANÁLISIS APLICADO DE DATOS
    Apresentação. Que se pretende analisar? Que dados serão utilizados? Procedimentos básicos de Excel. Estimativa de parâmetros. Contraste de hipótese. Associação entre variáveis.
    INTRODUCCIÓN A LA PREDICCIÓN DE SERIES TEMPORALES
    Apresentação. Modelos de séries temporárias. Introdução à previsão da tendência e da sazonalidade no âmbito turístico.
    ANÁLISIS MULTIVARIANTE
    Apresentação. O modelo de regressão múltipla. Análise de componentes principais.
  9. AS TIC´S NA INDÚSTRIA TURÍSTICA

    Nesta disciplina se analisa a transformação que está experimentando a sociedade, com o surgimento das Novas Tecnologias da Informação. Neste contexto, são analisadas as características desta revolução, sem esquecer o âmbito geral no qual se move a indústria das viagens e do turismo. Para seu desenvolvimento e apresentação, o texto complementa-se com estudos, informes, pesquisas, documentos, etc.

    TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
    A sociedade rede. Tecnologia, sociedade e mudança histórica. Paradigma das tecnologias da informação e das comunicações. Gestão do conhecimento.
    ECONOMIA GLOBAL, DIGITAL E DO CONHECIMENTO
    As novas regras da economia. Economia digital / economia baseada na informação / economia rede. A indústria das viagens e do turismo na nova economia.
    TRANSFORMAÇÃO DO MODELO DE NEGÓCIO
    Contexto geral. A revolução digital: o ritmo e o alcance da transformação. Internet 2006. Introdução ao comércio eletrônico. Exemplos de empresas com o novo modelo de negócio
  10. GESTÃO DE QUALIDADE NAS EMPRESAS E NOS DESTINOS TURÍSTICOS

    A disciplina aborda detalhadamente os aspectos mais relevantes da gestão da qualidade nas empresas e nos destinos turísticos, orienta e fornece soluções a problemas reais que se apresentam no momento de realizar a implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade, o qual constitui ao profissional uma valiosa ferramenta diferenciadora com relação a outros textos similares que podem-se encontrar no mercado.

    SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE
    Apresentação dos Sistemas de Gestão da Qualidade. Que é a ISO 9000? Erros comuns sobre a ISO 9001. Evolução da ISO 9000 no mundo. Os 8 princípios de Gestão da Qualidade. Gestão e Controle de Processos. O Processo de Certificação. Plano de Implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade. E após a certificação ISO 9001? Novidades da nova versão do ano 2000 da ISO 9000. Guia rápido da mudança com relação à versão de 1994.
    A NORMA ISO 9001 COMENTADA CAPÍTULO A CAPÍTULO
    Sistema de Gestão da qualidade. Requisitos generais. Requisitos da documentação. Responsabilidade da direção. Compromisso da Direção. Enfoque ao cliente. Política da qualidade. Planejamento. Responsabilidade, Autoridade e Comunicação. Revisão pela Direção. Gestão dos Recursos (provisão, humanos, infra-estrutura). Realização do produto. Medição, análise e Melhoria.
    O DIA-A-DIA COM A NORMA ISO 9001
    Documentação dos Sistemas de Gestão da Qualidade. Gestão Informatizada da Documentação. Sistemas de Gestão em Setores Específicos. Auditoria dos Sistemas de Gestão da Qualidade. Questionário de Auditoria.
    CASO PRÁTICO DE APLICAÇÃO DA NORMA ISO 9001 EM UMA EMPRESA DEDICADA À ATIVIDADE TURÍSTICA
  11. ECONOMIA DO TURISMO

    O desenvolvimento do turismo é atualmente um dos principais objetivos de muitos países em vias de desenvolvimento, por ser considerado, em primeiro lugar, um modo de garantir a entrada de divisas. Adicionalmente, as políticas vinculadas ao desenvolvimento do turismo são também uma prioridade para a maioria dos países. Portanto, é necessário examinar, em primeiro lugar, quais são os impactos potenciais que pode implicar o turismo para a economia de uma região ou país e, posteriormente, estudar quais são os instrumentos que estão ao nosso alcance para medir o impacto do turismo sobre a economia.

    TURISMO E ECONOMIA
    O produto turístico como produto composto. Características econômicas do produto turístico. O princípio de custo de oportunidade e outros princípios.
    CONSUMO E DEMANDA TURÍSTICA
    O turista como consumidor. Determinantes não econômicos. Determinantes econômicos da demanda e do gasto turístico: as flexibilidades. Tendências da demanda. Análise de modelos de previsão da demanda.
    OFERTA TURÍSTICA
    Análise dos intermediários. Os componentes da oferta. A estrutura dos mercados turísticos. A política de preços e da análise do comportamento dos mercados. Tendências da oferta e da intermediação.
    OS IMPACTOS ECONÔMICOS DO TURISMO
    Vantagens e desvantagens econômicas do turismo. Multiplicadores turísticos. Renda e emprego. Análise input-output. Contas satélites do turismo.
    TURISMO Y ANÁLISE ECONÔMICA DO MEIO AMBIENTE
    Impactos ambientais do turismo. Análise do nível assumível de contaminação. Análise custo-benefício. Intervenção pública e soluções de mercado. A imposição turística.
    ANÁLISE ECONÔMICA DO TURISMO SUSTENTÁVEL
    O bem-estar das gerações futuras. Indicadores de sustentabilidade. O valor ambiental do turismo. Estratégias de desenvolvimento econômico e turismo.
    MODELO TURÍSTICO E COMPETITIVIDADE
    O modelo turístico de massas. Novos consumidores e novas tecnologias. Novos modelos de desenvolvimento turístico. Política turística, gestão de destinos e competitividade.

2ª PARTE: ESPECIALIZAÇÃO

  1. DIREÇÃO DE HOTÉIS

    1. DIREÇÃO DE EMPRESAS DE HOTELARIA

      Nesta disciplina são traçadas as linhas gerais da indústria da hotelaria, evolução e tendências no setor turístico. Estes temas serão analisados sob um ponto de vista global com referências locais e internacionais. Assim, dará importância ao papel desempenhado pelo cliente e sua influência sobre as decisões dos profissionais na última década.

      HISTORIA, EVOLUÇÃO E TENDÊNCIAS DO NEGÓCIO HOTELEIRO
      História e Evolução. Tendências do Negócio Hoteleiro.
      LA DIRECCIÓN DEL NEGOCIO HOTELERO
      Tipos de Hotéis. Hotéis de todo tipo. Organização de Hotéis. Norma Hoteleira. Marcas de Hotéis e hotéis de Marca.
      GESTÃO DE ATIVOS
      Localização. Projeto de um hotel. Projeto de um quarto. Controle.
      A GESTIÃO PRÁTICA DOS RECURSOS HUMANOS
      O Departamento de Recursos Humanos. Hoje a gestão dos recursos humanos é trabalho de todos. A equipe como eixo principal da operação e da operatividade. A gestão aberta. Aperfeiçoar a comunicação das estruturas verticais às estruturas circulares. Marketing Interno.
      COMO AUMENTAR AS VENDAS NA HOTELARIA
      As principais funções do departamento comercial e marketing. Definição da Venda. Características do servidor de excelência. Construção da imagem desejada. Sete formas de escutar os clientes. O momento da verdade. A observação. Gerar confiança ao cliente. Propor e sugerir. Concretizar a venda. As 10 regras do vendedor persuasivo.
      GESTÃO FINANCEIRA
      Estrutura de Custos de um hotel. Gestão de Orçamentos. O USA - (Uniform System of Accounts).
      POLÍTICA DE PREÇOS E YIELD MANAGEMENT
      Estrutura de preços. Que é o Yield Management.
      GESTIÃO DE PRODUCTIVIDAD
      Produtividade o grande desafio pendente. Como medir a produtividade em um hotel? A terceirização.
      CONCLUSÃO
    2. DIREÇÃO DE ALIMENTOS E BEBIDAS

      Nesta disciplina serão classificadas ou organizadas as diferentes ofertas gastronômicas em cinco grandes famílias. Serão proporcionados exemplos de hotéis e de restaurantes independentes que apresentam estas ofertas e explicado seu funcionamento.

      LA OFERTA GASTRONÔMICA
      Restaurantes Étnicos. Os restaurantes clássicos e sua evolução. Os restaurantes de cozinha tradicional. Restaurantes temáticos. Restaurantes de comida rápida.
      EL DEPARTAMENTO DE ALIMENTOS E DE BEBIDAS DE UM HOTEL
      Organização do departamento. Introdução ao tabelamento. O planejamento produtivo e operativo na unidade. Fichas técnicas o primeiro passo à padronização. Como compor um manual de produção a partir das realizações das fichas técnicas? Como implantar um SPC.
      O PROTOCOLO
      Que é protocolo? Tipos de protocolo. A organização de atos. Os tratamentos oficiais. As presidências e precedências. O vestuário e o serviço.
      GESTIÃO DE CUSTOS
      As dez razões do controle de custos. Custo de oportunidade do empresário. O resultado do hotel. A formação como principal ferramenta. O controle dos custos. Tarefas muito variadas. Cartões de crédito. Impressos: controle total. Vale de pedido.
      HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR
      Segurança alimentar. Introdução ao APPCC. Legislação estatal de referência. Tendências na UE sobre segurança alimentar. Definição de manipulador de alimentos. Higiene alimentar. Microorganismos e sua transmissão. Como os microorganismos chegam ao alimento? Perigos nos alimentos, tipos e natureza. Perigos associados aos alimentos. Riscos e perigos de origem biológica. Infecções, intoxicações e toxiinfecções. Toxiinfecções mais comuns. Causas e prevenção. "Novas" toxiinfecções alimentares. Que fazer ante um caso de emergência? Sistemas de segurança alimentar. Origem e finalidade do APPCC. Equipe APPCC. Requisitos prévios. Composição e desenvolvimento do sistema APPCC. Identificação de perigos e pontos de controle. Estabelecimento de limites críticos e de controles eficazes. Estabelecimento de medidas corretivas. Projeção de documentos e efetivação de registros. Estabelecimento de procedimentos de verificação. Características das instalações e seu controle sanitário. Características das zonas de produção. Águas e fornecimento. Controle da temperatura. Evacuação de águas residuárias e de lixo. Manutenção, desinfecção e limpeza. Outras instalações comuns. Gestão segura dos alimentos.
    3. TÉCNICAS DE DIREÇÃO E LIDERANÇA ORGANIZACIONAL

      O objetivo geral desta disciplina é levar o aluno a conhecer e a aprofundar nos estilos de liderança e direção, sua relação, diferenças, importância e enfoques teóricos, assim como as competências e habilidades necessárias a seu exercício.

      INTRODUÇÃO À IMPORTÂNCIA DA LIDERANÇA E DA DIREÇÃO EMPRESARIAL
      O principal recurso humano: as pessoas. A personalidade: integração entre as esferas cognitiva e afetiva. A administração e a psicologia social. Alguns comentários em torno da liderança. Características e classificações dos líderes. Os quatro papéis da liderança. Funções do líder. Definição, diferenças e funções do líder e do dirigente. A cultura empresarial, os valores e os processos de mudança. Importância da liderança organizacional.
      ENFOQUES TEÓRICOS NO ESTUDO DA DIREÇÃO E DA LIDERANÇA, SUA EVOLUÇÃO
      Pré-história da liderança. A Revolução Industrial. Escolas e Teorias no estudo da Liderança e da Direção.
      ESTILOS DE LIDERANÇA
      Definições. Fontes e bases de poder. Autoridade, comando e poder. Estilos de Liderança. Modelos de liderança contemporânea. Princípios essenciais dos líderes. Liderança eficaz.
      COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO LÍDER E DO DIRIGENTE
      Competências e habilidades do líder. Enfoques das competências. Tipos de competências. Determinação das principais competências. Análise dos resultados de uma pesquisa comparativa. Avaliação das características pessoais. Chaves para a liderança contemporânea. Técnicas para o estudo das competências pessoais. Técnicas e ferramentas para o trabalho do líder.
    4. INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL

      Esta disciplina oferece uma visão geral dos sistemas de gestão da empresa SCM, ERP e CRM, a partir de uma visão das operações empresariais, com o objetivo de compreender o valor e o papel das TICs na integração da empresa a partir do paradigma do comércio e do negócio eletrônico como substrato conceitual da integração.

      FORNECIMENTO, CLIENTES E SISTEMAS: VISÃO ORGANIZACIONAL
      Introdução. Logística. Gestão Logística. Cadeia de valor. Integração de cadeias de fornecimentos. Reflexões.
      VISÃO TECNOLÓGICA. ASPECTOS CONCEITUAIS DE INTEGRAÇÃO E-BUSINESS
      Introdução. Definição. Oportunidades e desafios. Fatores de êxito e-business. O ciclo do e-business. Chaves da mudança organizativa. A empresa e-busines. Gestão do Conhecimento e do Comércio Eletrônico. Estratégia do negócio. e-business implementação. Reflexões.
      SISTEMAS DE PLANEJAMNETO EMPRESARIAL (ERP)
      Aspectos conceituais. Integração na gestão da informação. Funcionamento de um ERP. Modelo básico de software ERP. Business Engineering. Benefícios. Escolha do fornecedor. Implementação. Integração. O mercado espanhol.
      GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS NA ERA DIGITAL
      Introdução. A mudança nas empresas. Gestão de Recursos Humanos. A tecnologia na gestão do recurso humano. Consultoria na gestão de recursos humanos. Papel estratégico. Módulos de um sistema de gestão de recursos humanos. Reflexões.
      GESTÃO DE RELAÇÕES DE FORNECEDORES (SCM)
      Introdução. Aspectos conceituais. Seleção do fornecedor. Implementação. Integração. Principais Fabricantes.
      GESTÃO DE RELAÇÕES DOS CLIENTES (CRM)
      Introdução. Aspectos conceituais. Estratégia. Escolha do fornecedor. Implementação. Integração. Fabricantes. CRM e comércio eletrônico: e-CRM.
  2. TURISMO SUSTENTÁVEL

    1. TURISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL

      Após abordar o conceito de cultura e identificar os diferentes tipos de patrimônio existentes na atualidade, analisam-se os impactos econômicos, sociais e políticos, exercidos sobre o patrimônio rural e urbano, sem esquecer as técnicas de conservação e restauração bibliográfica e documental.

      O SISTEMA TURÍSTICO
      Introdução. Os elementos do sistema turístico.
      CONCEITO DE PATRIMÔNIO
      Natureza do patrimônio. Interpretação do patrimônio. Diferentes tipos de patrimônio. Patrimônio cultural. A criação contemporânea-patrimônio da manhã. Preservação do patrimônio natural e cultural. Impacto ambiental e degradação de sítios de valor patrimonial. O papel estável da população na preservação. Participação cidadã. Resgate do patrimônio: ações de defesa e de preservação. Patrimônio e conscientização. O turismo e os museus: a valoração da própria cultura. A valoração do patrimônio histórico. Os resultados positivos de uma sinergia no setor. O recurso patrimônio. O patrimônio e o sentido da continuidade histórica. Patrimônio e turismo. Patrimônio e desenvolvimento.
      ÂMBITO LEGAL E PATRIMÔNIO CULTURAL
      Direitos humanos e direito ao patrimônio cultural. A proteção internacional: recomendações e convênios internacionais. A declaração de bem cultural: procedimentos e efeitos. A preocupação atual com a conservação do patrimônio cultural.
      O PATRIMÔNIO URBANO
      Introdução. O patrimônio e seus componentes: âmbito natural, plano, construção e estrutura urbana. As cidades patrimônio da humanidade. Os problemas e os fatores de agressão ao patrimônio urbano. As intervenções a favor da conservação do patrimônio urbano: caso da Havana, Quito, Salamanca e Santiago de Compostela.
      O PATRIMÔNIO RURAL
      A preocupação atual com a conservação do patrimônio rural. O patrimônio rural e seus componentes. As paisagens rurais patrimônio dos povos. Os problemas e os fatores de agressão ao patrimônio rural. As intervenções a favor da conservação do patrimônio rural.
      O PATRIMÔNIO CULTURAL-DOCUMENTAL
      Preservar e conservar como meio para promover o acesso à informação: evolução histórica. Medidas de restauração e de conservação do patrimônio documental. As novas tecnologias como meio para conservar o patrimônio e promover o acesso à informação. Microfilmagem: programas e projetos. Digitalização: programas e projetos.
      TURISMO CULTURAL
      A interação dinâmica entre o turismo e o patrimônio cultural. Turismo e cidades do patrimônio mundial: desafios e oportunidades. Turismo e desenvolvimento sustentável nas cidades patrimônio da humanidade.
    2. IMPACTO AMBIENTAL NAS ATIVIDADES TURÍSTICAS

      Após definir uma série de conceitos ambientais prévios, incide-se nos impactos sociais e ambientais ocasionados pelas atividades turísticas sobre o meio, através de uma série de indicadores de sustentabilidade. Assim, proporcionam-se alguns fundamentos sobre os diferentes métodos de valoração econômica dos danos ao ambiente e a metodologia para a realização de um estudo de impacto ambiental.

      ANÁLISE GERAL DO IMPACTO DO DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO
      Introdução. Metodologia para avaliar o impacto do desenvolvimento turístico: examinar o contexto entorno, sociedade e economia, prognosticar o futuro caso o desenvolvimento turístico não efetue, examinar o projeto, prognosticar o futuro caso o desenvolvimento efetue e analisar resultados quando finalizados, identificar as diferenças em termos quantitativos e qualitativos, sugerir medidas de melhoria para reduzir os impactos adversos, analisar os impactos e comparar as opções (nas quais estejam disponíveis), apresentar os resultados e tomar uma decisão...
      A FACETA AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NAS ATIVIDADES TURÍSTICAS
      Conceitos prévios relativos ao meio ambiente (o ambiente). Turismo e entorno natural. Impactos do turismo sobre o meio ambiente. O planejamento turístico e os impactos ambientais do turismo. Os indicadores de sustentabilidade naturais do desenvolvimento turístico. Conclusões.
      A FACETA ECONÔMICA DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NAS ATIVIDADES TURÍSTICAS
      Introdução. A economia ecológica. As externalidades. Instrumentos utilizados para internalizar as externalidades. Critérios de seleção e valoração de instrumentos. Valoração econômica do meio ambiente.
      A FACETA SOCIOCULTURAL DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NAS ATIVIDADES TURÍSTICAS
      Valoração dos impactos. Impactos positivos e negativos.
      METODOLOGIA PARA A AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL
      Introdução.Tipos e caracterização de impactos. Avaliação de impacto ambiental. Procedimentos afins à avaliação de impacto ambiental. Elementos relacionados à avaliação de impacto ambiental. Conteúdo de um estudo de impacto ambiental. Avaliação de impactos ambientais do turismo. Processo operativo.
    3. O TERRITÓRIO COMO RECURSO TURÍSTICO

      Nesta disciplina, expõem-se de forma concisa as características do fenômeno turístico sob o ponto de vista geográfico, da teoria do espaço turístico aos modelos de desenvolvimento, passando pelo espaço turístico real, pelos indicadores e pelos fatores naturais, culturais e étnicos da atividade turística.

      TEORIA DO ESPAÇO TURÍSTICO
      Os conceitos de lazer e turismo sob o parâmetro geográfico. A importância da percepção: o espaço tópico. Principais áreas do turismo mundial. Fluxos e freqüência turística. As fontes que configuram o espaço real. Indicadores da atividade turística. O papel do material informativo e promocional na formação da imagem turística.
      OS FATORES NATURAIS, CULTURAIS E TÉCNICOS DA ATIVIDADE TURÍSTICA
      Os fatores naturais: o relevo interior, as costas, o clima, a vegetação e a paisagem, a fauna, a proteção do meio. Os fatores culturais: o patrimônio histórico e cultural como atrativo, os espaços museológicos, a arquitetura popular, as manifestações folclóricas e eventos singulares, gastronomia e artesanato. Os fatores técnicos: a rede de transporte. Os principais tipos de alojamento e sua implantação territorial.
      MODELOS TERRITORIAIS DE DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO
      Modelos espaço-temporários de ocupação. Modelos estruturais de uso.
    4. TURISMO RURAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

      Sabe-se que o aumento da influência do turismo sobre as populações e os espaços rústicos e naturais do interior, é um fenômeno perfeitamente previsível, seja por que se gera como "escape" à crescente saturação da zona costeira, ou pelo aumento do interesse pelo turismo rural e interior de um crescente contingente de pessoas.

      Nesta disciplina são analisadas as ameaças derivadas da ausência de uma definição da função turística, e propõem-se estratégias de desenvolvimento dos espaços rurais como oportunidade de negócio na Europa e na América Latina para frear estes desequilíbrios, o custo econômico e as pautas para elaborar um plano de empresa no âmbito do desenvolvimento sustentável.

      FATORES DETERMINANTES DO SURGIMENTO E DA EVOLUÇÃO DO TURISMO RURAL
      Introdução. Evolução do conceito de sustentabilidade. Turismo sustentável. Turismo alternativo. Turismo rural.
      AS ÁREAS RURAIS COMO A BASE DO TURISMO RURAL
      Introdução. Os espaços rurais europeus: modernização e produtividade vs. tradições, conservação e iniciativas da multifuncionalidade econômica. As áreas rurais como base do turismo rural na América Latina.
      O IMPACTO ECONÔMICO DO TURISMO
      Introdução geral. Conseqüências do turismo na economia. Os objetivos do turismo rural. O turismo rural como possível fator regulador dos desequilíbrios entre o meio rural e urbano. Aspectos que caracterizam o fator empresarial e a localização das instalações turísticas no meio rural. Conclusões.
      PLANEJAMENTO E GESTÃO DO TURISMO RURAL: DA IDÉIA AO PLANO DE EMPRESA/ATIVIDADE
      Introdução: algumas questões para a reflexão. O plano de empresa/atividade: projeto e estrutura. Razões que justificam a importância de realizar um plano de empresa/atividade. A delimitação do plano de empresa/atividade. A busca de informação para o plano de empresa/atividade. A análise de informação para o plano de empresa/atividade ou diagnóstico. Os objetivos e as estratégias no plano de empresa/atividade. Resumo em termos financeiros do plano de empresa/atividade. Reflexão final.
    5. TURISMO ALTERNATIVO E ECOTURISMO

      Nesta disciplina se apresenta uma visão geral do novo entorno do turismo, no qual faz referência às alternativas do turismo convencional: a criação de novos produtos turísticos, tendências atuais e características do novo consumidor.

      DESENVOLVIMENTO DE NOVAS FORMAS DE TURISMO
      O novo entorno. Características do novo consumidor. O sistema de atividades turísticas. Os produtos turísticos. Conceito e tipos de atividades turísticas com relação à psicossociologia do consumidor.
      TURISMO DE SAÚDE: TERMALISMO E BALNEÁRIOS
      Antecedentes. Termalismo. Hidroterapia. Balneoterapia. Spas.
      TURISMO ATIVO
      Turismo ativo. Turismo esportivo. Turismo naútico. Os esportes naúticos. O golfe como esporte e turismo. A capacidade de utilização de um campo de golfe.
      TURISMO DE CONGRESSOS E CONVENÇÕES
      Antecedentes históricos dos congressos e convenções. Função das empresas que oferecem o serviço de congressos e convenções. Congressos e convenções. Fatores que originam os grupos. Critérios de seleção de uma cidade. Execução de um congresso: pautas a serem seguidas. Segurança nos congressos e atos. O escritório de turismo e de congresso. Turismo de congresso e incentivos. Tendência atual dos congressos.
      TURISMO RELIGIOSO E CULTURAL ESPIRITUAL
      Peregrinar: mais que turismo religioso.
      O TIME SHARING
      Que é time sharing? O posicionamento como fonte de vantagem competitiva. As origens do time sharing. O time sharing na Europa. Os preços do time sharing. O marketing do time sharing. Vendas. Aspectos jurídicos do tempo compartilhado: time sharing ou multipropriedade na UE.
  3. E-BUSINESS NAS EMPRESAS TURÍSTICAS

    1. SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO E DA MUDANÇA

      Esta disciplina pretende contextualizar e ser uma introdução geral à Especialização em E-business nas empresas turísticas na atual situação de mudança generalizada; do trânsito à sociedade da Informação ou do Conhecimento as empresas turísticas devem ser viáveis, produtivas e competitivas.

      ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL: MUDANÇA GENERALIZADA
      Trânsito para a Sociedade da Informação. Impulsores da mudança atual: globalização - tecnologia - informação. Impactos da mudança global.
      ADEQUAÇÃO ORGANIZACIONAL À MUDANÇA: GESTÃO DA MUDANÇA CULTURAL E TECNOLÓGICA
      Inovação como proposta de adequação. Culturas e organizações inovadoras. Visão da organização sob o ponto de vista da informação.
      DA SOCIEDADE REDE ATUAL À SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
      Fundamentos, indicadores e características da economia em rede atual. Para a economia do conhecimento. Impacto da gestão do conhecimento nas organizações.
      PARA A ADMINISTRAÇÃO ABERTA
      Introdução. Conceitos básicos sobre a sociedade da informação. Situação do Estado ante a Sociedade da Informação. A administração aberta: as tecnologias da informação e das comunicações nos processos administrativos. Síntese: para uma sociedade da informação sustentável.
    2. E-COMMERCE EM NEGÓCIOS TURÍSTICOS. MARKETING ELETRÔNICO

      Esta disciplina se articula considerando que a implantação das tecnologias nas empresas turísticas reais deve ser feita considerando as circunstâncias particulares de cada uma. Com este objetivo, a disciplina é estruturada de acordo com um esquema que observa as diferentes características das empresas, considerando todos os seus departamentos como um sistema, e com objetivo de definir políticas de ação a longo prazo visando obter vantagens competitivas.

      FUNDAMENTOS DE E-COMMERCE
      O comércio eletrônico: o primeiro passo para o e-business. A rede Internet como suporte ao comércio eletrônico. Atores e tipos de comércio eletrônico: administração, empresas e consumidores. Business to Business. Business to Consummer. Business to government. Consummer to Consummer. Consummer to government. Government to government. Tipos de empresas ante o comércio eletrônico. Diferenças entre o mercado tradicional e o comércio eletrônico.
      TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NO COMÉRCIO ELETRÔNICO
      Comunicações e redes. Comunicações móveis (WAP e UMTS). Descrição das linguagens de programação baseados na Web. Serviços Financeiros na Internet.
      ESTUDOS E CASOS DE SISTEMAS DE COMÉRCIO ELETRÔNICO
      Comércio eletrônico no âmbito da administração. Comércio eletrônico no âmbito empresarial. Comércio Eletrônico no âmbito do consumidor. Tecnologias de Pagamento Eletrônico.
      GESTÃO DO MARKETING
      Marketing e novas tecnologias: fundamentos e tipos. Técnicas de marketing e publicidade na rede. Estratégia de integração empresarial e novas tecnologias. CRM, e-marketing: conceitos e estratégias.
      METODOLOGIA DE IMPLANTAÇÃO DE UM PROJETO DE COMÉRCIO ELETRÔNICO
      Metodologia de implantação. Definição da Estratégia. Desenho do Sistema de Informação. Desenho da Plataforma Tecnológica. Desenvolvimento e Implantação do Sistema.
    3. INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO EMPRESARIAL

      Esta disciplina oferece uma visão geral dos sistemas de gestão da empresa SCM, ERP e CRM, a partir de uma visão das operações empresariais, com o objetivo de compreender o valor e o papel das TICs na integração da empresa a partir do paradigma do comércio e do negócio eletrônico como substrato conceitual da integração.

      FORNECIMENTOS, CLIENTES E SISTEMAS: VISÃO ORGANIZACIONAL
      Introdução. Logística. Gestão Logística. Cadeia de valor. Integração de cadeias de fornecimentos. Reflexões.
      VISÃO TECNOLÓGICA. ASPECTOS CONCEITUAIS DE INTEGRAÇÃO E-BUSINESS
      Introdução. Definição. Oportunidades e desafios. Fatores de êxito e-business. O ciclo do e-business. Chaves da mudança organizativa. A empresa e-busines. Gestão do Conhecimento e do Comércio Eletrônico. Estratégia do negócio. e-business implementação. Reflexões.
      SISTEMAS DE PLANEJAMENTO EMPRESARIAL (ERP)
      Aspectos conceituais. Integração na gestão da informação. Funcionamento de um ERP. Modelo básico de software ERP. Business Engineering. Benefícios. Escolha do fornecedor. Implementação. Integração. O mercado espanhol.
      GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS NA ERA DIGITAL
      Introdução. A mudança nas empresas. Gestão de Recursos Humanos. A tecnologia na gestão do recurso humano. Consultoria em gestão de recursos humanos. Papel estratégico. Módulos de um sistema de gestão de recursos humanos. Reflexões.
      GESTÃO DE RELAÇÕES DE FORNECEDORES (SCM)
      Introdução. Aspectos conceituais. Escolha do fornecedor. Implementação. Integração. Principais Fabricantes.
      GESTÃO DE RELAÇÕES DOS CLIENTES (CRM)
      Introdução. Aspectos conceituais. Estratégia. Escolha do fornecedor. Implementação. Integração. Fabricantes. CRM e comércio eletrônico: e-CRM.
    4. ESTRATÉGIAS E NEGÓCIOS TURÍSTICOS NA INTERNET

      Esta disciplina é oferecida com o objetivo de apresentar conceitos novos a partir de casos e compilar, de maneira relativamente integral, parte da vasta e extensa experiência sobre o uso da Internet no mercado turístico e sobre a digitalização e virtualização das empresas turísticas sob o enfoque do comércio e do negócio eletrônico.

      O TURISMO E A INTERNET
      Tendências e vantagens do turismo na Internet. Bases para uma empresa turística na Internet. Fatores críticos de êxito para uma empresa turística na Internet. Casos de negócios turísticos na Internet.
      ANÁLISE, GESTÃO E FERRAMENTAS ESTRATÉGICAS DE EMPRESAS NA INTERNET
      Análise estratégica de uma empresa turística na Internet. Plano de Negócios. Serviços Móveis. Quadro de Mando Integral. Portais turísticos.

3ª PARTE: DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

A terceira parte do Mestrado em Direção e Consultoria Turística consiste na elaboração de uma Dissertação com uma duração estimada de 150 h (15 créditos)1. A Dissertação deverá ser um reflexo da assimilação dos conceitos ministrados, demonstrando o desenvolvimento e a capacidade resolutiva do aluno ante uma problemática específica.

O tema escolhido para a realização da Dissertação ficará à escolha do aluno. Uma vez escolhido o tema, deverá enviar ao Centro o Pré-projeto ou Tese, para que possa receber a conformidade da Equipe Docente.

A elaboração da Dissertação poderá ser iniciada paralelamente ao estudo das disciplinas do Programa, de acordo com a conveniência e disponibilidade do aluno. No entanto, aconselha-se dedicar o último trimestre do Mestrado para sua elaboração e redação definitiva.

A Dissertação será supervisionada por um professor-orientador, cuja atribuição será em função da temática escolhida.


Observação: O conteúdo do programa acadêmico pode estar submetido a leves modificações, em função das atualizações ou das melhorias efetuadas.

Direção

  • Dra. Silvia Aparicio. Doctora en Ciencias Económicas por la Universidad Autónoma de Madrid y Licenciada en Administración y Dirección de Empresas por la Universidad de Cantabria. Directora Académica Internacional del Área de Desarrollo Directivo, Organización Empresarial y Recursos Humanos de la Fundación Universitaria Iberoamericana, FUNIBER.
  • Dra. Cristina Hidalgo González.Doutora em Ciências Empresariais pela Universidad de León. Professora Titular do Departamento de Economia Aplicada da Universidad de León.
  • Dra (c). Giani Kurtz Alegría.Doutorado em Projetos, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Ciências da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil. Especialização em Turismo e Educação Ambiental pela Universidad de León, Espanha. Coordenadora do Programa Mestrado em Direção e Consultoria Turística e suas Especializações.

Professores e Autores

  • Dr. Eugeni Aguiló Pérez. Catedrático do Departamento de Economia Aplicada da Universitat de les Illes Balears.
  • Dra. Natividad Juaneda Sampol. Catedrática de Economia Aplicada da Universitat de les Illes Balears.
  • Dra. María Pilar Rodríguez Fernández. Professora Titular do Departamento de Economia e Estatística da Universidad de León.
  • Dra. Maria Jesús Sánchez Muñoz. Professora Titular do Departamento de Geografia e Geologia da Universidad de León, Espanha.
  • Dr. Antonio Maya Frades. Doutor em Geografia. Professor da Universidad de León.
  • Dra. Alina Celi Frugoni. Doutora em Direito pela Universidad de Alicante. Mestrado em Direito Administrativo e Econômico pela Universidad de Montevideo. Pós-graduação em Direito Ambiental pela Universidad Austral de Buenos Aires.
  • Dr. David Barrera Gómez.Doutor Engenheiro pela Universidad Politécnica de Cataluña e MBA pela Escuela Técnica Superior de Ingenieros Industriales de Barcelona, UPC. Consultor de negócio, tecnologia e soluções empresariais. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Marco Antonio Robledo Camacho. Professor Titular do Departamento de Economia e Empresa da Universitat de les Illes Balears.
  • Lic. Carolina Navarro López. Coordenadora do Laboratório de Pesquisa e Documentação Turística da Universidad de las Islas Baleares.
  • Dr. Julio Batle Llorente.Professor Titular do Departamento de Economia da Empresa na Universitat de les Illes Balears
  • Dr. Ernesto Negrín Sosa. Doutor em Ciências Técnicas. Mestrado em Gestão da Produção e os Serviços. Expert em Gestão Turística.
  • Dr. Onofre Martorell Cunill. Professor Titular do Departamento de Economia da Empresa na Universitat de les Illes Balears.
  • Dr. José Ulises Rodríguez Barboza. Doutor em Engenharia de Estradas, Canais e Portos pela Universidad Politécnica de Cataluña. Professor da Universidad Peruana de Ciencias Aplicadas. Professor da Universidad Internacional Iberoamericana.
  • Dr. Raúl Sardinha.Professor do Instituto Piaget, Portugal.
  • Dra. Cristina Hidalgo González.Doutora em Ciências Empresariais pela Universidad de León. Professora Titular do Departamento de Economia Aplicada da Universidad de León.
  • Dr. (c) Eduardo García Villena.Doutor em Engenharia de Projetos: Ambiente, Segurança, Qualidade e Comunicação, pela Universidad Politécnica de Cataluña. Diretor Acadêmico da Área de Meio Ambiente da Fundación Universitaria Iberoamericana.
  • Dra (c). Lina Pulgarín Osorio.Doutorado em Projetos, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Gestão Integrada: Prevenção, Meio Ambiente e Qualidade, pela Universidad Politécnica de Cataluña. Coordenadora de Programas e Professora da FUNIBER.
  • Dr (c). Saúl Domingo Soriano. Doutor candidato pela Universidad de León. Mestre em Direção Geral de Empresas pelo Institut Català de Tecnologia de Barcelona. Mestre em Consultoria e Tecnologias da Informação e-Business pela Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, Espanha. Diretor de Projetos Finais de Mestrado e Especializações, FUNIBER.
  • Dra (c). Giani Kurtz Alegría.Doutorado em Projetos, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Ciências da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil. Especialização em Turismo e Educação Ambiental pela Universidad de León, Espanha. Coordenadora do Programa Mestrado em Direção e Consultoria Turística e suas Especializações.
  • Dra (c). Carmen Lilí Rodríguez Velasco. Doutorado em Educação, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Psicologia Laboral e Organizacional pela Universidad de La Habana, Cuba. Coordenadora Acadêmica Internacional da Área Desenvolvimento Diretivo, Organização Empresarial e Recursos Humanos e Professora da FUNIBER.
  • Dra. (c) Gabriela Larrea Madinyá.Doutorado em Projetos, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Direção Estratégica pela Universidad Politécnica de Cataluña. Expert em estratégias de comunicação e comercialização aplicando novas tecnologias.
  • Dr (c). Diego J. Kurtz.Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento pelo PPGEGC – UFSC (em processo). Mestrado em International Business - Wiesbaden Business School, Alemanha. Pesquisador do Núcleo de Gestão para a Sustentabilidade (www.ngs.ufsc.br) e Pesquisador Junior do Projeto Dynamic SME (www.dynamic-sme.org). Coordenador de Programas e Professor da FUNIBER.
  • Dra (c) Diana Patricia Cortés Díaz. Doutorado em Projetos, pela Universidad Internacional Iberoamericana (em processo). Mestrado em Recursos Humanos e Gestão do Conhecimento da Universidad de León (Espanha). Consultora especializada em Direito Laboral e Segurança Social. Coordenadora de Programas e Professora da FUNIBER.
  • Ms. María Eugenia Luna Borgaro. Mestrado em Recursos Humanos e Gestão do Conhecimento da Universidad de León, Espanha. Expert em Gestão de Recursos Humanos e Habilidades Diretivas. Professora da FUNIBER.
  • Ms. Pedro Chávez Chiclayo.Engenheiro de Computação e Sistemas pela Universidad Antenor Orrego de Trujillo (Peru). Master in Computer Science na Universidade Estatal de Campinhas em São Paulo (Brasil).

Bolsa de Trabalho

A Fundação Universitária Iberoamericana (FUNIBER) destina periodicamente uma partida econômica com caráter extraordinário para o oferecimento de Bolsas de estudo em Formação FUNIBER

Para solicitá-la, preencha o formulário de solicitação de informação que aparece no portal FUNIBER ou entre em contato diretamente com a sede da fundação em seu país para saber se é necessário proporcionar alguma informação adicional.

Uma vez que tenhamos recebido a documentação, o Comitê Avaliador examinará a idoneidade de sua candidatura para a concessão de um incentivo econômico na forma de Bolsa de estudo em Formação FUNIBER.